Stefano Andreucci que em 2003 foi o desenhador do Almanaque do Oeste com a história “Herói por Acaso“ escrita por Mauro Boselli, está novamente a desenhar uma história de Tex, tal como ambicionava já em 2008 quando nos concedeu uma extensa entrevista onde pudemos ficar a conhecer melhor este conceituado desenhador italiano, entrevista essa que pode ser lida clicando AQUI!
História esta que tem como título provisório “Tonto Creek” e que também é da autoria de Mauro Boselli, estando destinada para a série regular de Tex com publicação prevista para o primeiro semestre de 2013 e nela poderemos ver Kit Willer e Kit Carson ao lado de Tex Willer.
Stefano Andreucci que precisamente hoje desenhou a página 117 da história que terá 220 páginas, ou seja, sairá em duas edições do Ranger, brindou-nos com a página 111, a primeira do segundo álbum que como é regra, tem apenas duas tiras, já que a primeira está destinada para o título e resumo da primeira parte da trama (para apreciar a página de Stefano Andreucci em todo o seu esplendor, clique na imagem):
Mas como a história também tem a participação de Kit Willer e Kit Carson, Stefano Andreucci também nos brindou com uma vinheta onde podemos ver o jovem Kit Willer e um (belo) esboço do “velho” Kit Carson… imagens que nos fazem ansiar por ter a história o quanto antes nas nossas mãos…
Tex Speciale a colori (Tex Especial a cores), os imperdíveis álbuns de Tex em grande formato continuam a sair periodicamente todas as semanas na Itália em exclusivas edições a cores realizadas pelos mais importantes desenhadores de banda desenhada a nível mundial.
A iniciativa da Sergio Bonelli Editore em colaboração com os periódicos “la Repubblica” e o “l’Espresso“, onde a cada sete dias, o “Tex Speciale” apresenta os álbuns “Gigantes” numa inédita versão a cores que começou no dia 1 de Setembro de 2011 com “Tex il grande!” e terminará no dia 16 de Fevereiro de 2012 com “Verso l’Oregon” atingirá nesta próxima 5ª feira o número 19 e o blogue do Tex apresenta em rigoroso exclusivo mundial a antestreia não somente da capa da edição nº 19, mas também as capas das edições nº 20 e 21 a serem publicadas respectivamente a 12 e 19 deste mês:
Tex Speciale a colori nº 19 – Il prezzo della vendetta (O preço da vingança) de Claudio Nizzi e Carlo Ambrosini
Tex Speciale a colori nº 20 –Canyon dorado (O desfiladeiro da cobiça) de Claudio Nizzi e Giancarlo Alessandrini
Tex Speciale a colori nº 21 – Il profeta hualpai (O profeta indígena)de Claudio Nizzi e Corrado Mastantuono
A revista MUNDO DOS SUPER-HERÓIS não poderia se furtar a prestar, ela também, a sua homenagem ao grande e mítico editor italiano Sergio Bonelli, que foi um dos maiores do mundo em seu ofício.
Pequena homenagem, não que ele não merecesse uma ENORME homenagem, ao contrário, mais do que merece, apenas que a revista já tem compromissos assumidos na sua linha editorial, pré-agendados para várias edições (assim como os anunciantes) e para mais espaço ter-se-ia que aguardar mais tempo, para uma outra futura edição, o que não faria sentido, devido ao conteúdo da matéria.
E falando-se em ´tempo´, a homenagem decorre após um certo tempo do desaparecimento do famoso editor/argumentista, já que, no dia 26 de Dezembro, passado, completaram-se exactos três meses que ele nos deixou. Realmente o tempo passa rápido demais. Parece que foi ontem. Ou na verdade, nem parece ainda que aconteceu. Parece que, quem for na Via Buonarroti, ainda vai encontrá-lo lá.
E não que na nossa cultura ocidental, haja alguma tradição de relembrar os três meses da partida de um ente querido ou de alguma personalidade representativa em alguma área.
