GRANDES NOVIDADES MYTHOS/BONELLI: Nova colecção de Zagor, Mini-série inédita de Mágico Vento, Novas aventuras de Dragonero e ainda Júlia!

Zagor terá uma nova colecção com o selo da Mythos

Há 24 horas, aqui mesmo no Tex Willer Blog, demos a conhecer as próximas novidades relacionadas a Tex patrocinadas pela Mythos Editora, antecipando também que haveria novidades relativas a Zagor, Júlia, Mágico Vento e Dragonero…

Pois bem… vamos a elas:
Nos meses de Novembro, Dezembro e Janeiro a Mythos Editora vai lançar várias edições especiais, algumas que os leitores já estavam pedindo e algumas que serão surpresa. Como também já informamos, a maioria será em edições formato italiano e papel offset, no sistema Edição Limitada.

Comecemos com Zagor, o rei de Darkwood, que voltará com as suas aventuras inéditas e actuais a partir da edição italiana 634. Uma nova colecção, a partir do nº 1, que será chamada de Zagor Nova Série, com histórias completas de 240 páginas, ou mais, formato italiano e papel offset. Lindas edições de luxo que nenhum zagoriano vai querer perder.

Para quem estava com saudade do faroeste realístico e fantástico de Mágico Vento, a Mythos vai publicar a última mini-série O Retorno, em 4 partes, escrita por Gianfranco Manfredi. Material inédito e espectacular.

Dragonero por sua vez voltará a viver as suas aventuras a partir da edição número 5.

Dragonero continua a sua trajectória no Brasil

Da querida Júlia, a editora Paulista fechou contrato para mais 5 edições em formato italiano e papel offset, agora dos números 11 ao 15, para dar continuidade a essa que é uma das colecções de maior sucesso da Mythos actualmente. A criminóloga preferida dos leitores tem encantado centenas de novos leitores, que puderam começar a colecção desde o nº 1.

J. Kendall – As Aventuras de uma Criminóloga

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Novidades natalícias da Mythos para TEX!

Editor Dorival Vitor Lopes “fala” ao Tex Willer Blog

Com o fim do ano a aproximar-se vertiginosamente e tendo em conta que a quadra natalícia é propícia a novidades e presentes, contactamos a Mythos Editora, na pessoa do editor Dorival Vitor Lopes, para nos informar que surpresas, Bonellianas no geral e Texianas em particular, estavam a ser preparadas para surpreender e agradar os fãs e coleccionadores dos fumetti da Mythos Editora já que a editora Paulista sempre nos brinda com sucolosas guloseimas por esta altura do ano.

E realmente segundo o editor Dorival “Neste fim de ano teremos muitas guloseimas para os nossos amigos fãs de Tex, Zagor, Júlia, Mágico Vento, Dragonero…
Nos meses de Novembro, Dezembro e Janeiro vamos lançar várias edições especiais, algumas que os leitores já estavam pedindo e algumas serão surpresa. A maioria em edições formato italiano e papel offset, no sistema Edição Limitada.“.

Um dos exemplos que certamente agradará todos os fãs e coleccionadores do Ranger é que após o grande sucesso do Superalmanque Tex, que trouxe a historiona A Cela da Morte, a Mythos Editora fará uma segunda edição, agora só com histórias do grande Mestre Giovanni Ticci.

Giovanni Ticci

Uma edição de quase 500 páginas, com as aventuras Vingança de Índia, O Ataque de Goldena e Assalto ao Trem. No formato tradicional e consolidado de Tex no Brasil, o chamado formatinho, em papel jornal, que será distribuído pelas bancas do Brasil, mas também no formato italiano, com papel offset, que estará à venda somente através do site da Mythos Editora.

Superalmanaque Tex nº 1, foi publicado em Dezembro do ano passado

Do jovem Tex Willer a Mythos vai publicar a edição especial que a Sergio Bonelli Editore lançou no final do ano passado chamada Fantasmas de Natal. Uma enregelante aventura, com 128 páginas, passada nas neves das Montanhas Rochosas, com argumento de Mauro Boselli, Marco Nucci, Giulio Antonio Gualtieri, roteiro de Mauro Boselli, desenhos de Marco Ghion, cores de Gianmauro Cozzi e capa de Maurizio Dotti.

Especial Tex Willer – Fantasmas de Natal, versão italiana

Trata-se de um volume insólito com cores incomuns e surpreendentes, mais especificamente são histórias em preto & branco, com uma em tons de cinza e outra em tons de castanho. Esta edição especial situa-se cronologicamente entre o final de Tex Willer n° 13 (com a conclusão da história de Mefisto) e o início do n° 14, quando Tex estará no Utah.

