Tex Gigante Especial em cores nº 11 tem venda EXCLUSIVA através da Mythos Editora

maio 26, 2016

Tex Gigante Especial em cores nº 11

tem venda EXCLUSIVA através da

Mythos Editora


Por Dorival Vitor Lopes

Querido leitor, para você que tem colecionado a incomparável série Tex Gigante em Cores, em Junho será lançado o volume 11, com a dramática história A ÚLTIMA FRONTEIRA, de Nizzi e Parlov.

Só que essa edição, ao contrário das anteriores, não irá para bancas nem livrarias. Ela só poderá ser adquirida no site da Mythos ou por e-mail, carta ou telefone: 11-3021-7039. Essa foi a forma que encontramos para continuar publicando essa maravilhosa coleção sem diminuir a qualidade dela. E o melhor de tudo é que o luxuoso volume em capa dura, cujo preço de venda é R$ 79,90, estará à sua disposição com um grande desconto! Se entrar hoje mesmo no site e comprar Tex Gigante em Cores volume 11 em pré-venda, você vai pagar APENAS R$ 59,90! Passando a pré-venda, ele será vendido por R$ 65,00 – ainda assim, um tremendo desconto! Portanto, não demore para fazer sua reserva, pois a tiragem é limitada!

Por enquanto os leitores portugueses não poderão aproveitar esta promoção por causa do alto preço dos portes. Estamos vendo com os Correios uma forma segura e mais barata de enviar para Portugal.

DVL (Dorival Vitor Lopes)
Mythos Editora

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TEX SHOW #2: Programa vídeo da autoria de G. G. Carsan dedicado a Tex Willer deu GRANDE DESTAQUE à 3ª Mostra do Clube Tex Portugal

maio 25, 2016

TEX SHOW #2:

Programa vídeo da autoria de G. G. Carsan

dedicado a Tex Willer deu GRANDE DESTAQUE

à 3ª Mostra do Clube Tex Portugal

Tex Show é um novo programa vídeo, com cerca de 30 a 40 minutos de duração, da autoria de G. G. Carsan, grande fã, coleccionador e estudioso brasileiro do Ranger, feito por fãs para divulgar a mítica personagem de histórias aos quadradinhos, Tex, visando principalmente os jovens que gostam de revistas de banda desenhada. Trata-se de um programa com periodicidade variável, que trará entrevistas e participações dos fãs e cujo segundo programa foi ao ar no passado dia 11 de Maio, programa esse que apresentamos de seguida e onde inclusive, entre outras coisas, se dá grande destaque à 3ª Mostra do Clube Tex Portugal ocorrida no passado mês de Abril em Anadia e que contou com as presenças de Massimo Rotundo e Maurizio Dotti, numa filmagem vídeo enviada por Orlando Santos Silva. Destaque também neste segundo programa para a nova participação Adriano Rainho e para a estreia de José Leonardus:

Para assistir somente à reportagem-vídeo sobre a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal e que tem a duração ligeiramente superior a 3 minutos, assista à montagem-vídeo que publicamos de seguida:

Registe-se que o próximo programa será já neste dia 25 de Maio, pelas 21 horas do Brasil (menos 4 horas do que em Portugal) e poderá ser assistido no canal Youtube de G. G. Carsan

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Abertas as RESERVAS para exemplares extras da revista nº 4 do Clube Tex Portugal que terá novamente DUAS VERSÕES para a CAPA, ambas de ENRIQUE BRECCIA

maio 23, 2016

Abertas as RESERVAS para exemplares extras

da revista nº 4 do Clube Tex Portugal que

terá novamente DUAS VERSÕES para a CAPA,

ambas de ENRIQUE BRECCIA

Por José Carlos Francisco

JUNHO marcará o regresso da revista do Clube Tex Portugal, um projecto feito por sócios e dirigido a todos os texianos e apreciadores da banda desenhada, focando os mais variados temas em redor de Tex e do western em geral.