A decorrência de, só agora a MUNDO prestar a sua homenagem também tem a sua explicação: o facto é apenas que a revista MUNDO DOS SUPER-HERÓIS, já estava em fase final de produção da edição número 29, quando saiu a lamentável notícia da morte do grande editor italiano (que pegou a todos nós de surpresa), e não havia mais espaço nem tempo para noticiar e homenagear o ocorrido com o irmão de Tex (Sergio era filho do lendário criador de Tex, Gianluigi Bonelli, e muitas vezes citou que era irmão do famoso Ranger, personagem principal da editora que dirigia e que havia herdado de sua mãe, Tea Bertasi Bonelli).
Apenas houve tempo e espaço para mudarmos algumas linhas no final da nota sobre o evento Tex 500 Brasil de Santo André, naquela edição 29, para brevemente noticiarmos o ocorrido.
Como a revista não tem uma periodicidade mensal, somente agora, na edição seguinte (a nº. 30), fizemos uma homenagem a esse mestre dos quadradinhos. Não podemos ter, obviamente, a velocidade da Internet para se prestar homenagens. Na luta inglória do papel com o rato, não há como vencer o concorrente digital, e temos que esperar o dia de uma nova edição impressa poder ver o sol, abaixo da Linha do Equador.
Então, só agora sai a homenagem a esse mestre, que comandou com galhardia durante décadas o legado de seus pais, quer administrativamente, quer artisticamente falando, executando a fundo todas as facetas de um editor completo, que muitos tiveram a oportunidade de conhecer de perto.
Além disso, Sergio Bonelli era conhecidíssimo também pelo seu lado extremamente humano e amigo, como várias pessoas puderam comprovar ao se deslocarem para Milão, Itália, e mesmo chegando de surpresa na SBE (Sergio Bonelli Editore) serem recebidas pelo simpático editor, que inclusive chegou a parar reuniões de trabalho, para ir pessoalmente recepcionar os visitantes fãs dos estupendos quadradinhos bonellianos.
Ou até a extrema atenção que dava para recém-conhecidos (e mesmo que fossem de países com menor importância quadrinhística no mapa mundial), como toda atenção que deu em 1992 (por exemplo) ao então redactor da área de BD da Editora Globo (Sidney Gusman), após tê-lo conhecido apenas um ano antes, quando esteve no Brasil (Novembro de 1991), para a 1ª. Bienal de Quadrinhos do Rio de Janeiro.
Naquele ano de 1992, Sergio Bonelli deu uma aula de editar quadradinhos ao redactor tupiniquim (que relembra com gratidão: “ Todas as manhãs, ia com Sergio para a editora, onde vi de perto o que era editar quadradinhos, ao pé da letra”). E Sergio Bonelli ainda foi um cicerone extraordinário, ao levar Gusman para conhecer outras editoras, a eventos, e também a jantares com profissionais de cinema (como o director Wes Craven e os actores Robert Englund e Bruce Campbell). Esse é só um exemplo de centenas que poderíamos falar do mítico editor italiano.
Por esses e por muitos outros motivos, fazemos essa pequena homenagem para esse magnífico editor, e acima de tudo, um grande ser humano.
Sergio Bonelli deve ser lembrado, não só agora, quando se completou 3 meses do seu desaparecimento do nosso mundo material, mas deve ser lembrado sempre, a cada dia, através de suas personagens que encantam milhares de pessoas mundo afora, já há muitas décadas, e transmitem os valores de honestidade, honra, amizade e justiça. Valores que Sergio fazia questão de tão bem valorizar e transmitir e valores cada vez mais esquecidos, na nossa sociedade cada vez mais competitiva, cada vez mais informatizada, cada vez mais fria.
Ciao, Sergio.