Especial Tex Willer – Fantasmas de Natal

As selvagens e desabitadas montanhas Uintah, de acordo com as lendas dos Utes, são a morada de espíritos malignos… Somente os conquistadores espanhóis passaram por lá, há muito tempo, em busca do ouro… Em fuga da lei, Tex procura um refúgio seguro, uma velha cabana, a qual lhe tinha sido falada pelo seu amigo Dusty. Mas, entre tempestades furiosas e avalanches, na cabana acabaram por se esconder três bandidos, uma rapariga sua prisioneira e um garimpeiro que conhece as antigas lendas das Uintah… Histórias de fantasmas para passar o tempo…

Marco Ghion exibe orgulhosamente exemplares italianos do seu Tex Willer Speciale

E por hoje ficamos por aqui, amanhã divulgaremos as restantes novidades Bonellianas porque há que degustar calmamente as emoções que a Mythos nos está a preparar neste final de ano, para nosso deleite e gáudio…

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Entrevista com o fã e coleccionador: João Paulo Hildebrandt da Rosa

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Chamo-me João Paulo Hildebrandt da Rosa, nasci no dia 21 de Fevereiro de 2004, na cidade de Ijuí, noroeste do estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Apesar de ter nascido em Ijuí, desde que nasci, vivo em Catuípe, uma pequena cidade vizinha de Ijuí. Moro com os meus pais, e a nossa principal actividade económica é a agropecuária. Eu estudo na Escola Estadual Técnica Guaramano, onde curso o ensino médio e o curso Técnico em Agropecuária.

Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Antes mesmo de aprender a ler. O meu pai lia para mim, e eu repetia as histórias para os meus familiares. A minha primeira revista em quadrinhos, eu ganhei em 2010, era um Tio Patinhas, com apenas 48 páginas. Nesse tempo já havia aprendido a ler, e logo peguei o gosto por revistas em quadrinhos.

Quando descobriu Tex?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Foi em 2011, quando o meu pai me presenteou com o Tex Anual número 11, que trazia a história Nas Trilhas do Oeste, da dupla Segura & Ortiz. Confesso que inicialmente não gostei muito. Eu havia aprendido a gostar de revistas coloridos, mais simples. Li umas 40 páginas parei. Até que tempos depois, resolvi completar a leitura das 324 páginas daquele volume. Aí a paixão não teve fim.

Porquê esta paixão por Tex?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Obviamente porque o carácter de Tex é invejável, todos querem ser tais como eles. Ele não faz distinção entre ninguém. Ele é um personagem que carrega todas as qualidades morais de uma pessoa.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Ele é forte e corajoso, mas acima de tudo é humano. Suas histórias não precisam de nada sobrenatural, para serem espectaculares. Também o capricho, com histórias bem feitas, e desenhos incríveis.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Tenho 151 revistas. Tenho 3 que são importantes. O Tex Anual 11, pois foi minha primeira revista, o Tex 8, pois é a mais antiga, é de 1977, e o Tex Edição Gigante “Patagônia, pois considero sua melhor história.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Praticamente apenas livros. Tenho, fora eles apenas um póster e um marca-páginas.

Qual o objecto Tex que mais gostaria de possuir?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: O Tex Gigante desenhado por Galep.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: A minha história preferida, é “Patagônia”. O meu desenhador favorito é Fabio Civitelli e o argumentista que mais me agrada é Claudio Nizzi.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: O que mais me agrada é o seu empenho, para que o certo seja feito. Além disso, há todas as suas qualidades, como força, valentia, etc. Também há, por trás disso, o capricho de seus roteiristas e ilustradores. Não me agrada histórias, onde o fim é vazio. Quando ficam pontas soltas, ou o vilão não paga a sua culpa.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: O capricho e empenho de seus idealizadores. Sente-se, que cada história, é feita, para agradar mesmo, para divertir, fazer pensar, enfim, os autores, realmente pensam em nós, leitores.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Muito pouco. Conheço apenas dois, aqui em minha cidade.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
João Paulo Hildebrandt da Rosa: Menos glorioso que o passado. Infelizmente, uma grande maioria encara a leitura como algo sem-valor, e passam essa cultura a seus descendentes. Vejo o futuro menos glorioso, pois os principais roteiristas e ilustradores, ou faleceram, ou não estão mais na activa. Não que eu esteja desmerecendo os autores actuais, só acho que eles não conseguem, e não conseguiram contar histórias como Bonelli, Nizzi e Segura conseguiram. Talvez, porque Tex já viveu histórias nos mais diferentes cenários.

