Tex chega a “Guatemala” na Arte de Stefano Biglia e Roteiro de Pasquale Ruju!

Por: Ricardo Elesbão Alves (Confraria Bonelli)

Com roteiro de Pasquale Ruju, Tex chega ainda esse ano a “Guatemala” pelas mãos do grande mestre das aquarelas Stefano Biglia.

Nós sabemos que, na maioria das vezes, acompanhamos nosso herói em aventuras na América do Norte, seja em seu país, Estados Unidos, ou mesmo, no Canadá ou México, graças a alguns de seus amigos, como Gros-jean, Jim Brandon e Montales. Mas, em que outros países americanos ele se aventurou, você sabe? Bem, considerando que as histórias se passam entre 1860 e 1890, tomemos como base o mapa abaixo, de 1875.

Pois é, Tex já esteve desde o extremo norte da América, no Alasca, comprado pelos Estados Unidos a Rússia em 1867, até o extremo sul, na Patagônia, Argentina. Assim, além das terras americanas do Norte, nosso Ranger do Texas passou também por países das Américas Central e do Sul, tais como: Argentina, Bolívia, Chile, Cuba, Panamá e Peru.

Em Horda Selvagem (L’Orda Selvaggia), publicada originalmente na Itália no Tex Serie Osages (Talão de Tiras) N° 1/1963 – Edizioni Araldo e no Brasil no N° 8 da Editora Vecchi em 1971,  Tex e Carson deixam as pradarias do EUA e se deslocam pela primeira vez à América do Sul (Argentina, Bolívia, Peru, Chile). Na história, os Rangers saem à caça da quadrilha “The Wild Bunch (Horda Selvagem), mas jamais se encontram frente a frente com Butch Cassidy e Sundance Kid, seus líderes. Depois de vários confrontos com membros do bando e muita perseguição, eles chegam até a Bolívia, onde o cerco se fecha sobre os dois últimos sobreviventes, justamente Cassidy e Sundance, em San Vicente.

Em o Solitário do Oeste, iniciado em Tex 163 (Vecchi) e concluído em Tex 165, O Rosto do Traidor (RGE), publicada na Itália em 1981 (Tex 250 a 252), Kit Willer, após presenciar a morte de um de seus melhores amigos Navajo,  por um bando de Apaches fugitivos, cai em um estado de melancolia. Para aliviá-lo, O’Sullivan, o leva em uma expedição científica ao Panamá, juntamente com fuzileiros navais, para estudar a possibilidade de se abrir um canal que liga os oceanos Atlântico e Pacífico. Algum tempo depois, informado por seu amigo coronel Turner que a missão poderia ser sabotada. Tex se junta a Kit e acompanhando a expedição chegam a Porto Belo, na Colômbia, onde participam de uma aventura repleta de mosquitos, índios hostis, calor, cobras e aranhas, e são ameaçados por um misterioso traidor infiltrado no grupo.

Em Alaska!, publicada na Itália no Maxi Tex 17 de 2013 e no Brasil no Tex Anual 15 – O Deus Canibal, Tex e Carson vão ao gélida região, a pedido do velho amigo Gros-Jean, para ajudar a resolver uma controvérsia entre índios Tlingits e caçadores de baleias. Um desentendimento que corre o risco de desandar em uma guerra sangrenta. Mas para os nossos heróis esses problemas são só o começo. Vindos das desconhecidas regiões do Norte os lendários guerreiros-lontras sequestram duas índias Tlingits. A expedição para tentar encontrar as jovens vivas os levará por florestas de espíritos, por terras habitadas por índios hostis, até as inacessíveis montanhas do norte dominadas pelo demônio canibal Hamatsa!

Edição americana de Patagônia.