AS DUAS capas de Enrique Breccia para a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Este quarto número terá 52 páginas (pela primeira vez é ultrapassada a meia centena de páginas, um novo recorde que mostra bem o crescimento da revista) e apresenta novamente DUAS versões para a sua capa, desta vez do magnífico Enrique Breccia, desenhador, pintor, ilustrador, um dos maiores autores latino-americanos de sempre e que será o desenhador do próximo Tex Gigante, a ser publicado em Itália precisamente em Junho com o título de Capitan Jack. Breccia começou a trabalhar em 1968, como colaborador do pai Alberto Breccia na biografia de Che Guevara, escrita por Héctor Germán Oesterheld, percorrendo desde aí uma carreira intensa e brilhante e que motivou o artigo do já nosso habitual colaborador Italo Marucci. Enrique Breccia respondeu prontamente às nossas solicitações, com informações, sugestões e com o envio de DOIS desenhos. A escolha foi difícil perante tamanha qualidade e por isso optou-se novamente (tal como aconteceu com as revistas nº 2 que teve duas capas de Fabio Civitelli e nº 3 que teve duas capas de Luca Vannini) por fazer a revista com duas capas diferentes, uma clássica com Tex e Dinamite cavalgando em nossa direcção e uma alternativa, com grande impacto visual, onde Tex e Dinamite de lado contemplam o horizonte, a primeira colorida pelo próprio Breccia e a segunda colorida pelos profissionais da Mythos Editora.

Capa da revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Outro grande destaque deste quarto número prende-se com a publicação (a cores) da históriaA Presa“ escrita por Mauro Boselli e desenhada (magistralmente) por Fabio Civitelli porque a revista do Clube Tex Portugal tem a honra de publicar pela primeira vez uma história oficial de Tex, para mais inédita em alguns países, nomeadamente no Brasil, e que em Portugal também nunca foi publicada a cores. Destaque ainda para as colaborações EXCLUSIVAS dos consagrados autores Dante Spada, Bruno Brindisi, Alessandro Nespolino e Moreno Burattini.

Capa variante da revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Neste quarto número regressam, para além de Italo Marucci, os textos do director Mário João Marques (com um extenso dossier sobre o Tigre Negro), de José Carlos Francisco (que nos fala das estatuetas do Mundo de Tex), do Rui Cunha (que escreve sobre a participação de Tex na Guerra da Sucessão), do Carlos Gonçalves (com um texto sobre os cowboys de antigamente),  do Jesus Nabor (escrevendo sobre histórias de fantasmas), do Paulo Guanaes (que aborda os índios na saga de Tex),  do Júlio Schneider (que escreve sobre o Wampum de Águia da Noite), do Moreno Burattini (que aborda as obras texianas de sua autoria) e teremos ainda uma reportagem sobre a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal escrito por Mário João Marques e por José Carlos Francisco.

Desenho EXCLUSIVO de BRUNO BRINDISI para a Revista nº 4 do Clube Tex Portugal e devidamente DEDICADO aos amigos do clube português

Nota do Clube Tex Portugal a todos os sócios:

Como habitualmente, os sócios do Clube Tex Portugal (com excepção dos sócios menores) COM AS QUOTAS DO MÊS DE JUNHO PAGAS, terão direito a receber gratuitamente um exemplar da revista. Dado que este 4º número será publicado com duas versões da capa, o exemplar gratuito será o da versão com desenho de Tex e Dinamite a cavalgar.

Adicionalmente, sem qualquer limite, os sócios podem adquirir mais exemplares da revista, quer da versão oficial quer da versão alternativa, sendo o preço unitário de 10 euros.

Deste modo, todos os sócios que desejem adquirir exemplares da revista, devem informar desde já o Clube Tex Portugal, na forma de comentário a este post ou escrevendo para José Carlos Francisco (josebenfica@hotmail.com), indicando o nº de exemplares pretendido para cada versão da capa e procedendo ao respectivo pagamento na conta do Clube Tex Portugal ou através de paypal, enviando o comprovativo desse mesmo pagamento.

  • Pagamentos internacionais por transferência bancária  devem ser feitos com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube, devendo ser creditada a conta PT50003600009910590434664 em nome do Clube Tex Portugal na Caixa Económica Montepio Geral – código swift: MPIOPTPL;
  • Pagamentos nacionais por transferência bancária  devem ser feitos para o IBAN PT50003600009910590434664
  • Pagamentos por Paypal devem ser efectuados para o e-mail cacem.moreira@gmail.com com todas as despesas a serem suportadas pelo ordenador, sem qualquer dedução no valor a receber pelo Clube.

