Fanzine “A Conquista do Oeste” – Maio/Novembro 2001 – Páginas 41 a 45 – “Heróis” do Oeste: The Lone Ranger

“HERÓIS” DO OESTE

“THE LONE RANGER” – “HI-YO, SILVER!”

Outra bonita vinheta de Charles FlandersTodos nós gostamos de fantasia. É mais agradável. Ninguém gosta da realidade, quando ela nos oferece dissabores, intrigas, fome, miséria, morte e todas as coisas que a vida tem de mau. Assim, é muito natural que as histórias sobre o Oeste só nos oferecessem fantasia. Deste modo, a verdadeira História de um povo e de uma colonização pode ser camuflada pela lenda. E assim seria durante algumas décadas. E não foi só a Banda Desenhada que se serviria da fórmula, para conquistar público. O mesmo aconteceria com a Literatura, com o Cinema e com a TV.

Fanzine A Conquista do Oeste – Página 41“The Lone Ranger” foi criado para a Rádio, mas quer neste meio quer no da Banda Desenhada, a fantasia não faltou.
George W. Trendle, era o proprietário de uma estação de Rádio em Detroit e Fran Striker, um escritor de histórias que eram publicadas nos “pulps”. Ambos decidiram criar a figura de “The Lone Ranger”, que foi para o ar, pela primeira vez, em 30 de Janeiro de 1933, com episódios de meia hora de duração, três vezes por semana. E foi um grande êxito, tendo durado até 3 de Setembro de 1954.

Sabe, por acaso, dizer quem foi o primeiro intérprete de “The Lone Ranger”? Provavelmente não. Foi um desconhecido, um homem chamado Jack Dodds que, em 1933, iniciou as novelas radiofónicas do famoso “herói”. Mas ficou só por um mês. Foi substituído por George Seaton (que mais tarde se tornaria um conhecido realizador de Cinema). Este também trabalhou pouco, sendo substituído por Earle Graser. Quando este morreu em 1941, Brace Beemer começou a ser a voz de “The Lone Ranger”. Deixou de o seu unicamente em 1954, com o cancelamento do programa.

A SAGA

A saga do conhecido “herói” começou, quando seis “rangers” do Texas, comandados pelo Capitão “Dan Reid”, foram emboscados pela quadrilha de “Butch Cavendish”. Todos os “rangers” morreram, excepto o irmão mais novo do Capitão, que foi salvo pelo índio “Tonto”, a quem aquele, anos antes, salvara igualmente a vida.

A emboscada e a morte de The Lone Ranger

“Tonto” cavou seis sepulturas (uma ficou vazia) e “John Reid” passou a usar uma máscara para o não reconhecerem, e partiu na companhia do índio, na perseguição não só dos assassinos do seu irmão, como de outras quadrilhas. E assim nasceu a lenda do “The Lone Ranger”.

Fanzine A Conquista do Oeste – Página 42Esta é uma das poucas personagens da 9ª arte, cujo verdadeiro rosto nunca conhecemos ao longo dos anos, a que temos acesso às suas aventuras. A sua vida era uma vida de “herói” em pleno, disfarçava-se e circulava onde queria ou precisava, de modo a recolher informações preciosas sobre os bandidos que perseguia, não tinha casa para onde dirigir-se, mas estava sempre pronto a lançar-se numa cavalgada em direcção ao horizonte, com o seu grito de “Hi-Yo, Silver!”, quando qualquer aventura sua acabava.

Uma bala de prata identificava-o sempre, perante as autoridades locais, já que a sua máscara despertava algumas dúvidas da sua honestidade. “The Lone Ranger” com a sua máscara, representava a justiça cega. A sua missão era impor a lei, onde ela não existisse. As suas balas de prata, na crença popular, representavam o símbolo da aniquilação do mal pelo bem. O próprio “Tonto” era a união das duas raças, índios e brancos, no desejo de encontrarem justiça e igualdade para todos, até porque ele era tratado com dignidade.

