
Tex por Luca Raimondo

Tex por Luca Raimondo
Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela VASP – Distribuidora de Publicações Lda, para o mês de NOVEMBRO de 2012 (mas que devido a atrasos vários acabaram por ser distribuídas apenas em JANEIRO de 2013):
TEX 482
Os Sinos de São Rafael
Texto: Mauro Boselli – Desenhos: Alessandro Piccinelli
Tex e Montales, tendo atravessado o rio nos subterrâneos do trágico vale, estão prestes a descobrir o mistério dos mineiros. A dupla será capaz de encontrar o ouro tão cobiçado pelo cruel Nacho Gutierrez? Conseguirão os heróis desvendar a identidade da mulher fantasma? E o que faz badalarem os sinos da igreja abandonada? Para reparar os erros de sua juventude, Montales precisará enfrentar um pequeno exército de foras-da-lei. Mas não o fará sozinho. Terá, ao lado, Tex e alguns novos e inesperados aliados…
2,90€
TEX COLEÇÃO 274
O Homem e a Fera
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Erio Nicolò
Um extraordinário ser de incríveis poderes encontra-se com um grupo de homens em busca de fama e fortuna.
Para atingir os seus objectivos eles não vão parar diante de nada.
Mas Tex deverá deter os criminosos que estão à caça do lendário Sasquatch, a selvagem criatura dos bosques que é metade homem e metade fera.
2,90€
.
ALMANAQUE TEX 41
A Cidade do Mal
Texto: Mauro Boselli – Desenhos: Giacomo Danubio
Depois do assassinato brutal de um jovem navajo, Tex e seus parceiros encarregam-se de entregar o culpado ao juiz do condado.
Ele é Frank Mason, o arrogante manda-chuva de Waco, um povoado erguido de forma ilegal às margens da reserva.
Mas a trilha até Gallup está recheada de ameaças e emboscadas.
E Tex começa a achar que o mal de Waco precisa ser cortado pela raiz.
4,00€
TEX OURO 52
O Último Paraíso
Texto: Claudio Nizzi – Desenhos: Fernando Fusco
No Colorado, Tex e seu filho investigam uma série de roubos a bancos praticados pelos irmãos Kimball. Na última acção dos bandidos, Jesse, o mais novo da família, é preso. Para descobrir onde os ladrões se escondem, Kit Willer infiltra-se na quadrilha, ganhando a confiança de Jesse, após libertá-lo da prisão. Enquanto alguns membros do bando desconfiam de Kit, Jesse apega-se cada vez mais ao seu salvador. E Tex já entrou no povoado de Último Paraíso para libertar o seu filho e prender os bandidos. Mas nem tudo sairá conforme o planeado.
9,00€
TEX GIGANTE 24
Os Rebeldes de Cuba
Texto: Mauro Boselli – Desenhos: Orestes Suarez
O jovem Matt Picard, filho de um amigo de Montales que trabalha no Ministério da Guerra dos Estados Unidos, é sequestrado pelos seguidores de uma seita misteriosa que pratica o culto da Santeria. Montales pede a Tex para acompanhá-lo a Cuba numa missão delicada e difícil, oficialmente não-autorizada: deverão pedir ajuda à resistência cubana, que combate uma guerra desesperada contra o impiedoso exército espanhol, para chegar à região selvagem onde o ambicioso e louco Rayado, que acredita ser a encarnação do deus Xangô, mantém o menino prisioneiro. Mas Tex e Montales, confundidos com espiões, serão forçados a se envolver na guerra de libertação.
9,00€
Por José Carlos Francisco
No vídeo – produzido por Gianluca Gulmini (conhecido nos fóruns dedicados às personagens Bonellianas na Internet por Lukas Luke) para a Zagor TV – que damos a conhecer hoje no blogue do Tex podemos ver, o cada vez mais admirado desenhador (de Tex e Dylan Dog) italiano, Raul Cestaro a desenhar um belo Tex durante o evento Narnia Fumetto realizado no do passado dia 9 de Setembro deste ano.
Também neste desenho feito propositadamente para o seu fã durante o evento, Raul Cestaro continua a mostrar-nos a sua evolução (em nome de uma originalidade finalmente conseguida) que ruma cada vez mais para um traço de linha “suja” e extremamente sintético à “Giraud” que continua a dividir muitos dos defensores do traço clássico e “limpo” na concepção da sua personagem favorita.
Fiel a si mesmo e a essa evolução, Raul Cestaro, tal como o seu irmão Gianluca, desenha o ranger dando-lhe ao mesmo tempo um traço rico e essencial, quase mordaz, que muito difere das linhas harmónicas e limpas, que tinha caracterizado a sua primeira prova texiana inspirada claramente em Claudio Villa.
(Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)
Por Bira Dantas
Adoro o desenho do Nicolò!
Em 1983, eu fazia cartoons editoriais para o Sindiluta, boletim diário do Sindicato dos Químicos de São Paulo.
Apesar de ter lido na juventude: Gunsmoke, Lone Ranger, Flecha Ligeira entre outros, faroestes não eram meu “forte”.
Depois da fase de Comics clássicos (Raymond, Falk, Moore, Hogarth, Foster, Frazetta, Wood, Manning, Salinas, Cortez, Maroto, Redondo, Delphin, Shimamoto, Colin) e de Super-heróis (Kirby, Steranko, Buscema, Romita, Colan, Ditko), nessa época, interessavam-me mais os cartunistas brasileiros e autores de BD franco-belgas.
Neste ano de 1983, Erio Nicolò morria.
E eu nem o conhecia ainda.
TEX fez-me conhecer seu traço anatomicamente perfeito, luz e sombra bem estudados, hachuras fantásticas e rostos cinematográficos.
Apesar de desenhar BDs desde 1939 (Aventuroso, Selva, Agente Secreto X-9 – Alex Raymond -, Tim Tyler’s luck – Lyman Young- , Força, John, Chiomadoro, Superbone e Laramies do Vale) eu só conheci o seu desenho clássico nas páginas editadas pela Bonelli.
Suas personagens têm as mesmas caras, a mesma proporção, tal qual actores de carne e osso que interpretam sob a direcção de atento cineasta.
E são caras reais, nada de narizes inventados ou modismos na hora de desenhar olhos e orelhas.
Real. Sua visão das personagens é realista.
Ele teve óptimos mestres e o maior deles, sem dúvida – de quem foi assistente – foi Galep.
Em 1983 ele faleceu em Florença, onde também nasceu.
Florença, terra dos Médicis, de Leonardo, de Michelangelo Buonarroti, Raphael Sanzio, Andrea de Verrocchio e tantos outros.
Nicoló voltou a habitar o panteão de grandes artistas, que não morrem nunca.
(Para aproveitar a extensão completa da ilustração, clique na mesma)
Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.
Caro João Amaral, bem-vindo ao blogue português de Tex. Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
João Amaral: Nasci em Lisboa a 14 de Novembro de 1966. Profissionalmente, sou actualmente ilustrador e autor de banda desenhada.
Para aqueles que ainda não estão bem identificados com a sua carreira profissional, gostaríamos que fizesse uma pequena apresentação própria e do caminho entretanto percorrido na sua carreira.
João Amaral: O meu caminho é, no mínimo, estranho. Desde criança que sempre tive uma paixão muito grande pela banda desenhada. Apesar disso, os meus estudos direccionaram-se noutra área. Acabei por enveredar pelo curso de Organização e Gestão de Empresas, em parte, porque havia lá uma disciplina chamada marketing. No início foi isso que me fascinou, porque, na verdade, eu tinha consciência que nunca seria um gestor. Esqueci-me apenas que a abordagem ao marketing não era exactamente o que eu queria. Depois de ter alguns problemas de saúde, em parte motivados pelo facto de ter feito uma má escolha, acabei por mudar radicalmente e dediquei-me ao jornalismo, sobretudo numa área que constitui outra das minhas grandes paixões: o cinema. Foi também nessa altura que publiquei o meu primeiro livro de BD, A Voz dos Deuses (uma obra feita em parceria com Rui Carlos Cunha e adaptada do romance homónimo de João Aguiar). Depois, trabalhei em publicidade e, aos poucos fui preparando o meu caminho para conseguir realizar o meu sonho de infância: ser autor de banda desenhada.
Que leituras ou sugestões o levaram a envolver-se com o desenho? Ou essa sua paixão foi cultivada desde criança?
João Amaral: Como disse anteriormente essa paixão vem dos tempos de criança. E, foram de certa forma os westerns que produziram o clique. Lembro-me que na infância eu coleccionava o Tex Tone e um vizinho meu o Relâmpago. Comprávamos as revistas que até eram baratinhas e depois trocávamo-las para poder ler ambas as histórias. Daí, passei a descobrir outras coisas. Consegui que o meu pai me comprasse outra colecção que era o Condor, ia lendo O Falcão que esse meu vizinho comprava e, depois foi O Mundo de Aventuras e finalmente o Tintin. Aos poucos foi crescendo a minha admiração por desenhadores como o William Vance, o Hermann ou o Rosinski, entre outros e fui treinando, porque tinha na minha mira, um dia ser um profissional como eles…
E quando é que teve início esta paixão pela Banda Desenhada, em especial pelo Tex?
