A ESPLÊNDIDA ilustração de ANDREA VENTURI para a CAPA da edição nº 1 da revista do Clube Tex Portugal e o respectivo EDITORIAL

Por José Carlos Francisco


Conforme já foi anunciado aqui mesmo no blogue do Tex, a revista do Clube Tex Portugal, devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore, no seu primeiro número terá uma CAPA INÉDITA e EXCLUSIVA feita PROPOSITADAMENTE por ANDREA VENTURI.

Capa essa que terá uma magnífica ilustração de Tex a cavalo que damos hoje a conhecer a todos os leitores do blogue português do Tex (após a SBE fazer há poucas horas a divulgação, em estreia mundial, na página oficial de Tex no Facebook, o que demonstra bem a importância que a própria editora de Tex dá a este projecto português), na versão a preto e branco, mas também na versão colorida, com cores do próprio Andrea Venturi que deste modo comprova a importância e o carinho posto também por ele neste projecto editorial dedicado aos sócios do jovem Clube Tex Portugal.

Magnífica ilustração de Andrea Venturi para a capa da edição nº 1 da revista do Clube Tex Portugal

Para uma apresentação melhor  desta importante iniciativa dirigida por Mário João Marques, o director da revista, e destinada aos sócios do Clube (cada sócio do Clube Tex Portugal terá direito a um exemplar totalmente grátis e de modo a tornar a revista mais cobiçada e valiosa pelos amantes do Ranger cada sócio só poderá comprar um segundo exemplar) damos a conhecer de seguida o editorial deste primeiro número da revista:

EDITORIAL

Em Agosto de 2013, durante uma tertúlia texiana organizada quando do 18º Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, um grupo de amigos teve a oportunidade de formalizar a criação de um clube que pudesse fomentar o convívio e a troca de ideias sobre Tex. Idealizado uns meses antes, a ocasião proporcionada e a presença inspiradora de Andrea Venturi, desenhador convidado para o Salão, serviram assim de catalisadores, permitindo firmar a criação do Clube Tex Portugal.

Andrea Venturi, de pin ao peito, exibe orgulhosamente o cartão de Sócio Honorário do Clube Tex Portugal

A revista que agora está nas vossas mãos é um objectivo a que nos propusemos desde a primeira hora, um instrumento privilegiado que permite divulgar, aprofundar e sobretudo homenagear um grande herói e uma grande série que, ano após ano, se vem batendo pelos ideais da justiça e da honra, unindo muitos em redor de valores infelizmente cada vez mais raros.

Devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore, que desde o início nos concedeu a honra do seu apoio e do seu carinho, a revista é o trabalho de muitos e que nos enche de orgulho, representando o culminar de um primeiro ano do Clube pleno de actividades e de sucesso. Todos são convidados a participar, apresentando trabalhos sobre Tex, o seu mundo, as suas personagens, os seus autores. Queremos fomentar o convívio, desejamos divulgar a personagem, ansiamos que apreciem e possam retirar o mesmo prazer que todos os que colaboraram neste primeiro número tiveram na sua preparação e elaboração.

Este primeiro número conta com artigos de José Carlos Francisco, Sérgio Madeira de Sousa, Pedro Cleto, Jorge Magalhães e Mário João Marques, assim como com um pequeno texto escrito por Júlio Schneider, em jeito de homenagem à amizade em torno de Tex. Mas outros, de uma forma ou de outra, deram o seu grande contributo, permitindo que o projecto pudesse ver a luz do dia. Carlos Moreira, Hernâni Portovedo, Orlando Silva, António Guerreiro, Jorge Machado Dias, Dorival Lopes (e a Mythos), Gianni Petino e todas as mulheres texianas, foram baluartes fundamentais. A todos o Clube Tex Portugal agradece!

Apesar desta paixão, nada teria sido possível sem o apoio dado pela Sergio Bonelli Editore, que não cansamos de sublinhar, particularmente Davide Bonelli e Mauro Boselli, a quem o Clube Tex Portugal agradece eternamente. E é também um enorme motivo de orgulho poder contar, na capa deste primeiro número, com um desenho exclusivo de um grande talento, Andrea Venturi. Um grande desenho de um grande desenhador, desde o início ao nosso lado. Grazie mille Andrea!

Leiam, releiam, comentem, sugiram, pois a participação de todos é fundamental para juntos podemos fazer cada vez mais e melhor. Sem qualquer presunção, humildemente queremos alimentar o sonho e a paixão.

Clube Tex Portugal

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El Muerto na arte de Ronald Guimarães

Por José Carlos Francisco

Ronald Guimarães

O blogue português do Tex apresenta hoje o mais recente trabalho dedicado ao mundo de Tex, da autoria de Ronald Guimarães: Paco Ordoñez, mais conhecido como El Muerto.

