PASSATEMPO: Crie um possível diálogo com os Kits (Carson e Willer) e a Kitty, face à situação apresentada por António Lança-Guerreiro

agosto 1, 2015

PASSATEMPO: Crie um possível diálogo

com os Kits (Carson e Willer) e a Kitty,

face à situação apresentada por

António Lança-Guerreiro

Neste mês de Agosto, que agora se inicia, em que a maioria dos nossos leitores do hemisfério norte se encontram numas merecidas férias, o blogue português do Tex lança um pequeno concurso humorístico de férias cuja principal ideia é fazer com que os nossos leitores criem um possível diálogo das personagens face à situação apresentada pelo desenhador português António Lança-Guerreiro.

E nessa situação onde vislumbramos os Kits (Carson e Willer) e a Kitty (trocadilho brincalhão), a ideia é levar os leitores do blogue e apreciadores de Tex a participar neste tempo de férias, mostrando a sua veia artística criando um diálogo que, não desvirtuando a essência das personagens texianos nem das suas aventuras, ilustre bem a situação apresentada de seguida:


O passatempo irá durar até ao dia 10 deste mês e cada participante só poderá participar uma vez. As falas de Kit Carson e de Kit Willer só podem ser uma de cada um deles e têm de reflectir o universo/mundo das aventuras de Tex (subentendidos, referências a características de personagens, etc.).

O vencedor do passatempo será determinado por António Lança-Guerreiro e por José Carlos Francisco após a apreciação de todos os diálogos submetidos a concurso através de comentários neste mesmo post.  Quanto ao prémio a atribuir ao vencedor será uma cópia de alta qualidade desta inusitada arte enriquecida com uma dedicatória de António Lança-Guerreira para o vencedor, prémio esse que será enviado sem custo algum para o concorrente vencedor, por isso prezados leitores e texianos, PARTICIPEM!

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2ª Mostra do Clube Tex Portugal foi AMPLAMENTE noticiada em Portugal e no estrangeiro

julho 31, 2015

2ª Mostra do Clube Tex Portugal

foi AMPLAMENTE noticiada em Portugal

e no estrangeiro

Por José Carlos Francisco

Sítio Internet da Sergio Bonelli Editore DESTACOU a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

Notas bedéfilas e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

Juve Bê Dê e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

O Clube Tex de Portugal, criado em 10 de Agosto de 2013, por ocasião do 18º Salão Internacional de Banda Desenhada de Viseu, levou a efeito, como já foi amplamente divulgado aqui mesmo no blogue do Tex, nos passados dias 9 e 10 de Maio, no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, a sua 2ª Mostra que contou com a presença dos consagrados desenhadores italianos Pasquale Frisenda e Stefano Biglia.

O Kuentro e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

O gato alfarrabista e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

O Universo BD e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

A 2ª mostra do clube português dedicado ao Ranger reuniu duas dezenas de pranchas dos autores, seleccionadas pelos próprios, que deram aos visitantes desta segunda Mostra do Clube Tex Portugal, uma visão geral acerca da colaboração mais recente de Stefano Biglia para com a Sergio Bonelli Editore, assim como algumas das mais épicas páginas de Patagónia no seu formato original, no caso de Pasquale Frisenda.

As leituras do Pedro e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

O cantinho da BD e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

O jornal Região Bairradina e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

Os grandes destaques desta 2ª exposição foram então as dez pranchas inéditas da história que Stefano Biglia está a desenhar, fazendo com que tivéssemos tido nesta 2ª Mostra do Clube Tex Portugal a antestreia mundial de uma história de Tex, um feito verdadeiramente notável para este neófito Clube. Destaque-se também, como já foi afirmado anteriormente, para as presenças de Stefano Biglia e Pasquale Frisenda, este último inclusive no lançamento da edição portuguesa de “Patagónia”, com selo da Polvo Editora, tendo ambos os autores presentes neste evento, participado em colóquios, workshops, tertúlias e sessões de autógrafos, durante os dois dias consecutivos.

A Centralcomics e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

Por um punhado de imagens e a 2ª Mostra do Clube Tex Portugal

Jornal da Bairrada destaca a 2ª mostra do Clube Tex no Museu do Vinho

Mas estiveram também em exposição verdadeiros itens de coleccionador, tais como livros temáticos, revistas de diversos países onde Tex é e/ou foi publicado, estátuas, estatuetas, selos, pins, puzzles, filmes, desenhos animados, postais, porta-chaves e tantos outros itens, como por exemplo um maço de cigarros “pirata” de Tex ou o diário de Tex, para dar mais brilho e cor a esta 2ª Mostra do Clube Tex Portugal, mostra esta que inquestionavelmente fez um grande furor, tão grande foi a sua divulgação nos sites, blogues e jornais portugueses e até mesmo em sites internacionais onde foi AMPLAMENTE noticiada, com especial destaque para a própria Sergio Bonelli Editore, como se pode comprovar nas ilustrações que acompanham este texto.


