Apresentação IVO MILAZZO: Desenhador de Tex presente em Anadia nos dias 27 e 28 de Abril integrado na 9ª Mostra do Clube Tex Portugal

Por Mário João Marques

Ivo Milazzo estará em Anadia nos dias 27 e 28 de Abril para deleite dos fãs de Tex (e Ken Parker)

Nascido em Tortona em 1947, é um dos mais conceituados autores do fumetto italiano. Mudou-se ainda jovem para a Ligúria, onde teve a oportunidade de trabalhar sob a orientação de Luciano Bottaro, Carlo Chendi e Giorgio Rebuffi, realizando algumas histórias para a Disney. Em 1971, desenhou alguns episódios de Tarzan para o mercado francês, assim como contos como Il Cieco (para a revista Horror) e minisséries como Il Palafita (para a Sorry).

Conhece Giancarlo Berardi e, entre 1973 e 1977, os dois produzem histórias publicadas em revistas como Skorpio (Welcome to Springville), Lanciostory e Il Giornalino (Tiki). Em 1974, apresentam a Sergio Bonelli a inesquecível série Ken Parker, cujo primeiro número saiu nas bancas em 1977, e com a qual os autores conseguiram interromper vários mecanismos da BD da época, inovando no conteúdo e na linguagem visual.

Tex na Arte de Ivo Milazzo

Ainda com Berardi, criou O Homem das Filipinas (incluído na coleção Un Uomo un’Avventura), Marvin il detective, Tom’s Bar e Giuli Bai. Entre 1988 e 1990 desenhou para Nick Raider e Magico Vento. Em 1999, realizou o Texone, “Sangue no Colorado”, que considera ter sido uma experiência fantástica e a realização de um sonho, mas que vai obrigar Milazzo a adaptar-se a Tex, dada a sua narrativa muito peculiar e as características da personagem.

Desenhou ainda Diabolik, Vinca il migliore, La Grande aventura di Baden Powell e Uomo Faber. Milazzo foi professor na Academia de Belas Artes de Carrara e o promotor da integração de uma lei sobre direitos autorais. É Presidente da Associação de Autores, tendo lutado pelo reconhecimento do trabalho de desenhador como atividade profissional.

A sua abordagem expressionista e fortemente cinematográfica, constituem a sua marca estilística, refinada ao longo dos anos com um trabalho progressivo de rarefação do traço, até atingir uma síntese e expressividade praticamente únicas. Uma espécie de leveza, que não inibe ao autor expressar a força das emoções e de uma poesia, muitas vezes dramática.

Ivo MIlazzo e Tex estarão no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, nos dias 27 e 28 de Abril de 2024

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A arte original a preto e branco e as cores originais de Claudio Villa para a capa de Maxi Tex #34 – La città che scotta

Claudio Villa

Maxi Tex #34 – La città che scotta e L’alleato misterioso
Argumentos: Claudio Nizzi e Fabio Civitelli
Roteiros: Claudio Nizzi e Antonio Serra
Desenhos: Rodolfo Torti e Patrizia Mandanici
Capa: Claudio Villa
Lançamento: 4 de Abril de 2024

La città che scotta
Argumento e roteiro: Claudio Nizzi
Desenhos: Rodolfo Torti
A sombra ameaçadora de Barney Crandall e dos seus filhos, que dominam sem que ninguém ouse se opor estendeu-se sobre a cidade de Silver Mine… mas, quando decidem pisar no calo de um amigo de Tex e dos seus pards, eles descobrem que cometeram um erro criminal!

L’alleato misterioso
Argumento: Fabio Civitelli
Roteiro: Antonio Serra
Desenhos: Patrizia Mandanici
Um bando de ladrões tem como alvo os transportes de ouro e prata nas montanhas Sangre de Cristo, mas alguém conhece a identidade dos culpados e pode desmascará-los: um aliado precioso para Tex e Carson, no rasto dos bandidos, que no entanto detém um perturbador segredo secreto…

A capa como habitualmente, e como citamos acima, é de Claudio Villa, capa essa que devido a uma gentileza do artista vamos dar a conhecer, de seguida, através da versão original a preto e branco e da versão colorida pelo próprio Villa, que a Sergio Bonelli Editore, na versão final, como tem sido seu apanágio, teve algumas (grandes) alterações, como podemos ver nesta publicação.

A arte original a preto e branco de Claudio Villa para a capa de Maxi Tex #34

As cores originais de Claudio Villa para a capa de Maxi Tex #34

Capa de Maxi Tex #34

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ENTREVISTA EXCLUSIVA: SANDRO SCASCITELLI (AUTOR CONVIDADO PARA A 9ª MOSTRA DO CLUBE TEX PORTUGAL, EM ANADIA, NOS DIAS 27 E 28 DE ABRIL)

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco, com a colaboração de Júlio Schneider (tradutor de Tex para o Brasil)  na tradução e revisão.

