Portugal – Edições da Mythos Editora à venda em Setembro

setembro 2, 2015

Relação das revistas da Mythos Editora, distribuídas em Portugal, pela VASP – Distribuidora de Publicações Lda, para o mês de SETEMBRO de 2015:

TEX 513
Batalha fumegante
Texto: Mauro Boselli – Desenhos: Alessandro Piccinelli

História originalmente publicada em Tex italiano 613

Tex e os seus pards estão no parque Yellowstone para procurar três abastados homens de negócios e o superintendente do parque, Langford, que foram sequestrados por um bando de índios nez percé. Nesse ínterim, indo em auxílio do guardião de Yellowstone, Harry Yount, desbaratam um bando de caçadores da C.ª de Peles Moon Valley. O chefe da companhia, Crawford, recruta um pequeno exército de sicários e de índios crees para se vingar de Tex e de seus companheiros. Mas Crawford não contava que os heróis teriam uma retumbante ajuda da mãe-natureza na batalha final. E mais, o início de uma nova aventura intitulada O MATADOR MEXICANO.
3,40€

TEX COLEÇÃO 305
O rosto do traidor

Texto: Guido Nolitta – Desenhos: Giovanni Ticci

História originalmente publicada em Tex italiano 252

Tex e o seu filho Kit participam de uma expedição científico-militar na selva da Colômbia, cuja tarefa é estudar as possibilidades de abertura de um canal entre os oceanos Atlântico e Pacífico – o futuro Canal do Panamá. Os técnicos e os fuzileiros do major Martin, que formam a escolta, são dizimados pelos contínuos ataques dos índios guaymis. Além disso, Tex chega à conclusão de que alguém está a tentar sabotar a operação. Após verem quase todos os componentes da expedição serem massacrados, os heróis finalmente conseguem desmascarar o traidor e têm uma das piores surpresas de suas vidas.
3,40€

ALMANAQUE TEX 47
Na trilha da vingança
Texto: Pasquale Ruju – Desenhos: Sandro Scasciatelli

História originalmente publicada em Almanacco del West 2015

Strong é um bandido impiedoso, o seu habilidoso e sangrento assalto ao Silver Luck é a prova. Mas na sua alma oculta-se um profundo ferimento de infância, um ferimento provocado por Machadinha Negra, o navajo. Em pleno território indígena, Tex e Carson cruzam com a longa trilha de sangue deixada pelo único desejo de Strong: a vingança! O bandido não se detém diante de torturas e massacres e caberá aos dois rangers encerrar a trilha de sangue!
4,00€

TEX EM CORES 25
O homem da caveira
Texto: G. L. Bonelli – Desenhos: Aurelio Galleppini

Nesta edição temos o final da aventura de Tex contra Mefisto. O diabólico mago consegue fazer com que Carson e Kit Willer fiquem sob o seu poder e cometam horrendos crimes sob o seu comando. Desesperado, Tex usa todo o seu poder como chefe dos navajos e como ranger para tentar salvar os seus parceiros, mas tudo parece em vão. Mefisto, Carson e Kit parecem ter desaparecido da face da terra. Em uma outra história completa, Tex salva um negro da forca e depois tem que lutar contra o preconceito de uma cidade inteira no interior do estado do Nevada.
17,00€

Juiz Dredd Megazine 14

Formato Magazine 20,5 x 27,5 cm – 68 Páginas; Capa de Neil Roberts

A Mythos lança no nosso país Juiz Dredd Megazine nº 14 e continua a resgatar o melhor da banda desenhada britânica.

O Juiz Dredd frente a frente com ninguém menos que… Jack, o Estripador! E ainda: um ancião quer a todo o custo enterrar a sua esposa, mas Dredd está no seu caminho. Leia também: aprisionado e prestes a ser sacrificado, Sláine encontra uma figura importante do seu passado. Área Cinzenta: Birdy e Bulliet tentam desvendar um duplo homicídio sem criar um incidente diplomático. E mais: Choques Futuristas! E a volta de Nikolai Dante!
Para os fãs de Tex: Esta edição traz a única história do Juiz Dredd desenhada magnificamente por José Ortiz!
5,00€

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ÚLTIMA história de José Ortiz será PUBLICADA este ano no Maxi Tex nº 19

setembro 1, 2015

ÚLTIMA história de José Ortiz será

PUBLICADA este ano no Maxi Tex nº 19

José Ortiz ao serviço de Tex!

