* DIAS 29 E 30/09/2018, NA FAAL – LIMEIRA – SÃO PAULO – BRASIL – ENTRADA FRANCA.
Para comemorar os 70 anos de TEX, a Mythos Editora e o Festival de Quadrinhos de Limeira, coordenado por Renato Frigo, vão preparar uma grande festa texiana na FAAL, Faculdade de Administração e Artes de Limeira.
As comemorações do aniversário de Tex acontecerão durante todo o mês de Setembro. Do dia 1 ao dia 30 estará aberta ao público, no Espaço Cultural Engep, a exposição Tex 70. Adriano Rainho, considerado pela Ranking Brasil, em 2013, o maior coleccionador de itens sobre Tex do País, exibirá o seu vasto acervo de revistas, livros, cartazes, estátuas, publicações e muitos outros artigos que fazem dele referência entre os fãs.
Nos dias 29 e 30 de Setembro, já na Faculdade de Administração e Artes de Limeira (FAAL), as atracções serão diversas. Pedro Mauro, que desenhou para a Bonelli o personagem Adam Wild e uma aventura da série Le Storie, será o artista homenageado do evento. Durante os dois dias ocorrerá a “Bonelli& Brasil EXPO”, onde vinte artistas convidados retratarão em seus traços personagens da Bonelli publicados no Brasil. No dia 30 estará presente também G.G. Carsan, o Tex Brasileiro, autor de três livros e especialista no personagem.
No artists’ hall, os visitantes poderão conversar, tirar fotos e adquirir artes exclusivas e obras dos artistas presentes. Vários especialistas convidados darão palestras e farão debates com os fãs. Haverá também bancas da Mythos, da Comix e outras para venda de revistas e artigos novos, raros ou clássicos para todo tipo de apreciador de BDs e coleccionáveis.
Será o maior evento sobre Tex Willer já realizado no Brasil. Venha conferir!
Endereços:
Espaço Cultural Engep: Largo da Boa Morte, 118, Centro
FAAL: Av. Antônio Eugênio Lucato , 2515
A entrada é franca, tanto na exposição Tex 70, quanto no Festival Limeirense de Quadrinhos.
Conheça a seguir todos os detalhes do Festival de Quadrinhos de Limeira que homenageará os 70 anos de Tex e abordará o universo dos personagens Bonelli. O jornalista Thiago Gardinali entrevista o organizador do evento Renato Frigo sobre os preparativos e a programação:
A abertura do espumante de honra pelas mais altas personalidades de Anadia e pelos desenhadores de Tex
As mais altas individualidades de Anadia brindando ao Tex e à cidade de Anadia, na companhia dos desenhadores italianos e da Direcção do Clube Tex Portugal
Por José Carlos Francisco (texto) e Orlando Santos Silva (fotos e vídeos)
Uma das tradições das Mostras do Clube Tex Portugal, evento anual realizado no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, é o famoso Espumante de Honra aquando da abertura anual de cada evento, assim como quando chega à hora da festa de encerramento, fazendo jus ao facto de se estar na Capital Portuguesa do Espumante.
Bocci e Nespolino degustam o saboroso néctar bairradino
E neste ano de 2018, em que tivemos as participações dos Mestres italianos Alessandro Boccie Alessandro Nespolino, não foi excepção e assim tivemos o privilégio de ter a Excelentíssima Senhora Presidente da Câmara Municipal, Maria Teresa Belém Correia Cardosoa comandar o brinde ao nosso Tex(que também esteve presente através de Ricardo Leite), acompanhada do Senhor Vereador Dr. Ricardo Manão, do Presidente da União das Freguesias de Arcos e Mogofores, Fernando Adelino Pina Fernandes, do Dr. Pedro Dias, Director do Museu do Vinho Bairrada e dos directores máximos do Clube Tex Portugal: José Carlos Francisco, Mário João Marques e Carlos Moreira, perante uma vasta plateia que também brindou ao Ranger, como podemos ver no vídeo que apresentamos de seguida:
Outro momento festivo, foi aquando do Brinde de Encerramento desta 5ª Mostra do Clube Tex Portugal, brinde esse que contou com vários brindes a Tex, aos autores presentes (Alessandro BoccieAlessandro Nespolino), à Direcção do Clube Tex Portugal, ao editor brasileiro Dorival Vitor Lopes, aos míticos letristasMarcoseDolores Maldonado, às texianas presentes, aos pards brasileiros que nos prestigiaram com as suas presenças, à Colecção Bonelli Portugal e ainda outros brindes mais que podem ser vistos assistindo ao vídeo realizado por Orlando Santos Silva e que também mostramos de seguida:
No próximo dia 8 de Agosto a Sergio Bonelli Editore irá publicar a edição número 694 de Tex, intitulada “Kit contro Kit” (“Kit contra Kit”) que contém a segunda parte de uma história escrita por Pasquale Ruju e desenhada por Bruno Ramella, uma aventura que traz o retorno, mais de 25 anos depois, do surpreendente homem dos cem rostos, o “ressuscitado” Proteus!