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As críticas do Marinho: Tempesta su Galveston (Texone italiano #30)

julho 30, 2015

As críticas do Marinho:

Tempesta su Galveston

(Texone italiano #30)

Por Mário João Marques

Tempesta su Galveston (Texone italiano #30)

Galveston, Texas, junto à costa do Golfo do México, sul dos Estados Unidos. Apesar da escravatura ter sido abolida em 1863 pelo então presidente Abraham Lincoln e oficialmente proibida pelo Congresso em 1865, a verdade é que muitos estados sulistas mantêm a sua prática, ora através de restrições legais (Black Codes) ou por qualquer outro artifício que, no fundo, traduz-se no mesmo objectivo de humilhação da raça negra. Senhor de extensas plantações de algodão, o coronel Woodlord continua a usufruir e a utilizar a mão-de-obra negra gratuitamente, mercê de um expediente legal criado pelo juiz Trent e que visa permitir que condenados pela justiça possam ser colocados e sujeitos a trabalhos forçados nas plantações de ricos proprietários. Tex e Carson dirigem-se a Galveston para entregarem ao xerife local um dos membros de um bando de assaltantes que tinham perseguido e abatido nas imediações da cidade, acabando por se ver envolvidos numa história de um tesouro escondido, cujas coordenadas que permitem a sua localização estão desenhadas no verso das cartas de um baralho herdado por Eleanor Hood, a sensual proprietária do “Lucky Smile”, o melhor saloon de Galveston.

Ao situar esta aventura no sul dos Estados Unidos, a alusão ao tema da escravatura acaba por ser muito natural, permitindo a Pasquale Ruju evidenciar algumas das principais características do Tex bonelliano, sobretudo o seu humanismo, a sua ética e o seu ideal de justiça. Ao longo de toda a série é bem patente a acção texiana em defesa do sentido da vida e dos mais elementares valores humanos. A filosofia texiana é muito clara, não havendo lugar a qualquer distinção em função da fé particular de cada um ou da cor da pele com que se nasce. Para Tex, todos obedecem à lei de Deus e todos têm o direito de viver. Em todas as religiões, como em todas as raças, há homens bons e homens maus, devendo os mais fracos e oprimidos serem defendidos sem qualquer prévia discriminação. Esta luta permanente faz-se sentir no mais recôndito local, assim como junto dos poderes instituídos, por maiores e poderosos que sejam. A libertação dos escravos é o exemplo flagrante deste Tex humanista, mas esta sua característica também é realçada em pequenas atitudes, como por exemplo quando Tex abate Diego Garras num duelo e o corpo deste cai literalmente nas águas infestadas de aligátores. Tex apela a uma consciência humana como poucos e sobretudo contrária aquela do homem que tinha acabado de abater, disparando contra os aligátores e deste modo evitando que o seu corpo sirva de repasto aos répteis. Este Tex bonelliano também se reflecte na ética e na moral, sobretudo quando transposta para a aplicação das leis. O Juiz Trent de Ruju parece decalcado do juiz Maddox, celebrizado na mítica aventura de Guido Nolitta Caçada Humana. Tal como este, Trent é corrupto e pouco flexível na aplicação da justiça, porque no fundo parece sempre mais interessado na aplicação de uma lei em proveito próprio do que aquela que sirva os superiores interesses do homem e da moral. Por isso Tex não hesita, arrancando o livro de direito das mãos do juiz e, ao mesmo tempo que o rasga ao meio, grita: “A lei, Trent, é apenas uma pilha de banalidades no papel se você não souber aplicá-la de acordo com a sua consciência. E não basta um título ou uma toga para transformar um charlatão pomposo num juiz digno deste nome”.


