O Editorial (e o Sumário) da Revista nº 20 do Clube Tex Portugal

O Sumário da Revista nº 20 do Clube Tex Portugal

EDITORIAL

Diz um conhecido provérbio inglês que onde existe uma vontade, existe um caminho. Esse tem sido um dos lemas do Clube Tex Portugal. Ter um caminho, não isento de obstáculos, que nos desafie a fazer sempre mais e, quando possível, melhor. A Mostra que anualmente se realiza em Anadia, bem como a revista que apresentamos semestralmente, têm sido duas provas evidentes do nosso caminho e da nossa vontade, que encontra eco no enorme carinho demonstrado por todos.

Este ano, a Mostra de Anadia foi um verdadeiro sucesso, pois contou com a presença de quatro autores e de inúmeros fãs e visitantes que chegaram de vários países, como Brasil, França, Inglaterra ou Itália. Nunca tantos estiveram presentes, no entanto, apesar de algum esforço e muita paixão, a verdade é que sem o apoio inexcedível de alguns texianos, dos autores, do Município de Anadia e do Museu do Vinho Bairrada, a organização do evento teria sido certamente muito mais difícil, dados os vários contratempos e dificuldades que surgiram no nosso caminho. Um bem-haja a todos.

Por outro lado, a revista é algo que nos orgulha a todos, e é sempre com um imenso prazer e uma inexcedível paixão que, semestralmente, a preparamos. Chegámos ao número 20, um número tão importante como todos os outros que o antecederam, mas que é o primeiro em que, devido à política editorial da Sergio Bonelli Editore, deixamos de poder contar com desenhos originais nas capas.

Os desenhos do número anterior, de Galep e Villa, não sendo originais, tinham sido fruto de uma expressa opção editorial. A partir deste número, encerra-se esse capítulo, mas ao Clube Tex Portugal abre-se um vasto leque de oportunidades, dado o enorme acervo de desenhos de Tex que temos à nossa disposição. A dificuldade residirá na escolha, mas se o nosso caminho estiver ausente de obstáculos, provavelmente não nos levará a nenhum lugar.

Obrigado a todos os que contribuíram para mais este número da revista, esperando que a sua leitura vos transmita o mesmo prazer que a nós nos deu a sua preparação. E porque o caminho faz-se caminhando, no que à revista diz respeito, marcamos encontro em dezembro.

O Editorial da Revista nº 20 do Clube Tex Portugal

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Abertas as RESERVAS para exemplares extras da revista nº 20 do Clube Tex Portugal que terá novamente DUAS VERSÕES para a CAPA, ambas de GIOVANNI TICCI

JUNHO marca o regresso da revista do Clube Tex Portugal, um projecto feito por sócios e dirigido a todos os sócios do clube português, focando os mais variados temas em redor de Tex e do western em geral.

As DUAS capas de GIOVANNI TICCI para a revista nº 20 do Clube Tex Portugal

Este vigésimo número terá, uma vez mais, 48 páginas e apresentará novamente DUAS versões para a sua capa, desta vez do magnífico desenhador GIOVANNI TICCI.

Em ambas as capas, temos, obviamente Tex,  mas com duas belas ilustrações optou-se novamente (tal como aconteceu com as revistas nº 2 que teve duas capas de Fabio Civitelli, nº 3 que teve duas capas de Luca Vannini, nº 4 que teve duas capas de Enrique Breccia, nº 5 com duas capas de Maurizio Dotti, nº 6 com duas magníficas capas de Massimo Rotundo, nº 7 com duas belas capas de Stefano Bliglia, nº 8 com duas capas de Pasquale Del Vecchio, nº 9 com duas belíssimas capas de Rossano Rossi, nº 10 com duas capas de Giacomo Danubio, nº 11 com duas lindas capas de Pasquale Frisenda, nº 12 com duas fantásticas capa de Alessandro Bocci, nº 13 com mais duas capas fascinantes de Lucio Filippucci, nº 14 com duas capas espectaculares da autoria de Stefano Andreucci, nº 15 com duas fabulosas capas de Michele Benevento, nº 16 com duas capas fantásticas dos irmãos Gianluca Cestaro e Raul Cestaro, nº 17 com duas deslumbrantes capas de Giampiero Casertano, nº 18 com duas icónicas capas de Bruno Brindisi e nº 19 onde como forma de homenagear os 75 anos de vida editorial de Tex, optamos por consagrar a primeira e icónica vinheta de Tex, publicada originalmente em Setembro de 1948, na sua versão original da autoria de Aurelio Galleppini (Galep) e na versão de Claudio Villa), por fazer a revista com duas capas diferentes, uma principal (com Tex no deserto) e uma alternativa (com Tex a entrar num saloon).