Em Patagônia, publicado em 2009 tanto na Itália quanto no Brasil, no Texone, Tex recebe do oficial Argentino, Ricardo Mendoza, velho conhecido do Ranger e de Montales, que lhe pede ajuda e consultoria para uma missão delicada: penetrar nas terras dos índios da Patagônia, negociar a liberação de um grupo de prisioneiros e punir os culpados de um ataque sangrento. Sabendo que Mendoza é um homem honrado e que a expedição tem como objetivo último a paz e a convivência com os índios dos pampas, Tex aceita partir, junto com Kit Willer, em direção ao outro lado do continente!

Em Os rebeldes de Cuba, publicado em 2010 na Itália e no Brasil no Tex Gigante, o jovem Matt Picard, filho de um amigo de Montales que trabalha no Ministério da Guerra dos Estados Unidos, é sequestrado pelos seguidores de uma seita misteriosa que pratica o culto da Santeria. Montales pede a Tex para acompanhá-lo a Cuba numa missão delicada e difícil, oficialmente não autorizada: deverão pedir ajuda à resistência cubana, que combate uma guerra desesperada contra o impiedoso exército espanhol, para chegar à região selvagem onde o ambicioso e louco Rayado mantém o menino prisioneiro. Mas Tex e Montales, confundidos com espiões, serão forçados a se envolver na guerra de libertação.

Ainda em 2020, com roteiro de Pasquale Ruju, o Ranger do Texas vai volta a América Central, mas especificamente a Guatemala em uma história de quase 400 páginas desenhada por três anos e meio por Stefano Biglia.

Stefano Biglia na SBE com uma das pranchas / páginas do Tex “Guatemala”.

Stefano Biglia na SBE com mais uma das pranchas / páginas do Tex “Guatemala”.

Na história, Tex e Carson chegam à cidade de Chihuahua, no México, onde encontram o seu amigo Montales. Com ele, partem para a Guatemala e, como descreve o próprio desenhista, iniciam uma história cheia de aventura, com paisagens de tirar o fôlego e com fortes cores exóticas.

Como vários desenhistas da Sergio Bonelli Editore, o ilustrador antes de iniciar suas pranchas fez vários estudos histórico-geográficos associados a cultura e a paisagem local. Em uma de suas mídias, ele mesmo descreve sobre o envolvimento com esse trabalho, em especial: “Ainda não sei para onde esta longa história de Pasquale Ruju me levará, porém, estou documentando muito sobre esta terra e vindo a descobrir coisas que eu ignorava a existência“.

Stefano Biglia cita ainda, como exemplo: “a presença de TIKAL, uma das mais antigas e extensas cidades Maya, abandonada antes dos Conquistadores chegarem, e que vem à luz em ricas artefatos e gigantescas construções que ficaram durante séculos engolidas pela floresta“.

Todos esse estudos deram suporte, ao autor dos desenhos, tanto ao desenvolvimento de cenários, onde a longa aventura se desenrola, quanto a concepção, esboço e criação de personagens locais como “Jairo”.

Muitas vezes, nós leitores e fãs, não temos ideia de tudo que está por trás da criação de uma história em quadrinhos. Assim, toda essa preparação, serviu de base para as riquíssimas ilustrações feitas para quadrinização de “Guatemala”, as quais podem ser vistas sendo materializadas a seguir, desde o lápis inicial até a arte final (vídeo), nas lindas e inéditas pranchas aqui apresentadas.

Que Logo Possamos Juntos Chegar a “GUATEMALA”!!!

“Tex, o pistoleiro” – o filme de Tex Willer em Portugal (com fotografias da cassete VHS da Mundial Video – 1989)

* A ideia de levar Tex ao cinema ou à televisão vinha periodicamente à tona desde os anos 60 do século passado.

* TEX WILLER: O PISTOLEIRO, foi o título adoptado em Portugal, do filme do Ranger, “Tex e il Signore degli Abissi”, dirigido por Duccio Tessari e produzido conjuntamente pela RaiTre e pela produtora Cinecittà em 1985.

* Nos CINEMAS PORTUGUESES teve a sua estreia nos cinemas Éden e Fonte Nova 2 em 14 de Outubro de 1988.