O consagrado desenhador espanhol José Ortiz, um dos grandes nomes da banda desenhada espanhola, apesar de ter falecido em Valência a 23 de Dezembro de 2013, com 81 anos de idade devido a um problema cardíaco, terá a sua última história de Tex publicada neste ano de 2015 na Itália, mas também no Brasil, isto porque o autor que dizia ser catalão e não espanhol, antes de falecer ainda tinha concluído uma anterior aventura do Ranger, aventura essa escrita por Tito Faraci e que será publicada em Outubro, no volume nº 19 da série italiana Maxi Tex, com publicação no Brasil prevista para Dezembro no número 17 da série Tex Anual.

Arte de José Ortiz na sua última aventura

O volume que terá capa de Claudio Villa e cujo título é “La giustizia di Tex” (“A justiça” de Tex“) trará duas longas e dramáticas aventuras sem um único momento de trégua, isto porque para além da história desenhada por José Ortiz, o Maxi Tex nº 19 trará uma segunda aventura, também escrita por Tito Faraci, mas desenhada por Ugolino Cossu.

Há casos em que a lei dos homens não chega para fazer justiça. É nestas circunstâncias que é necessário um homem como Tex! Primeiro ele tem que salvar o jovem Rick Melville de si mesmo e do desejo de vingança que ele arrasta numa espiral de sangue. Depois, na aventura desenhada por José Ortiz, tentará resgatar de uma falsa acusação um bando de rebeldes apaches.

Arte de Ugolino Cossu em Maxi Tex nº 19

Arte de Ugolino Cossu em Maxi Tex nº 19

Mas ainda a propósito deste histórico Maxi Tex, duas particularidades referentes à capa, a primeira é que apresentamos de seguida as cores originais do próprio Claudio Villa, seguindo-se a curiosidade de se constatar que esta capa inicialmente tinha sido concebida para a edição nº 633 da série mensal do Ranger conforme se comprova pelo esboço inicial e que nos foi facultado pelo próprio desenhador italiano:

As cores originais de Claudio Villa para a capa deste Maxi Tex nº 19

Esboço inicial para capa de Tex nº 633

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A revista nº 2 do Clube Tex Portugal, nas suas duas versões, continua a chegar aos sócios espalhados pelo mundo

agosto 31, 2015

A revista nº 2 do Clube Tex Portugal,

nas suas duas versões, continua a chegar

aos sócios espalhados pelo mundo

Por José Carlos Francisco

A revista nº 2 do Clube Tex Portugal, nas suas duas versões, continua a chegar aos sócios espalhados pelo mundo, sócios esses que têm-nos enviados fotografias, como foi por exemplo o caso do sócio Francisco Borges, comprovando o recebimento da cada vez mais cobiçada e elogiada revista como se constata também por alguns comentários que nos têm enviado como podemos ler através de alguns depoimentos publicados de seguida.

Francisco Borges e a revista nº 2 do Clube Tex Portugal

Do sócio Rui Cunha recebemos as seguintes palavras, acompanhadas de uma bela foto tirada junto a uma refrescante piscina:Sobre a revista do Clube Tex Portugal, eu pouco tenho a dizer a não ser parabenizar toda a equipa que trabalhou para a pôr de pé. Como sobre o artigo com que contribui para este número, eu não me vou pronunciar (deixo isso para os outros sócios e também para quem me desafiou a dar tal contributo!),  vou apenas referir tudo o que me agradou neste número, pois nada me desagradou.
Gostei muito do artigo do Mário Marques sobre os 30 anos de Fabio Civitelli com Tex (considero o melhor artigo da revista), muito bem escrito e muitíssimo bem documentado; também gostei muito dos artigos de Carlos Gonçalves sobre os quase 70 anos de justiça de Tex e também gostei do de Jorge Machado-Dias sobre o verdadeiro Kit Carson (eu tive um livro sobre o Oeste que falava deste Kit Carson, pertencia a uma série que se chamava “Histórias do Oeste” e eram a preto-e-branco, se não estou em erro, eram cerca de 15 a 20 volumes de tamanho médio, não sei se são as mesmas histórias do oeste a que Carlos Gonçalves se refere no seu artigo).
As capas, assim como todos os desenhos que ilustram a revista estão impecáveis. Olhando para as duas capas de Civitelli, ambas estão maravilhosas, mas mantenho a opinião que sempre tive desde que vi as duas capas aquando do anúncio do segundo número da revista: prefiro a preto-e-branco, mas quis ter as duas edições, é uma questão de coleccionismo.
Na qualidade de sócio do Clube Tex Portugal, acho que estamos todos de parabéns pelo  trabalho feito na revista e reafirmo os parabéns a toda a equipa que trabalhou para pôr a revista nas mãos dos seus sócios, dentro e fora de Portugal; como colaborador neste número, sinto um grande orgulho, não só pelo trabalho feito por todos aqueles que colaboraram, como também por ver o meu trabalho publicado numa revista com esta qualidade e espero poder colaborar em próximos números se for essa a vontade dos editores da revista. Parabéns ao clube pela sua iniciativa pioneira e arriscada de lançar uma revista como esta! Continuem este excelente trabalho!

