Neste fim de semana em Beja, venha conhecer e conviver com Rossano Rossi

Rossano Rossi vem a Beja desenhar para os seus fãs

É já neste fim de semana, sábado 26 e domingo 27, que Rossano Rossi, desenhador de Tex, está presente no 14º Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, onde estará disponível para conhecer, conviver e também autografar e desenhar para os seus inúmeros fãs que se irão certamente deslocar àquela bela e histórica cidade alentejana, por isso caro leitor e coleccionador de Tex, não deixe de se deslocar a Beja para poder conhecer mais um desenhador do Ranger que nos prestigia vindo a Portugal e poder também conversar um pouco, tirar fotografias e até conseguir um autógrafo ou até mesmo um desenho feito na hora e que depois certamente tornar-se-á uma peça de colecção que poucos terão.

Venha a Beja neste fim de semana e ganhe um desenho de Tex feito por Rossano Rossi

Do programa oficial do Festival de Beja, constam para este sábado, as seguintes actividades que envolvem o consagrado desenhador Rossano Rossi:

DIA 26 DE MAIO, SÁBADO.

CASA DA CULTURA – ARCADAS EXTERIORES / MERCADO DO LIVRO
SESSÃO DE AUTÓGRAFOS –  Das 18h00 às 19h30
Com Alexandre Leoni e André Morgado / André Diniz / Cristina Matos / José Ruy / Luís Cruz Guerreiro / Luís Guerreiro / Manuele Fior / Max Andersson / Marco Gervasio / Marta Teives e Pedro Moura / Mosi / Pierre-Henry Gomont / Rossano Rossi / Sofia Neto / Tainan Rocha / Wagner Willian / Autores da exposição Pentângulo) / Autores do colectivo TLS

CASA DA CULTURA – BEDETECA DE BEJA (1º andar)
Das 22h15 às 22h45
Dois Dedos de Conversa – Rossano Rossi com José Carlos Francisco.

Tex Willer (na arte de Rossano Rossi) no Castelo de Beja

Mais informações (Autores presentes, exposições, programa oficial, mapa, horários, informações úteis, a cidade e o festival e contactos) referentes ao Festival Internacional de BD de Beja estão disponíveis no sítio Internet oficial do Festival.

O Tex de Rossano Rossi nos festejos dos 70 anos, em Beja

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As Leituras do Pedro – Martin Mystère: O destino da Atlântida

As Leituras do Pedro*

Colecção Bonelli #7 – Martin Mystére

O destino da Atlântida
Alfredo Castelli (argumento)
Cardinale e Orlandi (desenho)

Questões de família
Alfredo Castelli (argumento)
Toppi (desenho)

Levoir/Público
Portugal, 24 de Maio de 2018
190 x 260 mm, 184 p., pb, capa dura
10,90 €

Outra vez em Portugal

Nesta segunda incursão – literalmente – dos heróis Bonelli no nosso país, conhecemos – ou redescobrimos – Martin Mystère, o detective do impossível, nos Açores, às voltas com o fim da Atlântida.

Aquele que chegou a  ser um dos mais populares heróis da Bonelli, surge nesta colecção depois da dupla viagem de Dampyr a Portugal, numa história em grande parte ambientada no mar  dos Açores, baseada na lenda de que aquele arquipélago corresponde às zonas não submersas do mítico continente da Atlântida.

História construída com diversos flashbacks alusivos a uma anterior vinda do protagonista ao nosso país, que alternam com a acção no presente, apenas parcialmente protagonizada por Mystère, serve bem de cartão de visita a este americano, escritor, apresentador de televisão, arqueólogo e viajante incansável, que percorreu todo o planeta, o seu interior desconhecido e parte do espaço, em busca de respostas para os grandes mistérios da humanidade: da Atlântida às estátuas da Ilha da Páscoa, do Triângulo das Bermudas à presença de extraterrestres entre nós, entre muitos outros. Ao seu lado, quase sempre a bela Diana e Java, o neanderthal que encontrou numa das suas viagens; pontualmente também Orloff, antigo colega e amigo, agora quase sempre adversário embora por vezes com interesses comuns, como acontece em O destino da Atlântida. Como adversários recorrentes, surgem os poderosos Homens de Negro, uma sociedade secreta apostada em manter ocultas todas as descobertas que possam contrariar a História vigente.


O seu criador foi Alfredo Castelli, em 1982, que dotou as aventuras de Mystère de múltiplas referências, combinando habilmente factos conhecidos com lendas urbanas e hipóteses mais ou menos plausíveis, para criar um misto de veracidade e ficção que têm, pelo menos, o condão de aguçar a curiosidade do leitor. Histórias ricas em informação – o que por vezes significa excesso de texto – muitas vezes não dão respostas – que não seriam possíveis – mas apontam soluções alternativas ou explicações plausíveis.

