A cidade de Cagliari dedica uma Praça a Aurelio Galleppini

novembro 19, 2017

A cidade de Cagliari dedica uma

Praça a Aurelio Galleppini

Praça Aurelio Galleppini

No ano do centenário do seu nascimento, Cagliari homenageia Aurelio Galleppini (em arte Galep), criador gráfico e desenhador por mais de 40 anos de páginas e capas de Tex Willer, banda desenhista italiano de fama internacional.

Para a minha geração lançamento de um novo número de Tex era um compromisso imperdível. O vereador da Cultura do Município de Cagliari, Paolo Frau, irá inaugurar daqui a poucas horas uma nova praça citadina com a particularidade da praça ser dedicada a Aurelio “Galep” Galleppini. O “pai” da célebre personagem western, Tex, nasceu há exactos 100 anos na Toscana, filho de pais sardos, para depois se transferir primeiro para Iglesias e depois para  Cagliari, onde contribuiu para o renascimento da vida cultural da bela cidade, ainda marcada pelos bombardeamentos sofridos durante a Segunda guerra mundial.


Amanhã, domingo, pelas 11 horas – com a presença de um outro importante autor sardo, Bepi Vigna, criador de Nathan Never – Paolo Frau participará na cerimónia de inauguração do espaço verde entre a rua Spanedda e a avenida Marconi, no bairro de Genneruxie, conforme podemos assistir de seguida, aos microfones da YouTg, explica (obviamente em italiano) os motivos desta nobre iniciativa:


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Constelação de autores de Tex posam com a revista nº 6 do Clube Tex Portugal

novembro 18, 2017

Constelação de autores de Tex

posam com a revista nº 6 do

Clube Tex Portugal

Constelação de autores de Tex posam com a revista nº 6 do Clube Tex Portugal

Quando estamos a menos de um mês do lançamento da Revista nº 7 do Clube Tex Portugal, lançamento esse que ocorrerá no dia 9 de Novembro, num jantar/convívio a realizar no Cacém e na presença de dezenas de sócios do Clube Português, damos hoje a conhecer aos nossos leitores, uma verdadeira constelação de autores de Tex que posam com a Revista nº 6, publicada no passado mês de Julho, comprovando assim que a Revista do Clube Tex Portugal continua a fazer furor junto dos mais consagrados desenhadores do staff oficial do Ranger Tex Willer, não só pela elevada qualidade (em Itália pedem cada vez mais que a revista portuguesa tenha uma versão italiana) mas também pelo prestígio já que são cada vez em maior número os autores que se disponibilizam para colaborar na revista Clube Português com desenhos e textos EXCLUSIVOS tornando a edição portuguesa cada vez mais cobiçada entre os fãs e coleccionadores do Ranger levando a que o número de sócios do Clube vá aumentando gradualmente já que para poder ter direito aos já tão cobiçados exemplares é necessário ser-se sócio do Clube Lusitano que é cada vez mais um verdadeiro Clube Internacional do Tex, tantos e tão variados são os países de origem dos associados.

Mas voltando aos autores de Tex, depois de termos visto recentemente, Mauro Boselli, Moreno Burattini e Pasquale Del Vecchio, para além de Davide Bonelli, director geral da Editora Bonelli, a enaltecerem e exibirem alegremente e orgulhosamente a revista nº 6 do Clube Tex Portugal, hoje no blogue do Tex é a vez de Andrea Venturi, Fabio Civitelli, Alessandro Bocci, Bruno Brindisi, Maurizio Dotti, Dante Spada, Lucio Filippucci, Alessandro Nespolino, Stefano Biglia, Michele Benevento e Massimo Rotundo (autor das capas deste número) exibirem orgulhosamente a revista do Clube Lusitano:

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Entrevista com o fã e coleccionador: Vitor Sobreira

novembro 17, 2017

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Vitor Sobreira: O meu nome é Vitor Sobreira, nasci e moro na pequena cidade de Barroso, localizada no interior do estado de Minas Gerais/Brasil, no ano de 1993. Tenho 24 anos, gosto muito de ler livros e revistas – e algumas BD’s – e também do universo do Heavy Metal. Actualmente, encontro-me desempregado, e sou colaborador/redactor de alguns sites de Heavy Metal/Rock.

Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada?
Vitor Sobreira: Quando criança, em minha casa havia uma revista bem velha da Turma da Mónica, e lembro-me de ter achado engraçada, a disposição da história daquele jeito, em quadradinhos desenhados e a fala das personagens expressas em balões. Alguns anos depois,  na casa do (na época) namorado da minha irmã mais velha, encontrei várias revistas da Marvel, como X-Men e Homem-Aranha, bem como alguns outras da Disney (Mickey e Pato Donald), mas bem antigas – das décadas de 80 e 90 – guardadas com muito cuidado. Como morava em outra cidade, sempre que eu ia lá, lia algumas revistas. Também na escola em que estudei, na biblioteca haviam algumas poucas BD’s, e uma das que sempre lia, eram as épicas do Conan e as divertidas de Astérix e Obélix! Mas, nunca fui de coleccionar e comprar banda desnehada… Até que conheci a Sergio Bonelli Editore, com Tex, Zagor, Mágico Vento e Julia (Kendall).

Quando descobriu Tex?
Vitor Sobreira: Por volta de 2006, na mesma biblioteca mencionada acima, por puro acaso: Estava procurando por algum livro de aventura, e em uma cesta, vi uma revista do Tex. Infelizmente, não tenho muitas recordações da mesma, mas se não me engano, era a história ‘Os Sinos Dobram por Lucero’, e que era da década de 80. Levei para casa, e alguns dias após ler, já gostei do formato ‘FarWest’, das personagens, falas e desenhos. Peguei as outras três ou quatro que haviam lá, o que foi o suficiente para me fazer apreciar até os dias de hoje, essas fantásticas aventuras!

Porquê esta paixão por Tex?
Vitor Sobreira: Não há como não ser surpreendido e se apaixonar pelo universo de Tex! Desde o personagem Tex Willer em si – com sua língua afiada, gatilhos mais rápidos que o bote de uma cobra e o bom coração – passando pelos pards Kit Carson, Jack Tigre e Kit Willer, até as incontáveis aventuras, situações de perigo, os textos e diálogos muito bem escritos, pelas obras de arte ilustrativas, que são as cenas dos quadros e as capas… Enfim, tudo, é muito impressionante e marcante!

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Vitor Sobreira: Tex, tanto o universo em si quanto apenas o personagem, cativa pelo jeito verdadeiro de ser. Sempre em prol de agir pela justiça, lutar contra pessoas malignas e viver cada dia diferentemente do outro, muitas vezes sem imaginar que tipo de nova aventura o aguarda. Além do facto de que é realmente possível de se sentir que tudo foi criado verdadeiramente com amor, pelos mitológicos Giovanni Luigi Bonelli e Aurelio Galleppini, que devem ter tido um trabalho imenso, em retratar o mais fielmente o cenário dos séculos XVIII e XIX, dos Estados Unidos da América (além do México e Canadá, por vezes) tão longe da Itália natal deles.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Vitor Sobreira: Actualmente, possuo quase 70 revistas do TEX, entre várias versões, como Histórico, Almanaque, Coleção, Ouro, Platinum, Grandes Clássicos e o normal/mensal, compradas em bancas e sebos (alfarrabistas), novas e usadas. Compro e possuo por prazer em ter em minha casa algo que gosto, e poder ler sempre que possível, mas sem ser de facto, um coleccionador que se preocupa em ter todas as edições lançadas, etc. Também tenho algumas poucas revistas do Zagor, Mágico Vento, Julia e Conan.
Não diria que tenho apenas uma mais importante, por que gosto de todas as que li (e até as que não li ainda), e guardo com muito cuidado (mas não da maneira correcta, por falta de um espaço mais planeado, que será providenciado em breve). Todas são importantes.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Vitor Sobreira: No momento apenas as revistas mesmo. As únicas coisas diferentes que tenho, são o livro ‘A História da Minha Vida’ e um póster bem grande, colado no meu quarto.