* A Edição nº. 30 da revista MUNDO DOS SUPER-HERÓIS vai estar nas principais bancas brasileiras no dia 9 de Janeiro de 2012. Primeiramente nas bancas das cidades de São Paulo Capital, Rio de Janeiro Capital, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Porto Alegre, Ribeirão Preto, Salvador, Santos e São José dos Campos. Depois, na segunda quinzena de Fevereiro, essa edição será recolhida e seguirá para as demais bancas de todo o Brasil no começo de Março.
* Você também encontra matérias e notas sobre Tex e correlacionados, nessas outras edições da revista MUNDO DOS SUPER-HERÓIS:
.
Outras reportagens da Revista Mundo dos Super-Heróis 30
Dossiê Marvel no cinema (22 páginas) Homem de Ferro, X-Men, Thor, Homem-Aranha, Capitão América… Após acaloradas discussões, a equipa da revista Mundo dos Super-Heróis elegeu os 15 melhores e os 7 piores filmes da Marvel. Páginas recheadas com bastidores, curiosidades, custos de produção, elenco, bilheterias… Além disso, fique por dentro das produções previstas para 2012 e os mais bizarros fanfilmes da Internet baseados em heróis da Marvel.
Especial: Um novo Superman (8 páginas) Reformulado e mais moderno, o Homem de Aço tem a difícil tarefa de voltar a ser relevante nos quadradinhos. Conheça as recentes mudanças promovidas pela DC nas BDs que ainda não estrearam no Brasil.
Procurado: Terrorista imortal (7 páginas)
A história de Ra’s al Ghul, um vilão com séculos de vida e um dos mais enigmáticos inimigos que o Batman já enfrentou.
Animação: Mais do que ajudantes (7 páginas)
Em Justiça Jovem, o novo desenho da Warner/DC, os parceiros-mirins Robin, Kid Flash e Aqualad, entre outros, querem provar que são heróis de verdade. E ainda: uma entrevista com Greg Weisman, o produtor da série.
Entrevista: Felipe Massafera (6 páginas)
O desenhador brasileiro fala como chegou ao panteão de artistas da DC e quais as suas dificuldades de se manter por lá. Também dá dicas de como faz as suas pinturas hiper-realistas.
Action-figures: figuras bárbaras (4 páginas)
Conan, Sonja, Bêlit, Thundarr e He-Man. Bonecos dos mais selvagens personagens dos quadradinhos e da TV.
Herói clássico: Ka-Zar (4 páginas)
A carreira de um herói que nasceu nos pulps e fez carreira também nas revistas, inclusive ao lado de outros heróis da Marvel.
Grandes revistas (6 páginas)
Saiba porque, do primeiro ao último número, a revista Super Powers, da Ed. Abril, manteve um padrão de qualidade acima da média ao longo de uma década.
Peneira Pop (8 páginas)
Detalhes de quatro eventos que fizeram a alegria dos fãs de cultura pop em 2011: Gibicon (Curitiba), Fest Comix (São Paulo), Rio Comicon (Rio de Janeiro) e FIQ (Belo Horizonte), e 10 criativos e bizarros cosplayers da Nova York Comic Con. É nessa secção que está o resumo da carreira do editor italiano Sergio Bonelli, morto recentemente.
Galeria (2 páginas)
Uma selecção de desenhos de leitores comentada pelo quadrinhista Eddy Barrows, que dá dicas úteis aos aspirantes.
Herói absurdo (2 páginas)
Conheça o gordinho Herbie Popnecker, um dos mais estranhos super-heróis já lançados nas revistas de banda desenhada.
Recebemos (6 páginas)
Resenhas de lançamentos de quadradinhos e afins no Brasil.
Super Leitores (4 páginas)
Comentários dos leitores, resultados de promoções da Mundo 29, raridades de coleccionadores e o Homem Cronologia, que responde porque Magneto aparenta ser tão jovem mesmo tendo quase 80 anos.
Dois pósteres exclusivos
Lado A: os super-heróis da Marvel no cinema.
Lado B: linha do tempo com o visual do Superman ao longo das décadas.