João Amaral: Pois como disse a paixão pela BD veio muito cedo, porque me permitia aliar o desenho à arte de contar histórias e tinha ainda uma vantagem sobre o cinema, porque não tinha que fazer orçamentos, pagar a actores, técnicos, etc. Bastava-me, na altura ter uma caneta, um papel e alguma imaginação. Em relação ao Tex, veio um bocadinho mais tarde. E quem me apresentou o Tex foi o Rui (que já entrevistaste aqui e que, como já disse, me ajudou no argumento de A Voz dos Deuses). Tínhamos na altura ambos, uns 13 0u 14 anos e ele tinha já uma considerável colecção do Tex. Falou-me nisso várias vezes e eu comecei a pedir-lhe alguns livros emprestados. Aquilo entusiasmou-me e comecei a pedir ao meu pai que me comprasse também essa revista com um herói, que ainda por cima apoiava a causa dos índios. Convém lembrar que eu quando brincava aos cowboys, assumia sempre a personagem de um herói ligado aos índios. Por isso, o primeiro Tex que adquiri foi o número trinta e tal da segunda edição da editora Vecchi.
Tex teve alguma influência no facto de você se ter tornado um desenhador?
João Amaral: Não foi a única influência, mas também contribuiu muito para isso, até porque os textos do Gian Luigi Bonelli e os desenhos do Galleppini me faziam literalmente transportar para outro mundo. E eu gostava especialmente do Tex porque tinha aventuras que se estendiam muito em número de páginas e, muitas vezes, em vários números, o que permitia construir tramas realmente intensas e com várias reviravoltas na acção. Ainda me lembro hoje de ficar fascinado com Terror Na Selva, uma aventura em que entrava Mefisto e uma outra (que se iniciava com Em Nome da Lei) em que Tex, devido a uma maquinação muito bem urdida, esteve quase a um passo de ser enforcado. Considero mesmo que há aventuras de Tex que são de tal forma cinematográficas que nos transportam imediatamente para o local de acção. E, obviamente, são histórias com as quais vou aprendendo alguma coisa, nomeadamente a ver que soluções é que os argumentistas e desenhadores usam para desenvolver certas sequências.
Você teve uma formação artística? De que tipo?
João Amaral: Não, embora tenha sempre sonhado um dia tornar-me um autor de BD, a verdade é que acabei por estudar noutras áreas. Na banda desenhada sou, digamos um auto-didacta e muito do que sei hoje, aprendi quando trabalhava em publicidade. Foi nessa altura que, por exemplo, frequentei um curso de arte digital em computador que vi de imediato que me podia oferecer possibilidades noutras áreas.
Quanto tempo leva para desenhar uma página? Segue horários? Como é o seu dia entre trabalho, leituras, informação, ócio, vida familiar?
João Amaral: Isso depende do estilo que uso. Tenho páginas em que explorei o hiper-realismo que normalmente entre esboço e trabalho de cor me demoravam uma semana, a trabalhar de manhã à noite. Quando uso out-line preto, o trabalho de cor é mais rápido, mas mesmo assim uma prancha demora-me sensivelmente entre três a quatro dias de trabalho intenso. O meu dia é fundamentalmente passado nisso. Os amigos até brincam comigo, dizendo que saio duas vezes por dia da “caverna” para tomar café. Digamos que só à noite é que desligo um bocadinho e estou com a família. E, por vezes até as fins-de-semana são sacrificados em prol da arte. Nos poucos tempos livres que tenho, dedico-me fundamentalmente à leitura de banda desenhada, cinema e a ver algumas séries de televisão.
O que Tex representa para si?
João Amaral: É uma série da qual gosto muito. E, será provavelmente para a História, um dos últimos westerns que se mantêm em continuidade. É indiscutivelmente um justiceiro que faz a sua própria lei, defendendo aqueles que, na realidade, provavelmente nunca tiveram quem os defendesse da forma que Tex o faz nas suas aventuras: ou seja, os índios. Esse é um dos aspectos que mais me atraem na personagem. E gosto muito também do humor do velho Kit. Há diálogos entre ele e Tex que são uma verdadeira pérola no que ao humor diz respeito.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
João Amaral: A minha colecção é pequena, tanto mais que teve um interregno de vários anos, porque não encontrava as aventuras do ranger em lado nenhum. Digamos que tenho umas largas dezenas de revistas. É-me também difícil definir uma que seja mais importante para mim, pois há várias das quais gosto muito. Posso referir, por exemplo, que fiquei muito contente quando finalmente adquiri o Tex desenhado pelo Joe Kubert, uma vez que eram dois amores que se uniam. Por um lado, podia ler mais uma aventura de Tex, por outro ia matar a curiosidade de ver como é que um dos desenhadores que mais admiro tinha abordado este universo.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem?
