Tex e Dinamite na BELÍSSIMA ARTE de Michele Benevento

agosto 26, 2016

Tex e Dinamite na BELÍSSIMA ARTE de

Michele Benevento

Tex e Dinamite na BELÍSSIMA ARTE de Michele Benevento

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Os mais recentes mini-pósteres de Claudio Villa, nas suas cores originais

agosto 25, 2016

Os mais recentes mini-pósteres de

Claudio Villa, nas suas cores originais

Por José Carlos Francisco


Uma das rubricas de maior sucesso do blogue português do Tex, desde a sua criação, é a Galeria Tex Nuova Ristampa, rubrica onde reproduzimos, com a devida autorização de Claudio Villa, todos os mini-pósteres de sua autoria, e na devida ordem em que são publicados na Itália, algo inédito e exclusivo em toda a Internet mundial.

Mini-pósteres esses onde segundo confissão ao nosso blogue, Claudio Villa afirma «Procurei “encontrar” o Tex mais autêntico: a Lenda. Aquele Tex que está no coração de cada leitor desde a primeira história lida e por quem foi “capturado”. E imagem após imagem o retrato de Tex fica cada vez mais claro no papel. Com a convicção de que o leitor que está dentro de mim guia o lápis do desenhador que trabalha.».

Hoje no blogue do Tex vamos apresentar alguns dos últimos mini-pósteres realizados por Claudio Villa, com as cores originais do próprio Villa, mini-pósteres aleatórios que nos mostram uma fase diversa mas ao mesmo tempo mostram a qualidade intrínseca do Maestro Claudio Villa!

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Collezione storica a colori nº 232 – Scontro finale

agosto 24, 2016

Tex nº 231 SCONTRO FINALE

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Entrevista com o fã e coleccionador: Luiz M. M. Júnior

agosto 23, 2016

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Luiz M. M. Júnior: Bom, nasci em Alto Araguaia, Mato Grosso, em Novembro de 1982, sou casado, pai de duas crianças, uma das quais infelizmente nasceu prematura e devido a problemas que ocorreram após o parto, se acometeu de várias doenças, e acabou falecendo aos oito meses de idade. Sou servidor público municipal, e actualmente trabalho como Auxiliar Legislativo na Câmara Municipal de Sinop.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
Luiz M. M. Júnior: Não me recordo exactamente a partir de quando comecei a ler Tex, mas sempre fui um leitor assíduo e voraz, rsss
Só sei dizer que foi na infância, o momento exacto eu não sei, mas comecei a ler os Tex que eram do meu pai, que ele comprava, lia e guardava de qualquer forma.

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Quando descobriu Tex?

Luiz M. M. Júnior: Através de meu pai, que já os lia e os coleccionava, à maneira dele, rsss
Depois com o tempo, quando comecei a entender o valor emocional e afectivo que aquela colecção me dava, começamos a ler juntos, como eu era apenas uma criança, de classe média baixa, em minha família não existia o hábito de receber mesada, portanto, quem acabava comprando ou dando o dinheiro para que eu fosse comprar os gibis, era meu pai, rsss
Eu que sempre ia as bancas, de bicicleta, verificar se já havia chegado Tex e Zagor, do qual sou um grande fã e leitor também.

Porquê esta paixão por Tex?
Luiz M. M. Júnior: Sinceramente, não sei dizer… mas é algo que me dá muito prazer e alegria, eu me sinto como se estivesse dentro das histórias, junto com as personagens, sem contar a certa gama de cultura que há nas histórias, sempre baseada em factos e locais Históricos daquele grande país que são os Estados Unidos, por qual eu nutro uma certa admiração, pela história de luta e liberdade do seu povo, também pelas tragédias como a Guerra da Secessão e a Escravidão nos Estados do Sul.