Capa principal da revista nº 20 do Clube Tex Portugal, da autoria de Giovanni Ticci

Neste vigésimo número para além das magníficas capas de Giovanni Ticci, destaque ainda para as colaborações EXCLUSIVAS dos consagrados autores Pedro Mauro e Bruno Brindisi.

Neste número regressam os textos do director Mário João Marques (que nos fala de Tex/Águia da Noite, branco de nascimento, navajo de adoção), do Sandro Palmas (que escreve um amplo texto dedicado ao autor das duas belíssimas capas, Giovanni Ticci), do Jesus Nabor Ferreira (que nos escreve sobre ‘O Ouro do Colorado’ e outras histórias de Ticci), do editor Dorival Vitor Lopes (que escreve um sentido e emotivo texto intitulado “Só Mesmo Tex”), do Paulo Guanaes (que nos delicia com um belo texto sobre Tex: A formação do Mito) e  do João Marin (que nos delicia com a rubrica ‘O Cantinho do Sócio’).

Capa variante da revista nº 20 do Clube Tex Portugal, da autoria de Giovanni Ticci

Nota do Clube Tex Portugal a todos os sócios:

Como habitualmente, os sócios do Clube Tex Portugal (com excepção dos sócios menores) COM AS QUOTAS DO MÊS DE JUNHO PAGAS, terão direito a receber gratuitamente um exemplar da revista. Dado que este 20º número será publicado com duas versões da capa, o exemplar gratuito será o de Tex no deserto.

Adicionalmente, sem qualquer limite, os sócios podem adquirir mais exemplares da revista, quer da versão principal quer da versão alternativa, sendo o preço unitário de 12,50 euros.

Deste modo, todos os sócios que desejem adquirir exemplares da revista, devem informar desde já (e impreterivelmente até ao dia 13 de Junho) o Clube Tex Portugal, na forma de comentário a este post ou escrevendo para José Carlos Francisco (josebenfica@hotmail.com), indicando o nº de exemplares pretendido para cada versão da capa e procedendo ao respectivo pagamento na conta do Clube Tex Portugal ou através de paypal, enviando o comprovativo desse mesmo pagamento.

* Pagamentos internacionais por transferência bancária devem ser feitos com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube, devendo ser creditada a conta PT50003600009910590434664 em nome do Clube Tex Portugal na Caixa Económica Montepio Geral – código swift: MPIOPTPL;

* Pagamentos nacionais por transferência bancária devem ser feitos para o IBAN PT50003600009910590434664

* Pagamentos por Paypal devem ser efectuados para o e-mail cacem.moreira@gmail.com com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube.

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Fanzine de Banda Desenhada VIRIATVUS n.º 7 celebra os 75 anos de aventuras do Tex

A prestigiosa revista “ANIM’ARTE” (um projecto editorial do GICAV – Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu, uma das cidades capitais da Banda Desenhada em Portugal) a partir do seu número 117, do trimestre Julho-Agosto-Setembro de 2020, passou a incluir um fanzine (VIRIATVUS) dedicado à BD/Ilustração, mais um espaço nobre para a divulgação da Nona Arte.

E é precisamente no número 7 do fanzine VIRIATVUS, datado de 2024, que num texto da autoria de Mário João Marques (Clube Tex Portugal) os 75 Anos de Aventuras de Tex Willer são celebrados em 5 belas páginas, como podemos ver então de seguida neste magnífico fanzine  coordenado por Carlos Almeida:

CELEBRAÇÃO DOS 75 ANOS DE AVENTURAS DO TEX

Por Mário João Marques (Clube TEX)

Em 1948, a Itália acabara de sair da trágica experiência da Segunda Guerra Mundial e da ainda mais trágica Guerra Civil. O país encontrava-se em ebulição, tudo era efémero e tudo se consumia rapidamente, incluindo no mercado dos fumetti (banda desenhada italiana), onde as publicações desapareciam à mesma velocidade com que surgiam. O mundo estava em transformação, tal como acontecera com o Oeste Americano durante o século XIX, palco das aventuras de uma nova personagem saída da veia criativa de Gianluigi Bonelli e dos desenhos de Aurelio Galleppini: Tex Willer.

Tudo começou em 30 de setembro de 1948, quando surgiu nas bancas italianas La Collana del Tex, uma pequena publicação de 32 páginas em tiras, com o selo da editora Audace de Milão, e o mote L’albo più ricco al prezo più povero (o livro mais rico ao preço mais baixo). No entanto, para conhecermos a génese da nova publicação, recuemos um pouco no tempo, até 1940, quando Gianluigi Bonelli adquire a editora Audace, onde já então colaborava como autor. Ajudado pela esposa, Tea Bertasi, Bonelli trabalhou também como editor até 1944, quando se interrompe a atividade devido à guerra. Em 1946, já divorciada, Tea decide reabrir a editora, continuando a contar com a colaboração do ex-marido, agora apenas como autor de fumetti. Juntamente com Aurelio Galleppini, Gianluigi Bonelli vai criar o justiceiro mascarado Occhio Cupo, uma série ambientada na guerra franco-britânica no Canadá, assim como Tex Willer, que vai nascer na sombra do primeiro.

