Entrevista exclusiva: STEFANO BIGLIA (a propósito da sua participação na 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, realizada em Anadia, no passado mês de Maio)

julho 5, 2015

Entrevista exclusiva: STEFANO BIGLIA

(a propósito da sua participação na 2ª Mostra

do Clube Tex Portugal, realizada em Anadia,

no passado mês de Maio)

Stefano Biglia a dançar o vira português, numa caricatura de Bira Dantas

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco, com a colaboração de Júlio Schneider (tradutor de Tex para o Brasil) e de Gianni Petino na tradução e revisão e de Bira Dantas na caricatura.

Caro Stefano, bem-vindo de volta ao blogue português do Tex!
Quais as suas impressões sobre a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal? Você esperava mais ou esperava menos do que aconteceu?

Stefano Biglia: Olá a todos! Participar da segunda edição da Mostra do Clube em Anadia foi agradavelmente surpreendente, tanto no que diz respeito à recepção quanto à organização: os membros do Clube e o público desdobraram-se para que eu me sentisse à vontade, e demonstraram entusiasmo e estima pelo meu trabalho. Eu não podia querer mais!

A sua empatia com o público português foi maravilhosa e não será facilmente esquecida por aqueles que visitaram a Mostra de Anadia (como se pode ver pelos comentários no nosso blogue, nos quais a sua amabilidade e a sua atenção para com o público são merecidamente reconhecidos). Público, aliás, que dirigiu a si uma grande ovação na sua apresentação. O que você sentiu naquele momento?
Stefano Biglia: Eu diverti-me, durante o discurso eu tentei expressar o quão trabalhoso, mas também entusiasmante, é para mim trabalhar com uma personagem que, ao mesmo tempo em que é símbolo de integridade moral, coragem e lealdade, permite-se uma bela risada quando está em companhia de amigos e jamais deixa de encarar a vida com uma boa dose de ironia.

Depois de participar de vários eventos na Itália, você esperava essa recepção e afecto dos leitores portugueses?
Stefano Biglia: Para ser sincero, não, sobretudo porque a minha entrada na equipa de Tex é relativamente recente, mas a reacção dos leitores valeu como um encorajamento para produzir mais páginas e torcer para que logo seja publicada a minha história longa… e que eu me prepare para receber os comentários sobre ela!

Os fãs portugueses de Tex são de algum modo diferentes dos outros que você conheceu?
Stefano Biglia: A mim pareceram muito atentos não só ao desenhador mas também à pessoa, o que me dá muito prazer.

Observamos que durante a Mostra você confraternizou muito com o público: essa troca de palavras foi positiva? E como você se sentiu com a língua, diferente da sua?
Stefano Biglia: Em parte eu trapaceei, no sentido de que me vali da valiosa ajuda da senhora Tizziana Giorgini, óptima interprete; em parte as diferenças entre italiano, inglês e português foram atenuadas diante da paixão comum, e o entendimento ficou fácil.

Quais foram as principais diferenças que você viu entre a Mostra portuguesa e o que normalmente acontece nas italianas?
Stefano Biglia: Registo que, por razões de tempo, participo muito pouco dos eventos italianos, mas o que impressionou-me na Mostra portuguesa foi a escolha do local, o Museu do Vinho Bairrada, elegante e significativo ao mesmo tempo. E a sequência dos eventos (apresentações, debates, workshop, brindes!) foi muito bem estudada.

No seu retorno à SBE houve interesse da parte de Davide Bonelli e/ou Mauro Boselli em saber como foi a Mostra?
Stefano Biglia: Não falamos directamente, as nossas conversas tratam principalmente das páginas concluídas e a fazer, mas certamente os dois acompanharam a experiência portuguesa por meio das redes sociais, e imagino que tenham tido uma óptima impressão.

Houve repercussões na Itália sobre a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, em razão da sua presença?
Stefano Biglia: Há um número crescente de colegas meus que gostariam de participar das próximas edições portuguesas!

