“O Deserto dos Tártaros” em exposição na edição 2026 do Maia BD

Por Pasquale Frisenda

Um amplo espaço foi dedicado à exposição das páginas originais criadas para o projeto por ocasião do lançamento em Portugal do volume editado por ‘A Seita’.

Já na sua quarta edição, também este ano o Maia BD, o festival de banda desenhada da Maia, em Portugal, recolheu e apresentou um panorama variado da banda desenhada internacional, atraindo muitos autores de todo o mundo para lhes permitir falar sobre os seus trabalhos mais recentes e projetos futuros.

A manifestação, realizada no edifício do Fórum, na Maia, decorreu de 22 a 24 de maio, enquanto as exposições ali organizadas (15) permanecerão abertas até 13 de julho, dando aos fãs tempo para ver, num único local e em condições ideais, originais de Hermann, Alberto Breccia, Charles M. Schulz, Milton Caniff, dos autores da saga de “Elric“, da longa história da editora Fantagraphics, bem como de vários mestres da banda desenhada portuguesa, como Joana Afonso, Pedro Serpa, Filipe Andrade ou Ricardo Cabral.

Uma das exposições decididas pelos organizadores do evento é dedicada aos desenhos originais da versão em banda desenhada de “O Deserto dos Tártaros“, escrita pelo argumentista Michele Medda e obviamente retirada da obra-prima de Dino Buzzati, por ocasião do lançamento em Portugal do volume publicado pela editora A Seita.

A exposição, com curadoria pessoal do editor, Mário João Marques, é composta por mais de 40 páginas, às quais se somam vários estudos realizados para o desenvolvimento do projeto, incluindo personagens, ambientes e detalhes diversos, esboços de capa e ilustrações inéditas, e Mário Marques acompanhou então todos os aspectos ligados à iniciativa, incluindo os vários encontros com o público:

Esta exposição da Maia é a segunda exposição em Portugal dedicada ao meu trabalho, depois da da Amadora em 2016, que foi uma verdadeira exposição pessoal, indicando uma atenção que não me era dada como garantida, mas que considerei verdadeiramente encorajadora e obviamente gratificante. Aqui ficam algumas imagens da exposição:

Esta é a capa da edição portuguesa, que também contém uma seção dedicada a estudos e contendo vinhetas inéditas:

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A Associação dos Artistas Plásticos da Bairrada esteve presente (com diversos artistas e com duas dezenas de crianças) na 11ª Mostra do Clube Tex Portugal

Por AAPB – Associação dos Artistas Plásticos da Bairrada

A Associação dos Artistas Plásticos da Bairrada marcou presença com enorme entusiasmo no evento promovido pela Câmara Municipal de Anadia e pelo Clube Tex Portugal, celebrando uma das personagens mais emblemáticas da banda desenhada: o inesquecível Tex Willer.
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Com dedicação e criatividade, a AAPB apresentou um magnífico busto do Tex Willer em madeira, uma peça artística que despertou a curiosidade e admiração de todos os visitantes. 
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Após uma breve explicação pelos próprios membros do Tex Clube de Portugal e pelos desenhadores oficiais, sobre a história e o universo desta personagem icónica, as crianças tiveram oportunidade de visitar a exposição e mergulhar no imaginário do velho Oeste.
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O momento tornou-se ainda mais especial quando, com o apoio dos artistas da AAPB, os mais pequenos deram asas à imaginação e pintaram o Tex, enchendo o espaço de cor, alegria e expressão artística.
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Foi uma experiência enriquecedora de partilha entre gerações, onde a arte, a cultura e a criatividade uniram crianças, famílias e artistas num ambiente de grande proximidade e entusiasmo.
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A AAPB agradece o convite e a excelente organização deste evento cultural, que valorizou a arte, a participação infantil e o encontro entre diferentes formas de expressão artística.
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Sessão de lançamento do livro POR UM PUNHADO DE EUROS (PARTE 2) – O TIROTEIO FINAL

No passado sábado, dia 30 de Maio, decorreu a apresentação do livro
POR UM PUNHADO DE EUROS (PARTE 2) – O TIROTEIO FINAL

Como era dia de festa, é claro que o autor da obra, o Emanuel Neto, teve de ir bem vestido com uma t-shirt do nosso TEX.

Além do público, na mesa estavam Gaspar Garção (apresentador), Emanuel Neto (autor), Pedro Pereira (prefácio) e João Atanásio (posfácio).

POR UM PUNHADO DE EUROS (PARTE 2) – O TIROTEIO FINAL é uma obra que aborda 24 westerns-spaghetti de forma clara, meticulosa e com algum humor. Desta vez, a análise é mais profunda e mais extensa, porque são mais de 200 notas explicativas que acompanham os textos.

