Vídeo: Tex e Os Monarcas – No Lombo De Um Tordilho

Por José Carlos Francisco

Hoje no blogue português do Tex propomo-vos ouvir Os Monarcas, um conjunto de música regionalista gaúcha, dono de uma das carreiras de maior longevidade da música regional do Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, com a sua famosa melodia “No Lombo De Um Tordilho” numa vídeo-montagem com belíssimas imagens do grande sucesso dos fumetti italianos  Tex Willer, numa iniciativa levada a cabo pelo blogue Western Gaudério:

Finalizamos este post deixando a letra da melodia:

No lombo do tordilho
Os Monarcas
Composição: Lauro Simões / Luis Cardoso

Quando se doma um tordilho
só existe dois caminhos
ou se faz dele um amigo
com paciência e com carinho
de outro modo é cascavel
batendo guizo no ninho
quando encilho o meu tordilho
a cincha no osso do peito
enfrenado em lua certa
e arrocinado a preceito
qualquer rancho é um postal
com ele no parapeito
qualquer rancho é um postal
com ele no parapeito.

Nas festas da gauchada
emprestado da fazenda
seu trote é um vôo de garça
ao selim que fez legenda
tosado de cogotilho
para o andar de uma prenda
dizem que o mar é um tordilho
se não é, quem dera fosse
quando um raio se despenca
é um baio que desgarrou-se
pois meu tordilho vinagre
nasceu do vinho mais doce
pois meu tordilho vinagre
nasceu do vinho mais doce.

Sendo de pelo tordilho
não existe outro regalo
melhor ponteiro de tropa
um peão tá de à cavalo
engolindo os horizontes,
assim me gusta de olhá-lo
enquanto o verso gaúcho
cantar pingos nos lombilhos
esses parceiros de lida
legados de pai pra filho
segue o Rio Grande à cavalo
sobre o lombo de um tordilho
segue o Rio Grande à cavalo

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INDOMÁVEL ou o regresso do “Western”

Por Jorge Magalhães*

Estreou-se em 17 de Fevereiro um dos filmes mais aguardados pelos que acompanham febrilmente a corrida aos Óscares, mas também por todos os apreciadores de “westerns”, que lamentam que o seu género preferido esteja quase votado ao esquecimento pelos produtores de Hollywood, mau grado o êxito e a qualidade artística de filmes relativamente recentes como Danças com Lobos (1990), Imperdoável (1992), Wyatt Earp (1994), Desaparecidas (2003), Open Range (2004) e O Comboio das 3 e 10 (2007).

A distância temporal entre eles — quando nos lembramos de que no século passado, durante várias décadas, se produziram dezenas de “westerns” por ano — é mais o reflexo do alheamento dos produtores que do desinteresse do público, visto que quase todos conseguiram resultados de bilheteira que superaram as expectativas e até, como nos casos sem precedentes de Danças com Lobos e Imperdoável, os Óscares de melhor filme e de melhor realizador.

Embora as probabilidades, este ano, não sejam as mesmas, True Grit (Indomável), o novo filme dos irmãos Joel e Ethan Cohen, com Jeff Bridges como protagonista, já veio relançar a questão da sobrevivência do “western”, um dos géneros cinematográficos mais antigos, mas que literariamente (salvo raras excepções) perdeu todo o fulgor que teve nos séculos XIX e XX.

Esse filão literário foi activamente explorado pelos produtores e realizadores de Hollywood, dando origem a inúmeros filmes da série B, de cariz mais comercial do que artístico, mas também a produções ambiciosas, de elevado conteúdo estético, épico e dramático, que enobreceram o género e cimentaram o prestígio dos seus realizadores e intérpretes — como A Caravana Gloriosa, Stagecoach (Cavalgada Heróica), Duelo ao Sol, Forte Apache, Shane, A Desaparecida, Cimarron, O Homem que Matou Liberty Valance, Pequeno Grande Homem ou A Velha Raposa.

