Entrevista com o fã e colecionador: Willian Rodrigues

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Willian Rodrigues: Eu nasci em São Paulo no dia 22 de novembro de 1990. Atualmente, eu estou fazendo curso de técnico de farmácia.

Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada?
Willian Rodrigues: Fiquei interessado há alguns anos atrás, graças ao Tex mesmo.

Quando descobriu Tex?
Willian Rodrigues: Eu descobri em 2018, em um site chamado Planeta Gibi, que postava o checklist da Mythos Editora.

Porquê esta paixão por Tex?
Willian Rodrigues: Eu gosto de histórias de faroeste, e quando descobri que existia um gibi com esse tipo de história, eu passei a consumir o gibi do Tex.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Willian Rodrigues: Eu acho que Tex é um herói de carne e osso no qual qualquer pessoa pode se inspirar. Tex está sempre em busca de justiça e de defender os mais fracos, enfrentando vilões poderosos com muita coragem e determinação.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Willian Rodrigues: Minha coleção não é grande, tenho 22 revistas apenas. A que eu acho a mais importante é a primeira que eu comprei: Tex 580.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Willian Rodrigues: Só livros.

Qual o objecto Tex que mais gostaria de possuir?
Willian Rodrigues: Eu gostaria de ter algum brinde promocional que veio em alguma revista.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Willian Rodrigues: A minha história favorita é “O mensageiro chinês” de Tex 588. Gosto dos desenhos do Alfonso Font. Não tenho um argumentista favorito.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Willian Rodrigues: As histórias. As aventuras do Tex são sempre emocionantes e cheias de ação e eu gosto muito de histórias com bastante ação. O que menos me agrada são as histórias surreais, como as que envolvem magia.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Willian Rodrigues: As histórias e as ilustrações são ótimas. Retratam o Velho Oeste de maneira fiel, pra quem gosta dessa temática, Tex é leitura obrigatória. Não é à toa que a revista Tex já tem mais de 75 anos.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Willian Rodrigues: Não costumo.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Willian Rodrigues: Eu vejo um futuro promissor. Tex tem tudo pra passar dos 100 anos com histórias cada vez melhores. Espero que algum estúdio de cinema comece a fazer filmes com as histórias do Tex. Acho que faria sucesso e aumentaria a popularidade do ranger no mundo todo.

Prezado pard Willian Rodrigues, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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O Oeste de Del Vecchio em exposição no município de Rozzano

A exposição “L’altra metà del west” (“A outra metade do Oeste“), foi inaugurada, na presença do próprio desenhador, neste último sábado, 24 de Fevereiro, na Biblioteca Cascina Grande de Rozzano, na qual estão expostas as obras western de Pasquale Del Vecchio, onde se incluem algumas das suas pranchas originais das edições de Tex.

A Biblioteca Cascina Grande no município de Rozzano (rua Togliatti 105) acolhe de 24 de Fevereiro a 9 de Março a mostra “L’altra metà del west“, dedicada às obras temáticas de Pasquale Del Vecchio, incluindo algumas pranchas das aventuras de Tex por ele desenhadas.

«Ao Oeste liga-me uma longa paixão, que começou quando eu era criança e que continuou ao longo dos anos» disse o desenhador milanês entrevistado por Luca Crovi. Além das páginas texianas, na exposição também é possível ver de perto também estudos e ilustrações livres dedicadas à fronteira americana.

A inauguração, ocorrida às 15h 00 deste sábado, 24 de Fevereiro, decorreu naturalmente na presença do autor, e foi a oportunidade perfeita para que o próprio Del Vecchio contasse como nasceram  as personagens e as situações que ilustrou. Podendo observar os seus desenhos ao vivo, torna-se evidente a influência de alguns pintores da época, que bem representavam o espírito dos seus tempos, entre os quais sobretudo Frederic Remington, «que adoro pelo uso da cor e pelo estilo das suas composições».

Para dar uma imagem melhor desta magnífica exposição dedicada ao desenhador que abrilhantou a 1ª Mostra do Clube Tex Portugal, em Anadia, 2014, deixamovo-vos precisamente com algumas fotos da cerimónia de abertura ocorrida ontem:

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Os SETE esboços iniciais, o lápis, a tinta da china e as cores originais de Maurizio Dotti para Tex Willer #64

Mauro Boselli exibe orgulhosamente a edição nº 64 de Tex Willer

No passado dia 17 de Fevereiro, a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 64 de Tex Willer (a série dedicada ao jovem Tex e que traz as aventuras de Tex quando ele ainda era um fora-da-lei!), intitulada “Le cinque dita della mano rossa” que contém a primeira parte de uma trilogia escrita por Mauro Boselli e desenhada por Marco Ghion, história que tem a (grande) particularidade de fazer a ligação com a primeiríssima edição da actual  colecção principal de Tex, inaugurada em Outubro de 1958.

A carreira do jovem Tex Willer está prestes a atingir um ponto de viragem decisivo…
Recolhendo as últimas palavras de seu amigo Joe Scott, scout do exército prestes a falecer, Tex decide vingá-lo e pôr fim às actividades criminosas da Mão Vermelha, um grupo de cinco implacáveis ​bandidos que aterrorizam o Sudoeste, e o fazem com o beneplácito de soldados e xerifes. Mas primeiro ele deve investigar um a um os assassinos  e descobrir os seus nomes…

Marco Ghion também exibe orgulhosamente a edição nº 64 de Tex Willer

A capa deste sexagésimo quarto número, tal como as sessenta e três anteriores e as que se seguirão nesta  colecção, é da autoria do conceituado desenhador Maurizio Dotti, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada dos SETE esboços iniciais, assim como da arte a lápis, da arte finalizada a tinta da china e da capa original pintada igualmente por Maurizio Dotti, devido à gentil cortesia do próprio Dotti:

Primeiro esboço para a capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Segundo esboço para a capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Terceiro esboço para a capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Quarto esboço para a capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Quinto esboço para a capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Sexto esboço para a capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Sétimo esboço para a capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Arte a lápis para a capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Arte final a tinta da china da capa de Tex Willer #64, da autoria de Maurizio Dotti

Ilustração para a capa de Tex Willer #64, com as cores originais de Maurizio Dotti

Capa de Tex Willer #64 – “Le cinque dita della Mano Rossa”

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