Qual o objecto Tex que mais gostaria de possuir?
Vitor Sobreira: Mais e mais revistas, e também mais alguns pósters!! (risos)

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Vitor Sobreira: Difícil de se responder, pois todas as histórias que eu li até hoje, agradaram-me… Claro que algumas são melhores que outras, mas mesmo assim, não saberia mencionar uma favorita, pois consideraria uma injustiça. Cada aventura proporcionou-me (e ainda proporciona) bons momentos de diversão.
Gosto muito da dupla Galep e G.L. Bonelli, e das artes de Claudio Villa, que são muito boas, além de Nizzi, Del Vecchio, Gamba, Boselli… Enfim, todos que produzirem bom material! (risos)

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Vitor Sobreira: O facto de ser um homem verdadeiro, corajoso, que se preocupa com a paz… Também por ser muito bom de briga, e atirar como ninguém com seus trabucos. O que não me agrada muito, é que às vezes a sua língua é muito afiada e a sua auto-confiança é exagerada! Mas, nada que me faça gostar menos dele.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Vitor Sobreira: Tex está há praticamente 70 anos no mercado editorial… É o mesmo mundo, desde a sua criação, com pouca passagem de tempo, 1001 aventuras e tudo mais que nós, seus apreciadores temos direito. Além disso, Tex está cercado por fabulosos argumentistas e desenhadores, que cuidam para que o nosso personagem, seus pards e tudo envolvido, se mantenha imortalizado.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Vitor Sobreira: Infelizmente, não tenho a oportunidade de me encontrar com outros coleccionadores. Mas na minha cidade, descobri há algum tempo um outro fã de Tex chamado Rildo, que possui várias revistas do personagem, como algumas outras do Zagor, Mágico Vento, Ken Parker e Dylan Dog, mas o foco mesmo são as do Tex. Inclusive, em uma visita a casa dele, comprei alguns exemplares mais antigos que estava dispondo. Pessoalmente, é o único que conheço.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Vitor Sobreira: Tenho certeza de que Tex possui milhares de verdadeiros fãs ao longo do mundo, que sempre vão manter essa paixão viva. Também tenho certeza, de que a editora Bonelli dará continuidade às histórias do Ranger. No entanto, apesar de grande fascínio que gera, Tex infelizmente não conta com a mesma popularidade e exposição de outros personagens famosos no mundo todo,  o que de uma forma ou outra, acaba atrapalhando na divulgação para mais pessoas. Mas, penso que Tex será publicado ainda por muitos anos… E é assim que eu espero!

Prezado pard Vitor Sobreira agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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2018 trará uma nova colecção de estatuetas em 3D que começou em… 2017!

novembro 16, 2017

2018 trará uma nova colecção de estatuetas

em 3D que começou em… 2017!

Por José Carlos Francisco (texto) e Mário João Marques (fotos)

2018 trará a nova colecção de estatuetas em 3D que começou em... 2017!

Neste mês de Novembro, mais precisamente nos dias 1 a 5, no decorrer do prestigiado evento Lucca Comics & Games 2017, a Sergio Bonelli Editore e a Centauria realizaram uma grande surpresa para todos os fãs texianos: a estatueta dourada de Tex!

A estatueta dourada de Tex

A estatueta – feita em PVC, mede 12 cm de altura e traz na sua base o logo de Tex - reproduz em 3D a figura do Ranger, propondo uma escultura modelada com todos os detalhes que caracterizam inconfundivelmente a mais popular personagem bonelliana.

