Por José Carlos Francisco (texto), Moreno Burattini (fotos), Felipe Frohlich (fotos),Maria Neto (fotos) e organização da Gibicon (fotos)
Decorreu em Curitiba de 25 a 28 de Outubro a Gibicon nº 1. Além de capital paranaense, a cidade foi sobretudo a capital internacional da banda desenhada devido à presença de uma grande gama de autores, mostras e debates que tomaram conta dos variados pontos culturais do município brasileiro.
Entre os convidados internacionais, destaque no que às personagens Bonellianas diz respeito, para nova presença de Fabio Civitelli, o consagrado desenhador de Tex que também foi um dos convidados da edição nº 0 realizada o ano passado, Roberto Diso, o histórico desenhador de Mister No e Moreno Burattini, argumentista de Zagor. Os três autores italianos integraram uma série de actividades em homenagem a Sergio Bonelli, com exposições, convidados, debate, e a exibição de um documentário inédito dedicado ao editor italiano. A exposição nasceu logo após a morte de Sergio Bonelli, em 2011. Diversos artistas ainda comovidos pela fatalidade dedicaram uma arte ao grande editor da banda desenhada italiana. Também foram expostas fotos de Sergio Bonelli nos anos 70 visitando a Amazónia, lugar que o inspirou para a criação de Mister No, havendo ainda a participação do tradutor dos títulos Bonelli no Brasil, Júlio Schneider e o editor chefe da Mauricio de Sousa Produções, Sidney Gusman em diversas palestras ocorridas relacionadas com os fumetti (banda desenhada italiana). A mostra dedicada a Sergio Bonelli estará no Solar do Barão até ao dia 25 de Novembro de 2012.
A ilustrar este pequeno texto mostramos algumas fotografias (da autoria de Moreno Burattini, Felipe Frohlich, Maria Neto e da própria organização) que tentam dar a conhecer num primeiro momento algumas das emoções vividas em Curitiba nesta edição nº 1 da Gibicon.
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Chegou dia 19 de Outubro às bancas paulistanas, a novíssima edição da revista Mundo dos Super-Heróis, com o bonelliano Dylan Dog, o espião James Bond, a lendária e fantástica revista MAD, a violência do mundo do Juiz Dredd, Indiana Jones, Drácula e muito mais!
A revista, que já atingiu a sua 37a edição, chegou também às bancas cariocas no dia 22 de Outubro e logo no dia seguinte foi lançada em todo o território brasileiro.
Veja os atractivos desta edição:
Dylan Dog –Que era uma aposta arriscada da SBE (à época), está na Secção Mundo Bonelli. Aspectos dos quadradinho e dos “filmes” do herói são abordados na matéria. Dedico agradecimentos especiais ao amigo, tradutor e articulista Júlio Schneider.
Infelizmente, devido a prazos apertados de revisão final, pós-editoração e pós-diagramação, onde o texto original é diminuído e alterado para caber no espaço final, a Secção acabou saindo com algumas incorrecções: faltou a identificação dos desenhos que ocupam a maior parte da lateral esquerda; que são esboços iniciais de Claudio Villa.
E com relação aos momentos de humor nas aventuras, foi mencionado que são alguns, mas o correcto é que são “muitos”. Onde é citado que a popularidade se mantém mediana, o correcto é “forte”. Pois é o 2º em vendas (facto notável), apenas não tem o “vigor” que tinha antes.
James Bond – O dossier desta edição pertence ao lendário espião a serviço de sua majestade: 007. A edição 37 da Revista Mundo mostra os detalhes do novo filme de James Bond, 007 – Operação Skyfall, e explora o vasto universo da personagem ao longo de seus 60 anos. São 31 páginas com:
– A jornada do espião na literatura e no cinema
– A vida do escritor Ian Flemming
– Resenha dos 23 filmes oficiais de James Bond e dos 3 não oficiais
– Alguns dos vilões mais marcantes da franquia e as mais belas bond girls
– Curiosidades sobre os actores que interpretaram 007
– O agente secreto nos quadradinhos.
