Póster Tex Nuova Ristampa 281

Póster Tex Nuova Ristampa 281

Em mais uma magnífica ilustração da autoria de Claudio Villa, vemos Tex Willer no Canadá, entrando em Forte Whoop-Up, o covil de uma quadrilha de caçadores de peles, chefiada por Jason Ducaux, que criou um vasto comércio clandestino de whisky adulterado.

Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “La strage di Red Hill” de Guido Nolitta e Alberto Giolitti & Giovanni Ticci (Tex italiano #431 a #435).
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O esboço inicial e as cores originais da capa de Tex nº 681

Por José Carlos Francisco

Ontem, dia 6 de Julho, a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 681 de Tex, intitulada “Tabla sagrada” que contém a segunda, e última parte de uma história escrita por Pasquale Ruju e desenhada por Lucio Filippucci.

A capa, tal como todas posteriores ao número 400, é da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa, assim como mostramos também o respectivo esboço inicial, tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos os seus esboços e as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex.

Esboço da capa de Tex nº 681

Esboço colorido da capa de Tex nº 681

A capa de Tex nº 681 com as cores originais

A capa de Tex nº 681

Nestas capas e cores que temos dado a conhecer com alguma regularidade aos nossos leitores aqui mesmo no blogue português do Tex elas têm gerado um grande número de comentários e na esmagadora maioria dos casos é considerada pelos fãs e coleccionadores do Ranger como sendo infinitamente superior a colorização original do Maestro italiano em relação à colorização digital realizada na Sergio Bonelli Editore, mas com relação a esta capa divulgada hoje (Tex nº 681), qual a sua opinião, caro leitor?

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Entrevista com o fã e coleccionador: Erik Hilton

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Erik Hilton: Olá Pards. Chamo-me Erik Hilton, nasci e moro em Timbaúba, Pernambuco, Brasil. Tenho 36 anos de idade, sou pai de duas crianças e sou micro-empresário do ramo de lacticínios.

Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada?
Erik Hilton: Quando criança os meus pais me levavam nas feiras e eu comprava a um senhor que vendia e trocava na praça. Eu comecei lendo Mónica e Disney. Assistia muito faroeste na sessão coruja e no cacareco, um cinema de bairro aqui da cidade. Então um dia o meu tio me deu um gibi do Tex.

Quando descobriu Tex?
Erik Hilton: Um tio meu decidiu desfazer-se de umas revistas velhas que tinha em casa e no meio delas tinha uns gibis do Tex. Ele me deu para eu pintar, porque era preto e branco, mas depois que li uma aventura, apaixonei-me.

Porquê esta paixão por Tex?
Erik Hilton: Tex é o maior herói do Oeste, suas aventuras são carregadas de drama, acção, humor e honestidade para com os seus parceiros. Sem falar no senso de justiça que impera quando o nosso Ranger decide agir.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Erik Hilton: Tex não tem super-poderes como muitos dos heróis mais famosos, ele enfrenta perigos reais e credíveis, ele luta até à ultima bala, defende os seus ideais e amigos como se nunca houvesse amanhã, pois naqueles tempos malditos ninguém sabia muito como seria o próximo dia.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Erik Hilton: Na minha mais recente contagem do Tex Mensal tenho 542, faltam 26 para completar a colecção. Tex gigante: 29; Tex Almanaque: 49; Grafic Novel Tex: 2; Tex Edição Ouro e Histórico: Aleatório tal como Tex Anual e Platinum e em cores. Mais ou menos 1000 revistas, com algumas que não foram aqui citadas.
Todas as histórias são importantes. Mas as minhas favoritas são: A volta de Montales, O turbilhão da morte, O passado de Kit Carson, Os justiceiros de Vegas. Essas são as que eu mais me identifico, não dá para escolher só uma.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Erik Hilton: Eu colecciono tudo. As revistas, os livros, os pósteres, atc. Tenho um apreço enorme pelo póster do Pard Rouxinol do Rinaré, um cabra arretado da gota serena. Tenho também o item de maior importância dos últimos anos que é o livro teórico do grande Tex da América Latina, meu grande Amigo, GG Carsan. Nome do livro O grande herói do faroeste e Justiça a qualquer preço. Ainda falta o terceiro livro, Um tributo ao chefe dos Navajos, que está na minha lista de desejo.

