Caríssimos pards,
O blogue português do Tex, deseja a todos os Texianos que nos honram com a sua visita, um FELIZ NATAL, cheio de paz, saúde, amor, alegria, realizações, prosperidade e porque não, cheio de Tex’s!
Desejamos também a todos, um Próspero Ano Novo de 2013, onde esperamos continuar a ser a sua companhia, e a companhia de tantos TEXianos do mundo inteiro que encontram no blogue do Tex um sítio seguro, para navegar em águas calmas e enriquecedoras na Internet!
Cumprimentos para a grande família Texiana, da parte de toda a equipa do blogue do Tex, representados neste desenho invernal de Tex realizado para o blogue português do Tex pelo bravo desenhador italiano
Lucio Filippucci (Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)
Carissimi amici,
Il blog portoghese di Tex augura a tutti i Texiani, che ci onorano della loro visita, un FELICE NATALE, pieno di pace, salute, amore, allegria, realizzazioni, prosperità e…perchè no? pieno di fumetti, soprattutto di Tex!
Auguriamo anche a tutti un Prospero Anno Nuovo 2013, in cui speriamo di continuare ad essere in vostra compagnia, ed alla compagnia di tanti Texiani che, visitando il blog di Tex da tutto il mondo, incontrano un sito sicuro per navigare in acque calme ed arricchenti del WEB.
Un caro saluto a tutta la grande famiglia Texiana da parte di tutta l’équipe del blog di Tex, rappresentata in questo disegno di Tex, realizzato dal bravo disegnatore italiano Lucio Filippuci.
(Cliccare sulla immagine per vederla a grandezza naturale)
Por José Carlos Francisco (texto e fotos) e Orlando Santos Silva (fotos)
Em pé – José Cristóvão, Carlos Moreira, António Guerreiro, Dorival Vitor Lopes, José Carlos Francisco, Orlando Silva e José Eduardo Monteiro. Agachados – Rui Cunha, Victor Franco, Pedro Pereira, João Amaral e Pedro Bouça
Neste sábado, 22 de Dezembro, desembarcou no aeroporto da Portela, em Lisboa, o editor brasileiro de Tex, Dorival Vitor Lopes e à sua espera estavam inúmeros fãs e coleccionadores portugueses de Tex que vieram recepcioná-lo e desejar-lhe um Santo e Feliz Natal em Portugal, num agradável Convívio Texiano que se iniciou logo pela manhã em pleno aeroporto e se prolongou numa das mais prestigiadas pizzarias da capital portuguesa, situada no Parque das Nações, praticamente até ao final do dia.
.
Portugal tem uma vez mais o privilégio de ter o editor brasileiro Dorival Vitor Lopes, que durante 9 dias terá umas curtas, mas certamente muito agradáveis, Férias Natalícias no nosso país, concedendo uma vez mais o privilégio de se encontrar e conviver, como sempre faz anualmente quando visita Portugal, com inúmeros fãs e coleccionadores portugueses do Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli.
.
Fãs esses que o aguardavam com enorme expectativa e ansiedade, até porque o editor trazia inúmeras edições do Ranger para os seus leitores portugueses, já que se tinha disponibilizado para trazer edições da Mythos para os pards portugueses que o desejassem, poupando assim os caríssimos portes postais que cada coleccionador teria que despender para receber as tão desejadas revistas pelo correio.
.
Enquanto o avião que o trazia do Brasil não aterrava foram chegando os texianos portugueses e agradáveis conversas, sempre com Tex como pano de fundo, foram se sucedendo no meio de algumas apresentações já que “novos” texianos participaram pela primeira vez num Convívio Texiano como foi o caso de Victor Franco e Rui Cunha que se integraram de imediato e provaram uma vez mais que ser texiano é um verdadeiro dom imutável e característico dos fãs e coleccionadores do Ranger.