E mais: um infopôster com os cartazes dos filmes do herói
MAD – 60 anos de esculacho – Conheça a trajectória da espectacular e revolucionária revista Mad, que recentemente completou seis décadas. A matéria traz informações sobre a publicação, algumas de suas melhores capas e detalhes sobre seus artistas mais criativos.
Indiana Jones – Especial com 54 curiosidades sobre Indiana Jones e resenha do box que reúne os quatro filmes do aventureiro em Blu-ray.
Juiz Dredd – O novo filme do Juiz Dredd chegou aos cinemas brasileiros. Saiba o que esperar da produção e veja detalhes das revistas, como sua estreia na revista 2.000 AD, as histórias que foram lançadas no Brasil e alguns inimigos do herói.
Drácula –Desde que surgiu como um monstro na literatura, Drácula tornou-se um ícone do terror e chegou a ganhar peças em action-figure. Veja algumas bastante interessantes e outras até assustadoras.
Batman: O Cavaleiro das Trevas – A aclamada BD da DC Comics, foi transformada em animação. Leia a resenha do desenho, lançado no Brasil em Setembro.
Superman – em alta definição – Lançado no Brasil, o boxThe Superman Motion Picture Anthology reúne todos os filmes do Homem de Aço em Blu-ray. São oito discos, dentre os quais um com a versão estendida de Superman – O Filme e outro com Superman II reeditado pelo director Richard Donner.
Capitão Marvel – Uma linha do tempo com factos importantes sobre o Capitão Marvel (Shazam), um dos heróis mais importantes da DC.
E ainda as seções: Peneira Pop – Novidades e afins. O lançamento do álbum O Vira Lata; os eventos sobre quadradinhos e cultura pop que rolaram em Setembro e os que acontecerão em Outubro; detalhes sobre o livro Superdeuses, do banda desenhista Grant Morrison; a estreia da série de TV Arrow; as primeiras informações sobre o projecto Marvel NOW! e o lançamento de quadradinhos brasileiros.
Superleitores – Comentários e análise de desenhos de leitores.
Recebemos – Resenhas de BDs
E não poderia deixar de faltar a PROMOÇÃO!!!
Responda: “Qual a aventura mais sensacional de Indiana Jones e por quê?” Os dois autores das respostas mais criativas ganharão um kit com a caixa Indiana Jones: A Aventura Completa em Blu-ray e pósteres dos 4 filmes.
Assinaturas – Para mais detalhes sobre o sistema de assinatura, ligue (11) 3038-5050 ou 0800 8888 508 ou acesse www.europanet.com.br/superheroi
Aproveite também as promoções na compra de edições anteriores.
Quer falar com a MUNDO e solicitar matérias de suas personagens favoritas? Ou elogiar, criticar, sugerir, opinar? Mande o seu e-mail para: Manoel de Souza (editor) – manoel.souza@europanet.com.br
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Boa leitura!!!
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A morte de Jean Giraud em 10 de Março passado, acabou por levar ao atraso desta edição do BDjornal, que deveria ter saído em Maio. E embora o ano de 2012 fique também marcado pela morte de dois outros grandes autores de banda desenhada, o norte-americano Joe Kubert (em 12 de Agosto) e o italiano Sergio Toppi (21 de Agosto), a morte de Giraud resultou no desaparecimento de dois autores, uma vez que com ele saiu de cena também Moebius. Daí que, dada a importância que este último teve na banda desenhada mundial, lhe dediquemos um extenso dossier.