O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Luiz M. M. Júnior: Antigamente, quando criança, eu também lia e coleccionava a Turma da Mônica, do Maurício de Souza (brasileiro), e vários outros gibis para criança da Editora Abril (Zé Carioca, Pato Donald, Mickey, etc.), já que papai havia feito uma assinatura mensal das mesmas para nós (somos em três, eu e mais duas irmãs), todo mês era uma alegria, quando chegava o pacote com os gibis por assinatura, meu pai assinava também, junto com essas, a revista Placar (sobre desportos, principalmente futebol), e a revista Veja (uma semanal, com coberturas jornalísticas e notícias importantes, de renome aqui no Brasil), já li também as histórias da DC e da Marvel e várias outras, mas as aventuras da Marvel e DC, nunca me agradaram os estilos dos desenhos e seus quadros confusos, onde um herói dava um soco no primeiro quadrinho e acertava o vilão no último quadrinho, (não sei se me explico direito, rss, mas nessas histórias, por exemplo, existem desenhos que ocupam as duas páginas da revista, por isso, ao meu ver, sempre muito confuso).
Já Tex, são traços mais limpos e organizados, de fácil compreensão.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Luiz M. M. Júnior: Nossa, boa pergunta, rss… essa terei que contar todas para te responder, rsss
Só vale Tex? Ou devo incluir Zagor, Mister No,  Martin Mystère e Mágico Vento que comecei a coleccionar recentemente? Bom, contei aqui, entre revistas, pósters, adesivos (autocolantes), marcadores de páginas, livros, álbum de figurinhas (cromos), miniaturas das personagens, eu tenho um total de 1.411 itens em minha colecção.
E um dos itens que considero mais importante para mim, são duas edições da revista Tex Júnior, dos anos 50, que foi a primeira revista que publicou Tex no Brasil, e dois Mini Texones que eu tenho, que são miniaturas dos Tex Gigantes italianos, os Texones.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Luiz M. M. Júnior: Bom, ultimamente, ando coleccionando quase tudo que diga respeito a eles, e que me interesse… e que se encaixe no meu orçamento, rss… porque por aqui, algumas peças importadas da Itália, adquirem um valor astronómico, como por exemplo o Tex montado no Dinamite, que chegam a cobrar até 1.500,00 Reais. Mas mesmo assim, consegui adquirir o álbum italiano, lançado recentemente, que está incompleto, alguns exemplares lançados pela Mondadori, alguns Mini Texones, e algumas estatuetas lançadas pela Hobby & Work.

Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
Luiz M. M. Júnior: Hum, acho que seriam as 37 primeiras edições em formato italiano, lançadas aqui no Brasil, pela extinta Editora Vecchi, dessas só tenho a n.º 30. Se bem que, o álbum do Tex, também lançado pela Editora Vecchi, está sendo vendido no Mercado Livre por 6.000,00 Reais.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
Luiz M. M. Júnior: Gosto muito do Tex Gigante “Os Assassinos”, e da história “A Grande Invasão”, que saiu no Tex Mensal, outra que gosto muito é a do Bando de Jack Thunder, que achei incrível, outra que me fascina é “O Passado de Kit Carson”, com o Bando dos Inocentes. Já o desenhador de quem mais gosto, é sem sombras de dúvida, Fabio Civitelli. Quanto aos argumentistas, gosto muito das histórias de Claudio Nizzi e Mauro Boselli.

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O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?

Luiz M. M. Júnior:
A acção, as narrativas que contenham factos Históricos reais e lendas do Velho Oeste americano. Já uma das coisas que me desagradam nas histórias seria a falta das mulheres, poderia haver mais mulheres na vida dos nossos heróis, até mesmo do nosso Tex, que já devia ter abandonado o luto, há anos. Outra coisa, acredito que poderia haver mais uma pitada de violência nos desenhos, como em Mágico Vento, onde as cenas de violência e sexo são um pouco mais intensas do que em Tex.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
Luiz M. M. Júnior: A acção, rss, os factos históricos, os detalhes dos desenhos, as tramas bem elaboradas e a vasta gama de heróis e vilões.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Luiz M. M. Júnior: Sim, infelizmente aqui na minha cidade, apesar de ser uma cidade relativamente grande, eu só conheço um, sei que existem outras pessoas que compram e coleccionam, mas graças à Internet, tenho travado conhecimento e relacionamento com vários outros admiradores e fãs como eu, que inclusive, cada qual à sua maneira, estão me ajudando a incrementar, completar e aumentar a minha modesta colecção.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Luiz M. M. Júnior: Sinceramente, gostaria de viver para sempre, para poder continuar lendo todas as óptimas histórias que ainda serão publicadas, rsss… às vezes me pego pensando nisso, sei que pode parecer meio mórbido, mas eu penso: “Nossa, e quando eu morrer? Quantas histórias que eu vou perder de Tex, que não poderei mais ler?”.
Kkkkkkkkk
Resumindo, tenho convicção de que Tex existirá por muitos e muitos anos ainda, mesmo depois de mim.

Prezado pard Luiz M. M. Júnior agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.