El Muerto é famoso na saga do Ranger por causa do mítico duelo, contra Tex Willer, ocorrido no cemitério de Pueblo Feliz e que teve um velho medalhão musical como “juiz”. Trata-se do mais inolvidável duelo da saga de Tex, numa das mais valorizadas histórias pelos leitores, em toda a vida de Tex Willer e que foi escrita por Guido Nolitta e desenhada, magistralmente, por Aurelio Galleppini, que encantou e continua a seduzir todas as gerações de Texianos, como é o caso do Ronald Guimarães.


Voltando a Ronald Guimarães, conforme se pode ver na entrevista concedida em exclusivo ao nosso blogue (e que pode ser vista na íntegra, clicando AQUI) o interesse de Ronald Guimarães por Tex aconteceu em 1980, quando ainda garoto, mas já sendo fã de banda desenhada, em especial de Conan desenhado por Buscema, ao procurar alguns números antigos do seu herói natural da fantasiosa Ciméria, encontrou em casa de um seu amigo um exemplar de Tex, mais precisamente o número 111, “Ao Sul de Nogales“, que de imediato o fascinou sobretudo a nível do desenho, tendo inclusive Giovanni Ticci (o desenhador da história em questão) passado a ser a partir daquele momento uma grande inspiração para Ronald Guimarães.

Ronald Guimarães, inclusivamente sempre diz a quem lhe pergunta sobre o seu trabalho de desenhador, que se não fosse por causa de Giovanni Ticci não estaria fazendo o que faz hoje em dia, pois Ticci com o seu Tex em particular, com cenários incrivelmente bem feitos e com uma naturalidade física sem igual nos seus desenhos é que o levaram para onde está, profissionalmente falando.


Hoje em dia, para além de Ticci, fica também impressionado com Claudio Villa e Corrado Mastantuono e sempre busca também por trabalhos realizados por estes artistas italianos da Casa Bonelli.

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8ª. EXPO-TEX DE JAMPA CITY – 1 e 2 de Novembro

A 8ª. Expo-Tex de Jampa City é um encontro anual de coleccionadores brasileiros da Região Nordeste realizada desde 2005 por G. G. Carsan, um coleccionador da revista de faroeste Tex, criado na Itália em 1948 por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini, e publicado ininterruptamente no Brasil desde 1971 em várias colecções, cuja  principal está actualmente no número 540, publicado pela Mythos Editora. Acontece nos dias 1 e 2 de Novembro, das 10 às 22h, no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa, Paraíba.

O tripé de sustentação do evento é reunir os coleccionadores, divulgar a mítica personagem italiana e incentivar a leitura, acções que vêm ocorrendo com sucesso cada vez maior, principalmente depois que iniciou a parceria com o HQPB – Quadrinhos e Cultura Pop da Paraíba, que promove grandes eventos.

A cada edição, o coleccionador G. G. Carsan apresenta colecções, revistas Tex especiais importadas, livros sobre a personagem, os próprios livros que escreveu sobre Tex, além de originais, pósters, banners, vídeos e objectos de estimação de coleccionadores. É uma extensa lista, onde se destacam as edições Tex da Editora Mondadori (revistas gigantes, capa dura, coloridas, papel excelente), livros italianos sobre Tex, edição especial feita por Joe Kubert em francês, o álbum de cromos do Tex, revistas dos anos 50, revistas dos anos 70 em formatos que deixaram de ser publicados, o raro álbum O Ídolo de Cristal, as revistas nº 1 de cada colecção publicada no Brasil.

Para quem é novo no mundo das revistas de banda desenhada, para quem está chegando agora, Tex é uma personagem de quadradinhos de faroeste, um Ranger do Texas, que cavalga por todo o Sudoeste americano e até nos países vizinhos fazendo justiça. As suas revistas têm 110 páginas e as aventuras geralmente preenchem 2 revistas, mas ocorrem variações e pode ser em uma ou em três ou quatro. Tex tem um filho mestiço (filho do seu relacionamento com a índia Lilyth, dos Navajos) e mais dois grandes amigos: Kit Carson e Jack Tigre. Por causa do casamento índio, ele tornou-se o Chefe dos Navajos, uma nação indígena americana. Formado o quarteto, são invencíveis em astúcia e em coragem, em rapidez e em pontaria, em ética e em amizade. Porém, a maioria das aventuras é formatada com a dupla Tex e Carson.

Um dos factores da revista se sustentar tanto tempo nas bancas é que as aventuras são encorpadas. Dá tempo de desenvolver um bom roteiro. Assim temos enredos, personagens e desenhos fantásticos, maravilhosos, inesquecíveis.