    A contracapa da revista nº 4 do Clube Tex Portugal terá uma ilustração EXCLUSIVA de DANTE SPADA dedicada aos amigos do Clube Tex Portugal

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Entrevista exclusiva: MAURIZIO DOTTI (a propósito da sua participação na 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, realizada em Anadia, no passado mês de Abril)

maio 22, 2016

Entrevista exclusiva: MAURIZIO DOTTI

(a propósito da sua participação na 3ª Mostra

do Clube Tex Portugal, realizada em Anadia,

no passado mês de Abril)

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco, com a colaboração de Júlio Schneider (tradutor de Tex para o Brasil) na tradução e revisão.

Caro Maurizio, bem-vindo de volta ao blogue português de Tex!
Que impressão lhe deixou a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal? Você esperava menos ou mais do que se verificou?

Maurizio Dotti: Um olá afectuoso a todos, inclusive aos leitores. Para começo de conversa, a manifestação organizada por vocês impressionou-me por demais. Organização perfeita, afluência de visitantes considerável e entusiasta, sem falar da mostra em si, com uma montagem agradável e acolhida em uma sede prestigiosa como o Museu do Vinho de Anadia, todos elementos fundamentais que, penso, determinaram o bom resultado do evento: o que esperar mais?

A sua empatia com o público português foi maravilhosa e não será facilmente esquecida pelos que visitaram a Mostra de Anadia (como se pode ver pelos comentários no blogue português de Tex, nos quais a sua amabilidade e a sua atenção com os presentes foram merecidamente reconhecidas). Aliás, o público o gratificou com uma grande ovação na sua apresentação. O que sentiu naquele momento?
Maurizio Dotti: Eu aprecio muitíssimo relacionar-me com o público de aficionados. Eu sinto-me à vontade, talvez pelo interesse comum que nos anima e também pela gratidão que sinto pelo mundo dos leitores fiéis, o que me permite viver a cultivar a minha grande paixão. Eu sou tímido e dever falar em público sempre me causa uma certa ansiedade que, com o tempo e a experiência, eu aprendi a controlar, mas quando começo a falar de BD e da relação íntima que ela tem com a minha vida, esqueço os meus medos e consigo comunicar-me sem aflições. No caso da apresentação referida na pergunta, entre mim e o público especial de Anadia criou-se uma alquimia feliz. Eu senti-me contente por ter sido entendido, compreendido. Foi isso o que eu senti e foi assim que me senti.


Depois de participar de inúmeros eventos na Itália, você esperava tal acolhida e afecto da parte dos leitores portugueses?
Maurizio Dotti: Ao retornar à Itália, aos que me pediam um parecer sobre o meu passeio português, eu instintivamente falava do enorme calor mediterrâneo das pessoas de Anadia. Não sei se foram os quadradinhos ou a recíproca e imediata sintonia, ou ambas as coisas, o facto é que me vi diante de um público extraordinariamente caloroso e aficionado, e gostei muito.

Os aficionados portugueses de Tex são de algum modo diferentes dos outros que você conheceu?
Maurizio Dotti: Eu diria que o ardor dos fãs portugueses tem um algo mais – mas é uma característica comum aos entusiastas leitores portugueses e aos italianos, e posso dizer que, quase com certeza, também aos do resto do mundo – que é a paixão genuína. E isso eu vi no rosto de todos os que encontrei nestes anos. Sempre humildes e empáticos, esse jeito de ser deriva do entusiasmo que nos caracteriza a todos.


Observamos que durante a Mostra você confraternizou muito com o público: essa troca de palavras foi positiva para si? E como você se sentiu com uma língua diferente da sua?
Maurizio Dotti: Eu gosto do contacto com o público. Eu sei, também por experiência, que para as pessoas é muito importante ter um desenho original do autor e, sobretudo, vê-lo nascer aos poucos, diante de seus olhos, quase como se por uma magia estranha, e por isso quero que saibam que eu respeito essa exigência, que é tão importante para mim quanto para eles. A fraternização é um facto imediato e instintivo. A língua diferente é um detalhe marginal, de todo superável quando se trata de sensações emotivas.

