A Editora OPÇÃO2 está prestes a lançar a revista Billy The Kid & Outras Histórias nº 29, a revista independente de faroeste que está a fazer história no Brasil!!!
Billy The Kid & Outras Histórias nº 29
A nova Billy The Kid & Outras Histórias nº 29 – em homenagem ao Mestre…
Capa do mestre *Walmir Amaral com O Vingador ! Cores: Sandro Marcelo
BDs: Walmir Amaral (O Vingador e a estreia de Willy Rock!!!), Sandro Marcelo e Arthur Filho; mini-póster (desenho inédito) do Flecha Ligeira; artigo tema Tex, por José Francisco do Blogue Tex /Portugal; Correio do Billy.
IMPERDÍVEL esta edição!
Os pedidos, inclusive de números anteriores, podem ser feitos para o e-mail do editor Arthur Filho: arthur.goju @bol.com.br
* Walmir trabalhou em Fantasma, Flecha Ligeira, Cavaleiro Negro, o Anjo, X-9… muito mais, sendo um dos maiores desenhadores de quadradinhos do Brasil! E hoje, amigo da BTK!
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Entrevista conduzida por José Carlos Francisco, com a colaboração de Júlio Schneider (tradutor de Tex para o Brasil) na tradução e revisão.
O Clube Português de Banda Desenhada e o Clube Tex Portugal realizam, na Amadora, nos dias 29 e 30 de Setembro próximo, uma Exposição dedicada aos 70 anos de Texe trazem o desenhador Bruno Ramella ao nosso país, motivo mais que suficiente para esta entrevista do blogue português do Tex com o autor italiano.
Caro Bruno, mais uma vez seja bem-vindo ao blogue português de Tex! Em Portugal você será protagonista de uma exposição relativa aos 70 anos de Tex, na cidade de Amadora. O que representa para si este evento, fora da Itália, que contará com a sua presença? Bruno Ramella: Representa a evidência de que a personagem Tex tem vida própria, que as suas aventuras são acompanhadas em nível internacional, em países de cultura diversa uns dos outros. Mas eu creio que o povo português e o italiano são muito parecidos. E o facto de que exista uma paixão tão viva por Tex representa para mim, e creio que também para outros autores, uma grande responsabilidade.
O que convenceu Bruno Ramella, autor de ressonância mundial, a aceitar um convite tão incomum mas ao mesmo tempo importante? Bruno Ramella:A amizade, a simpatia e a paixão de quem convidou-me!
Quais são as suas expectativas em relação aos 70 anos de Tex aqui em Portugal? Bruno Ramella: Certamente é uma ocasião para conhecer aficionados por BD de um país diferente do meu, fascinante e denso de tradição. Sempre é uma coisa extraordinária ver como uma ideia, neste caso as aventuras de uma personagem imaginária, nascida da mente e da mão de dois homens muito diferentes um do outro como G. L. Bonelli e Galep, ultrapasse as fronteiras do próprio país e torna-se popular mundo afora, até dar ao protagonista quase uma dimensão real. Quem lê Tex identifica-se com ele tanto na Sicília quanto no Algarve, e é uma coisa que se torna comum.
Alarguemos um pouco o horizonte da entrevista: o que o convenceu a entrar para a indústria da BD? Bruno Ramella:Bem, é fácil… a paixão, porque, como a maioria dos profissionais deste campo, antes de tudo eu fui um leitor. A certa altura, também depois de algumas circunstâncias particulares, nasceu-me o desejo de contar eu mesmo as histórias que lia, ao menos no que diz respeito à parte gráfica. Desde o início eu tive claramente a vontade de fazer isso por trabalho e não como passatempo.
Como analisa a evolução da sua carreira? Bruno Ramella:Eu nunca dediquei-me de forma diferente de acordo com a importância da personagem com a qual eu trabalhava, por isso eu desenho Tex com a mesma dedicação que eu tinha para com Nick Raider e Mágico Vento, as séries de maior duração com que eu trabalhei. Eu sei que Tex é o ápice de uma carreira, isso é um facto objectivo, pela sua popularidade e a sua difusão fora da Itália. Mas esse é um detalhe que não me condiciona.