Você ficou quatro dias em Portugal, mas teve pouco tempo para conhecer o nosso pequeno País. O que mais o impressionou nessa breve estadia?
Stefano Biglia: Eu diria a generosidade e o grande orgulho da população portuguesa, muito ligada à sua Pátria tão rica de História.

Valeria a pena retornar a Portugal para participar de outro evento semelhante?
Stefano Biglia: Claro, e confesso que eu me permitiria alguns dias a mais para aproveitar Lisboa e sua costa, além das cidades vizinhas, que pude ver pouco.

Há alguma história curiosa ou divertida que você viveu durante a sua visita a Portugal?
Stefano Biglia: Mais que uma história, trata-se de um sonho que tive quando estava hospedado na casa do José Carlos Francisco, o Zeca: eu estava em um debate no Museu do Vinho de Anadia, e o próprio Zeca perguntava-me como eu estava a sentir-me em Portugal. “Muito bem“, eu respondi, “só não entendo porque vocês convidaram a mim, visto que ainda não desenhei uma história completa de Tex“. “Ah, não se preocupe com isso“, replicou ele, “o desenhador bom nós já temos, é Pasquale Frisenda… eu convidei você para ajudar na VINDIMA (colheita das uvas)!“. Quando eu contei isso no debate real, a sala inteira explodiu em gargalhadas.


Por fim, tire-nos uma curiosidade: em que ponto está a sua história de Tex?
Stefano Biglia: Estou na página 195, e os kiowas estão no meu rasto!

Stefano, agradecemos muitíssimo pelo tempo que mais uma vez nos dedicou.
Stefano Biglia: Foi um prazer!


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Intervista esclusiva: STEFANO BIGLIA (a proposito della sua presenza nella 2ª Mostra del Club Tex Portogallo)

julho 5, 2015

Intervista esclusiva: STEFANO BIGLIA

(a proposito della sua presenza nella

2ª Mostra del Club Tex Portogallo)

Intervista condotta da José Carlos Francisco, con la collaborazione di Júlio Schneider (redattore di Tex per il Brasile) e di Gianni Petino per le traduzioni e le revisioni e di Bira Dantas per la caricatura.

Ciao Stefano, benvenuto ancora una volta al blog portoghese di Tex!
Stefano, quale impressione ti ha lasciato la 2ª Mostra del Club Tex Portogallo? Ti aspettavi di più o di meno di quanto si è verificato?

Stefano Biglia: Ciao a tutti! Partecipare alla seconda edizione della Mostra del Club ad Anadia è stato piacevolmente sorprendente, sia per quanto riguarda l’accoglienza che per quel che attiene all’organizzazione: i membri del Club ed il pubblico hanno fatto a gara per mettermi a mio agio, ed hanno dimostrato entusiasmo e stima nei confronti del mio lavoro. Non potevo chiedere di più!

La tua empatia con in pubblico portoghese è stata meravigliosa e non sarà facilmente dimenticata da coloro che hanno visitato la Mostra di Anadia (come si può vedere dai commenti sul blog portoghese di Tex, in cui la tua amabilità e la tua attenzione nei confronti del pubblico sono meritatamente riconosciuti). Il pubblico, peraltro ti ha gratificato con una grande ovazione nella tua presentazione. Cos’hai provato in quell’istante?
Stefano Biglia: Mi sono divertito, durante il discorso ho cercato di comunicare quanto impegnativo, ma anche entusiasmante sia per me lavorare su un personaggio che, pur essendo simbolo di integrità morale, coraggio, lealtà, non disdegna una sana risata in compagnia, né dimentica di affrontare la vita con una buona dose di ironia.

Dopo avere partecipato a numerosi eventi in Italia, ti aspettavi questo ricevimento ed affetto da parte dei lettori portoghesi?
Stefano Biglia: Ad essere sincero no, soprattutto perchè il mio ingresso su Tex è relativamente recente, ma il loro atteggiamento è valso come un incoraggiamento a produrre ancora più pagine e far sì che si arrivi presto all’uscita della mia lunga storia… ed io mi prepari a ricevere i loro commenti su di essa!

