* A edição número 727 de Tex (“La strega della palude“) será posta à venda, em Itália, no dia 7 de Maio e trará a segunda parte de uma história escrita por Pasquale Ruju e desenhada por Bruno Ramella. A capa, como é tradição, será da autoria de Claudio Villae vamos hoje dá-la a conhecer aos nossos leitores, mostrando também toda a trajectória produtiva, começando pelos quatro esboços iniciais e concluindo na belíssima capa que estará disponível nos quiosques italianos daqui a cerca de um mês.
Claudio Villa
A capa de Tex #727, como tem sido tradicional após o Tex #401 (inclusive), é da autoria de Claudio Villa. Capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada dos quatro esboços iniciais, da arte finalizada a tinta da china, assim como da capa original pintada pelo próprio Claudio Villa tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos mostra então o percurso integral da capa de Tex #727:
Esboço inicial da capa de Tex #727, da autoria de Claudio Villa
Segundo esboço da capa de Tex #727, da autoria de Claudio Villa
Terceiro esboço da capa de Tex #727, da autoria de Claudio Villa
Quarto esboço, o eleito, da capa de Tex #727, da autoria de Claudio Villa
Arte final a preto e branco da capa de Tex #727, da autoria de Claudio Villa
Capa de Tex #727, com as cores originais de Claudio Villa
Capa de Tex #727
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Tex – “A Chicotada“, de Pasquale Ruju e arte de Mario Milano
A aposta da editora A Seita nos lançamentos da editora italiana Bonelli sedimenta-se ainda mais em 2021, com o arranque de uma nova coleção. Depois da coleção Aleph que já reuniu um bom número de títulos de Dylan Dog e Dampyr, é a vez da personagem mais famosa da casa italiana, Tex, ter uma coleção inteiramente dedicada às suas aventuras.
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Mas não é uma coleção qualquer. A Seita optou, e a meu ver, muito bem, por publicar uma coleção de histórias auto-contidas, criadas para o formato franco-belga e a cores. É um Tex de cara lavada e mais jovial que, creio, irá conquistar novos fãs das suas aventuras que, de outra forma, poderiam não o ser. E como são histórias auto-contidas, mesmo que se trate de um leitor que nunca leu um livro de Tex, conseguirá apreciar a história facilmente.
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A coleção, originalmente intitulada Tex Romanzi a Fumetti, arranca com este A Chicotada, com argumento de Pasquale Ruju e ilustrações de Mario Milano. E, em poucas palavras, pode dizer-se que é um título que funciona muito bem, não comprometendo negativamente em nenhum cômputo, e oferecendo-nos uma leitura simples, fácil e com um doce travo às aventuras clássicas de cowboys.
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A história, que decorre no México, apresenta-se-nos rápida e sem espinhas, de forma linear e sem que se perca tempo com muitas nuances narrativas. O holofote da obra centra-se na personagem de Diego Portela, que foi marcado na cara (e na dignidade) por valentes chicoteadas que lhe deixaram mazelas emocionais para sempre. E o verdadeiro culpado desse martírio foi (?) Don Alvarado. E agora, Diego Portela sente que é a altura certa para a sua vingança. Por coincidência, Tex Willer e Kit Carson também se encontram no México no encalço de um bando de traficantes. E, eventualmente, acabam por se envolverem na disputa entre Diego Portela e o clã Alvarado. Sendo uma história clássica de vingança, diria que, pelo menos de forma aparente, não é muito imaginativa. No entanto, há alguns twists na narrativa que surpreendem o leitor e que tornam a história mais interessante de ler.
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Como ponto menos positivo, pareceu-me que a obra beneficiaria se tivesse mais algumas páginas para melhor desenvolver a trama. Claro que compreendo que talvez não fosse esse o objetivo prévio. Nem da editora, nem dos autores. Não obstante, teria sido bom desenvolver melhor as personagens de Diego Portela e de Blanca Alvarado. Personagens essas que, mesmo sendo abordadas “ao de leve” são as verdadeiras estrelas deste A Chicotada. É óbvio que a presença de Tex Willer, acompanhado pelo seu fiel amigo Kit Carson, ajuda a moldar os acontecimentos da história. No entanto, é na negritude de Diego Portela e no ar misterioso de Blanca que o trabalho do argumentista Pasquale Ruju mais brilha.