Rui Cunha exibe orgulhosamente o seu artigo dedicado ao Tenente Blueberry

Também o sócio Carlos Fernando Oliveira Santos, residente em Calvão (Vagos), enviou-nos uma bela fotografia onde para além de posar com a revista nº 2 do Clube Tex Portugal, bastante do seu agrado e que lhe proporcionou uma aprazível leitura, exibe-nos uma prancha, devidamente emoldurada, da aventura “Patagónia“, prancha essa com a devida dedicatória do consagrado desenhador italiano que esteve presente em Anadia no decurso da 2ª Mostra do Clube, Pasquale Frisenda, e que é sem dúvida alguma um dos seus mais valiosos tesouros agora expostos na sua BiblioTex.

Carlos Santos e a revista do Clube Tex Portugal ao lado de uma prancha de Patagónia

Do Brasil, o sócio Jesus Nabor Ferreira Barbosa enviou uma bela e alegre fotografia, onde exibe na sua vastíssima e riquíssima bibliotex, as duas versões da revista nº 2 do Clube Tex Portugal.

Jesus Nabor Barbosa Ferreira com as duas versões da revista nº 2 do Clube Tex Portugal

Também do Brasil, o mais recente sócio do Clube Tex Portugal, Jesse Bicodepena, o presidente do Fã-Clube Tex Brasil, mostra-nos também da sua bibliotex as revistas nº 1 e 2 do clube português juntamente com um dos itens mais apreciados e desejados produzidos pelo clube irmão, o magnífico álbum de figurinhas (cromos) de Tex, dizendo que “As revistas são lindas porém ainda sem tempo de sentar e degustar com calma, o que esta semana ainda o farei“.

Jesse Bicodepena exibe as duas primeiras revistas do Clube Tex Portugal juntamente com o belo álbum de figurinhas do Ranger, uma iniciativa do clube brasileiro

Outra fotografia oriunda do Brasil provém do sócio Cléber Marques de Oliveira que juntamente com a revista nº 2 do Clube Tex Portugal exibe também orgulhosamente o seu cartão de sócio e escreveu dizendo “A revista está muito bem produzida. Textos, acabamento, imagens. Fantástico. Parabéns a toda a equipa de produção!“.

Cléber Marques de Oliveira exibindo orgulhosamente a revista nº 2 do Clube Tex Portugal e o seu cartão de associado

Igualmente do Brasil, mais elogios e fotos chegam do ilustre sócio Antonio Carlos da Silva, popularmente conhecido por Rouxinol do Rinaré: “Chegou às nossas mãos a revista nº 2 do Clube Tex Portugal, uma preciosidade que não surpreende a quem já teve em mãos a edição nº 1, de Novembro de 2014.
Com 16 páginas a mais esta edição, a exemplo da anterior, prima pela qualidade editorial, gráfica e literária. Mesmo sendo um apaixonado por Tex e por tudo que se relaciona à personagem, isto posso afirmar, sem paixão, pois sou autor, revisor de textos e trabalho há mais de oito anos em uma editora no Brasil (Editora IMEPH).
Os desenhos originais assinados e dedicados aos sócios do Clube, é outra coisa que tem abrilhantado a Revista desde seu primeiro número.
Apreciei a Revista como um todo, mas gostaria de destacar alguns dos artigos que mais me chamaram a atenção. As doze páginas dedicas ao artista Fabio Civitelli, em FABIO CIVITELLI TRÊS DÉCADAS CAVALGANDO COM TEX, onde Mário João Marques apresenta toda a trajectória desse fantástico desenhador do nosso Ranger, por si só já torna a revista uma jóia para todo coleccionador que se preze. Com o artigo “TEX, O PISTOLEIRO – o filme de Tex Willer” (de José Carlos Francisco) aprendi dados novos sobre o filme. Mas quero dar destaque, de modo especial, a dois artigos que li com avidez: “Heróis do Oeste – BLUEBERRY”, escrito por Rui Cunha, verdadeira enciclopédia de dados e datas históricas da personagem, fazendo sempre contraponto com as aventuras do nosso Tex. E, por fim, EVOLUÇÃO OU PERDA DE IDENTIDADE?, o polémico e bem urdido texto de Sérgio Sousa que, com certa imparcialidade, mostra as opiniões de fãs tradicionais de Tex sobre a revolução no staff de desenhadores texianos, bem como as mudanças crescentes na edições, nos enredos, etc.
Que mais teria eu a dizer? – Que venha a revista nº 3. Aguardo ansiosamente!
Parabéns ao presidente José Carlos Francisco, aos directores Mário João Marques e Carlos Moreira e a todos que fazem o Clube Tex Portugal.