I fans portoghesi di Tex sono in qualche misura diversi dagli altri che hai conosciuto?
Stefano Biglia: Mi sono sembrati molto attenti non solo al “disegnatore”, ma anche alla “persona”, cosa che non può che farmi piacere.

Abbiamo notato che durante la Mostra hai fraternizzato molto con il pubblico: questo scambio di “parole” è stato positivo a tuo avviso? E come ti sei trovato con la lingua diversa dalla tua?
Stefano Biglia: In parte ho barato, nel senso che mi sono avvalso del prezioso aiuto della signora Tizziana Giorgini, ottima interprete; in parte le differenze tra italiano, inglese e portoghese si sono attenuate di fronte alla passione comune, e capirsi è diventato facile.

Quali sono state le principali differenze che hai incontrato tra la Mostra portoghese e ciò che avviene abitualmente nei saloni italiani?
Stefano Biglia: Premetto che, per ragioni di tempo, partecipo di rado agli eventi italiani; ciò che mi ha colpito comunque della Mostra portoghese è stata la scelta della location, il Museo del Vino di Barraida, elegante e significativo al tempo stesso. Anche il susseguirsi degli incontri (presentazioni, dibattiti, workshop, brindisi!) era molto ben studiato.

Al tuo rientro in SBE c’è stato un interesse da parte di Davide Bonelli e/o Mauro Boselli per sapere come era andato la Mostra?
Stefano Biglia: Non ne abbiamo parlato direttamente, le nostre conversazioni vertono principalmente sulle pagine fatte e/o da fare, ma di certo entrambi hanno seguito l’esperienza portoghese tramite i social networks ed immagino ne abbiano ricavato un’ottima impressione.

Ci sono state ripercussioni in Italia circa la 2ª Mostra del Club Tex Portogallo, a causa della tua presenza?
Stefano Biglia: Un crescente numero di miei colleghi che vorranno partecipare alle prossime edizioni portoghesi!

Nonostante tu sia rimasto quattro giorni in Portogallo, hai avuto troppo poco tempo per conoscere il nostro piccolo Paese. Cosa ti ha colpito maggiormente durante questa breve permanenza?
Stefano Biglia: Direi la generosità e l’intenso orgoglio della popolazione portoghese, affezionata alla sua Patria così ricca di storia.

Varrebbe la pena ritornare in Portogallo per partecipare a un altro evento simile?
Stefano Biglia: Certamente, anche se confesso che mi concederei qualche giorno in più per godermi Lisbona e la sua costa, nonchè le altre città vicine, che ho potuto solo intravedere.

Vuoi raccontare qualche storia curiosa o divertente che hai vissuto durante la tua visita in Portogallo?
Stefano Biglia: Più che di una storia si tratta di un sogno, che ho fatto mentre ero ospite a casa di Josè Carlos Francisco (Zeca): mi trovavo durante una conferenza, al Museo del Vino di Anadia, e lo stesso Zeca mi chiedeva come mi stessi trovando in Portogallo. “Benissimo“, rispondevo io, “solo non capisco una cosa: come mai mi avete invitato, visto che io non ho ancora disegnato una storia completa di Tex?“. “Ah, non preoccuparti per questo“, rispondeva lui, “il disegnatore bravo ce l’abbiamo già, ed é Pasquale Frisenda… io ti ho chiamato qui per la VENDEMMIA!“, e, quando l’ho raccontato alla vera conferenza, l’intera sala è esplosa a ridere.

Da ultimo, toglici una piccola curiosità: a che punto è la tua storia di Tex?
Stefano Biglia: Sono a pagina 195, ed ho i Kiowa alle costole!

Stefano, ti ringraziamo moltissimo per il tempo che ci hai dedicato ancora una volta.
Stefano Biglia: E’ stato un piacere.