A VISÃO COMERCIAL DE TRENDLE

Charles Flanders faz nesta prancha a reconstituição da morte de The Lone Ranger. Nota-se já uma certa decadência do autor.Trendle era um homem de negócios. Quando viu que a personagem poderia ser uma fonte de lucro, resolveu criar a firma “The Lone Ranger Inc.”. A partir daqui começaram a surgir todo o tipo de brinquedos, roupas, livros, etc., tudo com o nome de “The Lone Ranger”. Daqui ao Cinema, foi um passo e Trandle vendeu os direitos a Hollywood. O primeiro filme apareceu em 1938, um seriado de 15 episódios, com o título de “The Lone Ranger” e com os artistas Lee Powell no papel do “herói” e o Chief Thundercloud no papel de “Tonto”. No ano seguinte aparece “The Lone Ranger Rides Again”, desta vez com Robert Livingston. Ambos os filmes fogem ao texto original.

Entretanto Trendle resolve lançar a personagem na Banda Desenhada, a cores, em tira e página dominical, o que acontece em 1938. O primeiro desenhador será Ed Kressy, muito mau por sinal, seguido de outros tão maus como ele. Segue-se Jon Blummer, um dos poucos que se aproveitou. Uma das grandes dificuldades que surgiram no início, foram os desenhos de Kressy, que levaram a que muitos editores estrangeiros pensassem duas vezes, antes de se atreverem a publicar as histórias de “The Lone Ranger”. Face ao possível cancelamento da série, foi escolhido outro desenhador, desta vez com êxito. Charles Flanders irá dar conta do recado, a contento de todos os leitores, nos inícios de 1939. De tal modo, que a série irá manter-se até 1971, embora com altos e baixos.

Uma vinheta de Charles FlandersO aparecimento de Flanders, ajudou a que as editoras estrangeiras tomassem a decisão de publicar as respectivas histórias, ainda que o novo desenhador também não tivesse um grande currículo, no campo da Banda Desenhada, já que só tinha desenhado “Robin Hood” (menos mau) e participado em “Tim Tyler” e no “Agente Secreto X-9” e, em qualquer uma delas, não primou pela qualidade. A sua melhor produção sobre esta personagem encontra-se talvez, de 1944 a 1950, onde o artista, em toda a sua maturidade, conseguiria criar algumas vinhetas com algum impacto, embora nada de extraordinário.

Charles Flanders não era um artista completo, embora fosse bom nas figuras. No entanto, não era capaz de desenhar os cenários. As vinhetas ficavam pobres pela falta de vegetação, árvores e montanhas, que eram simplesmente delineadas. Com o passar dos anos as coisas foram piorando. A década de 40, mesmo assim, foi a melhor do artista, já que “The Lone Ranger” foi surgindo em várias aventuras, quer em tiras quer em páginas dominicais, com desenhos limpos e de alguma qualidade.

Mais uma tira da série com desenhos de Charles Flanders em boa forma.

E a Saga da nossa personagem foi continuando com sucesso. Em 15 de Setembro de 1949, “The Lone Ranger” foi adaptado para a TV, tendo sido realizados 182 filmes até 1956. Clayton Moore e Jay Silverheels, foram a escolha feliz, para os papéis das personagens principais, que souberam levar a bom termo as suas representações por oito anos. Em 1956 e 1958, houve dois novos filmes, que viriam a ter igualmente sucesso. Em 1971 foi adaptado à Animação pelos Hanna e Barbera.

O PANORAMA DOS “COMIC-BOOKS”

Fanzine A Conquista do Oeste – Página 43Em 1969 os postos de combustível da Shell no Brasil, resolveram distribuir gratuitamente revistas de Banda Desenhada, editadas pela Ebal e com números zero (0), todas elas onde figuravam as aventuras de “Thor”, “Capitão América”, “Homem de Ferro”, “Namor” e “Hulk”. As revistas eram três, “O Capitão Z”, “Superxis” e “Álbum Gigante” e apresentavam-se com o início das aventuras daqueles cinco “super-heróis”.