Sócio Antonio Carlos da Silva, popularmente conhecido por Rouxinol do Rinaré, mostrando a revista nº 2 e os itens do clube português

Da cidade do Rio Claro no estado de São Paulo, Brasil, o sócio Jean César Vasconcelos escreve dizendo “A revista como era de se esperar esta óptima, com um número maior de páginas em relação à edição anterior e com a mesma qualidade, o clube Tex Portugal está de parabéns.
Sobre o conteúdo da revista está óptimo, com muitas matérias sensacionais, mas acho que vou destacar a entrevista/reportagem com o Fabio Civitelli que está excelente.

Jean César Vasconcelos com a revista nº 2 e com os desenhos oficiais da 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

Renato Alves da Silva, sócio residente em Teresina, capital e o município mais populoso do estado brasileiro do Piauí também nos enviou uma bonita fotografia onde exibe as duas versões da revista do clube português tendo por trás parte da sua maravilhosa e rica bibliotex, juntamente com algumas palavras muito elogiosas relacionadas com este segundo número: “Com relação à revista, gostaria de destacar que a mesma já é um item especial, pois foi impressa com duas obras de arte do mestre Fabio Civitelli, por ser o foco central da revista por suas “Três Décadas Cavalgando com Tex”, uma mais que merecida homenagem a um dos melhores, se não o melhor, desenhador da saga texiana, num texto primoroso do Mário João Marques, mas a revista tem muitos outros atractivos, como o texto interessante de José Carlos Francisco a respeito do único filme já feito sobre a personagem Tex, cujo papel do Ranger foi interpretado na telona pelo falecido actor italiano Giuliano Gemma, mas que não obteve o mesmo sucesso do personagem nos quadradinhos, o texto “Tex Quase Setenta Anos de Justiça” do Carlos Gonçalves, cheio de informações a respeito da saga texiana e seus criadores. Também merece destaque o texto “Heróis do Oeste Blueberry” do Rui Cunha, que conta a saga do Tenente Mike Blueberry da dupla francesa Jean-Michel Charlier e Jean Giraud, que por sinal também gosto muito e que espero sejam publicados textos com outros heróis para os próximos números. Sobre a evolução da personagem Tex ao longo das décadas, é bastante esclarecedor o texto do Sérgio Sousa “Evolução ou Perda de Identidade”, não esquecendo outras colaborações como a do Pedro Cleto, com suas leituras, que também acompanho no blogue do Tex, do conterrâneo brasileiro Júlio Schneider, com o texto “Somos Humanos”, que nos apresenta algumas curiosidades a respeito de pequenos equívocos na composição de algumas capas de Tex, as notícias da 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, escritas por José Carlos Francisco e o Mário João Marques, a colaboração mais que especial do zagoriano Moreno Burattini, que tive o prazer de conhecer aqui no Brasil, com seu texto “Eu e Tex” e que agora passou a escrever histórias de Tex. Se me permitem, gostaria só de sugerir que ao final de cada texto fosse feito um resumo de apresentação do articulista em foco, mas enfim uma edição para ser lida e guardada com muito carinho, pena que eu tenha chagado ao final da leitura com dois sentimentos, que apesar do aumento do número de páginas, ainda foi pouco e que a demora até o próximo número é muito longa e difícil de ficar na espera.“.