Quais as principais diferenças que você observou entre a Mostra portuguesa e o que habitualmente acontece nos salões italianos?
Maurizio Dotti: As mostras italianas geralmente são muito grandes e estendidas a outras formas comerciais de recreação (jogos RPG, videojogos, etc.) e, por sua natureza, mais impessoais e principalmente mais caóticas. A característica mais conhecida é justamente a confusão e a multidão. Nada a ver com a manifestação portuguesa, mais íntima e contida e, por isso mesmo, adequada ao contacto pessoal vivido em tempos e modos bem menos frenéticos e stressantes.

No seu retorno à SBE houve um interesse da parte de Davide Bonelli e/ou Mauro Boselli para saber como foi a Mostra?
Maurizio Dotti: Certamente! Davide Bonelli quis saber como foi e, antes da minha partida, havia pedido para que eu levasse os seus cumprimentos aos organizadores da manifestação. O mesmo vale para Mauro Boselli, nós falamos bastante sobre o meu passeio português; e nem podia ser diferente, como poderia o editor de Tex não mostrar interesse por um evento que promove e divulga o ranger bonelliano fora das fronteiras italianas?

Houve repercussões na Itália sobre a 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, em razão da sua presença?
Maurizio Dotti: Além da aprovação de muitos colegas meus, houve manifestações positivas de muitos fãs do nosso herói em várias redes sociais.

Apesar de você ter ficado quatro dias em Portugal, teve muito pouco tempo para conhecer o nosso pequeno País. O que mais o impressionou nessa curta permanência?
Maurizio Dotti: Apesar de já ter estado em vários países pelo mundo, eu jamais havia tido ocasião de visitar Portugal. Foi uma surpresa agradabilíssima, tanto pela inegável beleza do pouco que eu pude ver do País, quanto pela cordialidade e simpatia contagiosa das pessoas que encontrei. E fiquei simplesmente encantado por Lisboa!

Você vivenciou alguma situação curiosa ou divertida durante a sua visita a Portugal?
Maurizio Dotti: Todos os dias conversávamos de modo cordial, divertido e espirituoso com a equipa da organização, e isso foi deveras agradável. Eu gosto de gente com senso de humor, fico bem à vontade. Quanto a histórias curiosas, à excepção do divertido episódio de uma idosa senhora japonesa com a sua engraçada tentativa de entrar na casa de banho de um bar pelo sentido inverso da porta giratória, não tenho outros acontecimentos divertidos a relatar.

Para finalizar, uma curiosidade: em que ponto está a sua história de Tex?
Maurizio Dotti: Neste momento estou a fazer a página 75 do primeiro volume de uma história que verá Tex na Nova York da segunda metade do século 19, a enfrentar um acérrimo inimigo, o Mestre.


Maurizio, agradecemos muitíssimo pelo tempo que mais uma vez nos dedicou.
Maurizio Dotti: Sou eu que agradeço. Ao responder a estas perguntas, foi um prazer reviver os momentos agradáveis da minha permanência no vosso maravilhoso País. Um abraço a todos vocês e a todos os portugueses que encontrei. MUITO OBRIGADO!


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Intervista esclusiva: MAURIZIO DOTTI (a proposito della sua presenza nella 3ª Mostra del Club Tex Portogallo)

maio 22, 2016

Intervista esclusiva: MAURIZIO DOTTI

(a proposito della sua presenza nella

3ª Mostra del Club Tex Portogallo)

Intervista condotta da José Carlos Francisco, con la collaborazione di Júlio Schneider (redattore di Tex per il Brasile) per le traduzioni e le revisioni.

Ciao Maurizio, benvenuto ancora una volta al blog portoghese di Tex!
Quale impressione ti ha lasciato la 3ª Mostra del Club Tex Portogallo? Ti aspettavi di più o di meno di quanto si è verificato?

Maurizio Dotti: Un saluto affettuoso a tutti voi, lettori compresi. Posso dire, giusto per cominciare, che la manifestazione da voi organizzata mi ha colpito molto positivamente. La perfetta organizzazione, la consistente, entusiastica affluenza di visitatori e, non ultima, la mostra stessa dal gradevole allestimento e accolta in una sede prestigiosa come il Museo del Vino di Anadia, sono tutti elementi fondamentali, che penso abbiano determinato la buona riuscita dell’evento: cosa aspettarsi di più?