O Clube Tex Portugal realiza, em Anadia, nos dias 27 e 28 de Abril próximo a 9ª Mostra do Clube Tex Portugal e traz SANDRO SCASCITELLI ao nosso país, motivo mais que suficiente para esta entrevista do blogue português do Tex com o autor italiano que estará então presente na capital da Bairrada no fim de semana de 27 e 28 de Abril no mui nobre MUSEU DO VINHO BAIRRADA.

Caro Sandro Scascitelli, mais uma vez seja bem-vindo ao blogue português do Tex! Você será protagonista de uma mostra do Clube Tex Portugal, na cidade de Anadia. O que representa para si esse evento que poderá contar com sua presença num país estrangeiro?
Sandro Scascitelli: Não sou um grande viajante e por isso estou particularmente emocionado e sou grato pelo vosso convite, espero estar ao nível dos colegas que já me precederam nesses vossos eventos, buscarei dar o meu melhor.

O que convenceu Sandro Scascitelli, autor de fama mundial, a aceitar um convite tão inusitado?
Sandro Scascitelli: Não vamos exagerar nos elogios! Sou um dos muitos autores de histórias desenhadas que trabalham há muitos anos e dão o seu contributo a esse nosso mundo de papel. Eu não poderia recusar um convite tão gentil e reiterado, espero realmente não decepcionar as expectativas.

Quais as suas expectativas em relação à 9ª Mostra do Clube Tex Portugal?
Sandro Scascitelli: Como já mencionei, não tenho muita experiência com esse tipo de evento em países fora das fronteiras italianas. Certamente o amor pelo nosso mundo de histórias desenhadas e em particular pelo nosso Tex me levará a conhecer e interagir com amigos que partilham as mesmas paixões, o que é muito estimulante.

A ampliar um pouco o horizonte da entrevista: o que o convenceu a entrar na indústria dos quadradinhos?
Sandro Scascitelli: Como já tive oportunidade de dizer em entrevistas, no início da minha carreira eu fazia desenhos animados, e depois, na década de 1970, ao ver as obras dos grandes mestres desta nossa arte, apaixonei-me pelo mundo dos quadradinhos, e há uns cinquenta anos mais ou menos procuro dar a minha contribuição.

O que sentiu ao receber o convite para desenhar Tex?
Sandro Scascitelli: Para um desenhador de banda desenhada, desenhar Tex certamente pode ser considerado um ponto de chegada e uma gratificação pelo seu trabalho. Um trabalho que se faz, e não poderia ser de outra forma, com o máximo empenho, também pelo respeito devido à personagem lendária e aos tantos grandes mestres que, ao longo de todos esses anos, realizaram as narrativas das aventuras do nosso herói.

Como analisa a evolução da sua carreira?
Sandro Scascitelli: Não sei, creio que para essa análise seria indicada uma avaliação feita por outros e não pelo próprio desenhador, mas posso dizer que em relação aos meus primeiros trabalhos certamente houve uma evolução, ainda que esta nossa profissão seja uma forma de trabalho artesanal, ou seja, é algo feito em conjunto com muitos outros profissionais, do argumentista ao revisor, ao letrista, etc.; a evolução também ocorre a partir do relacionamento com as demais pessoas com quem se trabalha.

Como avalia seu trabalho hoje em relação ao passado?
Sandro Scascitelli: Em comparação com o passado, hoje temos muito mais recursos à disposição. No início da minha carreira, para me documentar, era necessária uma grande quantidade de imagens que eram guardadas e catalogadas, extraídas de fotografias retiradas de jornais, revistas, livros, etc.. Mas era sempre uma documentação bastante limitada e difícil de consultar; hoje basta fazer uma busca na internet, e de qualquer coisa se tem à disposição centenas de imagens em pouco tempo. Outra coisa digna de nota é que há alguns anos, depois de ter desenhado no papel por um longo tempo e comprometido gravemente a minha visão, ainda posso trabalhar graças à mesa digitalizadora que me permite ampliar as imagens a meu gosto e assim resolver este meu problema.
Como se forma um desenhador do seu calibre?
Sandro Scascitelli: Para ser um bom desenhador de quadradinhos deve-se ter uma forte paixão por esse trabalho; pode-se aprender a técnica, aprimorá-la, mas sem uma forte paixão não se vai muito longe. É a paixão que faz aguentar horas e horas curvado sobre a mesa de desenho, ajuda a superar as muitas humilhações que inevitavelmente se recebe no início da carreira, mas que, em todo o caso, fazem parte do percurso formativo.
No que está a trabalhar actualmente?
Sandro Scascitelli: Estou a fazer uma nova história de Tex. É a minha oitava e levará a quase 1000 as páginas que já desenhei para o nosso Ranger. Estava a pensar nos últimos dias em quantas vezes, em 966 páginas, tive que desenhar pistolas, espingardas, chapéus, cavalos… da contagem resultariam números interessantes, mesmo que bem inferiores aos dos mestres que há muitos anos trabalham ou trabalharam para a série.