A estatueta dourada de Tex

A estatueta dourada de Tex

Mas o que não se sabia é que esta estatueta de Tex não seria uma peça única, mas que seria a primeira de uma nova colecção de estatuetas em 3D que entre outras personagens terá também Kit Carson e Mefisto e que verão a luz do dia em 2018, conforme se dá hoje a conhecer aqui no blogue do Tex, por isso prezados leitores e coleccionadores estejam atentos e não deixem de nos visitar para saber mais sobre esta bela colecção de estatuetas relacionadas com o Mundo de Tex!

Modelo 3D da nova estatueta de Tex

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As Leituras do Pedro: Tex Platinum #7 – O Trem Blindado

novembro 15, 2017

As Leituras do Pedro*

Tex Platinum #7
O Trem Blindado
Antonio Segura (argumento)
José Ortiz (desenho)
Mythos Editora
Brasil, Abril de 2017
135 x 180 m,340 p., pb, capa mole, bimestral
R$ 26,90/9,00 €

Sempre a mesma

história

Alguém disse que só há três ou quatro histórias para contar. Depois, o que muda é a forma como são narradas e os protagonistas escolhidos para elas.

A afirmação – mesmo passando ao lado da quantificação numérica – é questionável e discutível mas, paradoxalmente, aplicável ao cinema como à literatura, à TV como à banda desenhada.

Um exemplo é este O Trem Blindado, que tem por base um assalto rocambolesco, por parte de uma equipa numerosa, com membros com valências diferentes.


É uma (boa) história de Tex, mas podia não o ser – não ser de Tex, entenda-se – porque o ranger tem aqui uma prestação algo ao lado do seu registo habitual, mais táctico e menos impulsivo e sem o fazer justiça como motivação.

O desvio de um comboio carregado de ouro, roubado por revolucionários mexicanos que pretendem reconquistar o Texas, é o ponto de partida para uma longa história.

O intróito é extenso, para nos situar no contexto e nos apresentar, em momentos diferenciados, os diversos protagonistas que irão ladear Tex e Carson, na execução do golpe, na esteira de grandes êxitos cinematográficos do western.


Avanços e recuos, algumas surpresas, as inevitáveis mudanças de campo de protagonistas de um e outro lado e um plano audacioso são os pontos fortes de uma história dura, como é habitual na escrita de Segura, e muito bem desenhada num branco e negro anguloso, duro e contrastante por Ortiz.

*Pedro Cleto, Porto, Portugal, 1964; engenheiro químico de formação, leitor, crítico, divulgador (também no Jornal de Notícias), coleccionador (de figuras) de BD por vocação e também autor do blogue As Leituras do Pedro (http://asleiturasdopedro.blogspot.com/).

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TEX WILLER EM ANADIA (em xilogravura)

novembro 14, 2017

TEX WILLER EM ANADIA

(em xilogravura)

TEX WILLER EM ANADIA (em xilogravura)

Ricardo Elesbão Alves e José Carlos Francisco com a xilogravura de Tex em Anadia

A xilogravura de Tex em Anadia, mais precisamente em frente aos Paços do Concelho, que damos hoje a conhecer, foi produzida por Maércio Siqueira a partir de um desenho original de Pasquale Del Vecchio realizado em 2014 propositadamente para a 1ª Mostra do Clube Tex Portugal, a pedido de dois grandes coleccionadores e ilustres sócios brasileiros do Clube Português Antonio Carlos da Silva, popularmente conhecido por Rouxinol do Rinaré e Ricardo Elesbão Alves.

Trata-se de uma peça exclusiva para a BiblioTex do pard português José Carlos Francisco, e por isso mesmo não será reproduzida, nem comercializada, tratando-se assim de um objecto único e também por isso mesmo valioso. Foi um presente inusitado que estes dois grandes coleccionadores brasileiros resolveram brindar o seu congénere português e foi entregue pessoalmente por Ricardo Elesbão Alves durante uma visita efectuada a Anadia neste último fim de semana.