Como avalia o seu trabalho de hoje em comparação ao passado? Bruno Ramella: Sempre de modo crítico, hoje eu sou mais consciente das minhas qualidades e dos meus defeitos do que era tempos atrás. Do ponto de vista técnico e da qualidade houve evoluções, como também altos e baixos, eu não creio ter feito um percurso linear. Em certos períodos eu fui atraído pela síntese, em outros pela riqueza gráfica, às vezes busquei mais precisão e às vezes mais naturalidade. Isso sempre dependeu um pouco de mim e um pouco da série na qual eu trabalhava. De um modo geral eu sempre busquei manter como ponto fixo ser comunicativo. No caso de Tex, o fundamental é que o protagonista seja convincente, isso o leitor não negoceia.
Come se forma um desenhador do seu nível? Bruno Ramella:No meu caso a aproveitar a alta capacidade e a disponibilidade de um génio como Ivo Milazzo, a quem eu me dirigi no início. Depois com a vontade e a inteligência para superar os meus limites, e, por fim, com um pouco de agilidade, o que me permitiu dar um salto de qualidade depois dos primeiros tempos.
O que Tex representa para si e qual é a importância do Ranger na sua vida? Bruno Ramella: Como eu disse antes, Tex é o ápice para quem tem esta profissão, ao menos do ponto de vista da importância e da popularidade. Não é fácil para quem o desenha e, creio, também para quem o escreve, conseguir captar com precisão a personagem. Eu fui facilitado pelo facto de sempre ter lido Tex desde pequeno, e de ter passado anos a procurar as revistas nos alfarrabistas para completar a colecção. O meu pai era um leitor aficionado e, como tantos, ciclicamente relia as histórias. Então, para mim Tex sempre foi alguém da família!
Para concluir, gostaria de deixar uma mensagem aos seus admiradores que estarão em Amadora? Bruno Ramella: Para mim é uma honra em Portugal estar a representar Tex e, de forma idealizada, toda a Bonelli. Eu estou no início da minha aventura com Tex, apesar de ter uma longa carreira anterior, e espero conseguir levar a Portugal o espírito da personagem. Vamos nos ver na Amadora!
Caro Bruno, em nome do blogue português de Tex, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu. Se quiser aproveitar este espaço para deixar uma mensagem aos nossos leitores, à vontade. Bruno Ramella: A todos os leitores e aficionados do Clube Tex Portugal, um abraço caloroso e obrigado!
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Intervista condotta da José Carlos Francisco, con la collaborazione di Júlio Schneider (redattore di Tex per il Brasile) per le traduzioni e le revisioni.
Il Clube Português de Banda Desenhada ed il Clube Tex Portugal allestiscono ad Amadora, nei giorni 29 e 30 settembre 2018, un’esposizione relativa ai 70 anni di Tex, con la presenza dellodisegnatore italiano Bruno Ramella, gradita motivazione per questa intervista sul blog.
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Caro Bruno, ancora una volta sii il benvenuto al blog portoghese di Tex! Sarai protagonista in Portogallo di una esposizione relativa ai 70 anni di Tex, nella città di Amadora. Cosa rappresenta per te questo avvenimento che potrà contare sulla tua presenza in un paese straniero?
Bruno Ramella:Rappresenta l’evidenza che il personaggio Tex vive di vita propria, che le sue avventure sono seguite a livello internazionale, in paesi di cultura diversa gli uni dagli altri. Anche se credo che il popolo portoghese e quello italiano siano molto simili. E il fatto che ci sia una passione così vivace per Tex rappresenta per me, e credo per gli altri autori, anche una forte responsabilità. .
Cosa ha convinto Bruno Ramella, autore di risonanza mondiale, ad accettare un invito così insolito, ma allo stesso tempo importante? Bruno Ramella:L’amicizia, la simpatia e la passione di chi mi ha invitato!