O que Tex representa para si e qual a importância dele na sua vida?
Sandro Scascitelli: Quando criança, a caminho da escola, eu passava diante da banca de revistas que exibia as edições de Tex em tiras e ficava a olhar, encantado. Eu não tinha dinheiro para comprar, e depois, aos poucos, consegui ter nas mãos algumas tiras. Hoje, fazer parte das fileiras de autores do famoso Ranger, é motivo de orgulho.

Para concluir, quer deixar uma mensagem aos seus admiradores que irão a Anadia?
Sandro Scascitelli: O que posso dizer… espero corresponder às expectativas e não decepcionar, espero que os presentes gostem, estarei lá com todo o meu empenho, a passar dias tranquilos a falar do nosso amor comum, Tex Willer.

Caro Sandro, em nome do blogue português do Tex agradecemos muito pela entrevista que tão gentilmente nos concedeu.

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Intervista esclusiva: SANDRO SCASCITELLI (in occasione della sua presenza alla 9ª Mostra del Club Tex Portogallo)

Intervista condotta da José Carlos Francisco, con la collaborazione di Júlio Schneider (redattore di Tex per il Brasile) per le traduzioni e le revisioni.

Per celebrare un nuovo anno di vita del Club Tex Portogallo, si terrà una nuova Mostra al Museo del Vino e della Vigna di Anadia (il luogo più importante della città). Situata nel centro del Portogallo, Anadia dista 25 km a nord di Coimbra e 90 km a sud di Oporto.
L’esposizione avrà luogo nei giorni 27 e 28 aprile con la presenza di quattro grandi nomi di Tex: Sandro SCASCITELLI, Fabio CIVITELLI, Ivo MILAZZO e Pedro MAURO.

Caro Sandro Scascitelli, ancora una volta sii il benvenuto al blog portoghese di Tex! Sarai protagonista in Portogallo di una esposizione del Club Tex Portogallo, nella città di Anadia. Cosa rappresenta per te questo avvenimento che potrà contare sulla tua presenza in un paese straniero?
Sandro Scascitelli: Non sono un grande viaggiatore e quindi sono particolarmente emozionato e grato per il vostro invito, spero di essere all’altezza dei colleghi che già mi hanno preceduto in queste vostre manifestazioni, cercherò di fare del mio meglio.

Cosa ha convinto Sandro Scascitelli, autore di risonanza mondiale, ad accettare un invito così insolito?
Sandro Scascitelli: Non esageriamo con i complimenti! Sono uno dei tanti autori di storie disegnate che da ormai tanti anni lavora e da il suo contributo a questo nostro mondo di carta. Non potevo rifiutare un così gentile e reiterato invito, spero tanto di non deludere le vostre aspettative.

Quali sono le tue aspettative relativamente alla 9ª Mostra del Club Tex Portogallo?
Sandro Scascitelli: Come ho già detto, non ho molta esperienza di questo genere di manifestazioni in paesi fuori dai confini nazionali. Certamente l’amore per questo nostro mondo di storie disegnate e in particolare per il nostro Tex mi porterà a incontrare e a confrontarmi con amici che condividono le stesse passioni, quindi molto stimolante.

Allargando adesso un po’ l’orizzonte dell’intervista: cosa ti ha convinto ad entrare nell’industria dei comics?
Sandro Scascitelli: Come ho già avuto modo di raccontare in precedenti interviste all’inizio della mia attività disegnavo cartoni animati poi negli anni ’70, guardando i lavori dei grandi maestri di questa nostra forma d’arte, mi appassionai al mondo dei fumetti e da una cinquantina di anni più o meno, cerco di dare il mio contributo.

Cos’hai provato quando hai ricevuto l’invito per disegnare Tex?
Sandro Scascitelli: Certamente per un disegnatore di fumetti, disegnare Tex può essere considerato un punto di arrivo e una gratificazione al proprio lavoro. Un lavoro che si affronta, e non potrebbe essere altrimenti, con il massimo impegno, anche per il rispetto dovuto al leggendario personaggio e ai tanti grandi maestri che, in tutti questi anni, si sono avvicendati nella narrazione delle avventure del nostro eroe.