Este último foi o título dado em Portugal a True Grit, uma novela de Charles Portis adaptada pela 1ª vez ao grande ecrã em 1969, num filme realizado por Henry Hathaway, que valeu ao mítico actor John Wayne o seu primeiro e único Óscar. Foi agora a vez dos irmãos Cohen redescobrirem o livro de Portis, abordando com novo realismo a história de uma obstinada rapariga (Mattie Ross) que contrata um velho xerife alcoólico e rabugento, mas implacável e destro no manejo das armas (Rooster Cogburn), para ajudá-la a vingar a morte do pai, assassinado por um miserável (Tom Chaney) que traíra a sua confiança.

Publicada em 1968, True Grit, a segunda novela de Charles Portis (actualmente com 77 anos e que, depois de participar na guerra da Coreia, se dedicou ao jornalismo, tornando-se escritor por vocação), conheceu um sucesso imediato graças ao filme de Hathaway, com um John Wayne já envelhecido, de pala no olho e rédeas nos dentes, num dos últimos papéis da sua longa carreira; mas só 18 anos mais tarde seria traduzida para português, numa colecção de saudosa memória, criada em 1982 pelas Publicações Europa-América, a colecção Western, que reuniu muitos autores famosos, desde Zane Grey, Clarence Mulford e Edgar Rice Burroughs (sim, esse mesmo… o criador de Tarzan!) a Louis L’Amour, Frank Gruber, Stephen Crane, W. R. Burnett, Elmer Kelton — todos norte-americanos, representando a essência do genuíno “western” literário, que nasceu muito antes dos primeiros filmes de “cowboys”.


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Alguns dos títulos incluídos nessa colecção são marcos de fundamental importância na relação entre literatura e cinema “western”, como Shane e Monte Walsh, de Jack Schaefer, Duelo ao Sol, de Niven Busch, O Maioral, de Owen Wister, A Cidade Turbulenta, de Max Brand, Incidente em Ox-Bow, de Walter van Tilburg Clark, Céu Aberto, de A. B. Guthrie Jr., ou mesmo O Último Moicano, de Fenimore Cooper, considerado por muitos o grande pioneiro do género.


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Como ainda é possível encontrar algumas destas obras nas livrarias da Europa-América, aconselhamos os nossos leitores a não perderem o ensejo de conhecer uma das melhores colecções do género que já se publicaram em Portugal, constituída por 54 volumes em formato de bolso, com preço módico, boas traduções e um design gráfico das capas (na sua maioria excelentemente ilustradas por José Pires) que evoca as adaptações cinematográficas, nada ficando a dever ao das suas congéneres estrangeiras.


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Mas quem estiver interessado em ler True Grit, de Charles Portis, tem agora ao seu dispor uma nova edição, com o título do filme dos irmãos Cohen, oportunamente dada à estampa pela Editorial Presença. Embora com uma capa muito inferior à que José Pires desenhou para a colecção Western, em 1986.

Copyright: © 2011; Jorge Magalhães.
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Editor, autor de banda desenhada (argumentista), autor de numerosos textos de estudo, análise e história da BD, em livros, revistas, jornais e fanzines e também leitor e coleccionador de Tex Willer.

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Tex e o tempo em que brincávamos de cowboy

Por Lillo Parra [1]

As primeiras lembranças que tenho remontam aos meus cinco ou seis anos. Ainda não sabia ler, mas faltava pouco para isso.

Forrando uma caixa de sapatos velha um monte de quadrinhos cortados e colados grosseiramente, naquela habilidade típica de criança. Dentro, uma porção de revistas do Pato Donald comprados na barraca de usados da feira de sábado.

Isso pode parecer estranho hoje, mas na década de 70 as feiras livres possuíam barracas cheias de revistas usadas. O meu pai era um cliente habitual. Na verdade, o meu pai era um viciado em quadradinhos.