Evidentemente que a maior parte dos coleccionadores, incluindo nós, nunca mais tivemos acesso a esses exemplares que rapidamente se esgotaram e também, rapidamente desapareceram, na voragem dos anos e nas mãos dos jovens leitores (como provável oferta dos seus pais), que acabariam por lhes dar sumiço. Pois de milhares de exemplares, nunca vimos nenhum. A Ebal, face à reclamação dos novos leitores dessas personagens (que não tiveram acesso ao início das histórias) e que passaram a comprar essas revistas a partir do Nº 1, resolveria editar no mesmo ano um Almanaque, com esse mesmo material, embora não todo…

Duas capas de comic-book de The Lone RangerÉ claro que nada disto é novidade para ninguém e, todos nós sabemos, que muitas marcas de produtos, resolvem, de vez em quando, editar qualquer brochura em Banda Desenhada, fazendo promoção aos seus artigos ou à sua marca. Em Portugal tem acontecido isso, sistematicamente e há já, uma série de revistas ou álbuns, que apareceram editados quer por marcas quer por Câmaras, Freguesias ou entidades particulares, que nos deixam a cabeça em água viva para os detectar, muitas vezes sem sucesso.

Pois “The Lone Ranger” também teria um “comic-book” intitulado “The Lone Ranger Comics”, datado de 1938 (no interior a data é de 1939), tinha 64 páginas a cores e foi oferecido por uma marca de gelados. Escusado será dizer que encontrá-lo, é obra! Mas “The Lone Ranger” surge em “comic-book” editado pela Dell no Nº 3 da colecção “Large Features Comics” (1939). Possui um grande formato e foi publicado a preto e branco. Os desenhos eram de Robert Weisman. No Nº 7 (1939 também), dessa colecção, as aventuras desta personagem voltam de novo, desta vez com desenhos de Henry E. Vallely. De 1940 a 1950 “The Lone Ranger” vai aparecendo regularmente, mas desta vez com a adaptação das tiras e das pranchas de Ed Kressy e Charles Flanders. Primeiro e de 1940 a 1945, nas colecções “Future Comics”, “King Comics” e “Magic Comics” editados pela David McKay da Filadélfia, depois, a partir de Setembro de 1945 e até Outubro de 1947, pela Dell que consegue os direitos da personagem e será na sua “Four Color Comics” que aparecerão as aventuras de “The Lone Ranger”, em sete números. A partir de Jan-Fev. de 1948, passará a ter revista própria.

Este trabalho de 1967, marca já o declínio total de Charles Flanders.

Nos seus primeiros 37 números serão republicadas as tiras de Flanders, até que no seu Nº 38 (Agosto de 1951), serão criadas histórias novas, especialmente para a revista. Os textos eram de Gaylord Dubois (nascido em 1899) e os desenhos de Tom Gill (nascido em 1913), um desenhador que tinha no seu activo uma tira quotidiana intitulada “Flower Potts” (1946-1949).

Uma tira da autoria de Tom Gill (1960)Com Tom colaboraram outros desenhadores ao longo dos anos, tais como Keats Petree (nascido em 1919), que se ocupa da série “The Lone Ranger” em 1954, antes de realizar “Nick Halliday” (1954-1956), outra tira quotidiana, Ted Galindo (nascido em 1927), que desenhará também a série, ainda em 1954 e Jim Christiansen (nascido igualmente em 1927), que se ocupará de algumas histórias em 1955. Depois será ainda a vez de Bill Martin em 1954 e Herb Trimpe (1960-1962), este último um autor bastante conhecido, pela criação de várias séries de “super-heróis” a partir de 1966 para a Marvel. Tom Gill soube dar à série um aspecto gráfico muito razoável. Tom Gill já tinha sido ajudante (fantasma) de Charles Flanders, nos anos cinquenta, como colaborador da série, pelo que possuía já alguma prática.

Fanzine A Conquista do Oeste – Página 44Uma das grandes qualidades deste “comic-book” eram as capas, desde o Nº 32 (Fev. 1951) ao Nº 111 (1957), quando a partir daqui passará só a apresentar as fotos de Clayton Moore. Naqueles números as capas eram desenhadas por Hank Hartman e Ernest Nordli, dois grandes artistas de Animação.
Kellog Adams será igualmente o autor de algumas histórias de “The Lone Ranger”, de 1952/1957 e Paul S. Newman (nascido em 1924), quem escreverá igualmente alguns dos textos da série de 1958 a 1961, antes de se dedicar em pleno à mesma série, mas desta vez publicada nos jornais até 1971.