Editor Dorival Vitor Lopes rodeado por texianos portugueses em pleno aeroporto da Portela, Lisboa
Presenças já assíduas nos Convívios Texianos que se costumam realizar de norte a sul de Portugal e que mais uma vez não faltaram à chamada, foram as de José Carlos Francisco, Carlos Moreira, José Eduardo Monteiro, Pedro Bouça, José Manuel Cristóvão, Pedro Pereira, António Lança-Guerreiro, João Amaral e ainda Mário João Marques que se juntou ao numeroso grupo durante o almoço na Pizzaria Capricciosa, que com uma localização privilegiada, no topo de um edifício no Parque das Nações, assegurou-nos uma experiência gastronómica inesquecível com uma vista deslumbrante para o rio Tejo.
.
Mas antes do almoço e após a saída do aeroporto da Portela, houve ainda um passeio pedestre pelo Parque das Nações. A zona agora recuperada foi durante anos um depósito de lixos e materiais degradados. Recuperada para a “Expo 98″ está hoje transformada num espaço de lazer bastante agradável para umas caminhadas em família ou com os amigos. Foi o que fizemos de modo a abrir o apetite para o almoço.
.
Após o fausto almoço chegou a hora das despedidas (embora ficando já prometido um novo reencontro para o próximo fim de semana, data em que o editor Dorival regressa ao Brasil) mas numa última iniciativa, decidiu-se passar pela zona de Belém e presentear Dorival Vitor Lopes com uma iguaria ímpar, os famosos Pastéis de Belém, uma verdadeira entidade na culinária portuguesa e que o editor sempre que se desloca a Portugal, não deixa de degustar com inigualável prazer.
.
Só depois desse manjar dos Deuses é que saímos de Lisboa, rumando ao norte de Portugal, mais precisamente a Anadia, capital da Bairrada e local onde o editor passará esta quadra natalícia na companhia da família Francisco, mas no caminho fizemos uma paragem em Fátima, cidade com forte cariz religioso e conhecida a nível Mundial pelo aparecimento da Virgem Maria aos pastorinhos na forma de Nossa Senhora de Fátima, de modo a conhecermos pessoalmente mais um grande fã e coleccionador de Tex, o pardVeríssimo Neto, também ele muito simpático e profundo conhecedor da saga de Tex.
Mário Marques, Pedro Bouça, António Guerreiro, José Carlos Francisco, Dorival Vitor Lopes, José Manuel Cristóvão, Carlos Moreira e Orlando Santos Silva no Parque das Nações
Finalmente já a noite ia avançada, chegamos ao destino final e foi a hora de finalmente ver as preciosidades texianas trazidas pelo editor Dorival, onde para além das mais recentes edições das personagens Bonellianas também constava o já imprescindível segundo livro de G. G. Carsan dedicado a Tex e uma bela camiseta, também presenteada por G. G. Carsan e sua esposa Olinda, para a minha filha mais nova, a Ana Beatriz, camiseta texiana, obviamente e que ela de pronto vestiu e adorou, pedindo para agradecer aos seus “titios” brasileiros e fazendo inveja ao pai dizendo que finalmente ela tem um item texiano que nem o pai tem…
José Carlos Francisco, Veríssimo Neto e Dorival Vitor Lopes
Seguir-se-ão agora dias de férias de todo o clã Francisco e do editor Dorival e como férias são férias, encerraram-se por este ano todos os assuntos relacionados a Tex e ao seu mundo de modo ao mítico editor das bermudas, que mais uma vez fez jus à sua alcunha, ter uma verdadeira semana de férias de modo a esquecer o bulício da redacção Mythosiana…
Ana Beatriz e José Carlos Francisco com verdadeiros itens texianos
Ana Beatriz e o orgulho de ter um item texiano que o pai não possui
(Para aproveitar a extensão completa das fotos acima, clique nas mesmas)
Estreou nesta última 5ª feira no canal RAI 5 da televisão italiana o programa “Fumettology – I miti del fumetto italiano“, o primeiro programa televisivo inteiramente dedicado à banda desenhada italiana e realizado com a total colaboração dos autores e respectivas editoras e cujo primeiro episódio, dos 10 previstos, foi integralmente dedicado a Tex Willer.