E foi ele quem me apresentou às revistas de banda desenhada. Primeiro Disney e Maurício de Souza (bastante apropriados para crianças de cinco anos). Dois anos mais tarde presenteou-me com Capitão América nº 7, da Editora Abril. Ele não fazia ideia da patetice que estava fazendo e como aquilo definiria a minha vida a partir dali.

Mas nesse meio tempo aprendi a ler, basicamente graças às revistas de banda desenhada e à enorme paciência da minha mãe. E também conheci três personagens fantásticas, cuja importância nos quadradinhos só fui compreender totalmente décadas depois: Fantasma, Mandrake e um cowboy durão chamado Tex.

E foi esse último que se tornou o meu preferido. O meu pai era um fã do Ranger desde criança, ainda nos tempos em que o herói era chamado de Texas Kid. Das antigas revistas Júnior da infância do meu pai não vi nem sombra, mas lembro-me muito bem das edições da Vecchi lá em casa. Eu ficava horas olhando aquelas desoladas paisagens, aquelas carroças e carruagens, os índios em seus cavalos e, claro, o nosso herói.

E era ele que me inspirava nas brincadeiras de bandido e mocinho com os meus primos e amigos. Naquele tempo vendiam-se armas de plástico em qualquer loja de brinquedos. Era um mundo muito diferente. E brincávamos armados: o xerife, os “cruéis” índios navajos e as pobres donzelas (tadinha da minha irmã).

E eu era o inabalável, justo e corajoso Tex Willer.

A verdade é que mesmo com uma recém-adquirida (e ainda deficitária) capacidade de juntar aquelas incompreensíveis letras dentro dos balões, as revistas de Tex conseguiam fazer um pequeno frangote como eu – que nem sabia somar ainda – entender valores extremamente complexos como amizade, honra e abnegação.

O meu pai faleceu em 1994, às vésperas de completar 50 anos, em virtude de um outro vício, que degradou o seu corpo e mente. Em sua herança havia uma porção de más lembranças, um relógio lindo mas quebrado, um par de abotoadeiras poucas vezes usada, uma câmara Olympus com o obturador rachado e nenhuma revista.

Mas não precisava. De todas as coisas possíveis que um filho pode herdar de seu pai eu fiquei com a melhor: a inexplicável e maravilhosa paixão pela banda desenhada.

Talvez por isso estivesse tão nervoso quando me sentei à mesa na Fest Comix no ano passado. Do outro lado, o italiano Fabio Civitelli – um génio do traço e sem dúvida alguma um dos maiores desenhadores de Tex em todos os tempos.

O simpático desenhador ficou comovido quando soube que o meu pai, que tinha me apresentado Tex, havia falecido e que era aquele o motivo pelo qual eu estava ali naquela tarde: para pegar  – em sua homenagem  – um autógrafo na edição Tex Especial Civitelli.

Sai dali exultante e emocionado. Mas havia um problema  – e dos graves: não consegui abrir edição para ler.

Sim, os fãs de Tex podem achar-me um ser louco e repugnante. Em minha defesa posso dizer apenas que não sou repugnante. As acusações de loucura serei obrigado a acatar. Mas havia lembranças demais envolvidas.

Nesta semana, organizando as minhas revistas, peguei na mão a edição especial. Vi o autógrafo e resolvi que era a hora.

Li a história “O Presságio”, um volume de mais de 300 páginas, numa única tacada. Na época do lançamento, a revista foi alardeada como uma das melhores histórias de Tex e a preferida do renomado desenhador. Nenhum elogio – absolutamente nenhum  – foi exagerado.

Presságio é uma remake de uma antiga aventura do herói chamada “Sinistros Presságios” (publicada originalmente na Itália em 1965) e gira em torno de uma história de vingança de um velho feiticeiro contra Tex, líder da nação Navajo e respeitado por todos. O peão de manobra do feiticeiro é um índio navajo chamado Urso Veloz.