Como é sabido, o filme Tex, o Pistoleiro fez parte do primeiro livro, mas o nosso amado Ranger não foi esquecido nesta nova obra! O filme protagonizado pelo grande Giuliano Gemma é mencionado e enquadrado várias vezes ao longo da obra, bem como algumas das aventuras de TEX nos fumetti, nomeadamente Il Giorno della Paura (Nizzi/Civitelli) e Ritorno a Pilares (Nolitta/Letteri).

Para saber mais sobre esta obra, inclusive como a pode adquirir, é só clicar AQUI!

Lançamento Mythos Editora: As Tiras do Tex 1 a 8

As Tiras do Tex 1 a 4 (MAIO)
Mini série com uma história completa e inédita em 12 livretos de 32 páginas cada. 

As Tiras do Tex 1: O RAPTO DO PROF. HERMANN
As Tiras do Tex 2: ÁGUA ARENOSA
As Tiras do Tex 3: CONFRONTO NOTURNO
As Tiras do Tex 4: O SEGREDO DE VINDEX
Texto: Moreno Burattini
Desenhos: Marco Torricelli

Antigo assistente do cientista louco Vindex, o Professor Hermann ajudou Tex a derrotar seu Mestre. Mas agora uma seita misteriosa quer roubar o segredo dos estudos de Vindex e arquitetou um plano para sequestrar seu antigo aluno, eliminando brutalmente toda a sua comitiva…

As Tiras do Tex 5 a 8 (JUNHO)
Mini série com uma história completa e inédita em 12 livretos de 32 páginas cada. 

As Tiras do Tex 5: A ORIGEM DO MAL
As Tiras do Tex 6: A LOUCURA DOS HERDEIROS
As Tiras do Tex 7: A PASSAGEM SUBTERRÂNEA
As Tiras do Tex 8: AS MASMORRAS DO HORROR
Texto: Moreno Burattini
Desenhos: Marco Torricelli

Após salvarem o Professor Hermann dos bandidos que o raptaram, todos partem para o planalto onde fica o sinistro templo de Vindex. Mas nossos heróis são interceptados pouco antes de chegarem e sofrem um sério revés.

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O Editorial (e o Sumário) da Revista nº 24 do Clube Tex Portugal

O Sumário da Revista nº 24 do Clube Tex Portugal

EDITORIAL

Todas as edições da revista fazem-se com o entusiasmo habitual de quem nutre por Tex uma paixão sem limites, mas há outras que carregam em si um carinho especial. Este número pertence a esta segunda categoria, não apenas pela diversidade dos temas, mas sobretudo pela forma como cada artigo contribui para aprofundar, sob diferentes ângulos, o universo incontornável de Tex Willer.

Abrimos com “A Epopeia das Tiras de Tex”, da autoria de Mário João Marques, um trabalho, que vem em seguimento dos que já tinham sido apresentados sobre os Speciale e os Maxi, e que convida o leitor a revisitar um formato muitas vezes menos discutido, mas fundamental para compreender a difusão e a vitalidade do nosso ranger ao longo do tempo. Segue-se a conclusão do trabalho do Rui Cunha dedicado ao western spaghetti que, no fundo, também convida a refletir sobre as inevitáveis pontes entre o cinema e o universo de Tex. Com o artigo “Como era a Produção de uma Capa”, João Marin leva-nos a revisitar métodos manuais e a preservar a memória de um tempo há muito ultrapassado pela tecnologia.

Como tem sido habitual, este número traz-nos mais uma apreciação de Jesus Nabor Ferreira a uma aventura do ranger. “Tex e os Mórmons” baseia-se num acontecimento verídico, o massacre de Mountain Meadows, que ocorreu em 11 de setembro de 1857. Por fim, uma extensa reportagem da 11.ª Mostra do Clube Tex Portugal, onde texto e imagens transportam-nos para um evento que é já uma referência, não apenas pelo convívio entre adeptos, mas pela celebração contínua de um legado que atravessa fronteiras.

Não podemos deixar de sublinhar as capas de Claudio Villa e Maurizio Dotti que marcam uma mudança, mais uma, imposta pela Sergio Bonelli Editore. Doravante, a revista apenas poderá publicar nas suas capas desenhos que estes dois autores produziram para os pósteres do Tex Nuova Ristampa.

Cabe-nos continuar a valorizar cada imagem e cada texto, fazendo deste número da revista mais um pedaço da nossa memória, e que possa ser lido com o mesmo entusiasmo com que foi preparado.

O Editorial da Revista nº 24 do Clube Tex Portugal

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