* Em VHS FOI LANÇADO EM PORTUGAL pela Mundial Video no decorrer do ano de 1989, no idioma inglês e com legendas em português.

Por José Carlos Francisco (texto) e Nuno Colection (fotos)

Capa da caixa VHS do filme Tex, o Pistoleiro,

Modelado sob o físico e o rosto de Gary Cooper, um dos mais populares actores de cinema no género western, Tex é desde o seu início uma personagem cinematográfica, não só pelo seu ritmo alucinante, mas também pelas súbitas mudanças de cena, de surpresas e de sequências emocionantes imprimidas pelas histórias escritas por Gian Luigi Bonelli, assim como pelos desenhos de Aurelio Galleppini.

Cartaz do filme “Tex, o Pistoleiro”, em exibição nos cinemas Éden e Fonte Nova 2

O cinema, porém, só descobriu Tex com grande atraso, ainda que, no decurso dos anos setenta do século passado, estivesse quase a ser produzido um filme dirigido por Enzo G. Castellari, com Charlton Heston no papel do célebre Ranger, mas como por vezes acontece, a ideia não passou disso mesmo e Tex somente chegou aos grandes ecrãs em 1985 no filme “Tex e il signore degli abissi” (em Portugal: “Tex, o Pistoleiro”, com estreia nos cinemas Éden e Fonte Nova 2 a 14 de Outubro de 1988), dirigido por Duccio Tessari e produzido conjuntamente pela RaiTre e pela produtora Cinecittà.

Num primeiro momento, para o papel de protagonista, já oferecido a Giuliano Gemma (02-09-1938 – 01-10-2013), que tinha renunciado devido a outros compromissos, fora contactado o filho de John Wayne, Patrick, mas afinal Gemma, já intérprete de muitos “western-spaghetti”, mostrou-se disponível e a escolha recaiu de novo sobre ele, e deste modo deu vida a um dos últimos westerns da sua carreira. A acompanhá-lo no elenco do filme estavam o austríaco William Berger (um Kit Carson muito bem afinado) e o italiano Carlo Mucari (um competente Jack Tigre, apesar do actor ser praticamente desconhecido na época). Complementando o elenco principal, a fascinante italiana Isabel Russinova interpretava a princesa Tulac, outro italiano, Flavio Bucci, representava o sacerdote Kanas, o espanhol Aldo Sambrell, o “vilão” de tantos outros westerns, desempenhava o papel do bandido El Dorado, o alemão Peter Berling fazia de El Morisco, e Gian Luigi Bonelli com uma participação especial no início (e no final) do filme, onde encarnava um velho feiticeiro indígena, apresentava o herói do seguinte modo:

Capa VHS do filme “Tex, o Pistoleiro”

“Dizem que vinha do norte, como o vento gelado que varre a pradaria durante o grande Inverno. Das longínquas montanhas prateadas até à nascente do rio azul das longas canoas, o nome de Tex Willer era proferido com respeito. A morte caminhava ao seu lado, pronta para atingir qualquer um que violasse a lei do homem branco. O seu espírito corria livre, sem fronteiras, e mesmo os índios aprenderam a respeitá-lo e deram-lhe o nome de Águia da Noite. Então, chegou o dia em que ele uniu o seu sangue ao dos Navajos e, após alguns meses, firmou na testa o símbolo da liderança: o sagrado wampum. A história logo se confundiria com a lenda, num tempo perdido entre a magia e a realidade. Deixem-me, então, contar a sua história e os dias de aventuras que o imortalizaram.”.

Depois de cerca de dez anos de inactividade, Tessari, devido a Tex, retornou então ao western verdadeiro e próprio, tentando recriar a afortunada sociedade com Giuliano Gemma, que tão bons frutos rendera no passado, mas o seu “Tex e os Senhores do Abismo” (título brasileiro) é mais parecido com as fantásticas aventuras de “Indiana Jones” do que com as de “Ringo”, que o tinham tornado célebre, e por essa razão o filme acabou por desagradar um pouco a quantos esperavam por um retorno em grande estilo de Tessari às clássicas pradarias do Oeste.