Tex, ao longo das últimas seis décadas, como todas as personagens de quadradinhos com tal longevidade, foi amadurecendo, suas histórias  tornando-se cada vez mais elaboradas, com construções narrativas que pouco lembram as primeiras publicações, ainda no formato de tiras.

Prova disso é a magnífica série que vem sendo publicada actualmente no Brasil nas edições Tex Gigante, onde o nosso herói se embrenha por lugares inóspitos à sua cultura, em histórias estupendas nos mais remotos lugares.

Mas “O Presságio” tem algo a mais. Algo que foge ao controle de seus criadores. É aquele tipo de história que define uma personagem.

A trama  – aparentemente simples  – vai sendo recheada de outros elementos à medida em que a lemos. O que era apenas uma história de vingança assume ares de conspiração com a entrada em cena de um oficial do exército corrupto e ganancioso.

As personagens  – mesmo as secundárias  – possuem credibilidade e  – algo raro nos quadradinhos e que deve ser comemorado – profundidade.

Aspectos da massacrada cultura indígena norte americana são muito bem aproveitados na trama. Não é um livro de história ou folclore, obviamente, mas o pouco que é mostrado nesse sentido é feito com extrema naturalidade.

Até um inesperado interesse romântico nos é ofertado.

E tudo isso dentro de um roteiro maduro, adulto. E com a arte soberba de Civitelli.

Mas não é apenas o roteiro bem estruturado ou a arte deslumbrante. “O Presságio” traz muito mais que isso.

A história  – cujo argumento é também de Civitelli, em parceria com Claudio Nizzi –mostra-nos algo muito maior do que uma revista de faroeste.

“O Presságio” é uma história sobre honra. Uma história que nos conta como um verdadeiro homem deve se portar ante as adversidades. É também uma história de amor de um filho e seu pai, amor entre amigos e até entre povos diferentes.

Mas sobretudo, “O Presságio” traz-nos uma história de dimensões humanas reais, coisa rara nos quadradinhos em geral, mas já conhecida dos leitores italianos e da enorme comunidade de fãs espalhada mundo afora.

Terminei de ler o volume com um nó na garganta. Fui até à cozinha, tomei um café e acendi um cigarro.

E lembrei-me do meu pai sentado no quintal de cimento cru, lendo um Tex comprado na feira, enquanto eu brincava de cowboy, armado de um colt de tiros de espoleta e montado no Carimbó  – o enorme viralata que tínhamos.

Sem dúvida alguma, “O Presságio” um dia será apresentada também ao meu filho…

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[1] Texto de Lillo Parra apresentado no blogue Quadro a Quadro em 12 de Fevereiro de 2011.
Adaptação a cargo de José Carlos Francisco.

Copyright: © 2011, Lillo Parra

Inauguração da exposição “Il mio Tex, la leggenda del West nei disegni di Fabio Civitelli”

Por José Carlos Francisco

Sábado 19 de Fevereiro de 2011 na galeria Furio del Furia, um belíssimo local situado num antigo convento reconstruído em Foiano, uma cidade vizinha de Arezzo, foi inaugurada a exposição intitulada “Il mio Tex, la leggenda del West nei disegni di Fabio Civitelli” (O meu Tex, a lenda do Oeste nos desenhos de Fabio Civitelli).

Presentes Marcello Fatucchi, Assessor da Cultura e Turismo da cidade de Foiano, Roberto Fanticelli, Vice-presidente da Associação Carnavalesca, Fabio Civitelli, desenhador de primeiro plano de Tex Willer, Marco Bianchini, director artístico da Escola Internacional de Banda desenhada de Florença também ele desenhador de Tex.

