Vídeo – Governador Vincenzo De Luca: “Sou apaixonado por Tex, mas decepcionado com as inovações gráficas do Ranger”

Governador Vincenzo De Luca na Comicon, ‘Eu, coleccionador de Tex Willer’

O governador, ‘mas não gostei da inovação gráfica‘

“Eu lia Tex Willer, tinha uma colecção, enervava-me o facto que a história final terminasse a meio e me obrigassem a comprar o número seguinte” – recorda divertido.

Na apresentação do festival Comicon o presidente da Região da Campânia Vincenzo De Luca falou sobre as suas preferências em termos de banda desenhada confirmando a sua predilecção pelo mais famoso heróis do western italiano: Tex Willer, o agente federal da reserva Navajo que luta para proteger os índios das fraudes dos comerciantes sem escrúpulos e aproveitadores vários, série criada em 1948, por Gianluigi Bonelli e pelo desenhador Aurelio Galleppini.

“Mas não gostei da inovação gráfica, continuo aficionado ao velho Tex desenhado de forma graciosa e não nervosa como nas últimas edições” acrescentou Vincenzo De Luca.

E a propósito da Comicon, o que faria o governador da Campânia se tivesse super-poderes? “Esqueça –  graceja – a máxima ambição que podemos ter num tempo como este em que vivemos é a normalidade, a civilidade nas relações, aquele pedaço de sentido humano mesmo na luta política que foi completamente perdido. Devemos apontar para isso, a coisas concretas. Num mundo onde já não existe ideologia devemos recriar um sistema de valores positivos, caso contrário não seremos capazes de transmitir esperança às novas gerações“.

Kit Carson (de Pedro Mauro) e Tex (de Fabio Civitelli) para José Carlos Francisco

Kit Carson (de Pedro Mauro) e Tex (de Fabio Civitelli) para José Carlos Francisco

Fabio Civitelli, José Carlos Francisco, Pedro Mauro e o desenho dos Rangers feito por ambos os desenhadores; Anadia – 28 de Abril de 2024

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A EDITORA SAICÃ é a nova casa de ZAGOR no Brasil

AAAAYYYAAARKKKKK!
O espírito com a machadinha agora perambula por novas florestas! A EDITORA SAICÃ é a nova casa de ZAGOR no Brasil, e traz a seus fiéis leitores a saga das sagas, simplesmente a continuação da Odisseia Americana, a primeira grande viagem de Zagor e Chico fora de Darkwood, numa sequência de aventuras de tirar o fôlego, em histórias coloridas, capa cartonada com orelhas e formato italiano, apresentando sempre histórias completas. Uma coleção de luxo, feita de fãs para fãs.

Embarque no fantástico mundo de aventuras e fantasias de ZAGOR. Agora pela Editora Saicã. A primeira campanha pelo Catarse está em pleno andamento, (acesse clicando AQUI). Lembrando que são histórias extraídas da melhor fase do personagem, fruto da mente prodigiosa de seu criador, SERGIO BONELLI (Guido Nolitta). Caso a recepção dos leitores seja boa, a chance da Saicã trazer as histórias atuais de Zagor é muito grande. Portanto, mãos à obra, apoiem a nobre iniciativa promovida pelo editor Neimar Nunes, caramba y carambita!

A Série Verde (divisão cronológica que se inicia no nº 89 italiano, após ‘Odisseia Americana“) da Coleção Histórica a Cores de Zagor partirá com dois volumes mais que especiais: o primeiro trará a saga completa de “Liberdade ou Morte” (nºs 89 a 92 italianos) e o segundo a saga completa da “A Ilha da Magia” (nºs 92 a 95 italianos).

“Os Estados Unidos da América estão exterminando um povo inteiro: os Seminoles. Os últimos rebeldes obstinados, liderados por Manetola, conseguem chegar a um acordo com o capitão Seabrook, que promete levá-los para a pequena ilha de Britannia, nas Bahamas, onde poderão viver em paz. Mas os paraísos são muitas vezes ilusórios…”

Elaborada por Guido Nolitta e desenhada por Franco Donatelli, a sequência marcou uma geração: foi uma das pedras fundamentais da Era de Ouro Zagoriana. Com histórias sólidas e surpreendentes como “Liberdade ou Morte“, Sergio Bonelli incursionou Zagor por epopeias que marcaram a história do Oeste americano, cativando leitores na Itália, no Brasil e em diversos outros países.

“Haiti. É nesta ilha misteriosa que chegam Zagor, Chico e seu amigo negro Bosambo. Uma ilha onde domina a religião misteriosa do vodu, uma mistura de catolicismo e ritos africanos. Uma ilha de cheiros estranhos e cores estranhas, onde os Loa, os espíritos, caminham lado a lado com os homens!”

Na saga da Ilha da Magia, Sergio Bonelli escolheu Franco Bignotti, uma das maiores lendas da Bonelli, para adentrar na cultura haitiana do Vodu e criar uma das histórias mais aterrorizantes de Zagor. Em um roteiro muito bem construído, Bonelli faz o leitor sentir na pele a angústia do herói em uma tentativa desesperada de lutar contra forças que transcendem a realidade.