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Tex na DESLUMBRANTE ARTE de Maurizio DOTTI

agosto 22, 2016

Tex na DESLUMBRANTE ARTE de

Maurizio DOTTI

Tex na DESLUMBRANTE ARTE de Maurizio DOTTI

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Tex: “Tempestade sobre Galveston” (da Polvo) na análise do crítico Pedro Vieira Moura

agosto 21, 2016

Tex: Tempestade sobre Galveston

(da Polvo) na análise do crítico

Pedro Vieira Moura

Pasquale Ruju e Massimo Rotundo - Tempestade sobre Galveston, capa

Tex: Tempestade sobre Galveston. Pasquale Ruju e Massimo Rotundo (Polvo)

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Por Pedro Vieira Moura [*]

Em mais do que uma dimensão, Tempestade sobre Galveston é uma mais tipificada aventura de western do que Patagónia, de que faláramos antes. Se ambas estarão subsumias a uma economia de produção bem mais vasta, a saber, os livros maiores da casa Bonelli e, ainda mais, toda o historial de Tex Willer, é inevitável que façamos aqui uma leitura bem mais limitada entre estes dois textos, o que provavelmente incorrerá numa injustiça interpretativa, assim como uma capacidade limitada da apreciação de elementos específicos à obra assinada por Ruju e Rotundo. Seja como for, pensamos que essa via é não só inevitável como necessária no interior do nosso contexto, e haver uma vontade da parte da Polvo em, ao abrir-se esta oferta particular, fazer chegar estes livros a um público que não o especializado texiano. Basta ponderar na diferença abissal entre o tratamento original, mais inclinado para assinalar a presença e continuidade da personagem-marca registada, do que este caso, em que é o título específico, individualizado, que ganha proeminência. (Mais)

Dizíamos, então, da tipificação de Tempestade, que agrega toda uma série de ingredientes usuais na ficção mais normativa deste género. Os “vilões” são rapidamente identificados, assim como a injustiça central, que se vai acumulando com outras, alimentando junto ao leitor o desejo pela sua reparação, que acreditamos, desde sempre, que será cumprida pelos heróis. Não achamos que a escolha de um juiz corrupto, um boss do algodão na América postbellum, e as leis que permitiam o trabalho forçado a suprir as faltas de mão-de-obra barata depois da abolição da escravatura, uma carismática, bela, inteligente e independente dona de saloon, um xerife com boa vontade mas algo cego à autoridade, um jovem enganado pelas vicissitudes a uma vida de crime quando tem um bom coração, um forte e autónomo negro apanhado nas malhas da injustiça indicada acima, e uma dedicada mãe pronta a sacrificar-se pelo filho sejam elementos desinteressantes, mas integram-se com demasiado conforto em imagens sobejamente conhecidas e revisitadas bastas vezes pelo género para se tornarem surpreendentes. A complicação através de um quase mágico baralho de cartas que faz as vezes de mapa de tesouro perdido traz uma camada adiciona de aventura recombolesca, mas a gestão desse segredo é algo directa demais para a tornar disruptiva da economia que se promete desde o início.

Em muitos aspectos, portanto, o convencionalismo desta aventura é, por vezes, mais pesado do que a possibilidade dos prazeres admissíveis neste material de escapismo, algo que sublinhámos a propósito de Patagónia. Nada há de problemático ou errado em si mesmo de termos esses elementos alinhavados de forma clara e clássica numa estrutura narrativa. Grande parte da cultura popular estará menos na descoberta de variações e súbitas diferenciações culturais ou profundas crises de conhecimento social, do que na manipulação pela variedade de coisas já expectáveis. O problema está quando essa capacidade de diferenciação, de variação, que traria a felicidade musical ao tema, está algo enfraquecida, o que nos parece ser o caso de Tempestade.

Os ingredientes do herói infalível, por exemplo, são de tal forma sublinhados que se rompe a possibilidade de alguma verosimilhança. Tex aqui, não tem jamais falhas. Nem dorme. A utilização do pard Kit como contraponto mais atreito às pulsões humanas (pela comida, pelo descanso, até pela atracção sexual) por vezes apenas serve para acumular as capacidades sobre-humanas de Tex. Isso, a nosso ver, porém, empobrece a personagem em si, tornada pura cifra do “herói”. Até a questão de o imaginarmos de camisa amarela a tentar esconder-se num bayou se torna quase anedótica…

Com mais de duzentas páginas, é inevitável que a intriga ganhe alguma densidade, até por se tornar possível jogar com desarranjos da ordem cronológica, integrar recordações parciais de personagens,  gerir atenções intercaladas, e providenciar grandes elipses que aumentam a tensão ou suspense de várias cenas, ou da resolução final da história. No entanto, sentimos que, se houvesse uma gestão mais sumária de uma das linhas, teria sido possível construir uma história mais intensa, como a do mistério das cartas de jogar (as quais nunca são visualmente exploradas de forma satisfatória para o leitor se aperceber, por ele ou ela mesma, de que correspondem ao que vai sendo dito pelas personagens).