Quali sono le tue aspettative relativamente agli 70 anni di Tex, qui in Portogallo? Bruno Ramella:E’ sicuramente un’occasione per conoscere appassionati di fumetto di un paese diverso dal mio, affascinante e denso di tradizione . E’ sempre una cosa straordinaria vedere come un’idea, in questo caso le avventure di un personaggio immaginario, partorita dalla mente e dalla mano di due uomini molto diversi tra loro come G. L. Bonelli e Galep, passi i confini del proprio paese e diventi popolare nel mondo, fino a dare al protagonista quasi una dimensione reale… Chi legge Tex si immedesima in lui tanto in Sicilia come nell’Algarve, ed è una cosa che accomuna.
Allargando adesso un po’ l’orizzonte dell’intervista: cosa ti ha convinto ad entrare nell’industria dei comics? Bruno Ramella: Beh, è facile… la passione, perché come la maggior parte dei professionisti in questo campo io sono stato prima di tutto un lettore. A un certo punto, anche a seguito di circostanze particolari, mi è nato il desiderio di raccontare io stesso le storie che leggevo, perlomeno per quel che riguarda la parte grafica. Ho avuta subito chiara la volontà di farlo per lavoro e non per passatempo.
Come analizzi l’evoluzione della tua carriera? Bruno Ramella:Non ho mai fatto differenza di impegno a seconda dell’importanza del personaggio cui lavoravo, quindi disegno Tex con lo stesso atteggiamento che avevo verso Nick Raider e Magico Vento, ovvero le collane di più lunga durata alle quali ho collaborato. Mi rendo conto che Tex è un punto d’arrivo per una carriera, questo è un fatto oggettivo, per la sua popolarità e la sua diffusione fuori dall’Italia. Questa è però una cosa che non mi condiziona.
Come valuti il tuo lavoro di oggi in rapporto al passato? Bruno Ramella:Sempre in modo critico, sono più cosciente ora dei miei pregi e difetti di quanto non lo fossi un tempo. Dal punto di vista tecnico e della qualità ci sono state evoluzioni e ci sono stati alti e bassi, non credo di aver fatto un percorso lineare. In certi periodi sono stato attratto dalla sintesi, in altri dalla ricchezza grafica, a volte ho cercato più precisione e a volte più naturalezza. Questo è dipeso un po’ da me, un po’ dalla serie a cui lavoravo. In generale ho sempre cercato di tenere come punto fermo la comunicativa. Nel caso di Tex la cosa fondamentale è che il protagonista sia convincente, su questo il lettore non transige.
Come si forma un disegnatore del tuo calibro? Bruno Ramella: Nel mio caso sfruttando la bravura e la disponibilità di un genio come Ivo Milazzo, cui mi sono rivolto all’inizio. Poi con la volontà e l’intelligenza, per superare i miei limiti, e infine con un po’ di leggerezza, che mi ha permesso di fare un salto di qualità dopo i primi tempi.
Cosa rappresenta Tex per te e quale è la sua importanza nella tua vita? Bruno Ramella: Come dicevo prima, Tex è un punto di arrivo per chi fa questa professione, almeno dal punto di vista dell’importanza e della popolarità. Non è facile per chi lo disegna, e credo anche per chi lo scrive, riuscire a centrare il personaggio. Io sono stato facilitato dal fatto di averlo sempre letto fin da bambino, e di averne cercato gli albi sulle bancarelle per anni per completare la collezione. Mio padre era lettore accanito e, come tanti, si rileggeva ciclicamente le storie. Quindi Tex per me è sempre stato uno di famiglia!
In conclusione, vuoi lasciare un messaggio ai tuoi ammiratori che si trasferiranno ad Amadora? Bruno Ramella:E’ un onore per me rappresentare in Portogallo Tex e idealmente tutta la Bonelli. Io sono all’inizio della mia avventura con Tex, anche se ho una lunga carriera dietro, e spero di essere in grado di portare in Portogallo lo spirito del personaggio. Ci vediamo ad Amadora!