“Tex, o Pistoleiro” – Resumo do argumento

Indagando sobre um bando que fornece ilegalmente armas aos índios, Tex Willer e os seus pards Kit Carson e Jack Tigre (o seu filho Kit Willer, um pouco inexplicavelmente não participa no filme) encontram-se às voltas com alguns misteriosos homicídios em que as vítimas ficam inexplicavelmente mumificadas em poucos segundos, quando atingidas por uma substância desconhecida.

Graças à ajuda de El Morisco, especialista em artes ocultas, Tex viaja rumo à Sierra Encantada, onde descobre que um utópico Senhor dos Abismos, um homem misterioso que vive numa enorme caverna com vários poços vulcânicos, de onde extrai as pedras esverdeadas letais, abastece de pó mumificante uma tribo índia liderada pelo maligno sacerdote Kanas, com o auxílio da bela princesa Tulac: os fanáticos Yaquis descendentes dos Aztecas, com o objectivo de organizar a reconquista do povo índio e edificar um novo Reino dos Filhos do Sol. Para obter armas de fogo, Kanas aliou-se ao ávido El Dorado, líder de bandoleiros envolvidos no caso que Tex investigara inicialmente. Sem recorrer à ajuda dos Rurales, os pards farão de tudo para impedir os propósitos dos fanáticos e seus aliados e, desse modo, evitar uma guerra sangrenta em terras mexicanas. Obviamente, Tex e companheiros sairão vitoriosos da aventura.

Fita VHS do filme “Tex, o Pistoleiro”

O filme inspira-se muito fielmente num episódio da saga de Tex (“O Bruxo Mouro” – Tex 40 a 42, Editora Vecchi, escrito por Gian Luigi Bonelli e desenhado por Guglielmo Lettèri no final dos anos sessenta, se bem que o início do filme seja baseado na aventura “Mesa dos Esqueletos” – Tex 124, Editora Vecchi, escrita por Gian Luigi Bonelli e desenhada por A. Giolitti e G. Ticci) e é um curioso híbrido entre o western e o fantástico, pois a estrutura da história é a mesma da história aos quadradinhos, na qual comparece o popular El Morisco, também conhecido como Bruxo Mouro, curandeiro, cientista e dedicado à “magia branca”, mas desenvolve-se por caminhos diversos, sobretudo na segunda parte.

Os pards com El Morisco

Algumas cenas goticamente sugestivas (todas as sequências ambientadas na gruta do Senhor dos Abismos, com efeitos de luzes e de cores, recordam alguns clássicos do cinema de terror) alternam com sequências que remetem para o clássico western à italiana. Entre estas, o ataque à aldeia mexicana que servia de refúgio ao bando de El Dorado.

Giuliano Gemma no papel de Tex, o Pistoleiro

As cenas exteriores foram filmadas em Espanha, mais precisamente em Tecisa, uma localidade a poucos quilómetros de Almeria. Escolha essa motivada, por um lado, pela paisagem bastante similar às dos confins texano-mexicanos, algo que não existia na Itália, e por outro porque em Tecisa permanecia, na época, a tradição dos “western-spaghetti”, com a participação de cavalos e respectivos cavaleiros especializados em quedas.

O filme não obteve, todavia, o sucesso esperado e não obstante os bons enquadramentos e o ritmo frenético de algumas sequências que logram sintetizar muito bem as situações desenvolvidas por Gian Luigi Bonelli em diversas páginas, os diálogos não conseguem igualar minimamente o valor das histórias bonellianas.

A escolha de levar ao cinema esta aventura tão diversa de um típico western, não foi das mais felizes; pelo contrário, contribuiu decisivamente para desiludir o grande público, que certamente teria preferido que a história fosse menos distante do mundo da “fronteira”.