Esta influência bonelliana estende-se ainda a outros pontos. Já vimos a forma e o modo como Ruju apresenta Tex, mas a linguagem utilizada, bem patente em alguns diálogos, parece sublinhar ainda mais esta inspiração. Diálogos como “Por vezes a impaciência é má conselheira, amigo. Atira para o chão a tua pistola… ou o próximo instrumento que tocarás será uma harpa bem afinada”, ou quando um bandido, surpreendido por Tex, pergunta “Maldição!… Quem és tu?”, ao que o ranger responde “As perguntas faço-as eu, belo crápula”, remetem-nos para aquele Tex pujante e que não recua diante do que quer que seja, mesmo num bar infestado de bandidos e onde o ambiente tem tudo para explodir a qualquer instante: “Se o teu compadre com bigode não colocar imediatamente as suas mãos sobre a mesa, prometo que o próximo brinde vai fazê-lo à saúde do senhor Satanás!”. Esta é uma linguagem rude, mas é aquela que mais rapidamente permite ao ranger passar a sua mensagem.

A acção desenvolve-se em praticamente dois dias, com uma intensidade dramática em crescendo, evoluindo em perfeita sintonia e coordenação com a tempestade que se aproxima. Na realidade, se as nuvens vão sendo cada vez mais frequentes e intensas, escurecendo o ambiente, também a trama se vai intensificando. A narração de Ruju vai alternando cenas em cada duas ou três páginas, acabando por adquirir um ritmo trepidante com a chegada da mãe natureza, a chuva, o vento, o rio que se liberta das suas fronteiras e tudo arrasta consigo. A água surge assim como elemento purificador. Tudo destrói para que tudo possa ser reconstruído. A cidade, a libertação dos escravos, mas também Manny, o tal que Tex e Carson tinham entregue aos cuidados do xerife, até ali confinado às paredes de uma cela da prisão, mas que, ao mergulhar nas águas revoltas do rio e salvar uma vida humana, acabará por provar que Tex estava certo do seu carácter e que é merecedor de uma segunda oportunidade.


No desenho desta aventura encontramos Massimo Rotundo, mais um nome saído directamente da própria editora, autor já com uma vasta e larga experiência, fruto de uma carreira eclética iniciada no já longínquo ano de 1978. Nascido em Roma em 1955, é um dos fundadores e docentes da Scuola Romana dei Fumetti e trabalha também para o cinema e teatro, onde já colaborou com nomes como Martin Scorcese ou Paul Verhoeven. Na banda desenhada, para além de muitos outros trabalhos, destaque para a sua participação em revistas como L’Eternauta, Comic Art, Orient Express, Heavy Metal e L’Ècho des Savanes, assim como trabalhos para as editoras francesas Delcourt, Glénat e Albin Michel. Na Sergio Bonelli Editore vai desenhar para as séries Brendon, incluindo as capas a partir do nº 45, Volto Nascosto e Shanghai Devil, sendo também o autor de todas as capas destas duas mini-séries escritas por Manfredi. Já foi distinguido por várias vezes, com destaque para o prémio Yellow Kid de 1990 como melhor desenhador italiano e o Gran Guinigi em Lucca.

Apesar de leitor habitual de Tex, as primeiras dificuldades de Rotundo surgem pelo facto de desenhar uma nova personagem, sobretudo num género ainda pouco frequentado pelo autor. No entanto, guiado pela sua própria sensibilidade, rapidamente Rotundo vai enfrentar de frente o desafio e desenhar de instinto, adoptando um estilo realista e compondo um Tex clássico e muito pessoal, sem que se vislumbre uma clara influência na sua composição, mesmo após ter estudado os modelos de Villa e de Ticci. O leitor está perante um traço firme e um desenvolvimento verdadeiramente cinematográfico. Nas cenas de acção isso é bem evidente, com Rotundo a suplantar-se. Estas cenas são variadas ao longo da aventura, destacando-se a que decorre no pântano, quando Tex e Carson se aproximam da casa onde supostamente se encontra Diego Garras. Esta cena é de grande eficácia narrativa, com Rotundo a compor graficamente uma notável intensidade dramática e onde o bater dos incessantes pingos da chuva se confunde com o crepitar das balas, levando mesmo o velho Carson a afirmar “… não percebo se chove mais água ou mais chumbo!”. Por outro lado, aqui e ali parece-nos que o desenhador terá ido buscar alguma inspiração a aventuras passadas (leia-se El Muerto), sobretudo a cenas que permanecem na memória visual do leitor texiano. Repare-se no duelo final entre Tex e Diego Garras, todo ele a sugerir o mítico confronto final entre Tex e El Muerto no cemitério, ou mesmo, no final da página 118, quando Jack Hood, o pai de Eleanor, se prepara para o duelo com Vincent Center. Se trocarmos o enquadramento, a posição de ambas as personagens parece em tudo idêntica à de Tex e El Muerto composta por Galep.