Sócio Renato Alves da Silva com as duas versões da revista nº 2 do Clube Tex Portugal

Voltando a Portugal, mais precisamente ao Fundão, terra de cerejas por excelência, mas também terra de gente beirã com forte personalidade e de grande hospitalidade, o sócio Sérgio Miguel Tomé Bispo envia-nos uma bela foto tirada junto à lareira da sua quinta.

Sérgio Miguel Tomé Bispo com as duas versões da revista do Clube Tex Portugal numa bela foto tirada junto à lareira da sua quinta

Mais a norte de Portugal, mais precisamente de Loureiro, em Oliveira de Azeméis, o sócio Manuel Ventura de Pinho Costa também enviou oa blogue português do Tex uma bonita fotografia onde orgulhosamente posa com as duas versões da revista nº 2 do Clube Tex Portugal na sua belíssima e cada vez mais vastíssima bibliotex.

Manuel Ventura de Pinho Costa na sua bibliotex exibindo as duas versões da revista do clube português

Para finalizar este longo post dedicado aos sócios do clube português que espalhados pelo mundo já receberam o segundo exemplar, o conceituado jornalista Pedro Cleto, ilustre sócio (e colaborador) do Clube Tex Portugal, enviou-nos duas particulares e refrescantes fotos tiradas neste quente mês de férias, com a seguinte legenda: “Boas leituras… (refrescantes) em qualquer lugar!“.

Pedro Cleto a desfrutar de uma prazerosa e refrescante leitura da revista nº 2 do Clube Tex Portugal

Pedro Cleto dentro de uma fresquíssima piscina exibindo orgulhosamente o seu texto publicado na revista nº 2

Para fazer parte do Clube Tex Portugal – cujos estatutos podem ser consultados em http://texwillerblog.com/wordpress/?page_id=47999 e usufruir de todos os brindes e regalias, entre os quais se inclui a revista do Clube, é necessário pagar uma jóia de inscrição de € 5,00 e uma quota mensal de € 2,00 (€ 2,50 para sócios não residentes em Portugal).

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Semanário “O Diabo” destaca o lançamento de “Patagónia” pela Polvo

agosto 30, 2015

Semanário “O Diabo destaca o lançamento

de “Patagónia” pela Polvo

Jornal Semanário “O Diabo”, de 25/08/2015
Texto da secção Viver - Banda Desenhada
DUARTE BRANQUINHO

TEX NA AMÉRICA DO SUL

Semanário "O Diabo" destaca o lançamento de "Patagónia" pela Polvo

O famoso ‘cowboy’ dos ‘fumetti’ viaja até à Argentina numa aventura publicada em Portugal pela Polvo. “Patagónia” (brochado, 228 páginas, 16,99 euros), em formato “Tex Gigante”, com desenhos de Pasquale Frisenda e história de Mauro Boselli leva-nos ao pampa ao encontro de tribos índias, num cenário que nos recorda o Oeste norte-americano.

Como Zagor, Dylan Dog, Martin Mystère, entre outros heróis da banda desenhada italiana publicada pela Bonelli, Tex chegou ao nosso país por via brasileira. É por isso de saudar esta edição nacional, de elevada qualidade, trazida pela Polvo. A capa a cores esconde nas badanas pormenores enriquecedores. Dos estudos das personagens desta aventura e para possíveis capas, passando pelas biografias dos autores, a um ensaio de um ataque dos índios, diferente do que acabou por figurar na versão final, são um deleite para os aficionados.

Patagónia” abre com uma introdução, assinada pelo tradutor, José Carlos Francisco, que – agradece-se encarecidamente – não contaminou o texto com o famigerado Acordo Ortográfico. Ainda assim, deixou passar a redundância inaceitável “há cerca de uma década atrás” [sic], na página 25, e outras falhas menores que escaparam à revisão. No que respeita ao conteúdo, o texto introdutório, para além de fazer a apresentação de Tex Willer aos que não o conhecem, “um Ranger do Texas, para além de chefe dos Navajos com o nome Águia da Noite”, que “cavalga as pistas do Oeste Selvagem desde 1948”, conta-nos que a inspiração para esta história veio do próprio Sergio Bonelli, “o mítico editor de Tex”, quando viajou até à Patagónia em 1984. Por fim, revela-nos ainda uma curiosidade portuguesa, o desenhador Pasquale Frisenda é apreciador do grupo musical Madredeus e o álbum “O Espírito da Paz” foi ouvido durante a realização desta obra.

