PRANCHAS INÉDITAS de Giulio De Vita a Maurizio Dotti passando por Ernesto Garcia Seijas, Massimo Rotundo, Michele Benevento, Laura Zuccheri, Mauro Laurenti, Majo Rossi e Fabio Civitelli

Hoje no blogue do Tex vamos dar, uma vez mais, conhecimento aos nossos leitores de algumas páginas INÉDITAS de Tex que estão sendo desenhadas por alguns dos grandes nomes do staff de Tex, de Giulio De Vita a Maurizio Dotti passando por Ernesto Garcia Seijas, Massimo Rotundo, Michele Benevento, Laura Zuccheri, Mauro Laurenti, Majo Rossi e Fabio Civitelli.

Um jovem Tex desenhado por Giulio De Vita no cartonado “Sfida nel Montana” com distribuição prevista para 24 de Setembro

Prancha inédita de Ernesto Garcia Seijas com textos de Gianfranco Manfredi

Após o sucesso do Texone do último ano, Massimo Rotundo volta a desenhar o nosso ranger, como se prova com esta página ainda a lápis de uma longa história escrita por Gianfranco Manfredi

Michele Benevento a desenhar Tex numa história escrita por Mauro Boselli

Página em produção do Texone de Laura Zuccheri

Página a publicar no próximo Color Tex Histórias Breves, em Novembro e que trará uma história a mais (serão assim 5). A arte é de Mauro Laurenti e as cores de Beniamino Delvecchio

Página a lápis do Texone de Majo com Mauro Boselli nos textos

Fabio Civitelli na redacção da SBE para dar os últimos retoques na história “Il segno di Yama”. Aventura desenhada por Civitelli e escrita por Mauro Boselli e que será publicada em Novembro

Maurizio Dotti com uma página da história de Tex em que está a trabalhar. Título provisório “Manhattan”. Argumento de Mauro Boselli.

(Para aproveitar a extensão completa  das imagens acima, clique nas mesmas)

Um comentário

  1. Da mestria de Ernesto Seijas à de Maurizio Dotti e de Fabio Civitelli, passando pelo excelente trabalho de Michele Benevento e Laura Zuccheri, sem esquecer as páginas ainda a lápis de Majo Rossi e Massimo Rotundo, há nesta galeria a prova incontestável de que a Itália continua a ser um alfobre de grandes desenhadores e de que aqueles que asseguram hoje, na Bonelli, o futuro de Tex estão entre os melhores do mundo!
    Notável também é a página a cores de Giulio De Vita, que desperta logo o interesse pela concepção estrutural das cenas, em vinhetas panorâmicas, dando à acção um dinamismo e uma objectividade peculiares. Imaginem esta mesma página publicada no formato habitual, de mais reduzidas dimensões, estruturado em três tiras com o máximo de seis vinhetas. Neste caso, a liberdade gráfica é sempre limitada, e os autores têm de mostrar todos os seus recursos (como inúmeras vezes acontece) para superarem essa limitação, em termos estéticos e narrativos.
    Parece-me que foi uma boa ideia a criação dos álbuns a cores de Tex, imitando os padrões franco-belgas. Os três títulos já publicados são um exemplo da liberdade gráfica que dá outra amplitude e até outro “fôlego” criativo às aventuras do nosso Ranger, embora condicionadas pelo menor número de páginas — o que não impediria, acho eu, que nalguns casos elas pudessem estender-se por dois volumes, pelo menos. Seja como for, esta colecção irá certamente reservar-nos outras belas surpresas e poderá tornar-se um marco da BD de autor, ombreando com obras-primas do western como Blueberry e Buddy Longway, por exemplo…
    Quanto ao Color Tex Histórias Breves, creio que a intenção inicial foi transformá-lo numa espécie de “banco de ensaio” para novos desenhadores… o que até poderia ter-se revelado uma boa ideia se a selecção dos trabalhos publicados fosse mais rigorosa. Francamente, parece-me que alguns desses desenhadores (e não vou citar nomes, mas os defeitos saltam à vista!) ainda estão no estádio de principiantes, a quem falta “escola” e até jeito para um género tão exigente como o western. Mesmo em episódios curtos, Tex merece melhor! A quantidade nunca é desejável, quando põe em causa a qualidade… sobretudo numa série de tão longas e prestigiosas tradições como a de Tex Willer!

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