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Os NOVOS puzzles de Tex
Por José Carlos Francisco
Um puzzle (palavra inglesa) é um jogo onde um jogador deve resolver um problema proposto já que as peças devem ser combinadas de modo a formar uma estrutura pré-determinada. Nesse tipo de jogo, o raciocínio é bem mais importante do que a agilidade e a força física. Os puzzles são normalmente usados como passatempo.
Os puzzles são mundialmente conhecidos e fazem a diversão de todas as pessoas. É um excelente jogo de tabuleiro que estimula a memorização e desafia os participantes a só desistirem quando o jogo estiver completado, afinal não há nada mais gratificante do que ver todas as peças juntas e a imagem do puzzle finalmente formada.
A invenção deste jogo de peças chamado de puzzle foi atribuída a John Spilsbury, em 1760. Ele era um cartógrafo que um dia teve a ideia de recortar mapas que representavam diversos países do mundo e vendê-los como meio lúdico de ensinar cartografia para as crianças. Ele cortava as peças com uma serra chamada de jigsaw; foi daqui que se originou o nome puzzle jigsaw. A palavra puzzle em inglês realmente significa enigma ou quebra-cabeças, e jigsaw era o formato diferente em que as peças eram cortadas para se encaixar depois.
Os puzzles são muito utilizado e recomendados não só para as crianças, mas também para os adultos, já que desenvolve as habilidades motoras, visuais e sociais. Ou seja, o puzzle não é um mero jogo divertido, ele é uma excelente fonte para treinar as habilidades e desenvolver a mente sobretudo das crianças já que ajuda a desenvolver a capacidade de concentração delas uma vez que exige que ela pense para poder encaixar as peças umas nas outras para que fiquem correctas e assim formem o desenho descrito na caixa. Alguns psicólogos ainda afirmam que os puzzles auxiliam no processo de amadurecimento e a resolução das questões de cunho psicológico. Tudo isso aliado à diversão do jogo.
Pois bem, tudo isto para dizer que Tex Willer também tem os seus puzzles. Puzzles esses que foram, no passado, uma iniciativa italiana da Auguri di Mondadori Puzzles e que são compostos, cada um, por 250 peças (havendo também versões com 1000 peças) que no final reproduzem dois magníficos desenhos da autoria de Claudio Villa totalizando 48,5 x 33,5 cm.
E no presente Tex também terá dois novos puzzles, puzzles esses que serão lançados no evento Lucca Comics & Games 2018, que decorre de 31 de Outubro a 4 de Novembro. Ambos constituídos por 1000 peças e que irão compor dois magníficos desenhos cujas dimensões serão 70 x 50 centímetros. Os dois puzzles verão o Ranger criado por Gianluigi Bonelli retratado pelos grandes mestres Giovanni Ticci e Aldo Di Gennaro. O primeiro imortalizou Tex a cavalo, numa pose épica e já icónica, enquanto o segundo o circunda pelos seus fiéis pards, como se pode ver nas imagens que ilustram este texto. O custo de cada um destes dois puzzles é de 14,90 euros.
Mas em Lucca também vamos ter um terceiro puzzle com o selo da Sergio Bonelli Editore, puzzle esse onde também comparece Tex Willer já que é um puzzle da “Família Bonelli”. Também será composto por 1000 peças e representará um desenho no formato 70 x 50 cm. Diante do típico fundo azul característico da Sergio Bonelli Editore, a editora italiana reuniu algumas das suas personagens mais famosos e amados, de Tex a Dylan Dog, do Comissário Ricciardi aos Bonelli Kids. O custo também será de 14,90 euros.
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Autores de Tex posam com a revista nº 8 do Clube Tex Portugal

Pasquale Del Vecchio exibe orgulhosamente as duas versões da revista nº 8 do Clube Tex Portugal, cujas capas são de sua autoria
Por José Carlos Francisco
Hoje no Blogue do Tex vamos divulgar diversos autores do Ranger a posarem com a revista nº 8 do clube português, cujas duas capas (principal e variante) foram da autoria de Pasquale Del Vecchio.
Assim sendo, mostramos então fotografias de Pasquale Del Vecchio (que exibe as duas versões da revista), Fabio Civitelli, Maurizio Dotti, Moreno Burattini, Michele Benevento, Massimo Rotundo, Dante Spada, Alessandro Nespolino, Alessandro Bocci, Bruno Brindisi, Bruno Ramella e Sandro Scascitelli posando com mais este número da prestigiada e cada vez mais disputada, revista portuguesa:

Moreno Burattini mostra-nos um longo artigo sobre o Tex de Claudio Nizzi, intitulado O perfecionista, publicado em exclusivo na revista n° 8 do Clube Tex Portugal

Alessandro Nespolino e a evidente felicidade por já possuir a mais recente revista do Clube Tex Portugal
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Tex Willer e Dinamite na extraordinária arte de R. M. Guéra
Making of de uma capa (por Stefano Biglia)
Fase 1 – “O esboço”.
A primeira fase é para mim a mais divertida, é o momento em que imagino o que eu quero representar, a mensagem que quero dar, colocando-a no papel. Rapidamente e sem novos pensares, antes que a imagem e as sensações desapareçam. Mas não há apenas sensações, também há programação. Por exemplo, o pedido do cliente, neste caso os autores do livro, era de uma capa que se estendesse da frente até ao verso. Por isso tentei dar sentido aos dois lados, estando o foco na capa mas onde a contra-capa tivesse também uma vida própria. Com o estratagema do cavaleiro que vira as costas, o leitor é convidado a virar o livro e descobrir o que está atrás. Rapidamente esboço também as cores, que ajudarão a dar a atmosfera.
Os elementos na cena, os colonos, a natureza imensa e hostil, os nativos americanos (os pele-vermelhas), representam o que para mim é a alma do Far West.
Fase 2 – “O lápis”.
O lápis, ou melhor, o desenho definitivo. Somente quando o lay out me convence é que avanço para o desenho. Nesta fase já tudo tem que ser proporcional, ajustado e enriquecido. Obviamente que se perde um pouco de frescura, mas a atenção é a palavra da ordem. Naturalmente que quando se faz um desenho realista é fundamental a documentação. O cavalo, por exemplo, é uma homenagem à estátua equestre de Giuseppe Garibaldi na Praça de Ferrari em Génova. Mas apenas na forma altiva e elegante, útil ao meu propósito. Há anos que eu desejava desenhá-lo em alguma ilustração.
Fase 3 – “A cor”.
Ao contrário do que costumo fazer habitualmente, colori primeiro a figura mais importante, sem preparar o papel, nem com água nem com as cores de fundo.
Esta parte não me compete a mim, mas acho muito bem conseguido o resultado final. Muito western. Todo aquele branco, pensado na fase do lay out, foi pensado para o título e créditos.
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