Da Sergio Bonelli Editore, que fez sonhar gerações de jovens e adultos com Tex, Dylan Dog e Martyn Mistère, somente para citar alguns; à Astorina, que conta mensalmente as aventuras do “Rei do Terror”, mais conhecido por Diabolik; à MCK do lobo mais famoso da Itália, Lupo Alberto; atè à Aurea, que tem o mérito de ter apresentado um verdadeiro e próprio anti-herói: John Doe; passando pela cortês participação dos herdeiros de Guido Crepax, que nos ofereceram a história de uma componente da sua família, Valentina; a Vittorio Giardino que, com o seu Max Fridman, colocou-se a si e aos seus leitores nos traços da história.
Fumettology é um programa que se propõe a satisfazer os leitores mais atentos e conhecedores da banda desenhada italiana e, ao mesmo tempo, trazer novos leitores para o mundo dos quadradinhos. Isto graças ao facto de deixar falar sobre os quadradinhos aqueles que o fazem na primeira pessoa.
E neste primeiro episódio tivemos em grande destaque Tex, o Ranger mais famoso do Oeste, a personagem mais longeva no panorama mundial da banda desenhada já completou 63 anos e ainda hoje vende centenas de milhares de cópias por mês. Através das palavras de quem o escreve e desenha, podemos ver no vídeo que se segue, Fumettology, como Tex traçou a história e os motivos do seu duradouro sucesso, que apaixonou e ainda apaixona gerações de italianos (e não só), entre os quais um cultor de excepção: Sergio Cofferati. Podemos ainda assistir a intervenções de Mauro Marcheselli, Mauro Boselli , Tito Faraci, Roberto Recchioni, Moreno Burattini, Franco Busatta, Graziano Frediani, Claudio Villa, Leomacs e Gianfranco Manfredi:
Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente? Lauriney Gomes Santin: Nasci em Castanhal, Estado do Pará, Brasil, em 1982. O meu pai é de Santa Catarina, descendente de italianos, (sinto-me honrado por ser irmanado com os criadores e continuadores de Tex) mas mudou-se para o norte bem novo aonde conheceu a minha mãe e eu vim ao mundo. Hoje residimos em Goiás, no centro do país, para onde nos mudamos desde o ano de 2000. No final do ano de 2002 prestei concurso para os Correios e passei, sendo admitido em Setembro do ano seguinte, aonde trabalho com muito prazer até hoje.
Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada? Lauriney Gomes Santin: Eu como toda criança normal, tive dificuldades na escola, sempre fui muito tímido, mas o bom foi a ideia genial de minha mãe, que lia toneladas de livros e bolsilivros quando jovem, de sugerir ao meu pai que adquirisse revistas em quadradinhos para incentivar a minha leitura e consequente melhora do desempenho escolar. Assim fui apresentado ao Homen-Aranha, Super-Homem, Tio Patinhas, Pato Donald, Mickey, Batmam, Lanterna Verde, Hulk, Turma da Mônica, Fantasma, Zé Carioca, Turma do Arrepio e muitos outros e ainda tenho quase todas as primeiras revistas que ganhei, aliás muitos dos melhores momentos que lembro o meu pai ter me proporcionado foram justamente dele me levando à banca e mandando escolher qual revista eu queria, fazendo-me sentir como se fosse um manda-chuva. Quando cresci um pouco mais continuei gostando muito daqueles momentos em que eu as comprava, sentia uma satisfação muito grande, quase sagrada que se eterniza dentro de mim a cada vez que repito tal acto.
