7 Comentários

  1. A juventude de Tex é todo um mundo com muita coisa ainda por desvendar. Acredito que cada vez mais esse mundo será explorado pelos desenhadores e argumentistas da Sergio Bonelli Editore e que os leitores texianos ficarão rendidos à imagem de um Tex juvenil, diferente e próximo, ao mesmo tempo, daquele herói que tão bem conhecem.
    O mesmo aconteceu com outras personagens que, ao vencerem a barreira do tempo, procuraram voltar às origens, a um passado anterior à sua criação, ganhando assim ainda mais espessura mítica, para gáudio de todos os seus admiradores, sobretudo dos mais jovens.
    Além disso, esse retorno de Tex ao passado poderá permitir o seu encontro com figuras históricas que, na série actual, já desapareceram do mundo dos vivos… e que, por essa razão, não podem ser reinventadas.
    Um autêntico manancial de aventuras e emoções, que dará certamente novo fôlego a um herói já quase com sete décadas de existência!

  2. Uma pena muito grande ver Claudio Villa no alto de seus 50 e alguns anos, e com pouquíssimas histórias desenhadas do ranger mais amado do mundo.
    Pra mim logicamente ele é o senhor do lápis, não tenho outro que se iguale a ele.
    Mas, só saboreamos o seu fantástico traço nas capas, e em alguns pósteres como esse de um jovem Tex Willer…

    É de se lamentar, muito triste…

  3. Esplêndido desenho! Como ele é o capista oficial, poderia desenhar histórias curtas de 32 ou 48 páginas, e assim, brindaria os leitores que admiram sua arte.

  4. Pessoalmente eu acho que a magnífica arte de Claudio Villa na aventura de “Tex contra Mefisto” (de Nizzi e Villa) devia ser celebrada num grande “cartonato a colori” que costuma sair uma vez por ano (normalmente em outubro). As excelentes imagens dessa história ficariam imortalizadas num formato gigante como é o dos “cartonati a colori“!

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