E a Expo-Tex é um bom caminho para os texianos se sentirem  em casa  e para os novos leitores descobrirem esse universo. Nesta 8ª. edição haverá uma palestra com a presença do Editor de Tex no Brasil, o Presidente da Mythos Editora (S. Paulo) Dorival Vitor Lopes, que vem conhecer os seus clientes e travar um debate com os visitantes (coleccionadores, jornalistas, desenhadores, argumentistas), além de trazer as novidades do mercado texiano e provavelmente anunciar alguma nova personagem no mercado brasileiro para o ano de 2015. Presença confirmada de Jesse Bicodipena, Presidente do Clube Tex Brasil e mesa moderada pelo Editor de Cultura do Jornal da Paraíba Audaci Júnior.

Por isso, convidamos os amantes brasileiros de quadrinhos para prestigiar o HQPB e marcar uma visita no stand da Expo-Tex, que estará aberto para receber a todos, com alegria e amizade. Sugerimos acompanhar as notícias e informações nas mídias sociais. Tags: 8ª. Expo-Tex de Jampa City, Tex Willer, G. G. Carsan, HQPB 2014.
Compre e Defenda essa ideia: HQ (BD) é Cultura!


PROGRAMAÇÃO DA 8ª. EXPO-TEX DE JAMPA CITY
LOCAL: ESPAÇO CULTURAL – MEZANINO 2

> DATA: 01 NOVEMBRO 2014
10 HORAS – ABERTURA DOS TRABALHOS
15 HORAS – ROLÉ NO EVENTO DE COSPLAY DO TEX
16 ÀS 17 HORAS – MOMENTO ONLINE – GRAVAR VÍDEOS E PUBLICAR NAS MÍDIAS
18 ÀS 20 HORAS – PALESTRA E DEBATE – (TEX, DO P/B ÀS CORES-COLECÇÕES)
20 ÀS 21 HORAS – SESSÃO DE FOTOS COM VISITANTES
21 HORAS – SAÍDA PARA JANTAR EM CHURRASCARIA (BIFES DE 3 DEDOS DE ALTURA COM UMA MONTANHA DE BATATAS FRITAS, REGADAS COM MUITA CERVEJA GELADA. (HAVERÁ TRANSPORTE PARA TRASLADO).

>  DATA: 02 DE NOVEMBRO 2014
10 HORAS – REABERTURA DOS TRABALHOS
11 HORAS – EXIBIÇÃO DE FILME DO TEX – LOCAL: STAND
14 HORAS – SESSÃO DE FOTOS COM OS PRESENTES
16 ÀS 17 HORAS – MOMENTO ONLINE – GRAVAR VÍDEOS E PUBLICAR NAS MÍDIAS
17 HORAS – CONCURSO DE COSPLAY
19 HORAS – SORTEIO DE BRINDES COM COLECCIONADORES
20 HORAS – SORTEIO DA CAIXA DE REVISTAS DA MYTHOS EDITORA
21 HORAS – ENCERRAMENTO

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As críticas do Marinho: “Tex Anual 15 – O Deus Canibal” (“Alaska!” no original)

Por Mário João Marques

Os cenários do grande norte têm sido palco de inesquecíveis aventuras texianas. Boselli assinou com Font em “Nei Territori del Nordovest’” uma bela história, Venturi desenhou para Nizzi “Le Foreste dell’Oregon” e, recuando mais no tempo, encontramos “Trapper” escrita por G.L. Bonelli e desenhada pelo “romântico” Nicoló. Sem recorrer a material de apoio, assim de repente lembramo-nos destas três excelentes aventuras, correndo o risco de deixar para trás muitas outras, onde o leitor sempre se identificou com a grandiosidade e agressividade de um cenário que alterna com os mais clássicos do velho oeste e onde Tex, vestindo sempre o seu casaco de pele, surge em perfeita harmonia com as condições naturais.

Mas se a excepção confirma a regra, este “Alaska!” vem comprovar que nem sempre o grande norte é cenário para grandes aventuras.
Na pequena localidade portuária de Stika, no Alasca, uma controvérsia opõe a comunidade local e a tripulação do navio “Matilda”, chefiada pelo capitão Roscoe, à tribo índia Tlingit do chefe Kowee. Gros-Jean chama Tex e Carson para auxiliarem a resolver uma querela que parece ter origens em factos pouco fundamentados e que cada uma das partes acusa a outra de ter cometido. Quando algumas jovens índias são raptadas, tudo parece desmoronar-se rumo a uma guerra entre as partes, mas na origem estão os índios Kutchtaga, espíritos malignos da floresta que parecem adorar um monstruoso deus canibal.

