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Kit Carson (de Pedro Mauro) e Tex (de Fabio Civitelli) para José Carlos Francisco
A EDITORA SAICÃ é a nova casa de ZAGOR no Brasil
AAAAYYYAAARKKKKK!
O espírito com a machadinha agora perambula por novas florestas! A EDITORA SAICÃ é a nova casa de ZAGOR no Brasil, e traz a seus fiéis leitores a saga das sagas, simplesmente a continuação da Odisseia Americana, a primeira grande viagem de Zagor e Chico fora de Darkwood, numa sequência de aventuras de tirar o fôlego, em histórias coloridas, capa cartonada com orelhas e formato italiano, apresentando sempre histórias completas. Uma coleção de luxo, feita de fãs para fãs.
Embarque no fantástico mundo de aventuras e fantasias de ZAGOR. Agora pela Editora Saicã. A primeira campanha pelo Catarse está em pleno andamento, (acesse clicando AQUI). Lembrando que são histórias extraídas da melhor fase do personagem, fruto da mente prodigiosa de seu criador, SERGIO BONELLI (Guido Nolitta). Caso a recepção dos leitores seja boa, a chance da Saicã trazer as histórias atuais de Zagor é muito grande. Portanto, mãos à obra, apoiem a nobre iniciativa promovida pelo editor Neimar Nunes, caramba y carambita!
A Série Verde (divisão cronológica que se inicia no nº 89 italiano, após ‘Odisseia Americana“) da Coleção Histórica a Cores de Zagor partirá com dois volumes mais que especiais: o primeiro trará a saga completa de “Liberdade ou Morte” (nºs 89 a 92 italianos) e o segundo a saga completa da “A Ilha da Magia” (nºs 92 a 95 italianos).

“Os Estados Unidos da América estão exterminando um povo inteiro: os Seminoles. Os últimos rebeldes obstinados, liderados por Manetola, conseguem chegar a um acordo com o capitão Seabrook, que promete levá-los para a pequena ilha de Britannia, nas Bahamas, onde poderão viver em paz. Mas os paraísos são muitas vezes ilusórios…”
Elaborada por Guido Nolitta e desenhada por Franco Donatelli, a sequência marcou uma geração: foi uma das pedras fundamentais da Era de Ouro Zagoriana. Com histórias sólidas e surpreendentes como “Liberdade ou Morte“, Sergio Bonelli incursionou Zagor por epopeias que marcaram a história do Oeste americano, cativando leitores na Itália, no Brasil e em diversos outros países.

“Haiti. É nesta ilha misteriosa que chegam Zagor, Chico e seu amigo negro Bosambo. Uma ilha onde domina a religião misteriosa do vodu, uma mistura de catolicismo e ritos africanos. Uma ilha de cheiros estranhos e cores estranhas, onde os Loa, os espíritos, caminham lado a lado com os homens!”
Na saga da Ilha da Magia, Sergio Bonelli escolheu Franco Bignotti, uma das maiores lendas da Bonelli, para adentrar na cultura haitiana do Vodu e criar uma das histórias mais aterrorizantes de Zagor. Em um roteiro muito bem construído, Bonelli faz o leitor sentir na pele a angústia do herói em uma tentativa desesperada de lutar contra forças que transcendem a realidade.
SECRET ORIGINS: TEX CLASSIC 40
Por Saverio Ceri [1]
As origens da capa do quadragésimo Tex Classic têm muito pouco de segredo, mas ainda nos darão algumas ideias para reconstituir a carreira do ranger Bonelliano através de vinhetas e capas realizadas há pouco menos de 70 anos.
O volume de que nos ocupamos desta vez reimprime, a cores os quatro últimos números da quinta série de tiras do Águia da Noite e os dois primeiros da sexta (a primeira a ter um nome; Série Verde), publicados entre Abril e Maio de 1953. Os seis livretos já estavam reunidos nos dois Albi d’Oro de Setembro de 1955, ou seja, os números 23 e 24 da segunda série da publicação quinzenal. Como a capa do número 23 já foi utilizada no último Tex Classic, a capa elegível, segundo uma regra não escrita da série, permanece apenas uma, a do número 24, que pode ser vista abaixo, seguida da versão actual:
A cena da capa sintetiza as duas vinhetas da vigésima quarta página da primeira striscia da série verde, L’enigma dell’ippocampo, que também dá título a este Tex Classic. Tex protege a fuga do seu filho Kit, desarmando um oponente à sua maneira.
A diferença é que aqui o adversário está encapuçado. Quem sabe por que Galep escolheu retratá-lo sem capuz por ocasião da reedição quinzenal? Na capa da stricia original, que pode ser conferida de seguida, de facto, os adversários aparecem como na aventura, bem encapuçados.
O jovem Kit pode ser visto como um fugitivo, apenas no canto inferior esquerdo da capa, enquanto Tex encobre a sua fuga, contrariando eficazmente os seus oponentes.
Em 1958, por ocasião da reproposta desta história, voltou a ser utilizada novamente a ilustração para o 35º número da chamada série vermelha, a terceira e última série de tiras das aventuras de Tex. Nessa ocasião a camisa de Tex torna-se amarela e seu chapéu empalidece, enquanto o jovem Kit, como o título sugere, é capturado e desaparece como num passe de mágica da imagem.
Também Claudio Villa em 2006 por ocasião da nona capa para a collezione storica a colori do La Repubblica, repropõe a história do duelo entre cadeiras e mesas contra os encapuçados, também nesse caso Tex atira apenas para desarmar, assim como o o jovem Kit já desapareceu de cena.
Até ao próximo episódio.
Saverio Ceri
Encontre todas as outras origens das capas de Tex Classic na rubrica Secret Origins: Tex Classic
[1] Material apresentado no blogue Dime Web em 28/08/2018; Tradução e adaptação (com a devida autorização): José Carlos Francisco.
Copyright: © 2018 Saverio Ceri
A arte a preto e branco e as cores originais de Claudio Villa para a capa de Tex #763, “La vetta degli spiriti”
Tex #763 – La vetta degli spiriti
Argumento: Mauro Boselli
Roteiro: Mauro Boselli
Desenhos: Alessandro Bocci
Capa: Claudio Villa
Lançamento: 7 de Maio de 2024
Um totem sagrado na floresta representa os espíritos da montanha amaldiçoada e os quatro pards encontram-nos durante uma cerimónia organizada pelo feiticeiro dos Salish. Entre eles está o terrível demónio reptiliano Sunulkas. É possível que ele seja o oponente misterioso? Mas o russo Andreev não revelou tudo o que sabe… E a expedição liderada por Tex, seguida secretamente pela organizada por Holt, parte em meio a presságios sinistros…
A capa como habitualmente, e como citamos acima, é de Claudio Villa, capa essa que devido a uma gentileza do artista vamos dar a conhecer, de seguida, através da versão original a preto e branco e da versão colorida pelo próprio Villa, como podemos ver nesta publicação.
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