(Cliccare sulle immagini per vederle a grandezza naturale)

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Póster Tex Nuova Ristampa 246

julho 4, 2015

Póster Tex Nuova Ristampa 246

Em mais uma admirável ilustração de Claudio Villa vemos Tex Willer prestes a conferenciar com o tenente Newton para lhe propor a rendição do seu pelotão, contrariando as ordens do general Stonewell, com o acordo de regressar ao forte abandonando as carroças para que nenhum dos seus soldados sofra algum ataque por parte dos sioux de Nuvem Branca…

Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Uno strano incontro”, de Claudio Nizzi e Giovanni Ticci (Tex italiano #358 a #362).
(Para aproveitar a extensão completa do póster, clique no mesmo)

Texto de José Carlos Francisco

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Tertúlias TEXianas na capital da Bairrada tiveram as participações de Pasquale Frisenda e Stefano Biglia

julho 3, 2015

Tertúlias TEXianas na capital da Bairrada

tiveram as participações de

Pasquale Frisenda e Stefano Biglia

Por José Carlos Francisco (texto), Cristina Costa Amaral, Joana Gonçalves, Marco Guerra e Orlando Santos Silva (fotos)

Mesa da Tertúlia Texiana na Nova Casa dos Leitões recheada de pards com as presenças de Pasquale Frisenda e Stefano Biglia

Nos dois dias da 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, mais precisamente nos dias 9 e 10 de Maio, realizaram-se, no que ao Tex diz respeito, várias Tertúlias Texianas que chegaram a juntar numa única mesa quase 50 pessoas em duas alongadas mesas no restaurante Nova Casa dos Leitões situado no Peneireiro, Mealhada e que contaram com as presenças dos desenhadores Pasquale Frisenda e Stefano Biglia.


Mas para além dessa grandiosa tertúlia TEXiana ocorrida na noite de 9 de Maio, duas outras extra-oficiais também com bom número de participantes ocorreram em casa de José Carlos Francisco, na Malaposta, mais em concreto nos almoços de sábado 9 e domingo 10, a primeiro com a presença dos dois autores enquanto esta última já somente com a participação de Stefano Biglia e da sua esposa Valeria Lantermino.


As Tertúlias Texianas, sobretudo a integrada na própria programação do evento, foram seguramente um motivo mais para atrair alguns fãs e coleccionadores de Tex até Anadia de modo a poderem desfrutar de um maior espaço temporal junto de muitos outros fãs e coleccionadores de Tex, mas sobretudo de Pasquale Frisenda e Stefano Biglia, já que os autores italianos tinham confirmado há muito a sua presença na principal Tertúlia integrada na 2ª Mostra do Clube Tex Portugal.

Tertúlia Texiana à mesa

Como o próprio nome diz, a Tertúlia é na sua essência uma reunião de amigos com pelo menos um gosto em comum, que se reúnem de forma mais ou menos regular, para discutir vários temas e assuntos, embora em Anadia e por motivos óbvios, tudo se concentrava em redor de Tex e de Pasquale Frisenda e Stefano Biglia, daí ser denominada Tertúlia Texiana, já que no fundo todos os presentes eram (são) apaixonados pela personagem Tex Willer.

Tertúlia Texiana à mesa

E foram verdadeiras Tertúlias Texianas na real acepção da palavra, porque no quesito “Tertúlia” para além dos fãs e coleccionadores de Tex, acompanharam-nos em muitos casos as respectivas famílias e no quesito “Texiana” porque todas as conversas iam parar a Tex e também porque nas faustas refeições  não faltaram sequer os famosos bifes de dois dedos de altura cobertos por uma montanha de batatas fritas… mesmo estando na Bairrada onde o leitão assado é rei e senhor à mesa!

Um brinde a Tex!

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As cores originais das capas de Tex nº 655, “Inferno a Oil Springs” e Tex nº 656, “Nodo Scorsoio”

julho 2, 2015

As cores originais das capas de

Tex nº 655, “Inferno a Oil Springs” e

Tex nº 656, “Nodo Scorsoio

Por José Carlos Francisco

No passado dia 7 de Maio a Sergio Bonelli Editore publicou, na Itália, a edição número 655 de Tex, intituladas “Inferno a Oil Springs”, escrita por Gianfranco Manfredi, com desenhos de Leomacs e que continha a segunda e última parte de mais uma épica história do Ranger, onde Tex se aventura com o ouro negro, o petróleo, cujo título foi mesmo “Oro nero!“.