No decorrer da inauguração, Fabio Civitelli contou a sua vida e as suas experiências como artista de banda desenhada, uma verdadeira e própria arte: cada vinheta do famoso Tex Willer é um pequeno quadro trabalhado nos mínimos detalhes tendo por trás um árduo trabalho de um roteiro altamente profissional. Civitelli não usa o Photoshop, como hoje se poderia imaginar pode imaginar, mas a mão e o lápis, e cada uma das suas páginas desenhadas tem um valor económico significativo, sendo obras desejadas por inúmeros coleccionadores de banda desenhada.

Tex é ainda muito actual e é uma personagem de grande sucesso, não só em Itália, mas também em países como Brasil e Portugal. A recente publicação de reimpressões das histórias em cores, levaram as vendas na Itália a um brilhante record, de modo que por várias semanas, as vendas ultrapassaram o fantástico número de 200.000 cópias semanais.

Para Fabio Civitelli, como ele o desenha, Tex é um homem prestante mas não massivo, ágil mas forte, com um olhar duro mas com um lampejo de ironia em seus olhos e um meio sorriso de quem está seguro de si e das suas razões, enquanto para Marco Bianchini, Tex é um homem tradicional, na melhor tradição da banda desenhada realista de nível mundial que se formou entre os anos 70 e 90.

Os dois artistas presentes na inauguração da exposição são de Arezzo (Civitelli nasceu em Lucignano, mas hoje reside em Arezzo) e fazem parte de um grupo exclusivo de pessoas. No mundo Texano fala-se de uma verdadeira escola aretina (de Arezzo) – recordamos também Rossano Rossi e Marco Santucci, outros dois artistas de Arezzo com grande relevo na saga de Tex. Para uma cidade como Arezzo, a concentração de artistas da banda desenhada supera por larga margem aquela de grandes cidades italianas.

Um verdadeiro prazer tê-los visto e ouvido e ainda mais admirar as páginas expostas na galeria Furio del Furia e que permanecerão em Foiano durante todo o período do Carnaval de Foiano, todos os quatro sábados e domingos em que sairão os carros alegóricos.

Há ainda uma curiosidade interessante, o convite para a exposição, assim como o desenho usado por Fabio Civitelli para presentear todos os presentes, foi aquele usado pela Mythos Editora no Brasil para ilustrar a capa da edição especial dedicada a Fabio Civitelli e que foi alvo dos maiores elogios pelas pessoas que compareceram à inauguração da exposição.

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Mauro Boselli e Ernesto Garcia Seijas também no Brasil em 2011?

Por José Carlos Francisco

Depois de recentemente termos dado conta aqui mesmo no blogue português do Tex da muito provável presença de Giovanni Ticci, o decano desenhador de Tex, este ano no Brasil, mais precisamente em Curitiba, entre os dias 15 e 17 de Julho deste ano, no decurso da primeira Convenção Internacional de Quadrinhos de Curitiba, onde decorrerá uma exposição dedicada ao TEX, exposição essa que terá então a bênção de Giovanni Ticci, tentamos saber mais sobre este primeiro evento de grande porte relacionado com a banda desenhada a realizar na capital do Estado do Paraná no Brasil e apesar de tudo estar praticamente no início, soubemos de fonte segura que há muita ambição para realizar um acontecimento que poderá bem vir a ser o maior relacionado a Tex realizado fora da Itália, isto porque segundo o que já conseguimos apurar, embora não por via oficial, há a pretensão de para além de Giovanni Ticci ser possível também contar com a presença de Mauro Boselli, o principal argumentista de Tex no presente, assim como do consagrado desenhador argentino Ernesto Garcia Seijas.

E se tal desejo se tornar realidade, estaremos seguramente na presença de um evento Texiano de elevado quilate, mas ainda segundo as nossas investigações, as surpresas Texianas neste evento de Curitiba poderiam não ficar por aqui, mas não tendo ainda certezas absolutas estaríamos a entrar no campo da especulação, por isso vamos aguardar mais algum tempo para ver se as nossas investigações estarão indo pelo caminho certo…

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