José Carlos Francisco com a xilogravura de Tex em Anadia

A xilogravura é originalmente desenhada de forma espelhada (ao contrário) para quando for impressa o desenho ficar normal. Neste caso específico o artista plástico Maércio Siqueira não utilizou essa técnica, pois a intenção era expor a matriz como um quadro na parede.

Xilogravura de Tex em Anadia no Museu do Vinho Bairrada

A vinda de Ricardo Elesbão Alves a Anadia, a capital portuguesa do Ranger,  proporcionou uma visita à Exposição Permanente de Tex que se encontra em exibição no Museu do Vinho Bairrada e onde se encontra exposta também a arte de Pasquale Del Vecchio o que permitiu comparar ambos os trabalhos como se pode visualizar nas fotos que ilustram este texto.

A arte de Pasquale Del Vecchio em quadro e em xilogravura

José Carlos Francisco e Ricardo Elesbão Alves na capital portuguesa do Tex!

O QUE É XILOGRAVURA?
Xilo (do grego ksúlon) significa madeira; assim, Xilogravura significa gravura em madeira. É uma antiga técnica, de origem chinesa, em que o artesão utiliza um pedaço de madeira para entalhar um desenho, deixando em relevo a parte que pretende fazer a reprodução. Em seguida, utiliza tinta para pintar a parte em relevo do desenho. Na fase final, é utilizado um tipo de prensa para exercer pressão e revelar a imagem no papel ou outro suporte. Um detalhe importante é que o desenho sai ao contrário do que foi talhado, o que exige um maior trabalho ao artesão.

Xilogravura do Tex nos Paços do Concelho de Anadia

QUEM É MAÉRCIO SIQUEIRA?
Máercio Lopes de Figueirêdo Siqueira
nasceu na Região brasileira do Cariri Cearense, em Santana do Cariri-CE, em 21 de Novembro de 1977. Em 1983, sua família mudou-se para Crato-CE, morando nesta cidade a partir de então. Desde criança, admirou e praticou o desenho. Inclinado para temas filosóficos e religiosos, desejou seguir a vida sacerdotal na Igreja Católica, mas repensou a sua decisão após dois anos de seminário. Formou-se em Letras pela Universidade Regional do Cariri. Foi durante a faculdade que conheceu o universo da literatura de Cordel, a sua história e importância cultural, e a xilogravura enquanto arte plástica expressiva no Nordeste do Brasil. Produziu o seu primeiro cordel e a sua primeira xilogravura, sendo admitido na Academia dos Cordelistas do Crato, em 1999. Viu na Xilogravura um campo de possibilidades artísticas. Estudou o assunto, inteirou-se da arte de gravar na madeira praticada no mundo, e teve nas gravuras de Gustave Doré uma referência para a sua técnica de produção de imagens xilográficas. Reunindo-se a Carlos Henrique e a Guto Bitu, artistas cratenses, em 2008, formaram o XICRA – Xilógrafos do Crato, pois a xilogravura realizada nesta cidade diferenciava-se, técnica e esteticamente, dos trabalhos do importante grupo de xilogravadores de Juazeiro de Norte, formada esta em torno da histórica Lira Nordestina. O artista realizou entre 2008 e 2009 algumas exposições de xilogravura no Crato, havendo boa aceitação do seu trabalho. Na linha da literatura, também publicou diversos folhetos de cordel. Há alguns anos, Maércio Siqueira é solicitado para ilustrar capas de cordel e livros ligados à literatura de cordel.

Máercio Lopes de Figueirêdo Siqueira e três maravilhosas xilogravuras com a presença de Tex

Ricardo Elesbão Alves e Rouxinol do Rinaré com três xilogravuras especiais de Tex!

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Collezione storica a colori nº 251 – La legge a ovest del Pecos

novembro 13, 2017

Tex nº 251 LA LEGGE A OVEST DEL PECOS

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