A Dell dedicou também a esta personagem três grandes títulos, “The Lone Ranger Golden West”, The Lone Ranger Movie Story” e “The Lone Ranger Western Treasury”, de 1953 a 1956, além de 10 álbuns da colecção “March of Comics” editados de 1957 a 1970.

Temos ainda mais: “The Lone Ranger’s Companion Tonto” com 33 números de 1951 a 1959, com desenhos de Tom Gill, Jon Small e Alberto Giolitti e “The Lone Ranger’s Famous Horse Hi-Yo Silver”, com 36 publicações de 1952 a 1960, escritos por Dubois e desenhados por Gill e Trimpe.

Uma tira de Alberto Giolitti (1959)Com o Nº 145 (Maio-Julho 62), a Dell suspende “The Lone Ranger”. Mas será a Gold Key a reiniciar a publicação da revista, a partir do seu Nº 1 (Setembro de 1964), de novo com Tom Gill e com a republicação de velhas histórias. A série prosseguirá com algumas pausas (em 1970-71 e 1973 não foram publicados quaisquer números), terminando em Março de 1977, com 28 números editados. Em 1972 Tom Gill deixa a série que será continuada por John Warner (textos) e Frank Boll e Don Heck (desenhos). José Delbo ainda tentou reanimar a personagem, com a criação de novas histórias, mas sem êxito.

Uma tira com desenhos de Tom GillSe Charles Flanders levou a série a um lugar cimeiro no panorama da Banda Desenhada, também arranjaria maneira de a deixar cair, pouco a pouco. Os anos 50 mostravam já a sua decadência. Teve ajudantes, devido a problemas com a bebida. Tom Gill, foi um dos melhores, mas, mesmo assim, a série foi perdendo qualidade. O argumentista foi mudado e seria igualmente Paul S. Newman a substituir Bob Green, nas páginas dos jornais. Nada conseguiria que a série sobrevivesse, depois de tanto sucesso.

Em 1981 surgiu outro filme, que seria um desastre total. Baseado nele, Cary Bates e Russ Heath (des.), resolveriam voltar a lançar a personagem em “comic-book”, mas sem resultados práticos.

Indicamos a seguir um resumo dos autores desta série, no que respeita às tiras e pranchas dominicais publicadas nos jornais:

ARGUMENTISTAS
Fran Striker supervisor de 1938 a 1944 e de 1948 a 1962.
Mrs. Kressy, mulher de Ed Kressy, de Setembro de 1938 ao fim de 1938.
John Wade Hampton em 1940.
Bob Green de 1944 a 1948 e de 1948 a 1962.
Paul S. Newman de 1962 a 1971.
Cary Bates de 1981 a 1984.

DESENHADORES
Ed Kressy de Setembro de 1938 até 23/1/39 para a prancha e 10/3/39 para a tira.
Dick Sprang para a cercadura, em 1938 para Ed Kressy.
Norman Fallon para a tinta-da-china de Ed Kressy de fins de 1938 a inícios de 1939.
Charles Flanders para a tinta-da-china de 30 de Janeiro de 1939 (prancha) e de 12 de Março de 1939 (tira) até Setembro de 1971.
John Wade Hampton para a tinta-da-china em 1940.
Tom Gill para a tinta-da-china em substituição de Flanders, nos anos cinquenta.
Russ Heath para a tinta-da-china de Setembro de 1981 a Abril de 1984.

O “ZORRO” NO BRASIL

A capa do nº 1 de uma das séries da revista brasileira ZorroO “ZORRO” (o nome que lhe seria dado no Brasil e em outros países), foi lançado no Brasil na revista “Gibi” Nº 2, datado de 16/4/39), na página central e a cores, da autoria de Ed Kressy. Em 1940, as suas aventuras passam a ser incluídas em “O Globo Juvenil” em página e continua no “Gibi” em tiras. Nos “Almanaques de O Globo Juvenil”, anos 1941 a 1950, as suas histórias tiveram sempre uma aparição constante.