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Em termos de arte, este é um álbum muito bonito e bastante bem executado, com um excelente trabalho do autor Mario Milano, cujo traço aparenta ter semelhanças com o de Jean Giraud na clássica série Blueberry. Os grandes planos que desenha das personagens – especialmente de Diego Portela – , bem como várias cenas de ação estão extremamente cinematográficos e impactantes.
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Um destaque merece ser dado à planificação das pranchas que será, possivelmente, aquilo que mais salta aos olhos quando comparamos um álbum clássico de Tex com este A Chicotada. Neste caso, o formato maior permitiu que a componente gráfica tenha adquirido um cariz muito mais cinematográfico, com uma dinâmica mais volátil, que proporciona vários tipos e tamanhos de vinhetas diferentes e um ritmo mais desenfreado da história.
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O facto da planificação ser mais dinâmica, com ilustrações que saem dos limites das vinhetas ou com vinhetas que se sobrepõem umas às outras, permite a tal sensação de frescura e a tal modernidade que Tex, na sua forma mais clássica, (já) não consegue ter. Ou melhor, já não conseguia. Porque este novo Tex está mais atual que nunca.
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E para que a série se apresente de cara lavada, muito contribuem as cores muito bem conseguidas de Matteo Vattani, que melhoram ainda mais a arte de Mario Milano, oferecendo-lhe a luz e a cor certas, e tornando o ambiente e as personagens mais verossímeis e esteticamente mais apelativas. É um álbum bonito, cujas ilustrações são agradáveis para observar.
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Embora o formato seja maior quando comparado com o formato a que Tex nos habituou, confesso que ainda gostava que fosse maior. Dentro do universo franco-belga ainda é um pouco “pequeno”. Mas, claro, há que reconhecer que já é um formato que permite muito mais, em termos de possibilidades narrativas e de planificação da história.
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A meu ver, este formato clássico franco-belga funciona muitíssimo bem neste Tex, tornando-o mais atual e mais em linha com outros grandes westerns que a bd franco-belga nos tem dado. Parece-me que é uma aposta ganha. Por parte da editora italiana, claro, que conseguirá alcançar novos mercados, mas também por parte da editora portuguesa A Seita que, inteligentemente, aposta nesta vertente de Tex, apontando para um maior número potencial de leitores: 1) os que já são fãs do famoso ranger mas, também, 2) aqueles que, gostando do género western franco-belga, se têm mantido um pouco à margem de Tex. Esta linha editorial parece reunir consenso junto dos dois públicos.
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Quanto à edição da obra, o trabalho é muito bem conseguido por parte d’ A Seita. E é com alegria que vejo que as editoras portuguesas têm cada vez mais cuidado com o objeto-livro que põem cá fora. Aos leitores de bd isso também importa. Assim, para além de um bom trabalho de encadernação, com capa dura e bom papel, destacam-se as entrevistas com os autores, os estudos de capa e um desenho original de Tex, feito propositadamente por Mario Milano para a edição portuguesa. Assinale-se ainda o bom sentido de oportunidade da editora portuguesa que edita este livro para o mercado português passados apenas alguns meses do seu lançamento original em Itália. . Em conclusão, este é o Tex certo para que todos aqueles que sempre olharam de soslaio para a série possam, finalmente, mergulhar nela. De forma simples, rápida, despretensiosa e agradável. Pode não ser um livro que marque uma vida mas é um livro bem conseguido de uma ponta à outra. Para os fãs de western? Recomenda-se! Para os fãs de Tex? Recomenda-se! Para os fãs do franco-belga? Recomenda-se também!
Hoje no blogue do Tex vamos dar a conhecer a todos os nossos leitores mais algumas recentes (já realizadas em 2021) artes texianas de Marcone Portela, um desenhador italiano, natural de Pero (Milão), mas que habita já há muitos anos no Brasil, mais precisamente em Ipojuca, um município brasileiro do estado de Pernambuco.