Jean Giraud foi, sem dúvida, um dos mais importantes autores da banda desenhada do século XX. A sua desdobragem em “dois autores” – ele próprio, também como Gir, mas sobretudo como Moebius – permitiu o aparecimento de uma dimensão completamente diferente no modo de contar histórias desenhadas, que alterou profundamente as abordagens, quer autorais, quer de leitura, no campo da BD. Por tudo isto, seria redutor elaborar uma biografia de Jean Giraud-Moebius, que apenas fosse um desfiar de factos e datas. Tornava-se essencial encontrar e analisar registos na primeira pessoa, para podermos compreender o porquê, não só da manutenção de Gir como um autor normalíssimo (embora com uma técnica soberba) e focado apenas no universo Blueberry, mas sobretudo perceber o que levou ao aparecimento de Moebius que, por assim dizer, tomou posse da carreira do autor e o fez voar na estratosfera do reconhecimento mundial. Os registos encontrados basearam-se nas entrevistas publicadas em inúmeros sites da internet, mas sobretudo na obra autobiográfica, Jean Giraud-Moebius – Histoire de Mon Double. Sem esta obra teria sido impossível realizar o trabalho que apresentamos neste número do BDjornal. No entanto o livro (completamente esgotado) só nos chegou às mãos em Julho deste ano, emprestado por Rui Brito. Daí que tivessemos optado por suspender esta edição, adiando-a para agora.
Esta decisão foi reforçada também pela falência, já em meados de Maio, da gráfica que imprimia o BDjornal desde 2010.
No entanto, há males que vêm por bem, como costuma dizer-se, uma vez que graças ao adiamento desta edição do BDj, foi possível enriquecê-la agora com a inclusão de uma história de oito páginas, de Tex Willer, inédita em português – ou noutra língua qualquer que não o italiano – uma vez que foi apenas publicada em Itália no jornal Corriere Della Sera, no seu suplemento dominical La Lettura, mas em 4 páginas. Queremos agradecer a Davide Bonelli, o director geral da Sergio Bonelli Editore, a autorização de publicação de La Preda (A Presa) e a cedência das páginas remontadas. Claro que nada disto teria sido possível sem a dedicação incansável de José Carlos Francisco, nosso colaborador desde o BDjornal #4 e a quem também agradecemos, que não só teve a ideia da publicação desta história aqui, como tratou dos contactos com a SBE, reencaminhamento do material a publicar, tradução, etc…
Mas como não há bela sem senão (continuamos com os chamados “ditos populares”), a inclusão da história de Tex Willer nesta edição inviabilizou – devido a direitos de publicação – o previsto início da co-edição do BDjornal no Brasil, em parceria com a WMS – Editora, de Wagner Macedo Santos (Redwood Comics). O projecto de co-edição será, em princípio, iniciado com a edição do BDjornal #30.
COLABORAÇÕES
André Oliveira, Clara Botelho, Diogo Campos, Edgar Smaniotto, João Miguel Lameiras, João Ramalho-Santos, José Carlos Francisco, Leonardo De Sá, Nuno Franco, Osvaldo Macedo de Sousa, Pedro Cleto, Pedro Trabuco, Pedro Vieira Moura, Sara Figueiredo Costa, Walmir Santos
SUMÁRIO
4 – AS EXTRAORDINÁRIAS AVENTURAS DE DOG MENDONÇA E PIZZABOY – UMAINJECÇÃO DE ÂNIMO NO MORIBUNDO MERCADO DA BD PORTUGUESA?, J.Machado-Dias