Kit Carson, Tex e Tiger Jack em “Tex, o Pistoleiro”

Não era, em suma, o Tex clássico, mas sim a outra face de uma personagem de mil aventuras, que, entre tiroteios, perseguições e cavalos lançados a galope, recordava mais uma história de mistério pouco condizente com a sugestiva realidade do Oeste. Os únicos conhecedores do filme são praticamente os fãs do Ranger.

Os três pards

Um projecto, portanto, decisivamente falhado e que desiludiu uma vez mais o apaixonado da banda desenhada, várias vezes frustrado por não encontrar no grande ecrã as sugestões que brotam das vinhetas. Nota final para a boa trilha sonora, da autoria de Gianni Ferrio, de acordo com o estilo da aventura e encaixando-se bem no filme.

“Tex, o Pistoleiro”

Para finalizar e a título de curiosidade, eis os título adoptados nos países onde o filme foi lançado:
Tex e il signore degli abissi – Itália
Tex, o pistoleiro – Portugal
 Tex et le Seigneur Des Abysses – França
Tex und das Geheimnis der Todesgrotten – Alemanha
Tex y el senor de los abismos – Espanha
Tex and the Lord of the Deep – Inglaterra
El hombre marcado – Argentina
Tex e os Senhores do Abismo – Brasil
Tex & Dybets Herre – Dinamarca

Capa VHS do filme “Tex et le Seigneur Des Abysses”

Cartaz italiano do filme “Tex e il signore degli abissi”

Capa VHS do filme “Tex und das Geheimnis der Todesgrotten”

Cartaz dinamarquês do filme “Tex & Dybets Herre”

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Júlia Graphic Novel – A criminóloga acaba de ganhar uma edição de luxo imperdível, com o selo da Mythos Editora

* Júlia é luxo só!

A adorada criminóloga que mora em Garden City e que ajuda a polícia de Nova Iorque a solucionar crimes na cidade e arredores, personagem criada pelo italiano Giancarlo Berardi, a partir do dia 21 de Agosto deste ano passará a ter no Brasil uma luxuosa edição com o selo da Mythos Editora: Júlia Graphic Novel

Júlia Graphic Novel

A publicação que estará disponível no site da Mythos Editora e nas livrarias do Brasil, trará uma aventura INÉDITA do início da carreira de Júlia, com capa dura, formato prime e 140 páginas totalmente em cores! História essa publicada originalmente na Itália em 31 de Julho de 2015 na estreia da série colorida Speciale Julia. 

O CASO DO CRIMINÓLOGO ASSASSINO
Roteiro: G. Berardi e M. Mantero
Desenhos: Antonio Marinetti

Júlia Graphic Novel – O caso do criminólogo assassino

Júlia não é qualquer estudante de criminologia, como bem sabe o professor Cross, que já se acostumou a envolver a jovem em importantes eventos académicos. Mas quando a leva consigo a um congresso de criminólogos, não pode imaginar que será justamente ela a única em condições de revelar o culpado de um crime quase perfeito.

Júlia Graphic Novel – O caso do criminólogo assassino

3ª Edição da (esgotadíssima) Revista Número 1 do Clube Tex Portugal e 2ª Edição das (também esgotadas) Revistas Números 2, 3 e 4, terão lançamento em Setembro. FAÇA JÁ AS SUAS RESERVAS

Por José Carlos Francisco

Capa realizada por Andrea Venturi da 3ª Edição da Revista nº 1 do Clube Tex Portugal

Devido a dezenas de pedidos de sócios do Clube Tex Portugal, em particular dos inúmeros novos associados dos últimos três anos que quando se associaram ao Clube Português dedicado ao Ranger criado por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini em 1948, já não tinham à sua disposição as míticas Revistas iniciais do Clube, lançadas a partir de Novembro de 2014 e que se esgotaram completamente ao fim de pouco tempo, a Direcção do Clube Tex Portugal decidiu fazer uma 3ª Edição da Revista #1 (porque até a 2ª edição, lançada em Outubro de 2017 já se esgotou completamente) e uma 2ª Edição das Revistas #2, #3 e #4, de modo a satisfazer todos os pedidos permitindo assim que todo e qualquer sócio possa ter na sua colecção as edições que deram início a um projecto único e hoje em dia muito valorizado, tanto que fomos sabedores que já houve exemplares desses primeiros números que foram vendidos (por sócios que na época de lançamento compraram mais do que um exemplar) por valores a rondar os 25/30 euros.