Promoções da Mundo 30
São duas maneiras de ganhar muitos prémios. Basta responder algumas perguntas de maneira criativa no site www.europanet.com.br/superheroi. Veja só: 1. Promoção Capitão América
Cada um dos 10 autores das frases mais criativas ganhará um kit contendo um DVD single do filme Capitão América, O Primeiro Vingador e uma camiseta exclusiva. 2. Promoção Clássicos da Comix
Concorra a kits com os DVDs Homem de Ferro 1, Kick-Ass, X-Men – Primeira Classe e os quadradinhos Batman Ano Um, Necronauta – Volume 2, A Liga Extraordinária Século: 1969, Superman Vs. Muhammad Ali, Batman Ras’ Al Ghul e Asterios Polyp
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)
Vários cientistas de todo o mundo reuniram-se recentemente em Palenque, no Estado de Chiapas, no sul do México, local arqueológico Maia, para discutir a profecia daquela antiga civilização, que previa o fim do mundo em 2012.
Segundo os especialistas, a teoria teve origem no monumento número seis do local arqueológico de Tortuguero e num ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos situados em Tabasco, no sudoeste do país.
O monumento número seis, noticia a «BBC», faz alusão a um evento místico que ocorrerá a 21 de Dezembro de 2012, durante o solstício de Inverno, quando «Bahlam Ajaw», um antigo governante daquele lugar, se encontra com «Bolon Yokte», um Deus na mitologia Maia.
Todas as mensagens Maias gravadas em «estelas» (monumentos líticos feitos num único bloco de pedra) foram interpretadas, até agora, como uma profecia sobre o fim do mundo.
No entanto, de acordo com o Instituto Nacional de Antropologia e História («Inah»), na data anunciada, os Maias esperavam simplesmente o regresso de «Bolon Yokte¿».
«(Os Maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012», afirmou o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autónoma do México, acrescentando que «essa visão apocalíptica» é algo que caracteriza os ocidentais. «Não é uma filosofia dos Maias.»
Durante o encontro, o investigador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e a sua colega Bárbara Macleod, fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero.
Assim sendo, os hieróglifos inscritos na «estela» referem-se à culminação dos 13 «baktunes», os ciclos com que os Maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.
«A medição do tempo dos maias era muito completa», explicou Gronemeyer. «Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projectadas para centenas, milhares de anos no futuro».
Já para a jornalista Laura Castellanos, autora do livro «2012, Las Profecias del Fin del Mundo», o sucesso da teoria dos maias junto à cultura ocidental deve-se a uma «onda milenarista», que «antecipa catástrofes ou outros acontecimentos cada vez que se completam dez séculos».
Para Castellanos, as profecias sobre o fim do mundo em 2012 não têm apenas uma «vertente catastrófica», mas também uma linha que «antevê o despertar da consciência e o renascimento de uma nova humanidade, mais equitativa».
A explicação científica e histórica desta teoria vai também de encontro com a crença popular no México.
A população mais crente tem procurado adquirir conhecimentos necessários de como sobreviver com o seu próprio cultivo de alimentos em caso de catástrofe mundial.
A verdade é que o «fim do mundo» é motivo de negócio. O Governo mexicano lançou uma campanha para promover o turismo no sudoeste do país, onde estão os monumentos arqueológicos Maias.
E para Tex Willer o que significa esta profecia? Segundo a ilustração de Bruno Brindisi que mostramos de seguida, Tex não está muito convicto dela, tanto que “pede” (a troco de alguns murros) que um índio Maia a repita se tiver coragem para tal:
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)
Com uma vinheta do Rangerdesenhada por FABIO CIVITELLI e “legendada” pelo pard português ANTÓNIO LANÇA-GUERREIRO, oblogue português do Tex, na “voz” do próprio TEX WILLER deseja um TEXcelente 2012a todos os Texianos que nos honram com as suas assíduas visitas!