La tua empatia con in pubblico portoghese è stata meravigliosa e non sarà facilmente dimenticata da coloro che hanno visitato la Mostra di Anadia (come si può vedere dai commenti sul blog portoghese di Tex, in cui la tua amabilità e la tua attenzione nei confronti del pubblico sono meritatamente riconosciuti). Il pubblico, peraltro ti ha gratificato con una grande ovazione nella tua presentazione. Cos’hai provato in quell’istante?
Maurizio Dotti: Mi piace moltissimo relazionarmi con il pubblico di appassionati. Mi riesce spontaneo, forse per il comune interesse che ci anima e anche un po’ per la gratitudine che nutro per il mondo dei fedelissimi lettori, che mi consente di vivere coltivando la mia grande passione. Io sono un timido e dover parlare in pubblico mi ha sempre creato qualche ansia che, con il tempo e l’esperienza, ho saputo tenere sotto controllo, ma quando comincio a parlare di fumetto e del legame intimo che ha con la mia vita, dimentico le mie paure, riuscendo a comunicare senza patemi. Nel caso della presentazione alla quale fai riferimento nella tua domanda, si è creata una felice alchimia tra me e il pubblico speciale di Anadia. Mi sono sentito contento per essere stato capito, compreso. Ecco cosa ho provato, come mi sono sentito.

Dopo avere partecipato a numerosi eventi in Italia, ti aspettavi questo ricevimento ed affetto da parte dei lettori portoghesi?
Maurizio Dotti: Una volta rientrato in Italia, a coloro i quali mi hanno chiesto un parere circa il mio soggiorno portoghese, istintivamente ho riferito del grande, grandissimo calore mediterraneo della gente di Anadia. Chissà se è stato il fumetto o la reciproca, immediata sintonia, o tutte due le cose, il fatto è che mi sono trovato di fronte un pubblico straordinariamente caldo e appassionato, e questo mi è piaciuto.

I fans portoghesi di Tex sono in qualche misura diversi dagli altri che hai conosciuto?
Maurizio Dotti: Direi che il calore dei fans portoghesi mi è sembrato avere un valore aggiunto; ma c’è una caratteristica che accomuna gli entusiasti lettori portoghesi a quelli italiani e potrei dirti, quasi con certezza, anche a quelli del resto del mondo, ed è la genuinità della passione. Io l’ho vista sui visi di tutti quelli che, in questi anni, mi è capitato di incontrare. Sempre umili ed empatici, credo proprio grazie e in virtù dell’entusiasmo che ci caratterizza.

Abbiamo notato che durante la Mostra hai fraternizzato molto con il pubblico: questo scambio di “parole” è stato positivo a tuo avviso? E come ti sei trovato con la lingua diversa dalla tua?
Maurizio Dotti: Mi piace il contatto con il pubblico. So anche per esperienza, che per le persone è molto importante avere un disegno originale dell’autore e, soprattutto, vederlo nascere pian piano, quasi in virtù di una strana magia, voglio quindi che sappiano che rispetto questa loro esigenza, che è importante per me, quanto per loro. La fraternizzazione è un fatto immediato e istintivo. La diversa lingua è un particolare marginale, del tutto superabile quando si tratta di sensazioni emotive.

Quali sono state le principali differenze che hai incontrato tra la Mostra portoghese e ciò che avviene abitualmente nei saloni italiani?
Maurizio Dotti: Le convention italiane sono manifestazioni generalmente molto grandi e allargate ad altre forme commerciali della ricreatività (giochi di ruolo, video games, ecc.), quindi, per loro natura, più impersonali e soprattutto più caotiche. La loro nota caratteristica è proprio la confusione e la moltitudine. Nulla a che vedere con la manifestazione portoghese, più intima e raccolta e, per ciò stesso, adatta al contatto personale vissuto in tempi e modi di gran lunga meno frenetici e stressanti.

