Nesta incitante ilustração executada pelo Maestro Claudio Villa, vemos em plena Sierra de San Antonio, Sonora, México, TexWiller, na presença de Kit Carson, a tentar descodificaros rastos que indiciavam que o grupo (em especial os três irmãos Montoyas que queriam vingar-se de Rafael Guerrero, cujo único “crime” foi apaixonar-se por Elvira, filha de Enrique Montoya) que estavam a perseguir se dividiu em dois… o que obrigaria também os Rangers a separarem-se para continuarem a perseguição….
Desenho usado no Brasil como capa de Tex em Cores #15 e inspirado na história “Matador!” de Mauro Boselli e Aldo Capitanio (Tex italiano #488 e #489).
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Constelação de autores de Tex posam com a Revista nº 12 do Clube Tex Portugal
Quando estamos a menos de três meses do lançamento da Revista nº 13 do Clube Tex Portugal, lançamento esse que ocorrerá, como tradicionalmente, em Novembro num jantar/convívio a realizar no Cacém e na presença de dezenas de sócios do Clube Português, damos hoje a conhecer aos nossos leitores, uma verdadeira constelação de autores de Tex que posam com a Revista nº 12, publicada no passado mês de Junho e com capas (principal e variante) de Alessandro Bocci, comprovando assim que a Revista do Clube Tex Portugal continua a fazer furor junto da maior autoridade texiana do mundo, o escritor, editor e sobretudo curador Mauro Boselli (que como podemos ver mais abaixo, definiu, publicamente no seu Instagram, a revista como sendo fantástica) mas também os mais consagrados autores do staff oficial do Ranger Tex Willer, não só pela elevada qualidade (em Itália pedem cada vez mais que a revista portuguesa tenha uma versão italiana) mas também pelo prestígio já que são cada vez em maior número os autores que se disponibilizam para colaborar na revista do Clube Português com desenhos e textos EXCLUSIVOS tornando a edição portuguesa cada vez mais cobiçada entre os fãs e coleccionadores do Ranger, levando a que o número de sócios do Clube vá aumentando gradualmente já que para poder ter direito aos já tão cobiçados exemplares é necessário ser-se sócio do Clube Lusitano que é cada vez mais um verdadeiro Clube Internacional do Tex, tantos e tão variados são os países de origem dos associados.
Mauro Boselli
Mauro Boselli definiu, publicamente, no seu Instagram, a revista do Clube Tex Portugal como sendo fantástica
Alessandro Bocci (exibe orgulhosamente as suas duas capas da revista nº 12 do Clube Tex Portugal)
Moreno Burattini
Alfonso Font
Alfonso Font fez questão de se fotografar de modo a poder mostrar a sua colaboração neste número
Giorgio Giusfredi exibe a primeira página do artigo-entrevista dedicado a ele nesta revista nº 12
Andrea Venturi
Fabio Civitelli
Lucio Filippucci
Massimo Rotundo
Maurizio Dotti
Michele Benevento
Pasquale Del Vecchio
Rossano Rossi
Stefano Biglia
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Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Pedro H. Alves O. Silva: O meu nome é Pedro Henrique Alves de Oliveira Silva e nasci em Tupã, interior de São Paulo, e actualmente eu estou desempregado.
Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada? Pedro H. Alves O. Silva: O meu interesse pela revista Tex começou desde bem pequeno, mais ou menos quando eu tinha uns 4 para 5 anos, principalmente porque a minha mãe tinha conseguido com uma amiga dela um filme chamado Spirit: O Corcel Indomável, esse filme só me fez gostar ainda mais de tudo que Tex aborda: cavalos, soldados, índios e o oeste americano. E juntando tudo isso com os exemplares de Tex que o meu pai já tinha, o meu interesse por tudo isso só aumentava. Só que como eu não sabia ler eu só olhava os desenhos. Outro detalhe que também me fez gostar mais ainda de Tex e o faroeste em geral, foi que eu tenho um primo que sempre mexeu com cavalos, e que participava dos desfiles da minha cidade que envolviam cavalos e a minha mãe e o meu pai sempre me levavam para ver, e claro as roupas que eles usam nos desfiles eram parecidas com as da revista Tex, que eram chapéus, botas, etc., e a mistura disso tudo só contribuiu para me fazer gostar mais ainda de Tex!
Quando descobriu Tex? Pedro H. Alves O. Silva: Eu descobri Tex na minha casa. O meu pai já comprava bem antes de eu nascer, mas eu não lembro qual foi a primeira vez que eu toquei numa revista Tex, mas desde essa época eu nunca mais parei.