O destino da Atlântida é um bom exemplo do que atrás fica escrito – e que está mais desenvolvido no prefácio, desta vez de Pedro Bouça, cuja leitura, mais uma vez aconselho. Partindo de dois factos aparentemente isolados – um pesadelo de Mystère e a queda de um satélite por acidente – a narrativa vai conduzir o investigador – e atrás dele, os leitores – após muitas peripécias – talvez demasiadas, reconheço que teria ganho com menos algumas páginas… -, alguns confrontos e diversas surpresas, para a explicação – uma explicação? – do cataclismo que destruiu a Atlântida – ou que a teria destruído se realmente tivesse existido…


Para além do regresso de um herói Bonelli a Portugal, este volume repete um outro aspecto da presente colecção, o regresso do mestre Sergio Toppi, depois da sua passagem por Julia: O Eterno Repouso, como desenhador da segunda narrativa deste volume.
Graças a mais essa colaboração de Toppi com a Bonelli, os leitores receberam duas dezenas de páginas ‘extra’ com Questões de Família, história curta desconcertante mas bem-humorada, que funciona no registo de quase anedota interna no seio do universo temático de Martin Mystère.


Curiosidade

A certa altura de O destino da Atlântida, Martin Mystère é transportado num táxi cuja matrícula é AZ59752. Não sendo de certeza matrícula portuguesa, poderá ser açoriana? Custa-me a crer que um argumentista como Castelli cometesse um erro destes, a não ser que este possa ser imputado aos desenhadores, no entanto, não consegui encontrar qualquer referência à existência deste tipo de matrícula automóvel no arquipélago português…

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro

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Martin Mystère – O Destino da Atlântida – ESTA quinta-feira com o jornal Público

Por Levoir

* Apresentamos Martin Mystère, uma nova personagem da Bonelli nesta colecção. O sétimo volume da Colecção Bonelli sai nos quiosques nacionais neste dia 24 de Maio, três dias antes que a Exposição ESCHER, visitada por mais de 80.000 pessoas, termine em Lisboa. O artista holandês inspirou uma das histórias de Martin Mystère, encontrando-se a revista exposta no Museu de Arte Popular de Lisboa..

Martin Mystère o “detective do impossível”, foi criado por Alfredo Castelli em 1982, é uma personagem tão conhecida como Tex ou Dylan Dog.  Martin Mystère, é um verdadeiro “Homem do Renascimento”. Antropólogo, arqueólogo, especialista em História da Arte, Línguas e Cibernética, investigador, apresentador de programas de TV, escritor, aventureiro e iniciado nos cultos esotéricos. Mystère utiliza a sua vastíssima cultura para desvendar os mais variados enigmas.


Martin vive em Nova Iorque e viaja pelo mundo numa busca incessante de respostas a um variadíssimo número de enigmas. É numa dessas viagens, que descobre um mosteiro tibetano, onde é treinado numa variedade de artes Marciais pelo mestre Kut Humo e este lhe ensina a despertar a sua “terceira visão. Noutra viagem, encontra aquele que se vai tornar seu parceiro de aventuras e amigo, Java, um homem de Neanderthal.


O livro que editamos tem duas histórias: O Destino da Atlântida com argumento de Alfredo Castelli é ilustrado por Roberto Cardinale e Alfredo Orlandi.  Nesta história cuja acção se inicia nos Açores, Martin Mystère tem de se aliar ao seu inimigo Orloff para trazer de volta à nossa era o satélite militar que provocou a destruição da Atlântida e de Mu, 10 mil anos antes.


A segunda história: Questões de família, com argumento de Castelli e ilustrada pelo mestre Sergio Toppi, que também ilustrou Sharaz-De, obra editada pela Levoir na colecção Novela Gráfica em 2015, aborda a descoberta de uma gravação vídeo que traz revelações sobre a presença de extraterrestres no nosso planeta.


Características deste volume 7 da Colecção Bonelli
Tradução – Mário João Marques e Pedro Cleto
Prefácio – Pedro Bouça
Capa dura
P/B
Nº páginas – 192
Formato – 190 x 260mm
Preço 10,90€

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Águia da Noite e Kit Carson de canoa no rio Mondego à chegada a Coimbra. Arte de Walter Venturi & cores de Guilherme Pereira

Texto de José Carlos Francisco e fotos de Orlando Santos Silva

Aquando da realização do Coimbra BD deste ano, que contou com a presença do consagrado desenhador italiano Walter Venturi, um dos mais recentes reforços do staff oficial de Tex, o desenhador brindou o evento conimbricense com uma arte exclusiva: a chegada de canoa, através do rio Mondego, a Coimbra do chefe branco dos índios Navajos, Águia da Noite, que vinha acompanhado pelo seu inseparável pard Kit Carson!
Pois bem, essa fantástica e realística arte era a preto e branco, mas hoje o Blogue do Tex divulga-a A CORES, devido ao meticuloso e deslumbrante trabalho (PINTADA À MÃO COM MARCADORES) do Guilherme Pereira, um jovem talentoso na arte de colorir conforme podemos observar na imagem colorida manualmente que mostramos de seguida e que merece ser alvo dos maiores elogios!

O meticuloso e deslumbrante trabalho de colorir a arte de Walter Venturi realizado pelo Guilherme

Note-se (acima) também a criatividade do Guilherme, ao desenhar as belas figuras na canoa… e as nuvens no céu.
Resumindo, trata-se de um trabalho de grandíssima qualidade e que o Guilherme fez questão de trazer à 5ª Mostra do Clube Tex Portugal de modo a que fosse apreciado (e elogiado) pelos felizardos que tiveram a oportunidade de ver a sua pintura.

Guilherme Pereira e o seu fantástico trabalho colorido, na companhia de José Carlos

Águia da Noite e Kit Carson no rio Mondego chegando a Coimbra, na arte original de Walter Venturi

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