Come analizzi l’evoluzione della tua carriera?
Sandro Scascitelli: Mah… per questa analisi credo sia indicata una valutazione fatta da altri, più che dal disegnatore stesso, posso dire che riguardando i miei primi lavori una evoluzione c’è stata sicuramente, anche se devo dire che questa nostra professione è e rimane una forma di lavoro artigianale, cioè un lavoro fatto insieme a tanti altri professionisti, dallo sceneggiatore, al curatore, al letterista ecc., quindi l’evoluzione si ha anche in base al rapporto con le altre persone con cui, di volta in volta, ci si trova a lavorare.

Come valuti il tuo lavoro di oggi in rapporto al passato?
Sandro Scascitelli: Rispetto al passato, oggi si hanno molti più mezzi a disposizione. All’inizio della mia carriera, per documentarsi, c’era bisogno di una gran quantità di immagini, messe da parte e catalogate, attingendo da fotografie prese da giornali, riviste, libri ecc., che comunque rimaneva una documentazione abbastanza limitata e difficile da consultare, oggi basta fare una ricerca in internet e di qualunque cosa si hanno a disposizione centinaia di immagini in pochissimo tempo, altra cosa degna di nota è che da qualche anno, dopo aver disegnato per tanto tempo sulla carta e aver compromesso seriamente la mia vista, riesco ancora a lavorare grazie alla tavoletta grafica che mi permette di ingrandire a mio piacimento le immagini e quindi far fronte a questo mio problema.
Come si forma un disegnatore del tuo calibro?
Sandro Scascitelli: Per essere un buon disegnatore di storie a fumetti devi avere una forte passione per questo lavoro, la tecnica la puoi imparare, affinare, ma senza una forte passione non si va molto lontano… E’ la passione che ti fa resistere ore ed ore piegato sul tavolo da disegno, ti fa superare le tante umiliazioni che inevitabilmente si ricevono agli inizi della carriera e che comunque fanno parte del percorso formativo.
Su che cosa stai lavorando attualmente?
Sandro Scascitelli: Sto realizzando una nuova storia di Tex. E’ la mia ottava e porterà a quasi 1000 le tavole disegnate per il nostro ranger, stavo riflettendo proprio in questi giorni a quante volte, in ben 966 pagine, ho dovuto disegnare pistole, fucili, cappelli, cavalli,… da un conteggio uscirebbero fuori dei numeri niente male, anche se di molto inferiori a maestri che da molti più anni lavorano o hanno lavorato per la serie.

Cosa rappresenta Tex per te e quale è la sua importanza nella tua vita?
Sandro Scascitelli: Da bambino, mentre andavo a scuola, passavo davanti all’edicola che esponeva in vetrina le strisce di Tex e rimanevo li a guardarle, incantato. Soldi per acquistarle non ce n’erano, poi piano piano, qualche albo ho avuto modo di averlo tra le mani. Trovarsi oggi a far parte della schiera di autori del famoso ranger è motivo di orgoglio.

In conclusione, vuoi lasciare un messaggio ai tuoi ammiratori che si trasferiranno ad Anadia?
Sandro Scascitelli: Che dire… spero di essere all’ altezza delle loro aspettative e di non deluderli, io ci sarò con il massimo del mio impegno, spero che rimangano contenti e di passare dei giorni sereni parlando del nostro amore comune, Tex Willer.

Caro Sandro, a nome del blog portoghese di Tex ti ringraziamo moltissimo per l’intervista che ci hai così gentilmente concesso.

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A prova gráfica, a capa e seis páginas do Maxi Tex #34 – La città che scotta

Maxi Tex #34 – La città che scotta e L’alleato misterioso
Argumentos: Claudio Nizzi e Fabio Civitelli
Roteiros: Claudio Nizzi e Antonio Serra
Desenhos: Rodolfo Torti e Patrizia Mandanici
Capa: Claudio Villa
Lançamento: 4 de Abril de 2024

La città che scotta
Argumento e roteiro: Claudio Nizzi
Desenhos: Rodolfo Torti
A sombra ameaçadora de Barney Crandall e dos seus filhos, que dominam sem que ninguém ouse se opor, estendeu-se sobre a cidade de Silver Mine… mas, quando decidem pisar no calo de um amigo de Tex e dos seus pards, eles descobrem que cometeram um erro criminal!

A prova gráfica do Maxi Tex #34 – La città che scotta

L’alleato misterioso
Argumento: Fabio Civitelli
Roteiro: Antonio Serra
Desenhos: Patrizia Mandanici
Um bando de ladrões tem como alvo os transportes de ouro e prata nas montanhas Sangre de Cristo, mas alguém conhece a identidade dos culpados e pode desmascará-los: um aliado precioso para Tex e Carson, no rasto dos bandidos, que no entanto detém um perturbador segredo secreto…

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