De 1943 a 1945, exactamente como tinha acontecido inicialmente nos Estados Unidos da América, o “Zorro” surge na Rádio, com o nome de “O Vingador”. O patrocinador desse programa, a Palmolive, distribuía igualmente um distintivo e um jornal com as aventuras desta personagem. Em 1948, o “Biriba” surge com o “Zorro”, publicando-o a cores, reproduzindo as páginas dominicais. Em todas estas histórias, a personagem era apresentada com camisa vermelha, quando na verdade ela era azul. Só a partir de 1954, a Ebal passaria a restituir à camisa do “Zorro”, a sua cor original.

Fanzine A Conquista do Oeste – Página 45O “Guri”, a partir do seu Nº 255 (1951), passa a incluir nas suas páginas também, as aventuras de “The Lone Ranger”.
O “Novo Gibi” e o “Novo O Globo Juvenil”, passam também a publicar outras histórias do nosso “herói”, em 1953. no ano seguinte, a Ebal, toma conta da personagem, dando-lhe revista própria (Março 1954) a preto e branco e a cores (Fevereiro 1970). Nesta década e com a falta de histórias necessárias para preencherem as edições mensais, leva a que alguns autores brasileiros se ocupem de alguns dos episódios da série, tais como Wlamir Amaral.

A Ebal publicaria até 1984, três séries em formato A4 a preto e branco, outra em formato um pouco menor chamada “O Livro do Zorro”, outra em formatinho a cores que durou até ao Nº 75 (Março 84) e, finalmente, uma em A4 de novo, a cores (Outubro 84), que durou unicamente 4 números.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, e/ou imprimí-las, clique nas mesmas)

3 Comentários

  1. Aio Silver, em frente!
    Muito interessante o artigo,com informações preciosas sobre este magnífico personagem da banda desenhada.
    Sou fã incondicional do LONE RANGER e de CHARLES FLANDERS. Resta dizer que hoje, Lone Ranger voltou a cavalgar pelas pradarias, levando sua justiça, em uma nova série de belas revistas nos EUA. Esperemos que alguém se anime a publicá-las no Brasil… ou em Portugal.
    Abraços
    Jesus Ferreira

  2. Excelente artigo, muito bem documentado!
    Parabéns ao autor. “The Lone Ranger” é, junto com Tex, um dos “cow-boys” que marcaram a minha juventude (junto com Kit Carson – o meu preferido – Matt Dillon, Buck Jones, Texas Jack, Matt Mariott ou Rawhide Kid, só para citar alguns).
    Pena que o blogue do Tex, ultimamente, tenha “encurtado” a zona do écran onde se visualizam os “links”, deixando que os textos sejam “comidos” pela barra cinzenta da direita (onde se podem vizualizar os últimos 10 comentários). Dá para ler razoavelmente a maior parte das vezes mas, noutras situações, nem sempre é fácil “adivinhar” o que se esconde por detrás da barra cinzenta, tornando a leitura difícil (como é o caso deste artigo). Não será isto que retira mérito ao blogue do Tex mas, já agora, daqui faço um apelo ao Zeca no sentido de rectificar a situação, se for possível.
    Grande abraço a todos
    Carlos Rico

  3. De facto o blogue do Tex está com alguns problemas (algumas letras são “comidas” pela barra cinzenta da direita) na sua página principal (e não só), problemas a que somos alheios e que inclusive já pedimos ajuda ao suporte do blogue para os solucionar, o que eles já fizeram, mas só em parte.
    Recomendo que quem acesse o blogue, entre pelo link do mês, neste caso, o de Julho e aí poder-se-á ler os textos na íntegra e na perfeição, inclusive tem-se acesso às 10 últimas actualizações, como acontece na página principal e acedendo pelo endereço principal.
    Pedimos desculpa pelo incómodo causado, mas como disse, somos alheios a ele (inclusive constatei que outros blogues estão com problemas semelhantes) mas estamos a pressionar o suporte do blogue para resolver a situação o quanto antes!

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