Impiedoso, indiscritível, capaz de imitar qualquer pessoa, mudando de aparência em pouco tempo! Proteus continua a perseguir o seu plano criminoso, feito de insuspeitáveis intrigas e assassinatos brutais. Depois de ter personificado o juiz Lindon e o xerife Houseman, ninguém parece compreender que aspecto poderá assumir o homem das mil faces… E os seus propósitos de vingança!… Ninguém, excepto Tex! Para derrotar o infame “Mister P”, o Ranger deverá fazer uma escolha que poderá revelar-se fatal!
A capa, tal como todas posteriores ao número 400, é da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada do esboço inicial, mas também da arte final a preto e branco e da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex. Mas esta capa tem uma rara particularidade… é uma das raríssimas, em quase 700 capas, onde não comparece Tex:
Arte a lápis da capa de Tex #694, da autoria de Claudio Villa
Arte final a preto e branco da capa de Tex #694, da autoria de Claudio Villa
Capa de Tex #694, com as cores originais de Claudio Villa
Capa de Tex #694
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Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Fabio Razzo Galuppo:O meu nome é Fabio Razzo Galuppo, nasci na capital de São Paulo, num hospital no bairro da Liberdade, próximo a estação do metrô São Joaquim em 10 de Novembro de 1973, aqui no Brasil. Por questões profissionais, passei algum tempo fora de São Paulo em algumas outras localizações do Brasil, mas a maior parte da minha vida e história acontecem aqui em São Paulo.
Sou Engenheiro de Software, outro nome para programador de computadores, onde actuo aproximadamente na área de tecnologia por quase duas décadas. Sou apaixonado por Ciência da Computação e Matemática, inclusive tenho Mestrado em Inteligência Artificial – assunto muito popular hoje em dia.
Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada? Fabio Razzo Galuppo:O meu interesse pela banda desenhada (ou gibis, ou quadrinhos, como dizemos por aqui) começou entre a infância e a adolescência. Sempre admirei as histórias marcantes de Will Eisner e personagens como O Justiceiro e Conan. Provavelmente, o interesse deve ter nascido bem antes disso, pois sempre achei os desenhos uma forma de arte bela e na minha infância admirava as capas dos discos do Iron Maiden e do Marillion.
Quando descobriu Tex? Fabio Razzo Galuppo:Descobri de um jeito bem simples, mais ou menos entre 2011 e 2013, acordei um dia e tive um lampejo: “Quero ler um Tex!”.
Alguns anos antes, por volta de 2009 e 2010, estava passando com uma certa pressa pela famosa Avenida Paulista, e lá vi numa banca de jornal e revistas a capa de um Tex que me chamou atenção (Os Soldados-Búfalos), pois gosto muito dos filmes do tema, em especial: Tempo de Glória, Os Soldados Búfalos, O Álamo e Bravura Indómita.
Neste dia em que “descobri” Tex, acordei e “fui atrás” deste exemplar (Os Soldados-Búfalos) e notei que aquela revista não acabava ali, eu precisava das outras duas que continuavam e concluíam a história. (a saga Os Soldados-Búfalos foi lançado pela Mythos no Tex n. 472 e teve conclusão na número 474). Actualmente, esta é uma das minhas histórias favoritas do universo Tex! À medida que vou conhecendo os detalhes deste universo, não foi surpresa quando percebi que essa história fora escrita pelo mestre Mauro Boselli e ilustrada magistralmente por Giovanni Ticci – ainda acho que ela merece um exemplar luxuoso, colorido e com capa dura.
Porquê esta paixão por Tex? Fabio Razzo Galuppo: O universo de Tex é muito rico. O que me atrai são: as personagens, os diálogos (entre Willer e Carson), as frases icónicas (“Está querendo ir cavocar carvão nas fornalhas de Mr. Satanás?” – eu e o meu irmão passamos bons tempos falando esta e outras frases e rolamos de rir), as tramas, o lado histórico – misturando ficção e realidade, a capacidade dos italianos reproduzirem tão bem o Oeste da América e a arte que é belíssima.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos? Fabio Razzo Galuppo:Definitivamente, os valores, as virtudes e a intuição de Tex Willer são seus super poderes! Soma-se a isso seu espírito de liderança e a sua pontaria certeira com canhões e punhos.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si? Fabio Razzo Galuppo: A minha colecção tem em torno de 500 exemplares das diversas categorias da Mythos até às versões luxuosas (Mythos, Salvat e importados de Portugal e Estados Unidos). Ainda o mais importante para mim é a saga Os Soldados-Búfalos – seguida por Patagônia, O Cavaleiro Solitário, O Passado de Kit Carson, Conspiração contra Custer, Os Sete Assassinos, A Noite dos Assassinos e a história de Jethro! (Mythos, Tex nº 578 e 579).
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana? Fabio Razzo Galuppo: Apenas colecciono os livros, mas acho que poderei ter interesse por algum outro item no futuro.
Qual o objecto Tex que mais gostaria de possuir? Fabio Razzo Galuppo: Toda a colecção de histórias do Tex (e algumas outras da casa Bonelli, como por exemplo: Dragonero – como ainda não domino a língua italiana me limito às revistas traduzidas para português ou inglês).