De facto, é um espírito de paz que guia esta aventura. Tex e o seu filho Kit Willer respondem ao apelo de Ricardo Mendoza, que o ‘ranger’ conheceu em tempos no México e agora é oficial do exército argentino, e zarpam para Sul para ajudar numa missão de resgate de prisioneiros feitos depois de um ataque perpetrado por índios e de punição dos culpados.

O objectivo é evitar uma oposição entre os brancos e os índios, e consequentemente o extermínio destes, até porque, segundo Mendoza, foi Tex que o “fez compreender que todos os homens são iguais, apesar das diferenças de cultura, de língua, de cor de pele”. Guiado por um princípio nobre da defesa das diferenças e da preservação da identidade dos povos, a história acaba infelizmente por cair no igualitarismo e até em ‘clichés’ do “anti-racismo” contemporâneo. Aliás, a questão racial é uma constante nesta aventura, mas o preconceito é unívoco, nomeadamente o desprezo de alguns brancos pelos mestiços ou pelos “selvagens”.

Esta conquista das terras aos índios é uma das semelhanças com o Oeste norte-americano, para além das paisagens, dos fortes, dos cavalos, entre outras. Mas há diferenças que saltam à vista, como a captura dos nandus com as boleadeiras dos gaúchos.

A aventura, de tom épico, é muito bem representada por Frisenda, que conjuga o movimento das cenas de acção com o pormenor cuidado. A sequência de combate que decorre numa zona pantanosa coberta por neblina é uma óptima prova do talento deste desenhador.

Duarte Branquinho

Para os incondicionais do Tex, esta é uma obra obrigatória, que se espera que marque o início da publicação de mais heróis dos ‘fumetti’ em Portugal.

Livro

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Copyright: © 2015, “O Diabo”; Duarte Branquinho

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Vídeos: Pasquale Frisenda e Stefano Biglia a desenharem durante a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, em Anadia

agosto 29, 2015

Vídeos: Pasquale Frisenda e Stefano Biglia

a desenharem durante a 2ª Mostra do

Clube Tex Portugal, em Anadia

Por José Carlos Francisco (texto) e Orlando Santos Silva (vídeos)

No decorrer da 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, ocorrida na cidade bairradina de Anadia no passado mês de Maio, os consagrados desenhadores italianos Pasquale Frisenda e Stefano Biglia fizeram dezenas de desenhos de Tex Willer e demais pards para os seus fãs e admiradores, que constantemente os assediavam e onde eles sempre com um sorriso nos olhos e apesar da longa fila, iam respondendo com belíssimos desenhos feitos no momento que deliciaram todos os presentes, que ficaram com um desenho exclusivo na sua colecção.

De seguida mostra-se na prática, em três vídeos, a longa fila que não assustou os desenhadores e a realização de desenhos feitos por Frisenda e Biglia para todos verem o resultado surgir numa folha de papel. Só quem gosta de desenho sabe o quanto é importante ver alguém desenhando e mostrando como se faz e nisso Pasquale Frisenda e Stefano Biglia foram inexcedíveis…



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Entrevista com o fã e coleccionador: Ednardo Quintiliano Cabral

agosto 28, 2015

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Ednardo Quintiliano Cabral: Nasci em Maceió, capital de Alagoas no dia 22 de Fevereiro de 1945. Actuei durante diversos anos na área de Engenharia e de Administração da Prefeitura Municipal de Maceió e do Governo do Estado, desenvolvendo trabalhos de direcção técnica e administrativa, fiscalização e construção na área civil e rodoviária, presidência de companhia, como também na área educacional. Graduado em Engenharia Civil, Professor e Director de Escola. Entre minhas características básicas encontram-se: adaptabilidade, bom humor, dinamismo, responsabilidades, perfeccionismo, auto exigência, dedicação ao trabalho e bom relacionamento em geral.
Actualmente estou aposentado como Secretário Municipal de Obras da Prefeitura Municipal de Maceió  e trabalhando como Autónomo na área de Engenheira Civil.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Ednardo Quintiliano Cabral: Quando jovem sempre gostei das revistas de Tarzam, Fantasma, Roy Rogers, Rock Lane, Johnny Rex e quando apareceu a revista Tex comprei a primeira e não parei mais.


Quando descobriu Tex?
Ednardo Quintiliano Cabral: Acho que foi no início dos anos 70 do século passado.