Al tuo rientro in SBE c’è stato un interesse da parte di Davide Bonelli e/o Mauro Boselli per sapere come era andato la Mostra?
Maurizio Dotti: Certamente! Davide Bonelli ha voluto sapere personalmente come fosse andata e, prima che io partissi, si è raccomandato che portassi i suoi saluti agli organizzatori della manifestazione. Anche per Mauro Boselli vale lo stesso discorso; abbiamo parlato diffusamente della mia trasferta portoghese, del resto, in qualità di curatore di Tex, come potrebbe non mostrare interesse per un avvenimento che promuove e pubblicizza il “ranger” bonelliano fuori dai confini italiani?

Ci sono state ripercussioni in Italia circa la 3ª Mostra del Club Tex Portogallo, a causa della tua presenza?
Maurizio Dotti: Oltre ai benevoli assensi di molti miei colleghi, c’è stato il conseguente plauso di molti fans del “nostro eroe”, sui diversi social network.

Nonostante tu sia rimasto quattro giorni in Portogallo, hai avuto troppo poco tempo per conoscere il nostro piccolo Paese. Cosa ti ha colpito maggiormente durante questa breve permanenza?
Maurizio Dotti: Pur essendo stato, in passato, in moltissimi paesi del mondo, non ho mai avuto occasione di visitare il Portogallo. E’ stata una piacevolissima sorpresa, sia per l’innegabile bellezza di quel poco che ho potuto vedere del paese, che per la cordialità e simpatia contagiosa delle persone che ho incontrato. Lisbona poi, mi ha letteralmente stregato!

Vuoi raccontare qualche storia curiosa o divertente che hai vissuto durante la tua visita in Portogallo?
Maurizio Dotti: Si è quotidianamente discusso in modo cordiale, divertente e spiritoso con lo staff dell’organizzazione e questo è stato molto gradevole; mi piace la gente di spirito, mi trovo molto a mio agio. In quanto alle storie curiose, fatta eccezione per lo spassoso episodio di un’attempata turista giapponese e per il suo clownesco tentativo di entrare nei servizi pubblici di un bar, usando il tornello riservato all’uscita, non ho particolari avvenimenti divertenti da raccontare.

Da ultimo, toglici una piccola curiosità: a che punto è la tua storia di Tex?
Maurizio Dotti: In questo preciso momento sono a pagina 75 del primo episodio, di una storia che vedrà Tex muoversi nella New York della seconda metà dell’ottocento, contrastato da un suo acerrimo nemico: “Il Maestro”.

Maurizio, ti ringraziamo moltissimo per il tempo che ci hai dedicato ancora una volta.
Maurizio Dotti: Sono io a ringraziarvi, è stato un piacere, rispondendo alle vostre domande, ripercorrere i piacevoli momenti della mia permanenza nel vostro splendido paese. Un saluto a voi e a tutti i portoghesi che ho incontrato. MUITO OBRIGADO!

(Cliccare sulle immagini per vederle a grandezza naturale)

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Collezione storica a colori nº 227 – Cuervo lo spietato

maio 21, 2016

Tex nº 226 CUERVO LO SPIETATO

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Entrevista com o fã e coleccionador: Márcio Gley Santos da Rocha

maio 20, 2016

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Márcio Rocha: O meu nome é Márcio Gley Santos da Rocha. Nasci na cidade de Rondon do Pará, estado do Pará em 11 de Outubro de 1980, portanto tenho 35 anos. Nasci na cidade, porém morei num sítio (fazenda) com os meus pais até os 14 anos de idade quando deixei a fazenda e vim morar na cidade para poder estudar. Hoje eu sou servidor público municipal actuando na área educacional. Sou graduado e tenho Licenciatura em Matemática.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Márcio Rocha: Ainda garoto quando comecei a ser alfabetizado demonstrei grande interesse pela leitura. Normalmente é nessa fase de garoto quando descobrimos o mundo da leitura que surge o interesse pelas histórias em quadrinhos, pois é a forma de literatura mais acessível e de fácil leitura.

Quando descobriu Tex?
Márcio Rocha: Devido a eu morar na fazenda não tinha acesso aos recursos literários. Porém o esposo de uma prima que morava próximo da minha casa cultivava o hábito da leitura e tinha uma grande quantidade de livros e revistas. Percebendo o meu interesse pela leitura o esposo da minha prima começou a oferecer as suas revistas para eu ler. E como ele era fã do Tex tinha grande quantidade de revistas do famoso ranger. Foi assim que descobri Tex e desde então virei um grande fã. Li todos os exemplares que ele possuía.