Qual o objecto Tex que mais gosta de possuir?
Erik Hilton: Desejo ter na minha colecção o terceiro livro do GG Carsan e uma caricatura minha feita pelo mestre Jim Halley.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Erik Hilton: História favorita: Flechas pretas assassinas. Desenhador tenho dois: Fusco e José Ortiz, Escritor também dois: Claudio Nizzi e Mauro Boselli. Junto aos criadores que são os principais.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Erik Hilton: O que me agrada mais é o senso de verdade. E o que menos me agrada é falta de uma parceira nas aventuras. Uma das coisas que me desagrada também é a falta de uma história desenhada por um artista brasileiro.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Erik Hilton: Mesmo até hoje em tempos modernos, com tantas maravilhas tecnológicas e outras distracções mais, como Internet, cinema 3D, redes sociais, mesmo o nosso famigerado cowboy, continua a encantar gerações passadas e vindouras.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Erik Hilton: Sim, vou sempre a eventos, realizei um encontro na minha cidade, onde contamos com a ilustre presença do Pard GG Carsan e do Pard Inaldo Rodrigues. Também fui na ExpoTex, em João Pessoa, na Paraíba, onde encontrei também outros Pards: Raissa Lira, Lúcio Andrade, Antonio Carlos, Ricardo Elesbão, Clecia Almeida, Jário Costa, Iranildo Silva, Linda Muranaka, e outros tantos que um dia terei a satisfação em conhecer pessoalmente.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Erik Hilton:
Vejo o destino em nossas mãos de coleccionadores, com atitudes de demonstrações, como, ler em local público (ler em metro, praça, ônibus), participar de eventos Geeks, feira de quadradinhos, fazer doações, estas são as atitudes que já estou tomando. Não ter vergonha de ler o nosso TEX. Viva o nosso Ranger!
Agora que chegamos ao fim, agradeço ao Pard José Carlos, por ceder este espaço para eu poder mostrar um pouco da minha paixão.

Prezado pard Erik Hilton agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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Revista Clube Tex Portugal #6 trará uma HISTÓRIA (oficial) de TEX publicada pela primeira vez a CORES em língua portuguesa

Por José Carlos Francisco

A Revista Clube Tex Portugal #6, com lançamento previsto para este mês de Julho deste ano, revista essa EXCLUSIVA para sócios do clube português, para além de colaborações de sócios contará também como é habitual com colaborações de grandes nomes do staff oficial de Tex, nomeadamente Massimo Rotundo, Fabio Civitelli, Alessandro Poli, Stefano Biglia, Moreno Burattini e Tino Adamo, mas o destaque deste número vai sobretudo para a publicação de uma HISTÓRIA (oficial) DE TEX e que nunca foi publicada a cores em nenhum país de língua portuguesa, um feito de NÍVEL MUNDIAL, já que por gentileza da Sergio Bonelli Editore e em especial do seu responsável maior, Davide Bonelli, a Revista Clube Tex Portugal #6 terá o GRANDE PRIVILÉGIO e a GRANDE HONRA de publicar, totalmente a cores e num excelente papel no formato A4, a história curta de Tex, Morte nel Deserto (Morte no Deserto), escrita por Claudio Nizzi e desenhada por Giovanni Ticci e que foi publicada originalmente em 1992 na revista Sorrisos e canções da TV, da editora de Silvio Berlusconi, num suplemento chamado “Fumetti d’Estate” (Revistas de Verão), cuja capa reproduzia a última cena da história.

Primeira vinheta da história de Tex “Morte no Deserto”

Para fazer parte do Clube Tex Portugal – cujos estatutos podem ser consultados em https://texwillerblog.com/?page_id=47999 – e usufruir de todos os brindes e regalias, entre os quais se inclui a revista do Clube, é necessário pagar uma jóia de inscrição de € 5,00 e uma quota mensal de € 2,00 (€ 2,50 para sócios não residentes em Portugal).


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