Porquê esta paixão por Tex? Pedro H. Alves O. Silva: Essa eu não sei responder bem (…risos…), bom, talvez seja pela personalidade do próprio Tex e dos três pards e o ambiente que eles vivem. Também acho que provavelmente porque Tex envolve tudo o que eu aprendi a gostar desde pequeno: cavalos, o oeste americano, aventura, etc., e também o senso de justiça do Tex e a sua perseverança, coragem e autoconfiança em qualquer situação, e acho que também por sua cara-de-pau, como diria o Kit em algumas situações (…risos…).
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos? Pedro H. Alves O. Silva: Bom, eu não leio muitos outros quadrinhos que não seja Tex, mas os poucos que eu já li, eu consegui perceber que o que faz Tex ser o que é, é o seu senso de justiça seja com brancos, índios, negros, chineses e sua generosidade com quem quer que seja, desde um batedor da cavalaria moribundo na trilha até um bandido ferido que caiu num rio, e também sua lealdade com seus amigos ou um completo desconhecido que precisa de ajuda, seu amor pela Lilyth, que ninguém nunca tomou o lugar, sua coragem, autoconfiança e também o esforço da Bonelli que conseguiu criar tudo isso e também ao esforço dos desenhadores e escritores.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si? Pedro H. Alves O. Silva: Eu tenho exactas 241 revistas, mas não sei dizer qual a mais importante para mim.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana? Pedro H. Alves O. Silva: Eu colecciono tudo que diz respeito ao personagem, mas a única coisa que eu tenho sobre Tex que não sejam revistas, são os pósteres do Tex 500, o livro Tex Willer – A História da Minha Vida, os caderninhos de capas do Tex 500 e Tex Coleção 400, mas livros como O Meu Tex. A Balada do Oeste e Meu Irmão Mais Velho Tex Willer, eu não tenho.
Qual o objecto Tex que mais gostaria de possuir? Pedro H. Alves O. Silva: O objecto Tex que eu mais gostaria de ter é a história O Passadode Tex, e um chaveiro escrito Tex que saiu no Tex Anual (nº 6)O Filho do Vento aqui no Brasil, mas além das revistas e do chaveiro, talvez eu gostaria de ter aquelas estatuetas do Mundo de Tex, com os seus amigos e inimigos.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista? Pedro H. Alves O. Silva:Hmmm, para mim sempre foi difícil escolher uma história favorita, talvez aquelas que a Lilyth apareça, ou as que falem das origens do Tex, ou que mostrem o Kit (Carson) jovem e também aquelas que falam da infância do Kit Willer, como A camisa mágica, mas escolher entre todas essas é difícil, não vou saber responder. Entre os desenhadores eu também gosto de vários, desde Galep, Ticci, Fusco, Muzzi até Villa, Civitelli, Dotti, De Angelis. Quase todos na verdade, mas o que eu mais gosto é o Claudio Villa. Entre os argumentistas eu também gosto de muitos, mas acho que o que eu mais gosto é o Mauro Boselli.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos? Pedro H. Alves O. Silva: O que mais me agrada em Tex são as características dos personagens,como eu já tinha dito antes, e também, por sempre estar nas bancas desde 1948 e sempre fazer sucesso e também por passar muitos valores bons para quem acompanha essa revista, e também por mesmo sendo uma revista de faroeste conseguir encaixar histórias de magia, dinossauros, e até em outros lugares do continente americano e por ter histórias de faroeste muito boas, sempre com argumentos muito bons, porque os escritores sempre conseguem tirar um coelho da cartola, sendo que os temas para histórias de faroeste são muito parecidos.
O que menos me agrada em Tex é que os outros três pards poderiam se destacar só um pouquinho mais, e também em algumas edições novas sobre a juventude do Tex, que meio que se ´´desencontram´´ um pouco do que já está escrito.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é? Pedro H. Alves O. Silva: Para mim o que mais faz Tex ser o que é, são as características dos personagens, os desenhadores que são muito bons, os argumentos, o estilo da Bonelli que em todos esses anos que sempre conseguiu renovar com coisas boas e ainda manter Tex com sua essência.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores? Pedro H. Alves O. Silva: Não, embora eu só conheça um fã de Tex, que também colecciona e vende, nós nos encontramos muito pouco.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger? Pedro H. Alves O. Silva: Eu vejo um bom futuro para o Tex, embora eu ainda tenha um pouco de receio de que com o tempo os leitores diminuam. Eu acho que tem um bom futuro pela frente sim, pois aos poucos estão aparecendo novos leitores, e que tudo isso por muito mais tempo.