Marcone Portela desenha desde os 8 ano de idade e tem como ambição vir a ser desenhador na Sergio Bonelli Editore de modo a poder desenhar alguns dos seus personagens favoritos dos fumetti. E qualidade é o que não lhe falta, como podemos constatar em algumas das suas artes (inspiradas em alguns dos seus mestres texianos) enviadas ao blogue do Tex e que divulgamos então para que sejam apreciadas e comentadas pelos fãs e coleccionadores de Tex que nos prestigiam assiduamente com as suas visitas!
Tex na interpretação de Marcone Portela
Tex na interpretação de Marcone Portela
Tex na interpretação de Marcone Portela
Tex a cavalo na interpretação de Marcone Portela
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Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Rogério Stefanello: Olá Pards. Nasci em Jaciara, interior de Mato Grosso no Centro Oeste do Brasil. Cresci em fazendas onde fui operador de máquinas e desde o ano de 2007 mecânico profissional e hoje sou mecânico de uma multinacional de alimentos. Casado, pai de um menino Autista de 13 anos.
Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada? Rogério Stefanello:Até o dia de hoje eu não sei dizer ao certo como nasceu o interesse maior pelos quadrinhos em geral e por Tex em particular, mas recordo que eu havia visto livros do Zagor e Akim em 1989.
Quando descobriu Tex? Rogério Stefanello:O meu primeiro encontro com Tex foi em 1994.
Porquê esta paixão por Tex? Rogério Stefanello:Como disse anteriormente, o meu primeiro encontro com Tex foi em 1994 e talvez pela forma como houve o contato tenha sido o combustível desse apreço. O primeiro Tex que tive em mãos foi o Tex #251 do Vicenzo Monti e ganhei de presente num velório de um conhecido de minha família que havia sido cruelmente assassinado na época. Foi algo muito terrível na época e mexeu com todos. A paixão por este personagem se dá por causa de sua forma de fazer o que é certo, sem se importar com a lei, e ao mesmo tempo sem infringi-la, e Tex faz isso de uma forma que seria necessária hoje.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos? Rogério Stefanello:Os enredos dos autores, seus argumentos, o facto de trazer factos históricos e falar de coisas importantes da época talvez seja o primordial, além do facto de Tex e seus parceiros serem uma família talvez seja o referencial para o SUCESSO do personagem, além do humor sempre presente nas histórias, e da superação dos argumentistas em fazer histórias simples impactarem seus leitores.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si? Rogério Stefanello:Por ocasião de dificuldades financeiras na época de 2012 parei de colecionar Tex por um tempo, mas tenho 614 revistas de Tex, e já no próximo ano pretendo retomar essa paixão por Tex, que para mim é um marco das HQs (BD’s), principalmente em preto e branco, um clássico das leituras. Considero todas as coleções importantes, mas tenho um apreço especial ao Tex Ouro por trazer as histórias completas, por Tex Almanaque por trazer conteúdos de faroeste muito bons e enriquecedores, além é claro do Tex Anual. Colecionava somente Tex pela paixão pela história do personagem, já que nunca fui chegado aos quadrinhos. Tex é algo singular. Um fenómeno que me prendeu.
Qual o objecto Tex que mais gostaria de possuir? Rogério Stefanello: Não tenho um objeto particular, teria vários, mas hoje o meu interesse maior seria ver o Tex Gigante do Magnus colorido. É o gigante preferido e a forma como ele desenhou aquela história marcou-me, assim como O Homem de Atlanta do Jordi Bernet que nunca consegui obter.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista? Rogério Stefanello: Minhas histórias preferidas são “A grande intriga” do saudoso Erio Nicolò, “Os Sete Assassinos” do Carlo Rafaelle Marcello e “Os invencíveis”, também do Marcello. Assim depois do saudoso Galep, meus desenhistas preferidos seriam o Marcello e o Fusco. O argumentista depois do Bonelli, é o Nizzi e o Boselli.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos? Rogério Stefanello: As histórias que mais me agradam em Tex são histórias com mais de 300 páginas e que abordam temas históricos na época. Histórias em duas partes geralmente são mais corridas e talvez não dê valor grandioso aos inimigos de nosso herói, e foi um dos motivos que desagradou (na minha opinião) a morte do Tigre Negro no Tex #489 com desenhos do Andrea Venturi e com argumento do Nizzi, mas tem muitos leitores que gostam de histórias assim...