Se Occhio Cupo é alvo de um grande cuidado, quer ao nível dos enredos e do desenho, bem como do grafismo e do formato, La Collana del Tex será menos exigente. A verdade é que será este “patinho feio”, como na altura foi apelidado por Galep, que se vai tornar no porta-estandarte da editora, derrotando Occhio Cuppo (que desaparece ao fim de poucos meses), assim como, sucessivamente, todas as outras principais publicações do fumetto italiano, nomeadamente Capitan Miki, Il Grande Blek ou Il Piccolo Sceriffo. As “pobres” tiras (inicialmente com uma tiragem de 45000 cópias) que apresentavam aventuras frescas e dinâmicas, com um herói nobre no ânimo, audaz e com um sentido de honra imaculável, acabam por impor-se, projetando Tex Willer para uma cavalgada sem limites, à conquista de cada vez mais leitores, e que viria a conquistar gerações de todas as idades e de todos os extratos sociais, tornando-se numa das mais famosas marcas italianas no mundo e uma das personagens com maior longevidade no panorama da banda desenhada mundial.

Não foi uma conquista fulminante ou uma paixão à primeira vista. Pelo contrário, a série teve que fazer o seu percurso, tornear obstáculos, mas acabou por se impor mercê dos seus enredos movimentados, dos diálogos velozes, duros e corrosivos, e dos valores fundamentais que foi imanando como justiça, lealdade, igualdade entre todos, luta contra os poderes instituídos, contra a corrupção ou ainda contra a obtusidade militar. Se as primeiras aventuras mostram um desempenho do herói improvisado e ainda contraditório e pouco estruturado, muito próximo dos códigos específicos do entretenimento popular, com o decorrer das aventuras Tex vai evoluir, e o jovem irrequieto, que galopava e disparava, vai dar lugar a uma personagem madura, irónica e psicologicamente convincente.

O seu primeiro nome era Tex Killer, que acabou por ser alterado para Tex Willer para evitar a censura reinante naquela época e, na realidade, no início o herói surge ao leitor como um fora-da-lei, perseguido pelas autoridades, por se ter vingado dos assassinos do seu pai. Mas, em breve, múltiplas vicissitudes e acontecimentos vão levá-lo a tornar- se num respeitadíssimo e temido ranger do Texas e líder branco dos índios navajos (com o nome de Águia da Noite), ao casar-se com a filha do chefe Nuvem Vermelha, e sucedê-lo no comando da tribo. Passará a atuar ao lado dos seus principais parceiros, Kit Carson, Kit Willer (o filho) e o índio navajo Jack Tigre, protagonizando aventuras sem fim, lutando pela justiça, enfrentando tudo e todos, e encarnando a esperança e a crença num mundo novo, livre, justo e igual, a mesma esperança que os italianos ambicionavam, numa época de transição de um regime de governo totalitário para um democrático.

Como tal, Tex rapidamente acabará por ultrapassar as páginas das suas aventuras e colar-se à realidade italiana da época, denotando uma notável capacidade de identificação com os traços fundamentais de um país e com os anseios dos seus leitores. A sua luta entre o bem e o mal e entre lei e justiça, fará de Tex um modelo a seguir pelos seus leitores, que veem na personagem uma espécie de seu representante, afirmando-se, deste modo, como um produto cultural que se identifica com o espírito da época, perfeitamente enraizado no coração das pessoas comuns. No fundo, Tex surge como um fenómeno que faz parte integrante do imaginário coletivo de uma época para, posteriormente, passar a ser um produto de continuidade narrativa, que soube construir e cimentar determinados automatismos, que vieram alargar a série a outros extratos, outras franjas e outras gerações, conquistando gradualmente maior respeito e dignidade.

