Tex e a Torre do Relógio no Castelo de Moura, por Fabio Civitelli – 2007
Tex Willer na Torre de Menagem do Castelo de Beja, por Fabio Civitelli – 2010
Tex emboscado no claustro da Sé de Viseu, por Fabio Civitelli – 2011
Duelo de Tex na cidade do Porto, por Fabio Civitelli- 2012
Tex de visita à Sé Catedral de Viseu, por Andrea Venturi – 2013
Tex de visita à Praça do Município de Anadia, por Pasquale Del Vecchio – 2014
Tex em Anadia empunhando a bandeira com o brasão da cidade, por Stefano Biglia – 2015
Tex no Paço da Graciosa em Anadia, por Maurizio Dotti – 2016
Tex na região vitivinícola de Anadia, por Massimo Rotundo – 2016
Tex num duelo na Main Street de Anadia em pleno século XIX, por Leomacs – 2017
Tex Willer e Kit Carson junto ao Monumento dos Mortos da Grande Guerra, na Praça Visconde Seabra, em Anadia, por Andrea Venturi – 2017
Águia da Noite e Kit Carson de canoa no rio Mondego à chegada a Coimbra, por Walter Venturi – 2018
Numa típica adega portuguesa, o engenheiro Tavares da Silva (pai do espumante português) serve uma taça de espumante a Tex Willer, por Alessandro Nespolino – 2018
Tex na região vitivinícola de Anadia, por Alessandro Bocci – 2018
Tex Willer no Castelo de Beja, por Rossano Rossi – 2018
Tex e Carson nas Caves Bairradinas de Anadia, por Bruno Brindisi – 2019
Duelo inusitado de Tex Willer nas vinhas portuguesas de Anadia, por Roberto De Angelis – 2019
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Em mais uma belíssima ilustração da autoria de Claudio Villa, vemosTexWiller a conduzir a viúva Alison Sydor e o seu filho Billy, na companhia do cachorrinho Dick, este último numa liteira indígena, abandonando o rancho (após o ataque de um grupo de rebeldes Navajos chefiados por Urso Veloz) rumando para a segurança da aldeia de Tex, onde encontrarão Jack Tigre.
Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Il presagio” de Claudio Nizzi e Fabio Civitelli (Tex italiano #475 a #477).
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A edição brasileira número 600 de Tex, a publicar pela Mythos Editora em Outubro próximo, para além de ser uma especial edição centenária (na Itália foi a edição número 700) contendo uma história (“L’oro dei Pawnee” – “O ouro dos Pawnee“), de Mauro Boselli (textos), Fabio Civitelli (desenhos) e Oscar Celestini (cores), tem a particularidade de conter uma histórica particularidade… contém no seu interior a página número cem mil (100.000) de toda a saga do Rangercriado em 1948 por Gian Luigi Bonelli & Aurelio Galleppini, conforme foi destacado em Itália, no próprio volume:
A menção da efeméride (página 100.000) na edição italiana
Página 100.000 produzida e não publicada, já que se na realidade se trata da página 99.418 publicada na longa saga de Tex. A nível de curiosidade a página 100.000 publicada em edições com o selo da SBE saiu no mais recente Maxi Tex, o número 24 e foi da autoria de Ugolino Cossu, conforme Saverio Ceri & Francesco Manetti o comprovam no seu prestigiado site:
A página 100.000 (publicada) de Tex foi da autoria de Ugolino Cossu – a página 212 do Maxi Tex nº 24, mais precisamente na segunda história intitulada La carovana dei Cherokee
Mas voltando à página desenhada por Civitelli, tratou-se de uma bela satisfação para o consagrado desenhador aretino Fabio Civitelli, um dos mais admirados desenhadores do público leitor e coleccionador das aventuras de Tex, nestes mais de 70 anos de carreira profissional. O feito não passou despercebido em Itália nem sequer no Brasil já que a editora Mythos no editorial de Tex #600 dedicará umas linhas a essa efeméride…
Página 100.000 de Tex, da autoria de Fabio Civitelli é publicada na página nº 24 de Tex #600 da Mythos Editora
Quanto à página em si, retrata Tex com apenas 16 anos de idade, quando ainda vivia no rancho do seu pai, Ken Willer, em Nueces Valley… com Sam e Gunny Bill. Nestas vinhetas vemos o jovem Tex na altura em que retornava a casa, com os amigos, quando encontrou Tesah, raptada, indo de imediato em seu auxílio… Tesah que à época tinha cinco anos a menos do que Tex…
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Mercurio Loi Alessandro Bilotta (argumento) Matteo Mosca (desenho)
Panini
Espanha, Julho de 2018
195 x 259 mm, 128 p., cor, capa dura
ISBN: 9788491679851 16,00 €
Com a loucura em fundo
Ambientadas no primeiro terço do século XIX, em Roma, as aventuras de Mercurio Loi têm como protagonista ‘um professor de História, caprichoso e extravagante’, segundo o seu criador, Alessandro Bilotta, ‘que, por casualidade e por curiosidade, termina envolvido em eventos misteriosos’.
Para alguns uma espécie de Sherlock Holmes antes do tempo, ele tem também algo de Dylan Dog, o detective do impossível.
Nesta sua aventura de estreia, datada de 2015, surgida na (cada vez mais incontornável) colecção Le Storie, antes da sua emancipação, Mercurio Loi apresenta-se como um verdadeiro enigma, quer para os leitores, quer mesmo para aqueles que consigo privam.
Se o assassinato de três homens (aparentemente) por um fantasma é o mote de partida, a oposição de longa data entre Mercurio e o Tarcisio, a proliferação de seitas secretas, o confronto com adoradores de lobos e a preparação de um atentado político são outras faces de um mesmo prisma que nos vai fornecendo sucessivas imagens deformadas e apontando caminhos e hipóteses que a continuação da leitura haverá ou não de confirmar.
Confiando na sua habilidade para conhecer o ser humano, na sua bagagem cultural e na sua capacidade dedutiva, Mercurio Loi, umas vezes orquestrando na sombra, outras levado pelos acontecimentos, acabará por descobrir o que relaciona – ou pode relacionar – todos os aspectos atrás apontados, numa narrativa envolvente, na qual a época histórica é mais um local de acção e um ponto de partida – e uma fonte de loucura… – do que propriamente uma âncora que prende e limita o relato.
Capa
Num livro de banda desenhada, a capa fornece o primeiro contacto do leitor com aquilo que o espera. Aparentemente – cada vez mais, só aparentemente – dada a profusão de capas alternativas que proliferam nos comics de super-heróis e que se vão reproduzindo aqui e ali noutros géneros e latitudes.
No caso presente, a bela capa de Manuele Fior – esse mesmo, o do delicado e sensível Cinco mil quilómetros por segundo – revela-se um engano, pois nada tem a ver com o interior, de traço bem mais agreste e rude. M(as também m)ais ajustado ao relato. O que não impede o leitor de imaginar (um outro) Mercurio Loi sob o traço de Fior…
*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro
(Capa disponibilizada pela Panini Comics espanhola; pranchas disponibilizadas pela Sergio Bonelli Editore; clicar nas imagens para as aproveitar em toda a sua extensão)