Capa realizada por Fabio Civitelli da 2ª Edição da Revista nº 2 do Clube Tex Portugal

A 3ª Edição da Revista nº 1 e as 2ªs Edições das Revistas nº 2, 3 e 4, terão lançamento marcado para Setembro deste ano, ou seja, já daqui a dois meses e somente poderá ser adquirida por sócios do Clube, podendo cada sócio adquirir quantos exemplares desejar, ao preço de 15 euros por cópia.

Atendendo ao facto destas serem Edições Especiais e também ao facto de terem uma tiragem muito menor do que aquando das revistas da 1ª Edição, fazendo com que o valor a pagar à gráfica seja mais elevado, o Clube Tex Portugal NÃO ARCA COM AS DESPESAS DE ENVIO destas quatro Revistas, estando todavia disponível para entregar a(s) Revista(s) em mãos quando houver essa possibilidade de modo a evitar o pagamento dos portes.

Assim sendo, para além do valor da(s) Revista(s) cada sócio terá que arcar com as despesas postais, acrescentando ao valor da revista os valores que seguem e que são para Portugal, Europa (Espanha, Itália, Holanda, etc.) e Resto do Mundo (Brasil, Angola, Moçambique, Índia, etc.):

Portugal:
1 ou 2 revistas 1,50€
3 ou 4 revistas 3,50€

Europa:
1 ou 2 revistas 2,70€
3 ou 4 revistas 4,55€

Resto do Mundo:
1 ou 2 revistas 4,10€
3 ou 4 revistas 7,15€

De modo a salvaguardar o valor das revistas originais da 1ª edição, esta 3ª edição da Revista número 1, assim como as 2ªs edições das Revistas número 2, 3 e 4 terão a menção na capa de que se trata de uma Nova Edição, conforme se pode já constatar nas capas (ainda provisórias) que mostramos a ilustrar este texto. Serão as únicas alterações, mantendo-se religiosamente igual todo o restante conteúdo de cada número.

Estas republicações dos primeiros quatro números da Revista do Clube Português mostram a solidificação do projecto da Revista do Clube Tex Portugal, que crescendo e fortalecendo-se a cada novo número faz com que os novos sócios desejem adquirir os primeiros números e prova do cada vez maior sucesso da Revista Portuguesa que conta em cada número com participações dos mais renomados autores de Tex, é que para além das quatro primeiras Revistas, também as edições número 5, 6, 7, 8 e 11 estão completamente esgotadas pelo que no início do próximo ano deveremos publicar também as 2ªs edições das Revistas nº 5, 6, 7 e 8.

Capa realizada por Luca Vannini da 2ª Edição da Revista nº 3 do Clube Tex Portugal

Para além dos sócios que ainda não tenham as Revistas Números 1, 2, 3 e 4 temos a mais firme convicção que muitos sócios que as tenham, irão também tentar adquirir estas novas edições por se tratarem no fundo de uma revista diferente e porque os coleccionadores são assim mesmo, como provam os mais diversos sócios do Clube que adquiriram a 2ª Edição da Revista nº 1 apesar de também possuírem a versão original de 2014!

Deste modo, todos os sócios que desejem adquirir exemplares das Revistas Número 1, da 3ª Edição e Números 2, 3 e 4 da 2ª Edição, devem informar desde já (e impreterivelmente até ao dia 20 de Agosto) o Clube Tex Portugal, na forma de comentário a este mesmo post ou escrevendo para José Carlos Francisco (josebenfica@hotmail.com), indicando o nº de exemplares pretendido e procedendo ao respectivo pagamento (também até ao dia 20 de Agosto) na conta do Clube Tex Portugal ou através de paypal, enviando o comprovativo desse mesmo pagamento.

  • Pagamentos internacionais por transferência bancária  devem ser feitos com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube, devendo ser creditada a conta PT50003600009910590434664 em nome do Clube Tex Portugal na Caixa Económica Montepio Geral – código swift: MPIOPTPL;
  • Há também a opção dos sócios residentes no Brasil de pagarem directamente ao Sócio Ricardo Elesbão (confrariabonelli@gmail.com), evitando assim burocracias e taxas para a Europa
  • Pagamentos nacionais por transferência bancária  devem ser feitos para o IBAN PT50003600009910590434664
  • Pagamentos por Paypal devem ser efectuados para o e-mail cacem.moreira@gmail.com com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube.

    Capa realizada por Enrique Breccia da 2ª Edição da Revista nº 4 do Clube Tex Portugal

    Para uma apresentação melhor  desta importante iniciativa dirigida por Mário João Marques, o director da Revista, e destinada aos sócios do Clube divulgamos de seguida o editorial do primeiro número da revista:

    EDITORIAL

    Em Agosto de 2013, durante uma tertúlia texiana organizada quando do 18º Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, um grupo de amigos teve a oportunidade de formalizar a criação de um clube que pudesse fomentar o convívio e a troca de ideias sobre Tex. Idealizado uns meses antes, a ocasião proporcionada e a presença inspiradora de Andrea Venturi, desenhador convidado para o Salão, serviram assim de catalisadores, permitindo firmar a criação do Clube Tex Portugal.

    A revista que agora está nas vossas mãos é um objectivo a que nos propusemos desde a primeira hora, um instrumento privilegiado que permite divulgar, aprofundar e sobretudo homenagear um grande herói e uma grande série que, ano após ano, se vem batendo pelos ideais da justiça e da honra, unindo muitos em redor de valores infelizmente cada vez mais raros.

    Devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore, que desde o início nos concedeu a honra do seu apoio e do seu carinho, a revista é o trabalho de muitos e que nos enche de orgulho, representando o culminar de um primeiro ano do Clube pleno de actividades e de sucesso. Todos são convidados a participar, apresentando trabalhos sobre Tex, o seu mundo, as suas personagens, os seus autores. Queremos fomentar o convívio, desejamos divulgar a personagem, ansiamos que apreciem e possam retirar o mesmo prazer que todos os que colaboraram neste primeiro número tiveram na sua preparação e elaboração.

    Este primeiro número conta com artigos de José Carlos Francisco, Sérgio Madeira de Sousa, Pedro Cleto, Jorge Magalhães e Mário João Marques, assim como com um pequeno texto escrito por Júlio Schneider, em jeito de homenagem à amizade em torno de Tex. Mas outros, de uma forma ou de outra, deram o seu grande contributo, permitindo que o projecto pudesse ver a luz do dia. Carlos Moreira, Hernâni Portovedo, Orlando Silva, António Guerreiro, Jorge Machado Dias, Dorival Lopes (e a Mythos), Gianni Petino e todas as mulheres texianas, foram baluartes fundamentais. A todos o Clube Tex Portugal agradece!

    Apesar desta paixão, nada teria sido possível sem o apoio dado pela Sergio Bonelli Editore, que não cansamos de sublinhar, particularmente Davide Bonelli e Mauro Boselli, a quem o Clube Tex Portugal agradece eternamente. E é também um enorme motivo de orgulho poder contar, na capa deste primeiro número, com um desenho exclusivo de um grande talento, Andrea Venturi. Um grande desenho de um grande desenhador, desde o início ao nosso lado. Grazie mille Andrea!

    Leiam, releiam, comentem, sugiram, pois a participação de todos é fundamental para juntos podemos fazer cada vez mais e melhor. Sem qualquer presunção, humildemente queremos alimentar o sonho e a paixão.

    Clube Tex Portugal

    O editorial da Revista nº 1 do Clube Tex Portugal

    (Para aproveitar a extensão completa  das imagens acima, clique nas mesmas)