6 – AS INCRÍVEIS AVENTURAS DE DOG MENDONÇA E PIZZABOY, Pedro Cleto
9 – ENTREVISTA COM FILIPE MELO, J.Machado-Dias
12 – ENTREVISTA COM JUAN CAVIA, J.Machado-Dias
18 – JEAN GIRAUD-MOEBIUS – A FITA DE MOEBIUS
19 – “DUAS VIDAS” DEDICADAS À BANDA DESENHADA, J.Machado-Dias
51 – BIBLIOGRAFIA DE JEAN GIRAUD-MOEBIUS
56 – HOMENAGENS – DEPOIMENTOS, J.Machado-Dias
57 – O NOSSO PEQUENO TRIBUTO A JEAN GIRAUD-MOEBIUS
66 – E RELUZIAM AS ESTRELAS – A VIDA ANIMADA POR JOSÉ ABEL, Leonardo de Sá
74 – RECORDANDO JOSÉ ABEL, João Miguel Lameiras
78 – CENTENÁRIO DO SALÃO DOS HUMORISTAS PORTUGUESES 1912-2012, Osvaldo Macedo de Sousa
86 – SALÃO DOS HUMORISTAS PORTUGUESES – 1º SALÃO DE CARICATURA, Leonardo De Sá
89 – ADOLFO RODRÍGUEZ CASTAÑÉ – A SUA BIOGRAFIA VERDADEIRA, Leonardo De Sá
93 – UM FURINHO NA PAREDE, Sara Figueirdeo Costa
94 – LES AMIS DE PANCHO VILLA, Pedro Cleto
95 – L´ÎLLE AU TRÉSOR, Pedro Cleto
96 – PABLO #1. MAX JACON, Pedro Cleto
97 – YESHUAH, Pedro Cleto
98 – UN OBJECT CULTUREL NON IDENTIFIÉ (THIERRY GROENSTEEN), Pedro Vieira Moura
98 – LA BANDE DESSINÉE – MODE DÉMPLOI (THIERRY GROENSTEEN), Pedro Vieira Moura
99 – BANDE DESSINÉE ET NARRATION – SYSTÈME DE LA BD (2) (THIERRY GROENSTEEN), Pedro Vieira Moura
102 – AOS MESTRES COM CARINHO: ZALLA E SETO LEMBRADOS EM BELÍSSIMOS DOCUMENTÁRIOS, Edgar Smaniotto
103 – AS ERAS DE OURO, PRATA E BRONZE DOS QUADRINHOS DE SUPER-HERÓIS, Edgar Smaniotto
104 – APONTAMENTOS SOBRE DIREITOS AUTORAIS NO BRASIL, Walmir Santos
106 – GOBLET NO MAB, Nuno Franco 107 – FABIO CIVITELLI NO MAB INVICTA, José Carlos Francisco 109 – BD – A PRESA. Arg. Mauro Boselli, Des. Fabio Civitelli 117 – DESENHADORES DE TEX (2), J.Machado-Dias 122 – AMADORA BD 2011 – O ANO DA CRISE, Diogo Campos
123 – SOBRE FESTIVAIS, João Ramalho-Santos
126 – VIII FESTIVAL DE BANDA DESENHADA DE BEJA – TENDÊNCIAS PARA O FUTURO, Diogo Campo 128 – ENTREVISTA COM PAULO MONTERO, André Oliveira
130 – IBERANIME LX 2012, Pedro Trabuco
Filipe Chamy e Fabio Civitelli no Fest Comix em 2010
Já havia conhecido Fabio Civitelli em 2010, por ocasião também do Fest Comix paulistano — uma grande feira de quadradinhos que apresenta alguns eventos e participações de quadrinistas e gente da área.
Naquela ocasião, Civitelli mostrou-se extremamente solícito e educado. Mas eu fiquei com uma pequena desilusão: Civitelli não me fez um desenho exclusivo! Alegando não desenhar na hora, pois já havia desenhos prontos (o da ocasião era Tex na Avenida Paulista), ele acabou me ofertando apenas óptimas conversas e muita cordialidade.
Pouco tempo depois, por este blogue capitaneado pelo amigo de além-mar José Carlos Francisco, o Zeca, pude ver que ele realmente não fez toneladas de desenhos — mas alguns poucos felizardos haviam ganho sim um belíssimo agrado na forma de rápidas (e lindas) artes originais de Tex, Lilyth, Kit Willer, Carson e Tigre. Apesar de ter adorado conhecer Civitelli e passar dois belos dias bonellianos junto a amigos que dividem essa paixão comigo, fiquei por dois anos sempre um pouco chateado por olhar na minha parede uma arte reproduzida, que muitos possuíam igual.
