As Leituras do Pedro: J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga #119 – “Policial Corrupto” e “O Grande Salto”

setembro 25, 2016

As Leituras do Pedro*

J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga #119
.

Policial Corrupto
Berardi e Calza
(argumento)
Piccoli
(desenho)


O Grande Salto
Berardi e Mantero (argumento)
Pittaluga e Antinori (desenho)

Histórias originalmente publicadas em Julia #132 e #133

Mythos Editora
Brasil, Novembro/Dezembro de 2015
135 x 180 mm, 260 p., pb, capa mole, bimestral
R$ 20,50 / 10,00 €

Nem tudo é o que parece.

Esta poderia ser uma frase a usar para publicitar a edição 119 de J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga, actualmente distribuída em Portugal, mais ainda devido ao duplo sentido que pode assumir no presente contexto.

Policial Corrupto, primeira das duas narrativas desta edição, mostra o tenente Alain Webb acusado de suborno e corrupção, sob investigação dos superiores, do FBI e até dos amigos (Julia, Ben…) e a optar pela via da fuga e, por isso, deveria ser a ‘estrela’, o destaque da revista e até deste texto.

No entanto, numa história bem escrita – Berardi não sabe fazê-lo de outra forma – ao longo da investigação, há sempre algo que não soa bem, mesmo que as acções a que assistimos neguem a (nossa) evidência, há sempre um incómodo, algo difícil de aceitar pelo leitor, que o leva a pôr em causa aquilo que os olhos vêem e a mente intui. A culpa, possivelmente, será da estrutura global da série e da importância do núcleo duro das suas personagens e da familiaridade com a sua forma de ser e de agir que os leitores fiéis de Julia já há muito interiorizaram. Por isso a estranheza que sentimos quando vão contra a sua natureza…

Mas, como ‘nem tudo é o que parece’…


A mudança de agulha faz-se depois para O Grande Salto, uma investigação pessoal de Julia, em companhia de Leo Baxter. A queda de um avião e o subsequente desaparecimento de um piloto e do assaltante de bancos que o sequestrou, são o ponto de partida para mais uma narrativa intrincada e complexa, que desafia o raciocínio do leitor, com diversas surpresas e inflexões e um final que, mais uma vez, prova que ‘nem tudo é o que parece…’

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro (http://asleiturasdopedro.blogspot.com/).

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Bruno BRINDISI, Alessandro NESPOLINO e Renato Alves da Silva EXIBEM a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

setembro 24, 2016

Bruno BRINDISI, Alessandro NESPOLINO e

Renato Alves da Silva EXIBEM a revista nº 4

do Clube Tex Portugal

Por José Carlos Francisco

A Revista do Clube Tex Portugal continua a fazer furor junto dos mais consagrados desenhadores do staff oficial do Ranger Tex Willer, não só pela elevada qualidade (em Itália pedem cada vez mais que a revista portuguesa tenha uma versão italiana) mas também pelo prestígio já que são cada vez em maior número os autores que se disponibilizam para colaborar na revista Clube português com desenhos e textos EXCLUSIVOS tornando a edição portuguesa cada vez mais cobiçada entre os fãs e coleccionadores do Ranger, levando a que o número de sócios do Clube vá aumentando gradualmente já que para poder ter direito aos já tão cobiçados exemplares é necessário ser-se sócio do Clube Lusitano que é cada vez mais um verdadeiro Clube Internacional do Tex, tantos e tão variados são os países de origem dos associados.

Mas voltando aos autores de Tex, depois de termos visto recentemente Mauro Boselli, Moreno Burattini, Massimo Rotundo, Pasquale Del Vecchio, Andrea Venturi, Maurizio Dotti, Corrado Mastantuono, Dante Spada e Stefano Biglia a enaltecerem e exibirem alegremente e orgulhosamente a revista nº 4 do Clube Tex Portugal, lançada neste Verão, hoje no blogue do Tex podemos ver Bruno Brindisi e Alesandro Nespolino a exibirem com evidente prazer e orgulho os seus exemplares da revista portuguesa:

Bruno Brindisi exibe a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Alessandro Nespolino concentrado na leitura da revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Do Brasil, mais elogios e fotos chegam do ilustre sócio Renato Alves da Silva: “Gostaria de transmitir meus sinceros parabéns a toda a directoria do Clube Tex Portugal pela edição nº 4 da revista do Clube Tex Portugal, realmente uma edição irretocável, tanto na apresentação, quanto no conteúdo variado, acrescido desta vez de uma história curta de Tex (“La Preda”), minha primeira leitura da revista (rsrsrs), espero sinceramente, que esta não seja uma excepção e que venham outras histórias de Tex no mesmo formato.“.

Renato Alves da Silva exibe orgulhosamente a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Quem ainda não é sócio e queira fazer parte do Clube Tex Portugal – cujos estatutos podem ser vistos aqui pode inscrever-se escrevendo via e-mail para José Carlos Francisco sendo necessário pagar uma jóia de inscrição de 5,00 € e uma quota mensal de 2,00 € (2,50 € se não for residente em Portugal).

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Collezione storica a colori nº 234 – Chi ha ucciso Wild Bill?

setembro 23, 2016

Tex nº 234 CHI HA UCCISO WILD BILL?

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Entrevista com o fã e coleccionador: Ângelo Amarildo Goular

setembro 22, 2016

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Ângelo Amarildo Goular: O meu nome: Ângelo Amarildo Goulart. Nascido em 21 de Abril de 1963. Sou natural de Piranguinho – MG. Região localizada no Sul de Minas. Fui nascido e criado em uma fazenda no interior do Estado, trabalhando com os meus pais na lavoura de arroz, milho e café e cuidando de algumas reses. Vida simples e comum, típica do homem do campo. Aos 17 anos mudamos para Piranguinho onde aprendi a profissão de padeiro, que exerci por oito anos. Depois casei-me e converti-me a Cristo, e há dezoito anos sou um Ministro do Evangelho. Mas não esqueci-me da minha origem humilde e procuro vivenciá-la em meu quotidiano.

Quando descobriu Tex?
Ângelo Amarildo Goular: Não sei dizer com exactidão, mas acho que descobri o Tex através de um amigo meu de juventude. Pois era costume na época a gente comprar ler e emprestar as revistas um para o outro para desfrutar da leitura e comentar o assunto. As primeiras revista que eu li deveria ser há uns trinta e cinco anos passados, faz muito tempo mesmo.

Porquê esta paixão por Tex?
Ângelo Amarildo Goular: Gosto muito da personagem, devido ao senso de justiça e à coragem ao enfrentar os grandes desafios. Além da perspicácia, inteligência, atitude e determinação.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Ângelo Amarildo Goular: As aventuras vividas por Tex e seus pards têm um aspecto real e não fictício. Quando mergulhamos na história parece que estamos vivendo a realidade com a personagem dos quadradinhos. São emocionantes e electrizantes as histórias, muito bem elaboradas…

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Ângelo Amarildo Goular: Devo ter aproximadamente umas 250 revistas. 150 Tex Coleção, 50 Tex Edição Histórica e 40 Tex Ouro…
Difícil dizer qual destaca mais, fui leitor de Tex dos 18 aos 25 anos depois parei de coleccionar…
Voltei novamente há pouco tempo atrás. As primeiras revistas que eu li foram: Juramento de Vingança, Na Fronteira do Colorado, Terra Prometida, Prisioneiros do Deserto, El Muerto… só clássicos da literatura.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Ângelo Amarildo Goular: Fui leitor de Cheet, Ken Parker e Zagor. Hoje sou leitor e coleccionador somente de Tex.

Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Ângelo Amarildo Goular: Não tenho nenhum objecto de Tex…
Como a maioria dos leitores a minha história predilecta é El Muerto. Gostaria, de preferência ser contemplado, se possível autografado, com uma revista a cores do Tex contando a história do Ranger.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia?
Ângelo Amarildo Goular: A minha história favorita já citei de forma antecipadamente. Kkkkkk.
Já os desenhadores preferidos são nesta ordem das prioridades: Letteri, Galleppini, Ticci, Nicolò, Fusco e Monti.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Ângelo Amarildo Goular: As história são muito bem elaboradas com suspense e acção. Isto é o que realmente me fascina…
Já os desenhos actuais deixam a desejar, prefiro não fazer comentário neste sentido, depreciando os desenhadores… inclusive na última edição do Tex Edição Histórica… Ficou horrível!!!

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Ângelo Amarildo Goular: A arte gráfica, cenários geográficos, os primeiros desenhadores excelentes, histórias interessantes. Tudo isso contribuiu para expandir no mercado literário conquistando os leitores do género.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Ângelo Amarildo Goular: Na minha região conheço poucos pessoalmente, tenho feito amigos na rede social.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Ângelo Amarildo Goular: Já li algo a respeito que a venda do Tex estatisticamente falando está em declínio nos últimos tempos. Eu gostaria muito que a personagem continuasse no mercado por muitos anos. Esta é a minha singela opinião a respeito, um grande abraço…
Suerte, hasta la vista, e viva Tex!!!

Prezado pard Ângelo Amarildo Goular agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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Zagor #168 vai trazer uma história COLORIDA

setembro 21, 2016
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Zagor #168 vai trazer uma história COLORIDA

Capa de Zagor #168

A edição nº 168 de Zagor, com o selo da brasileira Mythos Editora e com publicação prevista para o próximo mês de Outubro tem como o título “A volta dos akkronianos” (com argumento de Jacopo Rauch e desenhos do falecido mestre Gallieno Ferri) e é mais um marco na história editorial das publicações brasileiras do Espírito da Machadinha: além de apresentar uma história que, na série original italiana, é de uma edição centenária (neste caso, o n° 600), é a quarta aventura de Zagor publicada a cores em terras tupiniquins, depois de Magia Indígena (Zagor n° 100, Mythos Editora, 2009), A Arca de Manitu (Zagor Extra n° 100, Mythos Editora, 2012) e A Porta do Medo (livro Especial Sergio Bonelli, Mythos Editora, 2013).

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III ENCONTRO REGIONAL SUL – FÃS CLUBES TEX E ZAGOR DO BRASIL

setembro 20, 2016

III ENCONTRO REGIONAL SUL -

FÃS CLUBES TEX E ZAGOR DO BRASIL


Um dos principais objectivos dos Fãs Clubes Tex e Zagor do Brasil é o de realizar palestras,  exposições, feiras de artes e encontros em todo o Brasil promovendo a unidade, convívio e colaboração entre os sócios, e por outro lado, principalmente realizar a divulgação das personagens com o intuito de formar novos leitores/coleccionadores e assim perpetuar os nossos amados heróis.

Neste ano será realizado o III Encontro Regional Sul, com a abrangência dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (ressaltamos que todos estão convidados a participar independente de sua posição geográfica).

O mesmo ocorrerá em Carazinho/RS, Capital da Hospitalidade, nos dias 15 e 16 de Outubro de 2016 e, para nos ambientarmos ainda mais no clima do velho Oeste, o encontro será realizado em um Centro de Tradições Gaúchas, que através do Sr. Orlando Adelio Wandscheer e sua patronagem abraçaram esta ideia e abriram as “porteiras” do CTG Unidos pela Tradição Riograndense.

A divulgação está sendo realizada através de Cartazes, Banneres, camisetas e no meio virtual com uma inovação através de convites com “tirinhas personalizadas”.

Já há um cronograma de actividades para os dois dias, porém, o mesmo pode sofrer algumas alterações de acordo com as necessidades ou sugestões.

Dia 15/10/2016 – Sábado

Das 8h30 às 10h: Organização do “saloon” e recepção dos pards convidados

10h às 11h30min: Exposição aberta ao público em geral

Das 11h30min às 13h30min: Horário livre para almoço – passeio pela cidade

Das 13h30min às 18h: Exposição aberta ao público em geral e recepção dos pards convidados

Das 18h 30min às 19h 45min: Reunião com a directoria do Clube com debates de assuntos do nosso interesse

A partir das 20h: Jantar no CTG Unidos pela Tradição Riograndense (Cardápio: Cartão de Galeto com massa para duas pessoas ao custo de R$ 25,00).

Pernoite sem custos à “moda cowboy”, ou seja, cada um deverá trazer seus apetrechos, tais como: colchão insuflável, roupas de cama, travesseiro, etc…

Obs.: Para os que preferem um pouco mais de conforto já foi divulgado um orçamento de custos nos hotéis da cidade.

Dia 16/10/2016 – Domingo

Das 7h às 8h15min: Café comunitário com os que pernoitarem no local

Das 8h30min às 11h30min: Exposição aberta público em geral e recepção dos pards convidados.

Das 11h30min às 13h30min: Almoço no CTG Unidos pela Tradição Riograndense (Cardápio: Churrasco – Espeto Corrido ao custo de R$ 30,00 por pessoa).

Das 13h30min às 17h30min: Exposição aberta ao público em geral e despedida aos pards que estiveram presentes.

No encontro que será aberto ao público em geral com entrada gratuita, além do tradicional compra – venda – troca, serão expostas colecções de revistas e produtos da “família Bonelli” nacionais e importados, HQs (BDs) em geral, colecções de miniaturas diversas, esculturas, antiguidades, a presença de desenhador/realista, brindes e muita diversão.

Estamos partindo para a recta final onde a ansiedade e a expectativa irão se tornar realidade, portanto, para que o evento seja bem organizado e estruturado contamos que os “pards”, “trappers” e “Lilyths” sigam o exemplo do Presidente Jesse Bicodepena (Bahia) que já confirmou a sua presença no III Encontro Regional Sul.

Fiquem atentos… olhem o risco que estarão correndo os que não comparecerem ao evento:

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Póster Tex Nuova Ristampa 269

setembro 19, 2016

Póster Tex Nuova Ristampa 269

Em mais uma maravilhosa ilustração de Claudio Villa, vemos Tex Willer e Kit Carson, na delegacia de Cruz Alta, um povoado no Novo México, apresentando-se à surpreendente xerife Susan Mc Intire, viúva do anterior xerife que tinha sido recentemente morto por um bando de foras-da-lei!

Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Il messaggio cifrato”, de Claudio Nizzi, Decio Canzio e Guglielmo Letteri (Tex italiano #405 e #406).
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