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é? Rogério Stefanello:Somos apaixonados pela leitura do Tex por ele ser um personagem que tem uma forma singular de lutar contra a injustiça. Talvez seja este o fator pelo personagem ter sobrevivido já por mais de 7 décadas, com muito sucesso, e isso desde o longínquo ano de 1948 e mesmo com a queda deste mercado, Tex segue firme, com menos leitores, mas fiéis. No meu caso também tem o fator genético, por MANITU, sou descendente de italiano e vários membros de minha família tiveram contato. Tá no sangue, raios!!!
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores? Rogério Stefanello:Me desliguei por completo do mundo do personagem e só acompanhava os lançamentos e relia minhas revistas até meados de 2021 quando encontrei vários grupos e agora mantenho contato com vários colecionadores via internet e descobri outros que conheço pessoalmente, e que conhecem e colecionam também o personagem.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger? Rogério Stefanello: Quanto ao futuro do Ranger mais temido do Oeste?? Bem… Tex sobreviveu a 70 anos e está na ativa e tem fôlego para muito mais. Eu vejo que iremos cavalgar nas pradarias celestiais, mas nosso grande herói dos quadrinhos estará firme e na ativa lutando contra todo tipo de injustiça…
Prezado pard Rogério Stefanello, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
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Por Zenaldo Nunes – Caruaru – Pernambuco – Brasil Março de 2021
“TEX CONTRA O CORONAVÍRUS” (Herói X Vilão)
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CONTRA UM INIMIGO “INVISÍVEL”
Armas de combate!
VACINAS CONTRA A COVID-19
A vacina da Pfizer e da BioNTech contra a COVID-19 é baseada no RNA mensageiro, ou mRNA, que ajuda o organismo a gerar a imunidade contra o coronavírus, especificamente o vírus SARS-CoV-2. A ideia é que o mRNA sintético dê as instruções ao organismo para a produção de proteínas encontradas na superfície do vírus. Essas proteínas (ou antígenos) estimulam a resposta do sistema imune resultando, assim, potencialmente em proteção para quem recebeu a vacina. (…) eficácia da vacina contra a COVID-19 foi de 95%, com esquema de duas doses, num intervalo de 21 dias entre as doses. Os dados demonstraram que a vacina foi bem tolerada, sendo que nenhuma preocupação séria de segurança foi observada. Fonte:https://www.pfizer.com.br/
AstraZeneca – Trata-se de uma vacina vetorial. Segundo a Fiocruz, ela foi desenvolvida com a tecnologia de vetor não replicante de adenovírus de chimpanzés, inofensivo para seres humanos. Após a vacinação, o adenovírus penetra em algumas poucas células do corpo humano e utilizam o gene para produzir a proteína Spike (espícula). O sistema imunológico então reconhece isso como estranho e, em resposta, produz anticorpos e células T, que idealmente protegem contra a infecção com o coronavírus Sars-CoV-2. Fonte:https://www.dw.com/pt-br/not%C3%ADcias/s-7111
Sinovac – A vacina adsorvida covid-19 (inativada) é feita com o novo coronavírus (SARS-COV-2) (cepa CZ02). Para produzir a vacina, o vírus é inativado, ou seja, substâncias químicas são adicionadas para que o vírus não seja capaz de causar doença, ficando “morto”. Depois é acrescentado o hidróxido de alumínio, que é uma substância já bem conhecida como adjuvante para que a vacina induza proteção (anticorpos) nas pessoas vacinadas. Produzida pela Sinovac Life Science Co. Ltd. (…). Fonte:https://vacinacovid.butantan.gov.br/index
Sputnik V – Essa vacina usa uma tecnologia conhecida como vetor viral não replicante, que já é pesquisada há décadas pela indústria farmacêutica e é a mesma da vacina de Oxford. (…,) usa outros vírus inofensivos para simular no organismo a presença de uma ameaça mais perigosa e que se deseja combater para gerar uma resposta imune. (…) ela é feita com adenovírus; modificados para não serem capazes de se replicar depois que entram nas células humanas. Os cientistas inseriram as instruções genéticas para a produção de uma proteína característica do novo coronavírus. Uma vez injetados, eles entram nas células e fazem com que elas passem a produzir essa proteína em sua superfície. Isso alerta o sistema imunológico, que aciona células de defesa para combater. Fonte:
GIROS NO COLT
Controle, domínio e precisão
INSTITUTO BUTANTAN (120 anos de fundação)