Por sua vez a 7 de Junho a Sergio Bonelli Editore publicou a edição nº 656 de Tex, intitulada “Nodo Scorsoio“, a primeira parte de uma história escrita por Tito Faraci e com uma bela arte de Rossano Rossi. Uma aventura onde o jovem Timothy Russell está prestes a ser enforcado, com a falsa acusação de homicídio e de furto de cavalos e onde só dois anjos com pistolas podem salvá-lo.


As capas, tal como todas posteriores ao número 400 na série principal, são da autoria do conceituado desenhador Claudio Villa, capas essas que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhadas das capas originais pintadas pelo próprio Claudio Villa, tal como temos feito com alguma regularidade devido à gentil cortesia de Villa que nos tem dado a conhecer nos últimos tempos as suas cores originais das capas que vai produzindo para Tex.

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Workshop com Stefano Biglia abrilhantou a sua passagem pela 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

julho 1, 2015

Workshop com Stefano Biglia

abrilhantou a sua passagem pela

2ª Mostra do Clube Tex Portugal

Por José Carlos Francisco (texto), Marco Guerra (fotos) e Orlando Santos Silva (fotos)

A equipa do workshop com Stefano Biglia - Mário Marques, Tizziana Giorgini, José Carlos, Stefano Biglia e João Lameiras

Um dos momentos mais  elevados da 2ª Mostra do Clube Tex Portugal foi o Workshop realizado com Stefano Biglia na tarde de domingo, 10 de Maio, em pleno Auditório do Museu do Vinho Bairrada e que teve a moderação do conceituado jornalista e crítico de banda desenhada João Miguel Lameiras tendo contado ainda com as colaborações de José Carlos Francisco e Tizziana Giorgini, esta última no papel de intérprete, mas que contou ainda com participação (no meio do público porque devido ao facto de ter ido levar Pasquale Frisenda ao aeroporto de Lisboa ter chegado já com o workshop a decorrer) de Mário João Marques.

Workshop com Stefano Biglia

Workshop com Stefano Biglia

Foi uma acção muito positiva que engrandeceu imenso esta 2ª Mostra, com qualidades e perspectivas muito produtivas sobretudo devido à capacidade e qualidade de Stefano Biglia, mas também devido à moderação de um dos mais conceituados experts portugueses no que à nona arte diz respeito e que prestigiou o evento texiano com a sua presença e participação: João Miguel Lameiras!

Stefano Biglia no uso da palavra no decurso do workshop

Stefano Biglia abordou a sua trajectória profissional até chegar a Tex, desde os primórdios da sua meninice onde a banda desenhada já tinha muita importância passando pelos primeiros passos da sua carreira, falando inclusive da sua primeira experiência com Tex em 1994 desenhando La ballata di Zeke Colter, uma aventura escrita por Claudio Nizzi, com esboços a lápis seus e de Luigi Copelo e a arte final de Renzo Calegari. A curta aventura L’ultimo della Lista, publicada no Color Tex também foi abordada enquanto a realização da actual história de Tex, com o título provisório de Bad Hand, que Biglia está a desenhar  para ser publicada no Verão de 2016 também foi, obviamente, muito abordada assim como algumas novidades e ideias para o futuro.

João Miguel Lameiras e Stefano Biglia

Houve ainda oportunidade para momentos de convívio muito descontraídos, inclusive do próprio Biglia ao contar um sonho ocorrido por cá e onde no sonho veio para fazer a vindima e não para o evento, entre todos os participantes e a imensa gente presente no auditório durante o workshop, discussões vivas e o lançamento de várias ideias que podem vir a tomar forma num futuro próximo. A destacar entre o numeroso público, algumas caras conhecidas de anteriores eventos relacionados a Tex ocorridos no nosso país, mas também muitas pessoas novas, que se integraram nas discussões, na partilha de informação e na vontade de lançar novos desafios mútuos. O cômputo final foi muito interessante e estimulante para todos os envolvidos, como se constata através das diversas fotos que ilustram este texto.

Stefano Biglia ladeado pelas bandeiras de Portugal e Anadia

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