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista? Fabio Razzo Galuppo: Acredito que esta pergunta eu respondi anteriormente, e sendo apenas uma opção ela é: a saga Os Soldados-Búfalos. Sobre desenhador (ou desenhista) é muito difícil escolher entre Fabio Civitelli, Pasquale Frisenda, Giovanni Ticci, Aurelio Galleppini, Joe Kubert e tantos outros talentos. No entanto, para argumentista minha escolha definitiva é Mauro Boselli – com todo respeito e admiração a Gianluigi Bonelli e a Claudio Nizzi.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos? Fabio Razzo Galuppo: Em termos de conteúdo: O que menos me agrada é a fuga do contexto Western, por exemplo, pirâmides astecas e dinossauros. O que mais me agrada é a participação das figuras históricas (por exemplo: Custer ou Grant) e a profundidade temática de histórias como Jethro!
Em termos de distribuição: O que menos me agrada é Tex nos Estados Unidos não ter a mesma popularidade e reconhecimento merecido de países como o nosso Brasil, Portugal e Itália. O que mais me agrada é o Brasil ser o país que mais publica Tex fora a Itália.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é? Fabio Razzo Galuppo: Na minha opinião, os 70 anos forjaram uma identidade marcante aos personagens e o corpo de histórias elaboradas e desenhadas pelos diversos e talentosos artistas. Acredito também que o empenho e a determinação da Sergio Bonelli Editore contribuíram para Tex virar um ícone no mundo da ficção.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores? Fabio Razzo Galuppo: Ainda não, mas tenho interesse. Isso deverá começar a acontecer no Festival de Quadrinhos de Limeira.
Estou conhecendo este mundo de fãs e coleccionadores através do Tex Willer Blog (https://texwillerblog.com/) e do Clube Tex Portugal. Tudo isso começou quando assisti o canal Quadrinhos & Cia do Eduardo no YouTube (https://www.youtube.com/channel/UCKuSSaVMf9rkpwNbReoRKmQ) que também parece ser fã incondicional de Tex, e lá tive oportunidade de conhecer o blogue do Tex.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger? Fabio Razzo Galuppo: Espero ver o Tex e seus pards chegarem a 100 anos, e gostarei muito de ver de perto a comemoração centenária! Também espero algum dia ver e jogar um game no melhor estilo Red Dead Redemption com o Ranger e sua turma. Além disso, a Netflix ou a HBO produzir uma super série com o universo Tex e a History Channel ou a Discovery Channel fazer um super documentário… E acima de tudo ele ter o sucesso que merece ao redor do mundo!
Prezado pard Fabio Razzo Galuppo, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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O Coimbra BD 2018 – Mostra Nacional de Banda Desenhada que teve em Março a sua terceira edição, realizada tal como as anteriores na Casa Municipal da Cultura, encerrou as suas portas depois de mais uma aposta firme da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) no panorama cultural português.
Pranchas de Tex INÉDITAS de R. M. Guéra, expostas no Coimbra BD-2018
O evento conimbricense, internacionalizou-se este ano pela primeira vez ao contar com a presença de dois consagrados desenhadores europeus: Walter Venturi e R. M. Guéra, que com estas suas presenças vieram dignificar e ao mesmo tempo mostrar a maior consideração e maior relevo dado pelo Município de Coimbra a esta Festa Anual da Banda desenhada em Portugal, tendo a particularidade de este ano também ter aberto as portas ao maravilhoso mundo do Ranger, já que Walter Venturi faz parte do staff oficial de desenhadores de Tex, mas havendo também a particularidade do desenhador sérvio estar no presente a desenhar uma história de Tex Willer, tendo inclusive exposto em Coimbra três pranchas inéditas dessa mesma história, numa antestreia mundial de grande impacto para o nosso país, pranchas essas que hoje damos a conhecer a todos os nossos leitores.
Walter Venturi e R. M. Guéra ABRILHANTARAM o Coimbra BD 2018
Rajko Milošević mais conhecido por R. M. Guéra, nasceu em Belgrado em 1959 e vive em Barcelona, Espanha, desde 1991. Estreou-se na indústria jugoslava da Nona Arte em 1982 com a série Elmer Jones, um western escrito por Dragan Savić. Mais tarde, em 1984, colaborou em Texas Riders. O trabalho de R. M. Guéra foi publicado em Espanha, França e Estados Unidos. O autor trabalhou também na série Scalped, da Vertigo Comics, com o escritor Jason Aaron, bem como em Le Lievre de Mars.
R. M. Guéra confirmou durante o evento conibricense estar a trabalhar uma história de Tex, a ser publicada num futuro cartonado a cores, história essa que está a ser escrita por Pasquale Ruju e que terá cores de Giulia Brusco (que já tinha colaborado com Guéra na recente série The Goddamned). Será uma aventura de um Tex jovem, nos seus primeiros anos de Ranger e com ambientação ao redor do Rio Bravo e cujo título provisório é “Arma dourada“. Tem lançamento previsto para Fevereiro de 2020.
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