Prezado pard João Paulo Hildebrandt da Rosa, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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As Leituras do Pedro: Martin Mystère #12/#13

As Leituras do Pedro*

Martin Mystère #12 Dupla Personalidade
Martin Mystère #13 Os Illuminati
Paolo Morales (argumento)
Fabio Grimaldi (desenho)
Mythos Editora
Brasil, Setembro/Outubro 2019
160 x 210 mm, 96 p., pb, capa mole, mensal
R$ 26,90

Dupla personalidade… a dobrar

Desde (?) O estranho caso do Dr. Jekyll e Mister Hyde, de Robert Louis Stvenson, a questão da dupla personalidade tem dado origem a muitas e (algumas) boas histórias.

Este díptico de Martin Mystère, Dupla personalidade/Os Illuminati, é mais uma abordagem com essa base, com a curiosidade de a duplicidade surgir em… dose dupla.

A história arranca longe do domicílio de Martin Mystère, onde Java está de quarentena devido a… uma gripe, para nos introduzir aquela que será a verdadeira protagonista, Loretta Castorini, uma jovem tímida, vulgar e (familiarmente) submissa, que aparenta um ligeiro atraso. De seguida, numa mudança radical de cenário – e de tom – conhecemos também Leni, uma assassina fria, eficiente e sensual.

Um acontecimento trágico mostrará ao leitor que Loretta e Leni são uma e a mesma pessoa, que o destino fará que se cruze com Mystère.

Acreditando na versão da jovem, então (já) procurada pela polícia por assassínio, o investigador do impossível irá remexer em segredos com décadas, que forças poderosas, a operarem na sombra, tentarão manter a todo o custo.

A explicação da duplicidade Loretta/Leni é credível no âmbito de uma história de acção, movimentada e com algumas cenas espectaculares, que arrasta o leitor despertado pela situação, na descoberta da origem do distúrbio e, inevitavelmente, curioso do seu desfecho.

Referi acima uma dupla personalidade em dose dupla, porque – digo eu – o Martin Mystère que me habituei a conhecer, dá aqui lugar a alguém menos introspectivo e mais dinâmico, mas com um pouco habitual papel secundário no relato. A par disso, abandona os ‘grandes mistérios da humanidade’ com séculos ou milénios, para mergulhar em questões mais actuais e humanamente ‘palpáveis’. Sem que a ‘mudança’ seja chocante ou coloque em causa a verosimilhança da personagem que conhecemos há décadas, a verdade é que mais depressa veria Dylan Dog ou até Nick Raider – para citar duas outras criações Bonelli – a interpretar este papel, embora a parte final da narrativa já nos traga o Martim Mystère (mais) habitual.

No seu conjunto, trata-se de uma aventura de acção, rápida e dinâmica – o bom entretenimento descontraído que a Sergio Bonelli Editore maioritariamente nos serve – que tem como base (mais) uma elaborada teoria da conspiração, em que interesses políticos e financeiros se cruzam, empregando com frequência métodos que estão longe de ser legítimos ou honestos, escrita e desenhada com a competência habitual das criações Bonelli.

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro (http://asleiturasdopedro.blogspot.com/).

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Vídeo: Mitos Tex e Blueberry na Arte de Laura Zuccheri

Laura Zuccheri na Índia, durante uma pausa

Blueberry e Tex por Laura Zuccheri

Laura Zuccheri, a prestigiada desenhadora do staff de Tex que em Abril próximo estará presente em Portugal durante a 7ª Mostra do Clube Tex Portugal, evento a realizar a 24 e 25 de Abril de 2021 no Museu do Vinho Bairrada (onde terá a companhia do desenhador Roberto Diso), devido à actual pandemia que afecta o mundo inteiro está a residir de há uns meses para cá na Índia, continuando a fazer os seus trabalhos profissionais a partir do continente asiático, mas num momento de pausa ocorrido neste sábado “entreteve-se” a desenhar o Tex e o Tenente Blueberry numa magnífica ilustração que lhe foi pedida pelo Blogue Blueberry, uma Lenda do Oeste (uma iniciativa do pard brasileiro Afrânio Braga que tem uma belíssima rubrica intitulada “Blueberry e Tex por…” que já contou com as participações de Maurizio Dotti, Giovanni Bruzzo, Sandro Scascitelli, Alessandro Bocci,  Massimo Rotundo, Pasquale Del Vecchio, Giampiero Casertano, Bruno Brindisi e Orestes Suárez) tendo realizado no seu Facebook um vídeo em directo, enquanto estava a desenhar esses dois Mitos do Oeste, para gáudio dos seus fãs e admiradores, vídeo esse de quase 4 minutos que damos a conhecer em seguida a todos os leitores do Tex Willer Blog:

Já de regresso a casa, à Europa, no passado mês de Dezembro a Laura Zuccheri voltou a pegar neste trabalho de Tex e Blueberry mostrando-nos mais alguns segundos num belíssimo vídeo onde a vimos a colorir esta sua fantástica arte: