10º ANIVERSÁRIO do blogue português do Tex – Uma DÉCADA na vanguarda da informação texiana

setembro 28, 2016

10º ANIVERSÁRIO do blogue português do Tex
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Uma DÉCADA na vanguarda

da informação Texiana

28 de Setembro de 2006/
28 de Setembro de 2016


Por Mário João Marques (mentor e criador do blogue português do Tex)

Parece que foi ontem, mas hoje já comemora 10 anos de plena actividade diária.

Já devem ter percebido que estou a falar do Blogue Tex Willer, um desafio que em boa hora lancei ao meu bom amigo José Carlos Francisco, popularmente conhecido por Zeca, em virtude da grande paixão que ambos nutrimos por esta personagem emblemática da banda desenhada italiana e mundial.

Números do blogue português do Tex em 10 anos de vida

Decorrido todos este tempo, após 3.708 posts, 101 categorias, 493 tags e mais de 12.800 comentários creio que valeu bem a pena.
Mas se o blogue hoje é um sucesso, visitado por texianos (e não só) dos quatro cantos do mundo, um manancial de informação diária, muitas vezes em verdadeiro exclusivo e primeira mão, uma verdadeira referência de tantos e tantos que alimentam a paixão pela personagem criada em 1948 por Gianluigi Bonelli e Aurelio Galleppini, tal se deve ao trabalho, à dedicação, ao carinho e ao labor do Zeca, que durante estes anos foi sempre capaz de manter o blogue renovado diariamente, trazendo  assuntos e informação de grande interesse e actualidade.

Aliás, foi essa a condição que lhe impus quando da criação do blogue. A única, mas na realidade um verdadeiro desafio: lancei a ideia, criei os primeiros posts, mas depois deixei-lhe o recém nascido nos braços, entregando-lhe o duro papel de fazer crescer o blogue e o moldar à sua imagem. Na verdade, deixei-lhe o principal papel, o papel mais difícil, mas que ele soube sempre desempenhar a contento, como o faz sempre em prol de Tex Willer.

Não andarei longe da verdade se aqui sublinhar que o blogue veio criar condições para que mais tarde tivéssemos abraçado outros projectos. Esta paixão que o Zeca revela diariamente pelo Ranger e que se encontra bem evidente nestes dez anos de blogue, acabou por nos contagiar a todos e levar a pensar noutros voos. Primeiro o Clube Tex Portugal, depois a organização de um evento anual que pudesse ser uma referência, sem esquecer a revista semestral. Tal não nos impede de sonhar, porque sabemos que ainda está para vir o melhor dia e outras ideias fervilham. 2018 está ali ao virar da esquina, ano em que Tex Willer comemora setenta anos de publicação ininterrupta. E nós, assim nos deixem, estaremos cá para comemorar.

Parabéns ao Blogue Tex Willer, parabéns a todos os que permitiram e contribuíram para que nestes 10 anos se tornasse numa referência.

E obrigado Tex por me teres permitido, para além de tudo o mais, conhecer gente tão boa e criar verdadeiros laços de amizade duradouros, genuínos e fortes.


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A capa (e os esboços alternativos) de Tex #659, “La chiesa sulla collina”

setembro 27, 2016

A capa (e os esboços alternativos) de

Tex #659, “La chiesa sulla collina

Por José Carlos Francisco

Se antes do falecimento de Sergio Bonelli o nascimento das capas de Tex ocorria na sede da editora italiana, onde o próprio Sergio Bonelli depois de examinar pessoalmente a história em questão, procurava uma cena “de capa” entre as vinhetas desenhadas, elaborava um esboço veloz que era enviado por fax, a Claudio Villa,  junto às cópias das páginas correspondentes (em geral, duas ou três) e somente a partir daí é que Claudio Villa começava a trabalhar, preparando a cena “de capa”, já que ao contrário do que muitos pensavam, o desenhador não tinha liberdade para fazer a capa que bem entendia para a história, até porque na grande maioria das vezes, Claudio Villa não tinha acesso à história completa, hoje em dia é o próprio Claudio Villa que escolhe a cena a partir da qual faz a capa, embora com supervisão de Mauro Boseli, tendo este o poder de aprovar ou vetar a “capa” escolhida por Claudio Villa, devido a ser na actualidade o responsável máximo por Tex.

Tal aconteceu também com a capa do Tex #659, publicada na Itália em Setembro de 2015, com  o título “La chiesa sulla collina”.

Depois do próprio Villa seleccionar a imagem começa então a trabalhar na preparação da cena “de capa”. Em síntese, ele precisa cuidar do enquadramento, da luz e do movimento das personagens já que segundo o próprio Claudio Villa A capa deve contar sem revelar, deve ser legível e imediata, deve interessar e ser suficientemente dinâmica. Às vezes, falta uma cena significativa e então ela é “construída” com os elementos extraídos da história. Algumas vezes, para conseguir o melhor, chego a seis, sete esboços. É incrível de quantas maneiras se pode contar, em igualdade de situação, uma cena. E cada vez descobrir uma “temperatura” diferente, só deslocando o ponto de vista, a luz ou a disposição das personagens.

Mas, como muitas vezes acontece, a capa que será publicada, não foi a única opção do desenhador italiano, já que até chegar ao resultado final que vimos no início deste texto, Claudio Villa fez outros esboços alternativos, igualmente belos:

Primeiro esboço de Claudio Villa para a capa de Tex #659

Segundo esboço de Claudio Villa para a capa de Tex #659

Terceiro esboço de Claudio Villa para a capa de Tex #659

Quarto esboço de Claudio Villa para a capa de Tex #659

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A aluna (Ana Beatriz Francisco) e os MESTRES (Massimo ROTUNDO & Maurizio DOTTI)

setembro 26, 2016

A aluna (Ana Beatriz Francisco) e os MESTRES

(Massimo ROTUNDO & Maurizio DOTTI)

Por José Carlos Francisco

Devido ao facto das minhas duas filhas conviverem com o Tex desde que nasceram, a ponto de me acompanharem a eventos Texianos realizados por todo o Portugal e de me ajudarem a limpar e a manter em ordem a colecção do Ranger, posso dizer, sem medo de errar, que ambas gostam imenso de Tex Willer e são mesmo tão Texianas como eu.

Inclusive a Andreia Sofia já leu diversas histórias de Tex (tal como a sua mãe) e a pequena Ana Beatriz, sócia do Clube Tex Portugal, tinha como passatempo preferido, pintar desenhos de Tex que eu imprimia para ela, nunca tendo nenhuma delas estragado um único exemplar do Ranger, mesmo estando a minha colecção à mão de semear, como aqui dizemos, pois as minhas filhas sempre foram educadas para não estragarem as revistas do pai.

Mas voltando à Ana Beatriz (que em diversas fotos neste post mostra bem a sua envolvência com Tex desde tenra idade), ela devido à aptidão para desenhar passou a desenvolver a sua paixão por Tex realizando desenhos vários de Tex Willer e seus pards, desenhos esses que ela gentilmente oferece a este pai babado e que muito me orgulham e que me permitem sonhar com a possibilidade de um dia ela vir a desenhar Tex ainda mais agora que temos duas mulheres a desenhar oficialmente o Ranger: a Laura Zuccheri e a Patrizia Mandanici… tendo inclusive a Ana Beatriz já desenhado, no passado, com grandes MESTRES texianos como por exemplo Fabio Civitelli, Ivo Milazzo, Andrea Venturi, Pasquale Del Vecchio e Stefano Biglia.

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Um momento recente da sua paixão e jeito por desenhar Tex, seus pards e outras personagens do mundo de Águia da Noite (nome indígena do Ranger, como todos sabem) aconteceu durante a presença de Massimo Rotundo e Maurizio Dotti na 3ª Mostra do Clube Tex Portugal e da estadia em nossa casa no passado mês de Abril, onde a Ana Beatriz, na altivez dos seus 11 anitos, ao ver Rotundo e Dotti realizarem alguns desenhos de Tex, resolveu também ela desenhar magníficos desenhos que acabaram por surpreender os próprios desenhadores, ambos agraciados inclusive com um Tex desenhado pela Ana Beatriz, um gesto que muito os sensibilizou e que levou cada um deles a fazer um desenho para a aluna portuguesa!

Ana Beatriz a desenhar o Ranger

Ana Beatriz a desenhar com os Mestres Maurizio Dotti e Massimo Rotundo

Um pedido para a Ana Beatriz desenhar um seu Tex

A aluna Ana Beatriz e o desenho de Tex feito para os Mestres Maurizio Dotti e Massimo Rotundo

Massimo Rotundo e o desenho feito pelo Mestre para a sua discípula

Maurizio Dotti e o desenho feito pelo Mestre para a sua discípula

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As Leituras do Pedro: J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga #119 – “Policial Corrupto” e “O Grande Salto”

setembro 25, 2016

As Leituras do Pedro*

J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga #119
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Policial Corrupto
Berardi e Calza
(argumento)
Piccoli
(desenho)


O Grande Salto
Berardi e Mantero (argumento)
Pittaluga e Antinori (desenho)

Histórias originalmente publicadas em Julia #132 e #133

Mythos Editora
Brasil, Novembro/Dezembro de 2015
135 x 180 mm, 260 p., pb, capa mole, bimestral
R$ 20,50 / 10,00 €

Nem tudo é o que parece.

Esta poderia ser uma frase a usar para publicitar a edição 119 de J. Kendall – Aventuras de uma criminóloga, actualmente distribuída em Portugal, mais ainda devido ao duplo sentido que pode assumir no presente contexto.

Policial Corrupto, primeira das duas narrativas desta edição, mostra o tenente Alain Webb acusado de suborno e corrupção, sob investigação dos superiores, do FBI e até dos amigos (Julia, Ben…) e a optar pela via da fuga e, por isso, deveria ser a ‘estrela’, o destaque da revista e até deste texto.

No entanto, numa história bem escrita – Berardi não sabe fazê-lo de outra forma – ao longo da investigação, há sempre algo que não soa bem, mesmo que as acções a que assistimos neguem a (nossa) evidência, há sempre um incómodo, algo difícil de aceitar pelo leitor, que o leva a pôr em causa aquilo que os olhos vêem e a mente intui. A culpa, possivelmente, será da estrutura global da série e da importância do núcleo duro das suas personagens e da familiaridade com a sua forma de ser e de agir que os leitores fiéis de Julia já há muito interiorizaram. Por isso a estranheza que sentimos quando vão contra a sua natureza…

Mas, como ‘nem tudo é o que parece’…


A mudança de agulha faz-se depois para O Grande Salto, uma investigação pessoal de Julia, em companhia de Leo Baxter. A queda de um avião e o subsequente desaparecimento de um piloto e do assaltante de bancos que o sequestrou, são o ponto de partida para mais uma narrativa intrincada e complexa, que desafia o raciocínio do leitor, com diversas surpresas e inflexões e um final que, mais uma vez, prova que ‘nem tudo é o que parece…’

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro (http://asleiturasdopedro.blogspot.com/).

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Bruno BRINDISI, Alessandro NESPOLINO e Renato Alves da Silva EXIBEM a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

setembro 24, 2016

Bruno BRINDISI, Alessandro NESPOLINO e

Renato Alves da Silva EXIBEM a revista nº 4

do Clube Tex Portugal

Por José Carlos Francisco

A Revista do Clube Tex Portugal continua a fazer furor junto dos mais consagrados desenhadores do staff oficial do Ranger Tex Willer, não só pela elevada qualidade (em Itália pedem cada vez mais que a revista portuguesa tenha uma versão italiana) mas também pelo prestígio já que são cada vez em maior número os autores que se disponibilizam para colaborar na revista Clube português com desenhos e textos EXCLUSIVOS tornando a edição portuguesa cada vez mais cobiçada entre os fãs e coleccionadores do Ranger, levando a que o número de sócios do Clube vá aumentando gradualmente já que para poder ter direito aos já tão cobiçados exemplares é necessário ser-se sócio do Clube Lusitano que é cada vez mais um verdadeiro Clube Internacional do Tex, tantos e tão variados são os países de origem dos associados.

Mas voltando aos autores de Tex, depois de termos visto recentemente Mauro Boselli, Moreno Burattini, Massimo Rotundo, Pasquale Del Vecchio, Andrea Venturi, Maurizio Dotti, Corrado Mastantuono, Dante Spada e Stefano Biglia a enaltecerem e exibirem alegremente e orgulhosamente a revista nº 4 do Clube Tex Portugal, lançada neste Verão, hoje no blogue do Tex podemos ver Bruno Brindisi e Alesandro Nespolino a exibirem com evidente prazer e orgulho os seus exemplares da revista portuguesa:

Bruno Brindisi exibe a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Alessandro Nespolino concentrado na leitura da revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Do Brasil, mais elogios e fotos chegam do ilustre sócio Renato Alves da Silva: “Gostaria de transmitir meus sinceros parabéns a toda a directoria do Clube Tex Portugal pela edição nº 4 da revista do Clube Tex Portugal, realmente uma edição irretocável, tanto na apresentação, quanto no conteúdo variado, acrescido desta vez de uma história curta de Tex (“La Preda”), minha primeira leitura da revista (rsrsrs), espero sinceramente, que esta não seja uma excepção e que venham outras histórias de Tex no mesmo formato.“.

Renato Alves da Silva exibe orgulhosamente a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Quem ainda não é sócio e queira fazer parte do Clube Tex Portugal – cujos estatutos podem ser vistos aqui pode inscrever-se escrevendo via e-mail para José Carlos Francisco sendo necessário pagar uma jóia de inscrição de 5,00 € e uma quota mensal de 2,00 € (2,50 € se não for residente em Portugal).

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Collezione storica a colori nº 234 – Chi ha ucciso Wild Bill?

setembro 23, 2016

Tex nº 234 CHI HA UCCISO WILD BILL?

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Entrevista com o fã e coleccionador: Ângelo Amarildo Goular

setembro 22, 2016

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Ângelo Amarildo Goular: O meu nome: Ângelo Amarildo Goulart. Nascido em 21 de Abril de 1963. Sou natural de Piranguinho – MG. Região localizada no Sul de Minas. Fui nascido e criado em uma fazenda no interior do Estado, trabalhando com os meus pais na lavoura de arroz, milho e café e cuidando de algumas reses. Vida simples e comum, típica do homem do campo. Aos 17 anos mudamos para Piranguinho onde aprendi a profissão de padeiro, que exerci por oito anos. Depois casei-me e converti-me a Cristo, e há dezoito anos sou um Ministro do Evangelho. Mas não esqueci-me da minha origem humilde e procuro vivenciá-la em meu quotidiano.

Quando descobriu Tex?
Ângelo Amarildo Goular: Não sei dizer com exactidão, mas acho que descobri o Tex através de um amigo meu de juventude. Pois era costume na época a gente comprar ler e emprestar as revistas um para o outro para desfrutar da leitura e comentar o assunto. As primeiras revista que eu li deveria ser há uns trinta e cinco anos passados, faz muito tempo mesmo.

Porquê esta paixão por Tex?
Ângelo Amarildo Goular: Gosto muito da personagem, devido ao senso de justiça e à coragem ao enfrentar os grandes desafios. Além da perspicácia, inteligência, atitude e determinação.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Ângelo Amarildo Goular: As aventuras vividas por Tex e seus pards têm um aspecto real e não fictício. Quando mergulhamos na história parece que estamos vivendo a realidade com a personagem dos quadradinhos. São emocionantes e electrizantes as histórias, muito bem elaboradas…

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Ângelo Amarildo Goular: Devo ter aproximadamente umas 250 revistas. 150 Tex Coleção, 50 Tex Edição Histórica e 40 Tex Ouro…
Difícil dizer qual destaca mais, fui leitor de Tex dos 18 aos 25 anos depois parei de coleccionar…
Voltei novamente há pouco tempo atrás. As primeiras revistas que eu li foram: Juramento de Vingança, Na Fronteira do Colorado, Terra Prometida, Prisioneiros do Deserto, El Muerto… só clássicos da literatura.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Ângelo Amarildo Goular: Fui leitor de Cheet, Ken Parker e Zagor. Hoje sou leitor e coleccionador somente de Tex.

Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Ângelo Amarildo Goular: Não tenho nenhum objecto de Tex…
Como a maioria dos leitores a minha história predilecta é El Muerto. Gostaria, de preferência ser contemplado, se possível autografado, com uma revista a cores do Tex contando a história do Ranger.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia?
Ângelo Amarildo Goular: A minha história favorita já citei de forma antecipadamente. Kkkkkk.
Já os desenhadores preferidos são nesta ordem das prioridades: Letteri, Galleppini, Ticci, Nicolò, Fusco e Monti.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Ângelo Amarildo Goular: As história são muito bem elaboradas com suspense e acção. Isto é o que realmente me fascina…
Já os desenhos actuais deixam a desejar, prefiro não fazer comentário neste sentido, depreciando os desenhadores… inclusive na última edição do Tex Edição Histórica… Ficou horrível!!!

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Ângelo Amarildo Goular: A arte gráfica, cenários geográficos, os primeiros desenhadores excelentes, histórias interessantes. Tudo isso contribuiu para expandir no mercado literário conquistando os leitores do género.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Ângelo Amarildo Goular: Na minha região conheço poucos pessoalmente, tenho feito amigos na rede social.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Ângelo Amarildo Goular: Já li algo a respeito que a venda do Tex estatisticamente falando está em declínio nos últimos tempos. Eu gostaria muito que a personagem continuasse no mercado por muitos anos. Esta é a minha singela opinião a respeito, um grande abraço…
Suerte, hasta la vista, e viva Tex!!!

Prezado pard Ângelo Amarildo Goular agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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