2011 traz uma NOVA colecção de TEX com histórias INÉDITAS e a CORES

Finalmente foi desvendado um dos mais bem guardados segredos editoriais de Tex dos últimos tempos! Devido ao estrondoso sucesso (estavam inicialmente previstos 50 números e já ultrapassamos a marca dos 200) da “Collezione Storica a Colori” (Colecção Histórica a Cores), a iniciativa, apresentada semanalmente na Itália desde Fevereiro de 2007 pela Sergio Bonelli Editore em associação com o “La Repubblica” e o “L’espresso”, repropondo as aventuras de Tex, pela primeira vez integralmente em “technicolor”, 2011 trará o nascimento de uma nova série produzida pela casa milanesa, série essa com PERIODICIDADE ANUAL e com a particularidade de apresentar histórias INÉDITAS e COLORIDAS!

O primeiro número, a ser publicado muito provavelmente no Verão, trará uma história de 158 páginas e será escrita por Mauro Boselli e desenhada por Bruno Brindisi, desenhador este que está a conceder uma longa e exclusiva entrevista ao nosso blogue. Da história em si, nada se pode divulgar ainda a não ser que contará com a presença dos 4 pards.

Voltando a falar da nova colecção, que certamente dará uma nova vida a Tex, tentando captar muitos dos jovens leitores que foram seduzidos  pelas cores das inúmeras histórias repropostas a cores na colecção colorida do Ranger nestes últimos anos, recorda-se que esta será a segunda colecção integralmente a cores que apresenta histórias inéditas, já que a primeira foi Dylan Dog Color Fest, igualmente um grande sucesso de vendas na Itália.

Bruno Brindisi foi seguramente uma escolha acertada porque tem um traço que se adapta perfeitamente às cores, tendo inclusive por causa dessa sua especial característica tido já várias das suas histórias produzidas na Bonelli, publicadas a cores, para além dos álbuns realizados para o mercado francês

Embora oficialmente ainda nada tenha sido sobre esta nova colecção, as nossas investigações, a cargo do nosso colaborador Carlo Monni, dão-nos conta que o segundo número, a publicar portanto em 2012 deverá trazer uma história, também de 158 páginas, escrita por Tito Faraci e desenhada por Mario Milano, que deste modo regressa a Tex.

Para 2013 ainda é cedo, se bem que as nossas investigações considerem a hipótese de ser publicada uma história escrita por Roberto Recchioni, argumentista de Dylan Dog e que alguns rumores insistentes indiciam que tenha visto ser aprovado um seu argumento de Tex, mas nada mais são do que rumores…

(Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas)

8 Comentários

  1. Não é demais predizer que o futuro texiano aponta um arco-íris.
    Bom para nós brasileiros que teremos essas aventuras publicadas aqui um ano depois do lançamento italiano.

  2. Com certeza esse é o futuro de Tex, tornar-se em cores, e essa novidade é a ponta do iceberg. Vamos torcer para aparecerem cada vez mais novidades, pois com isso aparecerá novos leitores. Abraço a todos os pards!

  3. Excelentes perspectivas já se perfilam no horizonte de 2011… ajudando-nos com Tex a esquecer a crise!
    Com um ‘staff‘ de desenhadores como Bruno Brindisi, Mario Milano, Marco Torricelli, os irmãos Cestaro, Carlos Gomez, o ‘novo‘ Yannis Ginosatis, e outros, o futuro de Tex está bem assegurado. Nunca como em Itália a BD “western” teve tantos cultores, mestres do desenho realista que se esmeram para rivalizar uns com os outros!
    Quem fica a ganhar são os que gostam de Tex e de histórias de “cowboys” no bom velho estilo! E de facto as cores formarão, no futuro, um esplêndido arco-íris, cativando novos leitores…
    Bom ano para todos os ‘pards‘!

  4. Que beleza de informação, esperamos que o tempo de publicação entre Itália e Brasil, sejam de alguns meses, semelhante ao TEX Gigante. 2011 promete.

  5. É bom lembrar que DyD Color Fest era inicialmente uma proposta anual, mas, em 2010 tivemos já duas edições semestrais, isso, quero crer, que ocorreu devido ao sucesso da série, coisa que certamente ocorrerá tb com o Ranger.

    Abraços,

    Sílvio Introvabili

  6. Tenho feito umas pesquisas entre os leitores jovem de H.Q., e percebo que a falta de cores é um detalhe que afasta Tex do público jovem no Brasil.
    Por aqui a garotada só compra HQ preto e branco se for Mangá, por isso acredito que quando tivermos edições mensais de Tex a cores, o público jovem vai mostrar mais interêsse.

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