Este é o Tex que gostamos, um Tex que nunca vacila e acima de tudo tem uma confiança ilimitada em si mesmo, levando até que o coronel Woodlord liberte uma cínica admiração quando afirma: “Admiro a sua confiança… mas com estas mãos já quebrei as costas a homens mais robustos do que você”. Tex está do lado da razão, da justiça, da ética e da moral, o seu poder advém desta forma de pensar, o que lhe confere desde logo a superioridade necessária para se impor e para fazer valer os seus ideais, tornando-o desta forma quase indestrutível: “… um qualquer não daria ouvidos à sua arrogância… não aceitaria poisar a espingarda e envolver-se numa luta contra um grande valentão como você… mas eu não sou um qualquer!”. Pois não, este é o nosso Tex!

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Collezione storica a colori nº 211 – Il killer

julho 29, 2015

Tex nº 211 – IL KILLER

Collezione storica a colori nº 211 – Il killer

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Tex DESEMBARCA no CHILE com aventura de Joe Kubert

julho 28, 2015

Tex DESEMBARCA no CHILE

com aventura de Joe Kubert

Por José Carlos Francisco

A longa cavalgada de Tex, à volta do mundo, levou-o nos últimos anos aos Estados Unidos, Rússia e Portugal, mas a popularidade da mítica personagem da Casa Bonelli, a maior editora transalpina de fumetti (nome dado à BD em Itália) que não parece assim conhecer fronteiras acaba de se estender também ao CHILE, oficialmente República do Chile, um país da América do Sul, que ocupa uma longa e estreita faixa costeira encravada entre a cordilheira dos Andes e o oceano Pacífico.

Tex: El Jinete Solitario, a primeira edição chilena de Tex

O Chile torna-se assim o mais recente país onde Tex Willer, o Ranger que mantém vivo o espírito do spaghetti western na banda desenhada e um dos títulos mais vendidos em Itália, teve a sua própria edição chilena devido a uma aliança entre a Acción Cómics e a Shazam Comics.

E o volume que deu a conhecer Tex aos chilenos, no passado mês de Maio durante a Comic Con Chile, onde teve o seu lançamento com um custo de 10.000 pesos e cujo título foi Tex: El Jinete Solitario, trouxe a arte do lendário Joe Kubert, o consagrado desenhador norte-americano que ilustrou o Ranger de camisa amarela, em 2001.


Para nós foi um luxo poder publicar no Chile uma banda desenhada desta qualidade: é um trabalho de Kubert que inclusive para os norte-americanos é pouco conhecido.“, assegurou o editor da Acción Comics, Claudio Alvarez.

Trata-se do primeiro trabalho conjunto entre a editora Acción Cómics e a livraria Shazam Comics, e o segundo título da Bonelli editado no Chile já que a estreia bonelliana se deveu a Dylan Dog com La Gran Nevada.

Esta é uma co-edição que se venderá exclusivamente na Shazam Cómics, e que tem várias particularidades. Uma delas tem a ver com o formato de publicação da Bonelli, que é mais pequeno que o que usamos tradicionalmente. A outra é que é bastante extensa, com 228 páginas em preto e branco. O mais entusiasta com o resultado é Daniel ‘Shazam’ Hernández, assim quem sabe se no futuro não tenhamos no nosso país mais volumes como este , com autores desta qualidade.“, detalhou Alvarez ao blogue Los eternautas.

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Revista nº 2 do Clube Tex Portugal começa esta semana a ser entregue e enviada aos sócios

julho 27, 2015
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Revista nº 2 do Clube Tex Portugal

começa esta semana

a ser entregue e enviada aos sócios

Por José Carlos Francisco (texto) e Carlos Moreira (fotos)

Director Carlos Moreira e as duas versões da revista nº 2 do Clube Tex Portugal

Infelizmente com um atraso notório, o que se deveu a problemas na gráfica a que somos alheios, a revista nº 2 do Clube Tex Portugal acaba de ser entregue aos responsáveis do Clube, que já durante esta semana que se está a iniciar irá começar a ser entregue e enviada a todos os sócios (com as quotas do mês de Junho de 2015 pagas) do Clube Tex Portugal, inclusive aos sócios não residentes em Portugal.

Editorial da revista nº 2 do Clube Tex Portugal

Trata-se de uma revista devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore e que feita por sócios do Clube para sócios já que a revista será somente distribuída aos sócios (embora cada sócio para além do seu exemplar gratuito poder comprar os exemplares que desejar), inclusive as duas magníficas capas (inéditas) foram realizada pelo sócio honorário do Clube, Fabio Civitelli.