O Instituto Butantan (ou Butantã) é um destacado centro de pesquisa biológica localizado no bairro do Butantã, na zona oeste da cidade de São Paulo, Brasil, adjacente ao campus Cidade Universitária da Universidade de São Paulo. É uma instituição pública ligada à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, desde sua fundação. Por seu trabalho notável em saúde pública, é considerado um dos principais centros científicos do mundo. (…) conta com um hospital (Hospital Vital Brazil), uma biblioteca, um macacário, um serpentário e unidades de produção de biofármacos, além de parques e museus. (…) apesar de possuir estreitas relações científicas e compartilharem do mesmo espaço físico, o Instituto Butantã não é unidade integrante da Universidade de São Paulo, possuindo autonomia administrativa e financeira. O Instituto foi fundado em 23 de fevereiro de 1901, sob o nome de Instituto Serumtherapico, e é hoje responsável por grande parte da produção de vacinas utilizadas no PNI (Programa Nacional de Imunização) do Ministério da Saúde. (…) produz uma grande variedade de soros imunoterápicos, utilizados para combater acidentes causados por serpentes, aranhas e escorpiões. Além das atividades relacionadas à saúde pública, é também um importante ponto turístico, contando com 1 parque e 4 museus (Museu Biológico do Instituto Butantan, Museu Histórico, Museu de Microbiologia e o Museu de Saúde Pública Emílio Ribas). (…) em parceria com a farmacêutica Sinovac Life Science, do grupo Sinovac Biotech, realiza a produção da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus (COVID-19) que foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uso emergencial. O Instituto surgiu em 1898, projetado para combater um surto de peste bubônica no porto de Santos em 1899, levou o governo a adquirir a Fazenda Butantan para instalar um laboratório de produção de soro antipestoso, vinculado ao atual Instituto Adolfo Lutz. O nome Butantan, segundo etimologistas, é originário do tupi e quer dizer “terra dura dura”. (…) mantém a tradição do nome, grafando-o com o “n” final, mesmo destoando do bairro, em que está situado, e seguindo decreto do governo municipal de São Paulo, é grafado com til (Butantã). Por outro lado, o nome do seu fundador (Vital Brazil) é grafado com “z”, como era escrito o nome do país na época. Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Logo_Instituto_Butantan_horizontal.svg
VITAL BRAZIL
Vital Brazil (1865-1950) – Foi um médico, sanitarista e pesquisador brasileiro. Pioneiro no estudo das toxinas desenvolveu o soro antiofídico para tratamento de mordidas de animais peçonhentos (serpente, escorpião e aranha). (..) nasceu em Campanha, Minas Gerais, no dia 28 de abril de 1865. Em 1880, com 15 anos, mudou-se com a família para São Paulo. Em1886, após completar seus estudos preparatórios seguiu para o Rio de Janeiro e ingressou na Faculdade de Medicina. Em1891, logo após a formatura, foi contratado pelo Serviço de Saúde Pública do Estado de São Paulo, quando realizou diversas missões pelo interior do Estado para debelar as epidemias de febre amarela e peste bubônica. Em 1893, quando estava em Belém do Descalvado contraiu a febre amarela. Em 1895, em Botucatu, na região de plantação de café, atendeu várias pessoas picadas de cobra. Em 1897, Vital Brazil ingressou no Instituto Bacteriológico do Estado de São Paulo, Brasil, dirigido por Adolfo Lutz. Trabalhou junto a Oswaldo Cruz e Emílio Ribas em pesquisas para o combate da peste bubônica, do tifo, da varíola e da febre amarela. Em 1899, um surto de peste bubônica que se propagava a partir do porto de Santos, levou o governo a criar um laboratório de produção de soro antipestoso. O laboratório foi instalado na fazenda Butantan, onde Vital Brazil passou a desenvolver suas pesquisas. Em 1901, o laboratório então, foi transformado em Instituto Butantan. Fonte:https://www.ebiografia.com/
Instituto Vital Brazil – Em 3 de julho de 1919, após deixar a direção do Instituto Butantan, Vital Brazil foi para o Rio de Janeiro onde fundou o Instituto Vital Brazil, com o apoio do Dr. Raul de Morais Veiga. Se tornou um centro de pesquisas, ensino, desenvolvimento e produção de medicamentos e soros. O Instituto foi vendido para o governo do Rio de Janeiro. Veio a falecer no Rio de Janeiro, no dia 8 de maio de 1950. Fonte:https://www.ebiografia.com/
Soro Antiofídico – É um medicamento para tratar da picada de animais peçonhentos . É obtido a partir do veneno da cobra que é inoculado, em pequenas doses, em um animal de grande porte, como o cavalo, que produz anticorpos que neutralizam a ação do veneno. Do sangue retirado é aproveitado o plasma que passa por vários processos até se transformar no soro. Fonte:https://www.ebiografia.com/
5 MAIORES PANDEMIAS “POR VÍRUS” DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
Coronavírus Vírus: SARS-COV-2 Período do surto: 2019-2020 Número de mortes: cerca de 2,2 milhões de pessoas aproximadamente.