Prezado pard Pedro H. Alves O. Silva, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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Depois de anos de espera, finalmente o magistral e já lendário Tex Gigante de Claudio Villa chega ao Brasil
Tex, o implacável. É este o título adoptado pela Mythos Editora para o magistral e já lendário Tex Gigante desenhado por Claudio Villa que em Outubro, mais precisamente no dia 9, será distribuído por todo o Brasil, nas bancas e comic shops, mas antes a Mythos Editora brindará os seus leitores com uma edição de luxo dessa obra portentosa, como escreve Davide Bonelli na introdução do volume, Tex l’inesorabile (título original) é «uma história importante, daquelas que constituem, para uma série de banda desenhada, um ponto de chegada, um passo em frente, mas também – como se ainda houvesse necessidade de o dizer – a confirmação definitiva da grandeza de um autor».
Tex, o implacável
A Mythos Editora não poderia assim deixar, antes da sua publicação no interior da tradicional colecção dos “Tex Gigantes”, de propô-la também numa luxuosa edição, cuja pré-venda (com um brinde inusitado, inédito e exclusivo) já se encontra à disposição dos interessados. Serão 500 exemplares em papel offset 90 g, que vem acompanhada do Wampun de Águia da Noite, a faixa usada por Tex, o chefe branco dos navajos, quando se encontra na reserva índia.
Wampum de Tex (imagem não oficial)
Wampum de Águia da Noite
O preço desta edição luxuosa de 242 páginas no formato 27,2 x 18,4 cm, é de 64,90 Reais, custando apenas 51,92 Reais se adquirida na pré-venda iniciada há poucos minutos e que se estenderá até dia 30 deste mês, graças ao desconto de 20%.
Pré-venda de Tex, o implacável
Com relação à trama escrita por Mauro Boselli e que contou então com a (magistral) arte de Claudio Villa: Os três irmãos Logan nasceram de mães diferentes, mas todos são igulmente perigosos. De Tucson aos desertos do México, encarando bandidos, apaches mescaleros e desperados mexicanos, Tex caça o trio para vingar a morte de seus amigos.
Tex, o implacável
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Quando muitos de nós vemos uma capa de Tex Edição Histórica nas bancas de todo o Brasil ou até mesmo nos quiosques portugueses, não imaginamos por vezes o quão difícil e quantas horas de trabalho foram necessárias até se chegar ao resultado final…
Antes do falecimento de Sergio Bonelli tudo começava com um esboço da imagem pretendida, determinado pelo próprio editor, já que ao contrário do que muitos pensavam, o desenhador não tinha liberdade para fazer a capa que bem entendesse para a história, até porque na grande maioria das vezes, Claudio Villa não ia reler a história antiga.
Vinheta de José Ortiz que serviu de base para o mini-póster de TNR 345
Por motivos vários, desde vetos do editor que não as considerava apropriadas ou por decisão do próprio desenhador que não ficava agradado com o seu trabalho, algumas capas chega(va)m a ter várias versões conforme já mostramos por diversas vezes aqui mesmo no blogue do Tex, mas damos a Claudio Villa a palavra para nos explicar o processo de criação de uma capa brasileira de Tex Edição Histórica:
Esboço inicial de Claudio Villa inspirado na vinheta de José Ortiz
“Se no passado tudo nascia na editora, onde Sergio Bonelli examinava pessoalmente a história em questão para procurar uma cena “de capa” entre as vinhetas desenhadas e depois elaborava um esboço veloz que me era enviado por fax, junto às cópias das páginas correspondentes (em geral, duas ou três), depois do seu falecimento coube-me a mim seleccionar a cena a eleger.
A partir daí, começava a trabalhar, preparando a cena “de capa”. Em síntese, era preciso cuidar do enquadramento, da luz e do movimento das personagens: a capa deve contar sem revelar, deve ser legível e imediata, deve interessar e ser suficientemente dinâmica. Às vezes, falta uma cena significativa e então ela é “construída” com os elementos extraídos da história. Algumas vezes, para conseguir o melhor, cheguei a seis, sete esboços. É incrível de quantas maneiras se pode contar, em igualdade de situação, uma cena. E cada vez descobrir uma “temperatura” diferente, só deslocando o ponto de vista, a luz ou a disposição das personagens.“
Ilustração do mini-póster de TNR 345 pintada por Claudio Villa
Inclusive as cores da capa, eram da responsabilidade de Claudio Villa: “Eu dava uma “indicação” de cor: fazia uma fotocópia em A4 a preto e branco e passava a colori-la com tintas líquidas, pintando-a como gostaria de vê-la impressa. Depois era o impressor que devia, com os seus instrumentos, aproximar-se daquilo que eu fiz…“
Póster Tex Nuova Ristampa 345
Realce-se ainda que as capas que, de início, eram para ser uma exclusividade de Tex Edição Histórica, ficaram então tão boas que a Sergio Bonelli Editore passou a publicá-las também na Itália, como mini-pósteres encartados em Tex Nuova Ristampa até ao número 455, edição em que a SBE decidiu terminar com esse brinde dado aos coleccionadores dessa “ristampa” durante mais de 24 anos…
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