Aí neste 2012 aparece o anúncio de que Civitelli voltaria ao Fest Comix. E lá fui eu, esperançoso; além dele, os também míticos Moreno Burattini e Roberto Diso. Caso eu não conseguisse um desenho, a experiência de ver essas lendas reunidas já compensaria qualquer esforço em ir abraçar essa oportunidade.
Eu havia chegado no sábado, dia 20 de Outubro, pouco depois das quatro e meia da tarde. A fila de Civitelli era maior que a dos outros dois artistas, bem maior, e só fazia crescer. Um pouco ressabiado, deixei passar essa vazão e enquanto isso peguei desenhos e autógrafos de Diso e Burattini, conversando animadamente com eles e com os amigos que encontrei no stand da editora Mythos, onde estávamos reunidos.
Filipe Chamy e Fabio Civitelli no Fest Comix em 2012
Foi G. G. Carsan quem me disse que Civitelli estava cansado, há horas assinando e atendendo ao público. Claro que na hora senti um misto de admiração, por ser o simpático italiano tão acessível e humilde, e preocupação, pois se ele estava cansado o meu desenho exclusivo parecia estar cada vez mais distante! Mas, munido de coragem e audácia (afinal, não sou leitor texiano?), fui em frente e entrei na fila. Em breve saberia se minha intrepidez daria resultado.
Quando chegou a minha vez, deparo-me com um Civitelli ainda mais afectuoso que em 2010! Cumprimentou-me, e disse que se lembrava de mim, eu havia ido de Dylan Dog em 2010! Sim, é verdade; e agora em 2012 eu estava com uma camiseta de Zagor. Civitelli pareceu se divertir com o facto, e dedicou-me um desenho pronto, “Para Filipe, ex Dylan Dog“. Foi um gesto verdadeiramente amigo, muito marcante.
Falando em amigo, eu pedi a Civitelli vários autógrafos para o meu amigo Paulo César, que não pôde ir à feira, mas, fã de Tex e de Civitelli, me havia pedido vários itens para serem adquiridos e assinados no Fest Comix. O bravo Fabio não se recusou em nenhum momento a assinar qualquer livro/revista, e mesmo estava tão disponível que pedi que dedicasse o seu impressionante Tex Gigante a minha mãe, grande admiradora de seu traço!
Tex de Fabio Civitelli para Filipe Chamy, Fest Comix 2012
Até que eu pedi o desenho. Civitelli fez uma pequena careta de hesitação, como quem diz: “ah, mas todo mundo se contenta com o desenho…“. Não que estivesse de má vontade; pelo contrário, ali está um artista que faz de tudo para agradar a um seu apreciador. Mas é que realmente devia estar bem cansado, já quase encerrando o “expediente”. Mas eu insisti brevemente, e disse que ele não havia me feito um desenho em 2010. Pois aquela deve ter sido a senha para ele se decidir: fez uma expressão de que o problema (a falta de desenho) precisava ser corrigido. E pegou uma folha de papel e, armado de sua caneta, começou a desenhar um Tex, este que posto aqui junto a este pequeno texto. Não querendo me gabar, é talvez o Tex mais bonito que já o vi fazer para um leitor — pelo menos considerando o que já conferi Internet afora.
O desenho já está em vias de virar um quadro, e guardo/guardarei na lembrança com intensidade o carácter fraterno que Civitelli demonstra a quem for, contagiando a todos com sua alegria pela profissão (e por Tex) e com sua excelente personalidade, que acolhe e anima quem por perto estiver. Esta pequena crónica, com suas fotos e vídeos (inclusive Civitelli cantando, e em dueto com Burattini!), é uma nota de gratidão a esse grande artista bonelliano que cada vez mais podemos chamar de “nosso amigo brasileiro”.
Vídeos bónus:
Civitelli desenhando o meu Tex .
Civitelli cantando Tom Jobim .
Civitelli em “dueto” com Moreno Burattini .
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