Varíola Vírus: Orthopoxvirus Variolae Período do surto: 430 a.C. (primeiro surto) Número de mortes: 300 milhões de pessoas aproximadamente.
Gripe Espanhola Vírus: Influenza Período do surto: 1918-1920 Número de mortes: entre 20 e 40 milhões de pessoas aproximadamente.
Aids (HIV) Vírus: HIV Período do Surto: 1980 Número de mortes: 20 milhões de pessoas aproximadamente.
Gripe Suína (H1N1) Vírus: Influenza tipo A Período do surto: 2009-2010 Número de mortes: cerca de 20 mil pessoas aproximadamente.
Nota: A pandemia acontece quando uma doença epidêmica infecciosa é muito contagiosa e atinge todos os continentes do mundo. A ordem escolhida acima, está de acordo com a mais atual (coronavírus), seguida daquelas que mais afetaram a humanidade. Atualizado em 1/2/2021. Fonte:https://www.todamateria.com.br/
A VARÍOLA “Sofrimento e luto na vida de nosso herói”
Publicações da Editora VECCHI – Setembro a Novembro de 1974
Arco: Forte Defiance (Partes 1-4) – Personagens: Tex, Kit Carson, Jack Tigre e Kit Willer – Argumento: Giovanni Luigi Bonelli / “Gianluigi Bonelli” – Arte: Aurelio Galleppini / “Galep”. Publicadas originalmente em Tex n° 103-106/1969 – Sergio Bonelli Editore.
As lembranças do grande amor da vida de Tex e seu fim trágico são trazidas a tona novamente, quando por uma coincidência do destino uma reportagem traz notícias de um dos principais algozes da trama que vitimou Lírio Branco. Depois da descoberta, Tex, Kit Carson, Jack Tigre e Kit Willer relembram a parte inicial do acerto de contas com Fred Brennan e John Teller. A vingança de Águia da Noite é tão dura como um bloco de granito e certeira como um projétil disparado por seu revólver, e os desumanos bandidos que espalharam a varíola em cobertores infectados pela aldeia navajo, em que ele e sua amada viviam, descobrem isto de uma forma dura e dolorosa. Nas perseguições realizadas no passado contra Brennan, Teller, e os capangas de ambos, todos tombaram pelos tiros de Tex e Jack Tigre; exceto Brennan. Existe um ditado espanhol que diz que “a vingança é um prato que se come frio”. Bem, no caso de Brennan além de frio, ele irá ser escuro, cercado de vorazes predadores da natureza, mas não sem antes ter um prólogo de assustar o mais valente dos homens! – Fonte:http://www.guiadosquadrinhos.com/
UM MOMENTO DE PRECE!
“In Memorian” a todos que morreram com esta terrível pandemia e “condolências” à toda família enlutada. Gratidão a Deus por estar vivo, com saúde e “lutando”. {cunho próprio}
V DE VITÓRIA
Sala de Vacina – Hospital Municipal Casa de Saúde Bom Jesus – Caruaru / Pernambuco / Brasil (8/2/2021) – Dra. Patrícia Duarte (Enfermeira) e Andrea Batista (Técnica de Enfermagem) – Fotos: Benia Calado (Técnica de Enfermagem).