Esdras Stevanynasceu a 30 de Maio de 1997, na cidade de Lagoa Salgada, cidade próxima à capital do estado do Rio Grande do Norte, Brasil, tendo passado toda a sua infância até aos 20 anos num pequeno vilarejo chamado Diogo Lopes, distrito da cidade de Macau, tendo-se mudado para Goiás o ano passado.
É um jovem muito sonhador, sendo já um ilustrador profissional que trabalha com diferentes estilos artísticos, desde a pintura de telas, banners, design de logomarcas, quadrinhos, caricaturas e não só…
Desenhar é o que faz profissionalmente, desde os 15 anos de idade, porém também trabalha em outras actividades para melhor manter a sua renda. No mundo artístico o seu nome é “Stevany“.
Mas para conhecer melhor este jovem artista, que nos brinda hoje com duas magníficas homenagens a dois desenhadores de Tex (Claudio Villa e Marco Santucci), leia a entrevista concedida ao nosso Blogue, clicando AQUI!
Homenagem de Esdras Stevany a Claudio Villa
Homenagem de Esdras Stevany a Marco Santucci
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Recentemente num Bonelli Point completamente lotado, Laura Zuccheri, Mauro Boselli e Franco Busatta – com Giorgio Giusfredi a moderar – apresentaram “Doc!”, o aguardadíssimo Tex Gigante de 2019. Hoje o Blogue do Tex dá a conhecer um vídeo, realizado pela Sergio Bonelli Editore, com as principais fases do interessante encontro dos autores com o seu público.
O trigésimo quarto Tex Speciale é ainda mais especial que os anteriores. Como certamente já leram e ouviram, de facto, “Doc!” é a primeira história do Ranger criado por Gianluigi Bonelli a ser desenhado por uma mulher. Laura Zuccheri (que no próximo ano abrilhantará, com Roberto Diso, a 7ª Mostra do Clube Tex Portugal, evento a realizar no mês de Abril no Museu do Vinho Bairrrada, em Anadia) foi convidada pela Bonelli Point, juntamente com Mauro Boselli e Franco Busatta, com a assistência de Giorgio Giusfredi, para um encontro, muito concorrido, com os leitores.
De seguida mostramos um vídeo com um belo trecho da tarde de 20 de Junho, com a interessante história em si, mas também sobre os bastidores, nas vozes de Boselli e Zuccheri e as pontuais anotações de Busatta:
Uma das imagens de marca das edições Bonelli é a forma consistente como abordam os mais diferentes géneros – sejam eles o tradicional western, com Tex à cabeça, ou, no caso presente, a espada e feitiçaria.
Consistência que assenta em relatos credíveis e bons desenhadores que garantem uma qualidade média invejável, mesmo em séries de longo curso que passam – mensalmente! – por diferentes mãos.
A aposta – em anos recentes – em edições de maior qualidade – melhor papel, maior formato, a cores e capa dura – têm permitido a sua descoberta por leitores – supostamente… – mais exigentes, a quem as edições populares tradicionais da Bonelli não enchiam as medidas.
Como é o caso desta terceira incursão da Panini espanhola no universo de Dragonero, mais uma bela edição, em que a narrativa que lhe dá título é complementada com uma outra mais curta passada na adolescência do protagonista e por um dossier que documenta o leitor sobre o universo da série.
Em Dragonero, há sinais claros do que (pode) conquista(r) a atenção de boa parte dos seus leitores: o género espada e feitiçaria, sempre popular, bem explorado num universo ficcional novo e ainda em expansão; a introdução de personagens – amigos e vilões, e entre eles belas mulheres! – que permitem incursões no passado dos protagonistas; uma dupla de heróis, estereotipada, é verdade, mas apropriada ao género – Ian, o humano, másculo e inteligente, e Gmor, o ogre, forte, desastrado e colérico – que ajudam a dosear a acção e o suspense com interlúdios mais ligeiros; outras personagens interessantes como o sábio/mago Alben ou Myra, irmã cientista de Ian…
Que desta vez se encontram fora da sua zona de conforto, longe dos grandes espaços abertos, uma vez que toda a acção decorre num espaço (quase) fechado, um castelo em Vàhlendart, a capital do império, onde selvagens e animais, com tanto de espantoso quanto de perigoso, são substituídos pelas não menos mortais intrigas da corte e as lutas internas – ou não… – pelo poder.
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A escolha de aliados e inimigos, a descoberta dos segredos que o próprio edifício encerra, alguns imprevistos, doses equilibradas de suspense, drama, acção, mistério e magia, são o mote de uma aventura que arranca com um atentado contra o príncipe herdeiro, cuja origem Ian terá de enfrentar e impedir, desta vez sem Gmor, marginalizado pelos preconceitos que – então como agora, no nosso mundo real como no mundo ficcional de Erondar – têm lugar e fazem mossa.
O que não a torna menos estimulante ou capaz de prender o leitor, mesmo quando, como é o meu caso, a espada e feitiçaria está longe de ser o meu género de eleição.
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.*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro .
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No passado dia 6 deste mês de Julho, a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 705 da série principal de Tex, intitulada “La Maschera di Cera” (“A máscara de cera“), edição essa que conteve, como é habitual, 110 páginas. Páginas essas escritas pelo argumentistaMauro Boselli e desenhadas por Michele Benevento.
A capa, tal como todas as posteriores ao número 400 desta colecção, foi da autoria do conceituado desenhadorClaudio Villa, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada pela ilustração inicial a preto e branco, mas também da capa original pintada pelo próprioClaudio Villatal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Claudio Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos os seus esboços a as suas cores originais das capas que vai produzindo para o Ranger Tex Willer:
Arte final a preto e branco da capa de Tex #705, da autoria de Claudio Villa
Capa de Tex #705, com as cores originais de Claudio Villa
Capa de Tex #705
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Nesta nova ilustração da autoria de Claudio Villa, vemos Tex em pleno gabinete do comando do Forte Defiance, examinando uma flecha Navajo que estava na posse do major Wellman, flecha essa retirada do corpo de John Doniphon, dono de uma fazenda incendiada por índios comandados por Urso Veloz.
DesenhoINÉDITOno Brasil e inspirado na história “Il presagio” de Claudio Nizzi e Fabio Civitelli (Tex italiano #475 a #477).
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