Neste segundo número para além da preciosa colaboração de Fabio Civitelli nas capas, temos também a participação em exclusivo para a revista, dos autores Corrado Mastantuono, Lucio Filippucci, Andrea Venturi e Moreno Burattini. Teremos ainda trabalhos de Mário João Marques, José Carlos Francisco, Carlos Gonçalves, Rui Cunha, Sérgio Sousa, Jorge Magalhães, Pedro Cleto, Júlio Schneider, Carlos Moreira, António Lança-Guerreiro, Italo Marucci e Jorge Machado-Dias, um elenco de respeito e extremamente competente que certamente resultará em mais uma revista bastante elogiada e apetecida, ainda mais agora cuja periodicidade é semestral pelo que ainda este ano o Clube Tex Portugal irá publicar a revista nº 3, muito provavelmente em mais um convívio texiano a realizar no Cacém, lá para o final do ano.

Carlos Moreira exibe orgulhosamente as duas versões da revista nº 2 do Clube Tex Portugal

Entretanto quem não seja ainda Sócio, poderá fazer parte do Clube Tex Portugalcujos estatutos podem ser vistos aqui – e ter direito à Revista, pagando a jóia de inscrição de 5,00 € e a quota mensal de 2,00 € (2,50 € para sócios não residentes em Portugal), tendo também direito ao Cartão de Sócio, devidamente numerado e pin oficial de inscrição no Clube, pin esse, tal como a Revista, devidamente autorizado pela Sergio Bonelli Editore. As inscrições para sócio do CLUBE TEX PORTUGAL podem ser efectuadas via e-mail para José Carlos Francisco.

Por fim, pede-se aos sócios do Clube que conforme forem recebendo as suas revistas nos enviem fotografias e comentários alusivos à revista nº 2 para irmos publicando e divulgando aqui no blogue português do Tex para termos uma ideia mais fidedigna da forma como a revista está a ser vista por todos os nossos caros consócios de modo a podermos melhorá-la ainda mais no futuro!

Revista nº 2 do Clube Tex Portugal e as DUAS versões da CAPA, ambas da autoria de Fabio Civitel

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Charles “Chuck” Dixon será o primeiro americano a escrever para Tex

julho 26, 2015

Charles “Chuck” Dixon será o primeiro

americano a escrever para Tex

Por José Carlos Francisco

Chuck Dixon, o primeiro americano a escrever para Tex

O consagrado escritor americano Chuck Dixon (nascido a 14 de Abril de 1954, em Filadélfia) anunciou na sua página pessoal no Facebook que está a trabalhar numa história de Tex para a Sergio Bonelli Editore:
Não sei quem desenhará a história. Só sei que a apreciaram e que desejam falar comigo para novos projectos no futuro. Trata-se de uma história de 32 páginas centrada principalmente em Kit (Willer). O meu sonho é o de escrever uma longa e épica aventura de Tex.

Trata-se de uma notícia histórica e de repercussão internacional porque será a primeira vez que um autor não europeu escreverá para a longa saga de Tex, já que a única excepção, até hoje, de abrir as portas do Ranger a escritores não italianos foi o falecido espanhol Antonio Segura.

Sobre a história em si, deve destinar-se a um dos próximos Color Tex outonais (contendo histórias curtas) ou ao novíssimo Tex Willer Magazine e provavelmente fará parte de uma edição especial dedicada às personagens “secundárias” de Tex, já que se nesta aventura escrita por Chuck Dixon a estrela principal será Kit Willer (embora na história também participem Kit Carson e Jack Tigre), também há rumores que estão a ser produzidas pequenas histórias centradas em Kit Carson (com desenhos de Alessandro Bocci) e Jack Tigre.

Na saga de Tex ao desenhador americano Joe Kubert juntar-se-á o escritor Chuk Dixon

Falando do prolífico escritor americano em si, Chuck Dixon é um argumentista de banda desenhada conhecido sobretudo pelos seus longos arcos em revistas do Batman na década de 90, mas o multifacetado escritor norte-americano também escreveu argumentos para as revistas A Espada Selvagem de Conan, Justiceiro, Cavaleiro da Lua, Robin, Bat-Girl, Asa Nocturna, Mulher-Gato e Aves de Rapina entre outros trabalhos, mas como fã confesso do género faroeste (que agora retoma com Tex) Chuck Dixon também foi o responsável dos textos de The Good, The Bad and The Ugly, da Dynamite, pelo que lhe auguramos um bom trabalho com o nosso amado Ranger.

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