Quase oito décadas depois, continua a fazer sentido um herói como este? A verdade é que Tex cresceu com uma geração cujos hábitos de leitura forjaram-se na literatura western da época, com diálogos curtos, sem grandes descrições e onde a ação ocupava grande parte das histórias. Um género visualmente apelativo, mercê dos seus ambientes espetaculares e grandiosos, mas que, apesar de um recente revivalismo, quer na banda desenhada como no cinema, teve o seu apogeu décadas atrás. Hoje, os jovens dispõem, felizmente, de outras formas de entretenimento e o papel da banda desenhada nos seus hábitos de leitura parece ser cada vez mais residual, acrescendo o facto do género western se encontrar nos antípodas dos mangas japoneses ou do aparato dos super-heróis norte-americanos que hoje preenchem o imaginário dos consumidores mais novos. Nesta perspetiva, a série dificilmente encontraria o seu lugar num mundo globalizado e hipertecnológico como o dos nossos dias, mas a verdade é que, decorridas quase oito décadas, Tex continua a ser um verdadeiro fenómeno popular que continua a vender e a apaixonar, tendo chegado a um ponto que, na sua génese, poucos poderiam antever. Muito porque os seus autores souberam sempre fazer evoluir as interpretações da personagem, até chegarmos ao herói que conhecemos hoje e que se presta a análises mais aprofundadas, mesmo da parte daqueles que pouco ou nada têm a ver com a série ou com a banda desenhada. Um herói que, por força dos seus valores, sente-se capaz de combater algo superior e que muitas vezes está para além dos limites da sociedade. Uma luta solitária, porque não está ao alcance de qualquer um, o que o leva a aceitar um estatuto de super-herói que gradualmente o vai afastar do jovem aventureiro das primeiras tiras. Por isso, se numa perspetiva conjuntural Tex dificilmente encontraria hoje o seu espaço no coração dos leitores, a verdade é que o amadurecimento da personagem vai permitir evidenciar as suas características e a sua espessura psicológica, irá contribuir para estruturar o herói e mantê-lo sempre atual e em perfeita sintonia com as diversas gerações. O herói nunca defraudou as expetativas, porque ao longo das suas inúmeras aventuras nunca deixou de acreditar firmemente no ideal de justiça, nunca deixou de ser um anárquico que se substitui à autoridade e aos poderes instituídos na resolução dos problemas, enfrentando-os através da adoção de um comportamento e de uma conduta muito próprios, o que o leva por diversas vezes a ultrapassar a lei. Tex nunca deixou de propor uma visão da relação entre o cidadão e o poder e, nesse sentido, estar em constante sintonia com o leitor, porque também este deseja o triunfo do bem, odeia os arrogantes, os corruptos, certas formas de poder ou a burocracia.
Mas um western como este também continua a fazer todo o sentido pelos temas que aborda os quais, facilmente transpostos para os dias de hoje, acabam por servir de veículo transmissor da sensibilidade dos autores relativamente à realidade atual. A luta contra o poder dos grandes proprietários, contra o tráfico de armas ou de álcool, os interesses das companhias de caminho-de-ferro ou petrolíferas, a corrupção nas cúpulas políticas e militares, a intensa exploração de minas de ouro e prata, as migrações índias ou a emigração sobretudo chinesa, são temas sempre presentes nas aventuras de Tex, mas que também poderiam ser de uma qualquer aventura ambientada no nosso século.
Como vimos, Tex será sempre um herói necessário, uma personagem perfeitamente adaptada à realidade de todos os tempos, sobretudo hoje, quando testemunhamos uma certa decadência de valores na civilização ocidental.

O herói representa uma utopia, porque não existe um mundo onde o bem vença sempre o mal, muito porque dificilmente se encontram homens como Tex. Mas Tex também representa uma ideia, a ideia de que nesta sociedade da indiferença sobreviva o conceito de justiça. Ou, como sublinhou um jornalista do La Nuova di Venezia: “se a força de uma personagem da banda desenhada se mede pela capacidade de sobreviver aos seus autores, então a Tex Willer devemos reconhecer um estatuto de… super-herói. Sejam quais forem as explicações, através das quais os caminhos misteriosos e ilusórios de uma personagem fictícia se impõem ao imaginário popular, elas sublinham como Tex é agora um ícone da nossa imaginação… um monumento da nossa cultura, da nossa sociedade, não esquecendo do nosso quotidiano”.

O nosso muito obrigado ao CLUBE TEX.

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Antevisão do Tex Gigante desenhado por Giuseppe Palumbo e escrito por Jacopo Rauch: “Sierrita Mountains”

É já neste mês de Junho, mais precisamente no dia 22, em pleno Verão europeu, que teremos, na Itália, o habitual Albo Speciale de Tex, popularmente designado por Texone (Tex Gigante). Será o número 40 desta colecção e trará uma aventura escrita por Jacopo Rauch e desenhada, durante vários anos por Giuseppe Palumbo, história essa cujo título será “Sierrita Mountains”: Uma jovem chantagista, um assassino solitário e implacável apaixonado por ela, um fora-da-lei que quer vingar o seu irmão, os caçadores de homens de um chefe sem escrúpulos… e Tex e Carson no encalço de todos eles. Os seus diferentes destinos estão prestes a entrelaçar-se nas Sierrita Mountains!

Speciale Tex #40; “Sierrita Mountains”. Capa de Giuseppe Palumbo

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