Já diz o velho ditado popular que “pau que nasce torto tarde ou nunca se endireita” e esta aventura parece fazer justiça a tamanha sabedoria popular. Tudo começou na escolha do desenhador, o argentino Angel “Lito” Fernandez, contratado por Sergio Bonelli para um Texone, mas acabando por ver esta aventura ser publicada num Maxi, depois da editora ter visualizado as primeiras páginas do seu trabalho. Fernandez é um artista de renome internacional, artistas como Carlos Gomez ou Domingo Mandrafina começaram no seu estúdio, trabalharam com ele, mas nesta aventura o autor argentino parece ter investido muito pouco.

Habitualmente, Fernandez entrega a realização dos esboços a outros autores do seu estúdio, compondo e realizando a arte final. Eventualmente, terá sido por isso que toda a aventura resulta graficamente num trabalho inconstante, alternando páginas bem desenhadas com outras que respeitam muito pouco a série. O desenho nunca é uniforme, onde por vezes há detalhe falta equilíbrio, assim como quando os cenários do grande norte são grandiosos a fisionomia e sobretudo a ergonomia das personagens denota falhas de composição dificilmente explicáveis.

Por outro lado, o argumento, apesar de situado num patamar acima do desenho, acaba por ficar refém deste. Bem construída nas primeiras cem páginas, a aventura acaba por baixar drasticamente de qualidade quando Tex e Carson se embrenham na floresta em busca das jovens desaparecidas. Aqui tudo se arrasta, muito por culpa de diálogos extensos e sobretudo muito frequentes. Boselli é um autor de extensa cultura, sobretudo neste tipo de argumento que se baseia nas crendices, na feitiçaria, nas superstições, jogando com mitos e demónios e que a saga Dampyr é um perfeito e conseguido exemplo.


Mas Tex tem os seus próprios códigos, sobretudo tem um ritmo particular e que vem provando ao longo de décadas. Tex nunca tem papel decisivo na acção, Gros Jean simplesmente não é a mesma personagem que o leitor conhece e aprecia, apenas Carson parece de alguma maneira fiel e identificável. Pelo meio uma multidão de personagens, todas sempre com muito que dizer, uma jovem índia cujo coração é disputado pelo valoroso guerreiro Kwayan e pelo capitão Roscoe, de quem está apaixonada, havendo ainda lugar para entrar em cena uma ridícula criatura gigante.


Escrevendo os seus argumentos em sintonia com os desenhadores e à medida que vai visualizando o trabalho apresentado por estes, rezam as crónicas que Boselli quis desistir desta história depois de Fernandez ter enviado as primeiras páginas. Desmotivado, tentou ainda fazer o melhor, mas a verdade é que o estado de espírito influencia sobremaneira a criatividade do autor, acabando por afirmar ser este o seu pior trabalho. As séries, ao longo dos anos, evoluem também por força de obras menos conseguidas, os autores nem sempre acertam. Por tudo isso, importa realçar a humildade e sobretudo a honestidade do autor perante o leitor, o que não é de somenos.


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Criada a COMUNIDADE do CLUBE TEX PORTUGAL no Facebook

Por José Carlos Francisco

Criada a COMUNIDADE do CLUBE TEX PORTUGAL no Facebook

Muito recentemente Tex Willer passou a dispor de uma página oficial no Facebook, página essa administrada pela própria redacção do Ranger na Sergio Bonelli Editore e onde se encontra, dia após dia, as novidades, a história, os eventos e alguns processos de trabalho do nosso imparável Tex, passando o mítico Ranger a cavalgar também pela fronteira da web e a partir de hoje, dia 19 de Outubro de 2014, também o Clube Tex Portugal tem uma COMUNIDADE!

Comunidade essa que visa estimular a interacção entre os sócios (e não sócios) no grupo do Facebook mas também fora dele, potenciando a criação de eventos texianos espontâneos por parte dos membros da comunidade e que é gerida pela própria Direcção do Clube Tex Portugal, mais precisamente pelo Secretário Carlos Moreira, já que também o neófito Clube não podia, mais cedo ou mais tarde, evitar enfrentar a nova Fronteira da velha Web, imitando o próprio Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini!

Então, prezados texianos (sócios e não sócios), o blogue do Tex convida-vos a colocar um “gosto” na comunidade Facebook, onde encontrarão tudo que diga respeito ao Clube Tex Portugal, mas também muito sobre o próprio Ranger bonelliano, já que se trata de uma iniciativa destinadas aos fãs e coleccionadores de Tex Willer e que visa um maior convívio entre os admiradores do Ranger!

Para aceder à Comunidade do Clube Tex Portugal no Facebook, clique AQUI!

Tex cavalga pelo Facebook

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