A homenagem de Fabio CIVITELLI a Diego Armando MARADONA

Diego Armando Maradona

Diego Armando Maradona, o “astro” argentino, considerado um dos melhores jogadores de todos os tempos, não resistiu, no passado dia 25 de Novembro, a uma paragem cardio-respiratória.

Maradona teve os seus melhores momentos no Nápoles, onde conquistou os dois títulos italianos e a Taça UEFA, e na selecção argentina, com a qual conquistou um título de campeão mundial em 1986, no México.

Foi durante a campanha de 1986, no Mundial do México, que El Pibe realizou o jogo mais marcante da sua carreira, nos quartos-de-final contra a Inglaterra. Num encontro que ficou para a história, Maradona deu polémica e traços de génio, uma síntese quase perfeita da sua carreira indomável. A selecção argentina venceu o encontro por 2-1, com dois golos do génio argentino: o primeiro foi marcado a meias com o divino, a “mão de Deus” que ficou para sempre ligada ao argentino, também ele visto como um “deus humano”; o segundo foi uma obra-prima do futebol que os fãs de futebol elegeram, numa votação da FIFA em 2002, como o “Golo do Século”.

Diego Armando Maradona com o troféu de Campeão do Mundo

A sua carreira de futebolista durou de 1976 a 2001, começou nos Argentinos Juniors e uma passagem pelo Boca Juniors antes de chegar à Europa para jogar no Barcelona. Aí, ficou duas temporadas, marcadas por várias lesões e episódios controversos dentro do campo que acabaram por ditar o fim da sua (primeira) passagem por Espanha.

A gota de água foram as cenas de violência que Maradona iniciou na final da Taça do Rei de 1984 contra o Atlético de Bilbau, contra quem Maradona já tinha tido desavenças meses antes, em Setembro de 1983, quando Andoni Goikoetxea lhe partiu a perna com uma entrada fora de tempo. O mesmo adversário voltou a cometer uma falta dura sobre Maradona, que se demonstrou descontente com a situação e desencadeou confrontos entre as duas equipas.

O incidente levou o presidente do clube catalão a transferi-lo para o Nápoles, uma venda que rendeu aos cofres dos “blaugrana” o equivalente a cerca de 10 milhões de euros, um valor recorde na altura, que suplantou os números da transferência de Maradona do Boca Juniors para o Barcelona.

A apoteótica apresentação de Diego Maradona no Nápoles

Os anos em Nápoles foram a confirmação da estrela: o argentino carregou a equipa para o primeiro título italiano na história do clube, em 1987, e a uma segunda Série A em 1990 (até hoje os dois únicos títulos nacionais do clube), com dois segundos lugares pelo meio. Venceu também a Taça de Itália em 1987 e ajudou a conquistar a Taça UEFA de 1989, o único troféu internacional do Nápoles.

Fabio Civitelli a desenhar Maradona para o fã Carlo Greco

E é precisamente devido à gloriosa passagem de Diego Armando Maradona pelo Nápoles que um grande fã e coleccionador italiano de Tex, Carlo Greco, também um confesso apaixonado por Diego Maradona (e grande tifoso do Nápoles) que também admira imenso a Arte de Fabio Civitelli fez recentemente um inusitado pedido, contando com a preciosa ajuda do pard Aldo Giancarlo Valdambrini, precisamente ao Mestre Aretino… um seu desenho do inigualável camisola 10: Diego Armando Maradona e Fabio Civitelli atendeu de imediato ao pedido do Carlo Greco imortalizando o “astro” argentino através da sua deslumbrante Arte, que assim homenageou aquele que muitos consideram o maior génio da História do Futebol, como se pode ver num esplendoroso desenho (que ilustra este texto) de valor incalculável, sobretudo para o simpático fã italiano de Diego Maradona e de Fabio Civitelli que assim juntou duas paixões numa “peça” única :

Diego Armando Maradona na Arte de Fabio Civitelli

(Para aproveitar a extensão completa  das imagens acima, clique nas mesmas)

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