Dito isto, os diálogos burilados por Ruju são dignos da herança cinematográfica de John Ford ou Howard Hawks, nas quais todas as tiras e one-liners são certeiras e mortíferas. Essa é uma das partes que torna a leitura de Tempestade, a um só tempo, agressiva mas fonte de um prazer másculo, directo, alimentando todas as fantasias de ser-se rápido não apenas no gatilho mas na língua.


As capacidades expressivas de Rotundo são relativamente menos interessantes que as de outros artistas que já lavraram trabalho para a série. Há algo de animalesco e hiperbólico no rosto de todas as personagens (e quanto mais “vilões”, mais “simiescos”, havendo aqui basto pasto para interpretações de estereotipificação e reforço de ideias etnicamente informadas, logo, ética e politicamente problemáticas), que se torna ainda mais exagerado quando há emoções mais fortes a transmitir que retiram alguma da elegância possível mesmo a um trabalho mainstream desta natureza. Nalguns momentos, lembra um François Boucq menos consistente, em que há como que um excesso de carne ou pele no rosto das personagens, que as afasta de uma acalmia humana. Uma vez que todo o trabalho é de linha, nem sempre a diferenciação dos planos principais e secundários, ou da meteorologia, contribui para uma ambivalência expressiva.

Tudo é legível e claro, até mesmo onde não o deveria ser (as cenas nos pântanos, o auge da tempestade nos cantos mais soturnos e obscuros da pequena cidade de Galveston). Até mesmo as transições entre vinhetas e gestão dos eventos a mostrar são algo desinspirados, como se houvesse tão-somente a preocupação em tornar legível a amostragem da acção, e não a sua transformação numa acção (visual e estrutural) em si mesma, algo que outros autores o conseguem, inclusive no interior da produção de Tex. Acomodado à composição semi-regular expectável neste exemplo da indústria, toda a estrutura visual é a de um mecanismo que transporta o seu conteúdo sem grandes desvios.

Repetimos a ideia, já dita várias vezes neste espaço, que todo e qualquer western é sempre vendido, pelos seus defensores, como sendo “diferente” e “atípico” de um suposto centro nevrálgico de mesmidade ou representação clássica dele mesmo. Mas por vezes é bom regressarmos a representações basilares desse mesmo género para compreendermos em que medida é que a variação é feliz. Tempestade sobre Galveston parece querer cumprir o papel de “exemplo central”. Nesse sentido, toca quase todos os instrumentos centrais (apesar da ausência total de “peles-vermelhas”). Mas o resultado é um concerto anódino e pouco afoito.

[*] Texto originalmente publicado no blogue “Ler BD” em 17 de Agosto de 2016.
Copyright: © 2016 Blogue Ler BD & Pedro Vieira Moura

Blogue "Ler BD"

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A revista nº 4 do Clube Tex Portugal, nas suas duas versões, continua a chegar aos sócios brasileiros

agosto 20, 2016

A revista nº 4 do Clube Tex Portugal,

nas suas duas versões, continua a chegar

aos sócios brasileiros

Por José Carlos Francisco

A Revista do Clube Tex Portugal #4 continua a sua epopeia junto dos Sócios do Clube e desta vez os ecos chegam do outro lado do Atlântico, nomeadamente do Brasil, o país onde o Ranger é editado na língua portuguesa através da Mythos Editora, sócios esses que têm-nos enviados fotografias, como foi por exemplo o caso de Júlio Schneider, sócio honorário e mítico tradutor de Tex, comprovando o recebimento da cada vez mais cobiçada e elogiada revista como se constata também por alguns comentários que nos têm sido enviados como por exemplo o do próprio Júlio Schneider: Envio a foto de um Júlio satisfeito e orgulhoso com a revista em mãos. Um trabalho como sempre primoroso, no qual se evidencia a paixão de seus realizadores.

Julio Schneider exibe orgulhosamente as duas revistas nº 4 do Clube Tex Portugal

Igualmente do Brasil, mais elogios e fotos chegam dos ilustre sócios Antonio Carlos Moreira, popularmente conhecido por AMoreira , Jean César e Elizabete Rocha:

AMoreira com Tex ao lado e com a camiseta luso-brasileira do Ranger vestida, exibe, de sorriso estampado no rosto, as duas versões da revista portuguesa

Jean César e a revista nº 4 do Clube Tex Portugal

Os itens do Clube Tex Portugal para a sócia Elizabete Rocha

Para fazer parte do Clube Tex Portugal cujos estatutos podem ser consultados em http://texwillerblog.com/wordpress/?page_id=47999e usufruir de todos os brindes e regalias, entre os quais se inclui a revista do Clube, é necessário pagar uma jóia de inscrição de € 5,00 e uma quota mensal de € 2,00 (€ 2,50 para sócios não residentes em Portugal).

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