Porquê esta paixão por Tex?
Márcio Rocha: Para um garoto que estava descobrindo o magnífico mundo da leitura ser apresentado ao mundo de Tex tornou-se uma paixão imediata. Contribuiu ainda o facto que Tex foi o primeiro herói imaginário que eu passei a conhecer. Além disso, de alguma forma o seu universo tinha uma proximidade com o meu devido a eu morar numa fazenda, montar a cavalo e lidar com animais.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Márcio Rocha: São muitos os motivos que fazem de Tex um herói tão apreciado. Creio que um dos grandes méritos está associado à qualidade das suas histórias sempre escritas com competências por todos os argumentistas que já escreveram as suas histórias. Também merece destaque o senso de justiça singular de Tex sempre protegendo os injustiçados e punindo com justiça os inimigos não importando quem seja.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Márcio Rocha: Apesar de ser fã desde garoto eu só comecei a comprar as revistas e formar a colecção depois que comecei a trabalhar e ter uma renda mensal estável, ou seja, há 12 anos atrás. Tenho só 206 revistas. Não tenho uma que seja considerada a mais importante. O primeiro exemplar que deu início à colecção foi a edição 375 do Tex normal ou regular como é definido aqui no Brasil.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Márcio Rocha: Colecciono apenas revistas (gibis) e livros publicados no Brasil. Aqui no Brasil, até onde eu sei, não há no mercado de outros itens destinados aos fãs. Compro quase todas as edições brasileiras: Tex Normal, Almanaque Tex, Tex Gigante, Tex Gigante em Cores, Tex em Cores, Tex Colorido, Tex Anual, Tex Especial de Férias, etc.

Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Márcio Rocha: Devido ao meu acervo de exemplares ser bem pequeno, o meu desafio é conseguir a cada dia adquirir o maior número de exemplares que não possuo. Então estou sempre procurando comprar os exemplares que faltam em sebos (alfarrabistas), lojas virtuais e bancas de revistas.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Márcio Rocha: Não tenho favoritismo por nenhuma história específica pois considero todas de grande qualidade. Gosto do traço do Fernando Fusco e do Fabio Civitelli. Creio que um dos argumentistas mais importante anualmente seja o Mauro Boselli.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Márcio Rocha: O que mais me agrada em Tex é que suas aventuras não ficam restritas apenas no território do oeste americano. Ele já percorreu quase todo o território das Américas. EUA, México, Canadá, Panamá, Cuba, Colômbia, Argentina e algumas ilhas do Pacífico pelo que consigo recordar (seria interessante o blogue fazer um levantamento de todos os lugares/países onde Tex esteve). E ainda suas histórias envolvem desde índios e cowboys típicos do velho oeste até criaturas sobrenaturais, seres pré-históricos e aliens do espaço. Todas essas aventuras são narradas com muita verosimilhança. Não tem algo que me desagrada em Tex. Porém sempre desejei muito ver uma aventura onde Tex visitasse o velho continente, ou seja, a Europa. Seria muito justo uma aventura vivida na Itália por ser o país de seus criadores, caso não fosse a Itália poderia ser também na França ou Inglaterra. Ainda no continente americano ele poderia vir ao Brasil pois creio que o Brasil seja o país com maior mercado e número de leitores do ranger fora da Itália.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Márcio Rocha: Creio que seja o compromisso e respeito dos seus criadores que mantém o personagem por mais de 60 anos com as mesmas qualidades sendo publicado de forma ininterrupta.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Márcio Rocha: Não. Nunca tive oportunidade de participar de nenhum evento de fãs e coleccionadores. Mas tenho vontade.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Márcio Rocha: Eu acredito que o ranger ainda terá muitos anos pela frente pois os responsáveis pelo seu sucesso procuram renovar as histórias o que acaba agradando aos novos fã mas mantém a mesma essência do personagem que é responsável pelo duradouro sucesso do mesmo. Quanto a mim pretendo incentivar os sobrinhos, Sofia com 5 anos e Marcos Vinicius com 1 ano e meus futuros filhos a tornarem-se leitores de Tex.

Prezado pard Márcio Rocha, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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