Quando descobriu Tex? Lauriney Gomes Santin: Ainda na época em que eu morava no norte um colega de classe do ensino médio falou-me de Tex enfatizando que era muito bom, mas contudo não lhe dei ouvidos, eu não possuía ainda na época a capacidade para entender tamanhas palavras, a minha mente ainda não estava preparada para o furacão Tex Willer e personagens do género, santa ignorância!! Não entrava na minha cachola de jeito nenhum como é que as óptimas revistas que eu comprava eram coloridas e baratas enquanto que na minha criancice e adolescência lembro-me vagamente de ver Tex nas bancas em preto e branco e muito mais caro que os coloridos que eu tinha, isso afugentou-me de Tex. Um certo dia em Anápolis -GO, acho que era início de 2001 chamou-me a atenção uma revista usada em uma banca (que só vende novas), falei com o dono que era coleccionador e fez-me um preço bom naquele Almanaque do Faroeste da editora Globo, quando cheguei em casa li todas as reportagens da revista o que me ajudou na familiarização com o faroeste, deixei a cereja do bolo para o final: já de início tive um impacto ao ler o nome da história “O matador de índios” do Nizzi e do Venturi, quando terminei a leitura estava em uma espécie de êxtase misturado com choque e saí pulando pela casa igual aquela pessoa que saiu nua na antiguidade gritando “eureca, eureca” rsrsrs
Fiquei doidão do jeito dos noiados quando “puxam um” bem puxado. Decidi que não pararia mais de comprar aquelas revistas. Passei no concurso e pensei “tá feito o bagaço”, de facto esbagacei e não perco a edição normal e muitas reedições que noto não possuir.
Porquê esta paixão por Tex? Lauriney Gomes Santin: Por ser algo realmente de peso e qualidade que eu jamais tinha imaginado existir nos quadradinhos, com histórias longas e rebuscadas, carisma, bom humor, muita pancadaria, inteligência e profundidade de argumento que não perde para qualquer romance policial que eu já tenha visto. Recentemente li o livro da vida de Tex e achei um estouro.
O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos? Lauriney Gomes Santin: Personalidade forte, sem dúvida, chamando atenção para o facto de ser um homem comum e não um retratado com super poderes, isso faz com que a gente se sinta, pelo menos na teoria, capaz de feitos similares. De facto usei e uso a malícia e a pegada do Tex para tudo na vida, sinto que a minha capacidade de liderança melhorou muito com essa imitação sadia. Acredito que a qualidade das histórias “mata a pau” também sendo um dos diferenciais, eu simplesmente não consigo entender como existem artistas tão talentosos.
Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si? Lauriney Gomes Santin: Parei de contar quando chegou no 492 há não muito tempo, mas como comprei mais já passou um pouco de quinhentos exemplares só de Tex, fora Zagor, Júlia, Dilan Dog, Mágico Vento e os dois do Leo Pulp, entre outros.
É difícil dizer qual a mais importante, com certeza a primeira é uma delas por ter sido a mais marcante, tenho um carinho especial pela número um “O signo da serpente”, Ouro numero um: “Cheyenne Club” , Histórica 40: “Sinistros presságios”, Almanaque catorze: “Testemunhas de acusação”, dentre outras, na realidade todas me agradam muito.
Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana? Lauriney Gomes Santin: Tudo que posso adquirir sobre Tex adquiro, mas gosto de todo o tipo de leitura, livros de romance, cordel, poesia gaúcha, científicos e todo título que eu achar interessante.
Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir? Lauriney Gomes Santin: Tudo, mas gosto muito de um póster que veio junto a um Tex que comprei há um tempo.
Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista? Lauriney Gomes Santin: As histórias favoritas ficam entre Armadilha diabólica/ O homem com o chicote, do normal 274-276 ou Ouro 28; Além da fronteira, do normal 285 e 286; e A cruz trágica (Flechas pretas assassinas) que possuo no Tex Coleção 170 a 173 e algumas mais que já citei numa pergunta anterior.
O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos? Lauriney Gomes Santin: O que me agrada mais é o retrato de um mundo possível porém improvável que vejo retratado nas revistas, além de ele dar o merecido castigo aos malandros, faz-me lembrar com tristeza de que nesse nosso país a lei funciona para prender o pobre que rouba ou furta e muitos usam drogas, enquanto os políticos aprovam aumentos exorbitantes em seus salários enfiando literalmente a mão nos nossos bolsos legalmente, isso é o que mais dói, saber que quem deveria lutar pela igualdade luta pelo contrário dela e quer que o pobre se esfole.
Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é? Lauriney Gomes Santin: Em primeiro lugar, ele nasceu em um terreno fértil em que o povo no pós-guerra necessitava muito dele, segundo o grande herói que ele é e por último a propaganda boca a boca que é o que de facto funciona em tudo.
Costuma encontrar-se com outros coleccionadores? Lauriney Gomes Santin: Não, mas conheço pessoalmente uns dois ou três. É difícil encontrá-los às vezes, ainda mais com a correria da vida moderna.
Para concluir, como vê o futuro do Ranger? Lauriney Gomes Santin: É perfeitamente possível que não acabe,mas como o entretenimento cresceu muito no mundo (Internet, vídeo-games, seriados e tudo mais) ele necessita mais ainda de nossa ajuda do que no passado, cabendo a nós ajudar os pobres mortais que não o conhecem fazendo as devidas apresentações.
Prezado pard Lauriney Gomes Santin, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)
Capa do Almanacco dell’Avventura publicado na Itália em Setembro de 2012 (dedicado a Sergio Bonelli) e que serviu de inspiração para a edição especial com o selo da Mythos
Depois da óptima novidade destinada pela Mythos Editora aos texianos para 2013 (a volta da colecção Tex em Cores, que foi suspensa no nº. 12 e que voltará a sair mensalmente já a partir de Janeiro do próximo ano, no mesmo formato e quantidade de páginas e onde apenas o papel vai mudar), o blogue do Tex divulga outra grande surpresa com o selo da Mythos Editora: uma edição especial para homenagear o grande Sergio Bonelli. Será uma edição de 336 páginas, formato italiano, que trará uma história de Tex, uma de Mister No e outra de Zagor. Todas histórias escritas por esse magnífico criador, que nos deixou há pouco mais de um ano e que estará nas bancas de todo o Brasil a partir de 15 de Fevereiro de 2013.
Acreditamos aqui no blogue do Tex que esta notícia de uma magnífica edição especial em homenagem a Sergio Bonelli (Sergio Bonelli foi o principal artificie da passagem da banda desenhada como simples instrumento de entretenimento popular a produto de dignidade cultural, criando, ao longo da sua carreira de cinquenta anos, uma das mais importantes editoras de banda desenhada no contexto italiano e mesmo mundial e se o seu pai criou Tex Willer ele continuou a escrever as suas histórias antes de dedicar-se à faceta de editor. Com amor, paixão e respeito pelos criadores e desenhadores. Criou Zagor e Mister No, e com a sua editora publicou Dylan Dog e Nathan Never entre muitas outras personagens de sucesso) vai agradar a todos os nossos queridos leitores.
Guido Nolitta, pseudónimo de Sergio Bonelli, apresenta Zagor, Tex e Mister No
Mas de modo a dar a conhecer mais esta excelente iniciativa editorial convidamos o editor Dorival Vitor Lopes a facultar-nos mais algumas informações: “Trata-se de um volume de 336 páginas, formato italiano, colorido. A edição traz 3 histórias que certamente vão encantar os nossos leitores. Aproveitando a ocasião, vamos republicar a obra-prima texiana de Sergio, que sempre é pedida pelos leitores. Trata-se da história El Muerto, que será apresentada pela primeira vez em cores e formato italiano. Outra aventura especialíssima e inédita será a última história de Mister No, escrita por Sergio para encerrar na Itália a publicação do herói amazónico. Esta aventura será publicada em preto e branco. E para fechar essa edição de sonho, teremos a história de Zagor, A Porta do Medo – em cores -, uma aventura do início da carreira do herói de Darkwood, quando ele tinha acabado de encontrar seu parceiro Chico. Além disso teremos muitas matérias sobre a vida de Sergio Bonelli.”
(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)