Caro Bruno, a nome del blog portoghese di Tex ti ringraziamo moltissimo per l’intervista che ci hai così gentilmente concesso. Se vuoi approfittare di questo spazio per lasciare qualche messaggio anche ai nostri lettori, puoi farlo. Bruno Ramella:A tutti i lettori e gli appassionati del Club di Tex del Portogallo, un saluto caloroso e grazie!
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Carlos Moreira exibe alguns dos MAIS de 320 exemplares da revista CLUBE TEX PORTUGAL #8 que em breve vão ser postos a caminho dos sócios espalhados pelo MUNDO
Carlos Moreira, director do Clube Tex Portugal já recebeu da gráfica os MAIS de 320 exemplares da revista CLUBE TEX PORTUGAL #8 e juntamente com a sua esposa Teresa Moreira, também ela sócia do Clube dedicado ao Ranger, já iniciou os preparativos para começar a enviar aos sócios do Clube Tex Portugal espalhados por Portugal e pelo mundo os tão ansiados exemplares de modo a enriquecerem as colecções de cada um dos sócios.
As revistas CLUBE TEX PORTUGAL #8
Com a entrada de novos sócios em 2018 houve umrecorde absoluto no que à tiragem diz respeito já que foram necessários MAIS de trezentos e vinte exemplares para atender todas as solicitações oriundas dos sócios, sobretudo aqueles que desejavam mais do que a cópia que cada sócio tem direito, muito por causa de mais uma vez a revista contar com duas versões, já que Pasquale Del Vecchio brindou o Clube Tex Portugal com duas ilustrações para a capa, o que foi obviamente aproveitado pelo director Mário João Marques para fazer uma segunda versão e não privar os sócios de uma das duas capas.
As revistas CLUBE TEX PORTUGAL #8
Durante a próxima semana o director Carlos Moreirairá começar a expedir os exemplares da revista CLUBE TEX PORTUGAL #8 para os sócios espalhados por Portugal mas também para os sócios não residentes no nosso país porque com o crescimento e com a consolidação do único clube português dedicado a uma única personagem de banda desenhada, já há sócios em diversos países não só da Europa, mas também de outros continentes, daí alguns exemplares seguirem também para Espanha, Itália, Holanda, Brasil, Argentina, Angola, Moçambique e Índia!
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Neste mês de Agosto que justamente coincide com férias para muitos no hemisfério norte, o consagrado autor italiano de banda desenhada, Giancarlo Malagutti, resolveu brindar, numa arte rigorosamente exclusiva para o blogue português do Tex, os nossos leitores com um simpático, divertido e de certa forma inusitado desenho de Tex Willer carregando vários apetrechos de praia, aproveitando as temperaturas elevadas e os dias longos deste período, com votos de boas férias para Tex, seus pards e também para todos os nossos leitores que desfrutarão certamente de umas férias neste mês de Agosto!
Votos de boas férias, numa arte de Giancarlo Malagutti
GIANCARLO MALAGUTTI é um dos mais conceituados autores italianos, cuja mais recente obra é Mathias, série que aborda as aventuras de duas crianças, Mathias e Anna. Mathias encontra Anna na montanha onde ela vai passar as férias com os avós, e ali começam as aventuras com um toque fantástico. Por enquanto o seu projecto desenvolve-se em 9 edições, aventuras de 44 páginas cada, com histórias auto conclusivas mas que, lidas na ordem (têm um desenvolvimento temporal), dão uma ideia melhor das personagens.
GIANCARLO MALAGUTTI nasceu em Virgilio, Mantova, num dia de Abril de 1955 e define-se como sendo um argumentista que às vezes desenha. Para a Casa Bonelli colaborou no passado em Martin Mystère, depois de um período como publicitário, mas para saber tudo sobre este consagrado autor (inclusive ver fantásticos desenhos relacionados com Tex e o seu mundo e a forma como conheceu pessoalmente Aurelio Galleppini, o criador gráfico de Tex) leia a extensa e interessante entrevista que o próprio GIANCARLO MALAGUTTInos concedeu em exclusivo e que pode ser degustada clicando AQUI.
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