João Amaral: Colecciono unicamente alguns livros.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
João Amaral: As histórias que mais me marcaram já as referi anteriormente. Depois, há várias outras que me dão muito gozo ler, umas mais pelo trabalho dos artistas, outras porque o argumento está muito bem escrito. Os desenhadores de Tex que mais aprecio são indiscutivelmente o Fabio Civitelli e o Claudio Villa, mas também gosto muito do trabalho de Fusco e de Ticci. E, recentemente estou a descobrir o Bianchini, do qual também me estou a tornar fã. Em relação aos argumentistas a minha grande admiração vai indiscutivelmente para o Gian Luigi Bonelli. Ele conseguiu urdir histórias verdadeiramente fantásticas e conseguiu colocar o ranger em várias temáticas que vão desde o puro western ao terror. Tudo aquilo em que o Tex se tornou deve-se sobretudo à imaginação dele. Mas também gosto muito do trabalho de Nizzi, do Segura e do Boselli.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
João Amaral: Tex representa muitas vezes o tipo de herói que gostaríamos de ser. Daí a sua popularidade que ultrapassa gerações. Afinal, ele não tem medo de nada nem de ninguém. E está sempre pronto a lutar contra as injustiças que assolam o mundo ontem, como hoje. Esse é, de facto, um dos factores com o qual me sinto mais identificado. Em relação ao que me agrada menos, não há propriamente nada. Digamos apenas que só tenho pena de que, nas aventuras mais recentes o Jack Tigre não tenha aparecido tanto, como considero que devia aparecer, até porque ele é uma das personagens pela qual nutro uma enorme simpatia.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
João Amaral: Penso que já respondi um pouco a isso na pergunta anterior. E, nestes tempos de crise que vivemos os ideais do ranger contra as injustiças tornam-se ainda mais relevantes. Por isso, penso que os seus dias estão longe de chegar ao fim. É verdade que as suas aventuras se passam numa época histórica concreta, mas os seus ideais e o seu sentido de justiça continuam plenos de actualidade. E existem histórias que podemos considerar como verdadeiras metáforas sobre a actualidade. E é isso que julgo que torna Tex uma personagem com um invejável número de admiradores.
E como vê o futuro do ranger?
João Amaral: Se as boas ideias, histórias e desenhos continuarem a imperar, como tem acontecido até agora, vejo que terá uma vida ainda bastante longa.
Além de BD, que livros você lê? E quais são as suas preferências no cinema e na música?
João Amaral: Os livros que mais tenho lido para além da BD, têm sido maioritariamente de ficção científica. Tenho mesmo uma grande admiração por escritores como Phillip K. Dick ou Philip Jose Farmer. Mas também tenho lido romances e livros históricos. No fundo, gosto de tudo o que me faça transportar a outros mundos, sejam eles quais forem. No cinema, também tenho uma predilecção especial pelo cinema fantástico, o cinema de animação e o western, sobretudo o bom western spaghetti. Já na música, sou muito ecléctico e o meu gosto vai desde Wagner a Heavy-Metal, passando pelas grandes bandas de rock progressivo e sinfónico. E a música é muito importante para mim, uma vez que não me concebo a trabalhar sem estar a ouvir um CD.
Para concluir, o que nos pode dizer sobre os seus projectos futuros?
João Amaral: Os meus projectos futuros passam obviamente pela banda desenhada. Saiu muito recentemente Cinzas da Revolta, um álbum desenhado por mim e que marca a estreia de Miguel Peres, um jovem que penso poder vir a tornar-se um excelente argumentista. Esse álbum tem a sua acção passada em plena Guerra Colonial, apesar de ser uma obra de ficção. Para além disso, tenho outros projectos, mas ainda é muito cedo para falar nisso.
E chegamos ao fim. Há alguma coisa que você gostaria de dizer? Algo que não lhe foi perguntado e que gostaria que nossos leitores soubessem?
João Amaral: Desejo apenas uma longa vida a este blogue, da mesma forma que a desejo ao Tex, pois permite-nos, não só ter acesso a muita informação e curiosidades à volta do mundo de Tex que, de outra forma não conheceríamos, bem com o ver desenhos inéditos. Para além disso, para mim é sempre gratificante ver alguns pequenos filmes que o blogue vai introduzindo, com os grandes mestres a trabalhar num desenho da personagem. Por fim, quero dizer que vale sempre a pena lutar por um sonho, mesmo quando ele, por vezes, implica o termos de fazer alguns sacrifícios e muitas vezes é constituído por avanços e recuos.
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)