Porquê esta paixão por Tex?
Ednardo Quintiliano Cabral: É algo que acontece sem explicação.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Ednardo Quintiliano Cabral: Qualidade nas histórias, praticamente sem erros na caligrafia, na diagramação e na qualidade dos desenhos.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção?
Ednardo Quintiliano Cabral: Eis a lista do que possuo, perfazendo um valor a rondar as 900 revistas e livros:
Tex normal do nº 01 ao 549
Almanaque Tex do nº 01 ao 46
Tex Ouro do nº 01 ao 79
Tex Anual do nº 01 ao 16
Os grandes clássicos de Tex do nº 01 ao 30
Tex gigante do nº 01 ao 29
Tex especial do nº 01 ao 05
Tex especial colorido do nº 01 ao 05
Tex em cores do nº 01 ao 26
Tex especial de férias do nº 01 ao 11
Tex e os aventureiros do nº 01 ao 05
Tex e os aventureiros especial
Tex mini-série – O veneno do Cobra 1 e 2
Tex mini-série – O Retorno de Mefisto 1 e 2
Tex mini-série – Mercadores de Morte 1 e 2
Revista Póster
Especial 60 anos
Edição Comemorativa de Meio Século
Tex especial Civitelli
Tex Almanaque do Faroeste nº 01
Livro A Balada do Oeste – Civitelli e Verger
Livro Figlio del vento
Livro O Mocinho do Brasil
Livro Tex no Brasil 1

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Ednardo Quintiliano Cabral: Sempre que consigo compro somente os livros e as revistas.


Qual o objecto Tex que mais gosta de possuir?
Ednardo Quintiliano Cabral: Gosto de possuir toda a colecção e ainda não sei para qual dos filhos ou neto irei deixar a colecção.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Ednardo Quintiliano Cabral: Não tenho nenhuma história favorita. São tantas e em tantos anos que seria difícil destacar.
Desenhador já tivemos tantos e alguns já se foram, todos mantendo a mesma característica e qualidade.
Argumentista temos os Bonellis, já tivemos tantos, todos também mantendo a mesma característica e qualidade.


O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Ednardo Quintiliano Cabral: A qualidade das histórias é o que mais me agrada. O que menos agrada são as histórias não serem completas levando por vezes muito tempo para juntarmos e lermos uma história.

Qual a maior curiosidade ocorrida com Tex em toda a sua história como coleccionador?
Ednardo Quintiliano Cabral: A história de Tex casado. Creio que muita gente nem conhece. Acho que já deveriam ter arrumado uma companheira nova para ele, uma branca ou uma índia.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Ednardo Quintiliano Cabral: Não. Comecei agora pelo Facebook.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Ednardo Quintiliano Cabral: Acho que será mantido por muito mais tempo. Chamo a atenção para a revista Tex Edição em Cores que para se ter uma história completa temos que comprar 4 ou mais e está ficando muito cara (em mais de R$ 100,00). Questiono também para quê tanto relançamento mudando só o tipo de papel ou capa e o preço lá em cima…

Prezado pard Ednardo Quintiliano Cabral, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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Capas de Tex Willer por Jorge Aveiro

agosto 27, 2015

Capas de Tex Willer por Jorge Aveiro

Por José Carlos Francisco

De Jorge Aveiro (na foto aqui ao lado com o belo exemplar português de “Patagónia”), com 46 anos, natural de Coimbra mas residindo actualmente na Figueira da Foz, sendo licenciado em Gestão de Empresas e neste momento desenvolvendo a sua actividade nas áreas da óptica Ocular e da formação profissional, recebemos algumas belíssimas ilustrações de Tex de sua autoria, ilustrações essas inspiradas em algumas belíssimas capas de Tex Edição Histórica, mais precisamente os números 10 e 16 e Tex da série normal nº 321, todas as três da autoria de Claudio Villa.

Jorge Aveiro descobriu Tex por acaso, aos 15 anos, no meio da sua avidez pela Banda Desenhada e desde a primeira leitura, houve “qualquer coisa” que lhe despertou a atenção (e que em breve iremos saber melhor, já que está a responder a uma entrevista ao nosso blogue), aliada à sua grande paixão pelo desenhar e pintar que o leva  de vez em quando a fazer uns esboços de algumas capas, artes essas que nos apressamos a mostrar de seguida a todos os nossos leitores (para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas):

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