Pelo QUARTO ano CONSECUTIVO, TEX e Mythos Editora NOMEADOS para os prestigiados TROFÉUS CENTRAL COMICS na importante categoria MELHOR EDIÇÃO PERIÓDICA em Portugal

dezembro 13, 2017

Pelo QUARTO ano CONSECUTIVO, TEX e

Mythos Editora NOMEADOS para os

prestigiados TROFÉUS CENTRAL COMICS na

importante categoria MELHOR EDIÇÃO

PERIÓDICA em Portugal

Cartaz da XV Edição dos Troféus Central Comics realizado por Jorge Coelho

Já está a decorrer a votação para os prestigiados TROFÉUS CENTRAL COMICS, evento de iniciativa privada, que tem sabido adaptar-se às mudanças ao longo dos anos e que entram na XV edição e como sempre incidem sob as melhores obras, profissionais e amadoras, e autores publicados em Portugal no ano transacto,com a particularidade deste ano não ter havido um júri e todos os nomeados são da escolha dos leitores que participaram na primeira volta de votações, mais uma vez promovidas pelo portal Central Comics.

Na categoria “Melhor Publicação Periódica” podemos constatar que pelo quarto ano consecutivo em Portugal, TEX (que conquistou um honroso segundo lugar em 2015), com o selo da Mythos Editora, é um dos CINCO nomeados para vencer o prestigioso galardão, tendo o Ranger italiano uma forte concorrência, já que disputa o respectivo Troféu com as publicações Disney Comix (Goody), Disney Especial (Goody), Espetacular Homem-Aranha (Panini) e JanKenPon (Banzai Team).

Esta categoria (“Melhor Publicação Periódica“) engloba obras com lançamentos periódicos (formato revista, jornal, prestige, álbum) editada em/para Portugal no ano transacto, em língua portuguesa (CPLP) e/ou bilíngue, por editor profissional ou amador, e distribuição nacional em bancas.

O blogue português do Tex e o Clube Tex Portugal, único Clube em Portugal dedicado exclusivamente a um herói da BD, e o primeiro Clube oficial de Tex no mundo, apelam a todos os fãs e coleccionadores portugueses do Tex que participem nesta nobre e importante iniciativa, votando no Ranger de Bonelli e Galep caso considerem ser merecedor do Troféu.

Este ano o período de votação decorre até há meia-noite de 23 de Dezembro 2017. Recomendamos SEMPRE a leitura dos regulamentos, que poderão ser consultados aqui!

Para votar vá a http://www.centralcomics.com/2017/12/06/xv-trofeus-central-comics-2017/

Pelo QUARTO ano CONSECUTIVO, TEX e Mythos Editora NOMEADOS para os prestigiados TROFÉUS CENTRAL COMICS na importante categoria MELHOR EDIÇÃO PERIÓDICA em Portugal

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Póster Tex Nuova Ristampa 287

dezembro 12, 2017

Póster Tex Nuova Ristampa 287

Nesta magnífica ilustração nocturna da autoria de Claudio Villa, vemos Tex Willer a bordo de um barco que desce o rio Mississipi, a disparar contra um marinheiro (que tinha acabado de assassinar o senhor Fergusson, proprietário do barco) que para fugir ao Ranger atirou-se para o rio…

Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Il ritorno della Tigre Nera” de Claudio Nizzi e Fabio Civitelli (Tex italiano #443 a #445).
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Foto-Reportagem da entrega da revista nº 7 do Clube Tex Portugal aos Sócios, no Convívio do Cacém

dezembro 11, 2017

Foto-Reportagem da entrega da revista nº 7

do Clube Tex Portugal aos Sócios,

no Convívio do Cacém

Por José Carlos Francisco

Foi com a participação de toda a direcção do Clube Tex Portugal e de cerca de três dezenas de sócios e simpatizantes do Clube Tex Portugal que decorreu na noite deste último sábado, dia 9 de Dezembro, no decurso do 5º Convívio do Clube Tex Portugal realizado no conceituado Restaurante Dom Carlos, no Cacém, a entrega da Revista nº 7 do Clube Tex Portugal aos Sócios presentes, naquele que foi um dos pontos principais deste salutar convívio entre fãs, apreciadores e coleccionadores de banda desenhada no geral e de Tex Willer em particular, numa noite ímpar permeada por um ambiente de alegria, emoção e regozijo, onde esteve presentes pela primeira vez o pard brasileiro Everaldo, internacionalizando uma vez mais os Convívios do Clube Tex Portugal.

Família Texiana no lançamento da revista nº 7 do Clube Tex Portugal

Direcção do Clube Tex Portugal no lançamento da revista nº 7

Cartaz do 5º Convívio do Clube Tex Portugal, da autoria de António Lança-Guerreiro

A entrega das Revistas com o artístico emblema do Clube,  foi um autêntico sucesso e foi feita pelos três membros da Direcção do Clube, José Carlos Francisco, presidente, Carlos Moreira, secretário e Mário João Marques, tesoureiro, e recebidos com muita emoção, alegria e até com uma ponta de orgulho pelos inúmeros associados que compareceram a mais este convívio, como se pode verificar nas diversas fotografias que damos a conhecer neste texto e que retratam momentos em que alguns dos sócios receberam a tão desejada revista (ou melhor dizendo revistas, já que a quase totalidade dos sócios adquiriu também a versão com a capa variante) número 7 do Clube Tex Portugal, uma revista feita exclusivamente para sócios, revista essa devidamente autorizada pela Sergio Bonelli Editore e que contou com uma capa exclusiva, ou melhor duas capas, da autoria de Stefano Biglia.


Aos sócios que pelos mais diversos motivos não puderam comparecer ao 5º Convívio do Clube português deste icónico herói do Oeste americano, a Direcção do Clube Tex Portugal informa que a revista gratuita que cada Sócio tem direito, assim como as demais revistas extras solicitadas vão começar a ser enviadas pelo correio no decorrer da próxima semana, pelo que prezado sócio, irá receber o(s) seu(s) exemplar(es) muito brevemente de modo a poder degustá-lo(s).


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Ary Otávio e Miguel Zinelli: Os VENCEDORES do passatempo “Descubra os 30 erros”

dezembro 10, 2017

Ary Otávio e Miguel Zinelli:

Os VENCEDORES do passatempo

Descubra os 30 erros

Por José Carlos Francisco

Ary Otávio e Miguel Zinelli são os vencedores do Passatempo “Descubra os 30 erros”, concurso patrocinado pelo blogue português do Tex e que consistia em acertar os 30 erros presentes numa releitura realizada por Bira Dantas do desenho de Aurelio Galleppini, uma homenagem ao dia 30 de Setembro de 1948, quando foi publicada a primeira aventura de TEX, “O Totem Misterioso”.


O passatempo teve uma enorme participação já que recebemos dezenas de e-mails dos nossos leitores de Portugal, Brasil e Itália, a grande maioria tendo acertado os 30 erros e poucos minutos após o lançamento do passatempo determinaram-se logo os vencedores. E porquê vencedores e não apenas um único vencedor? Ary Otávio foi o primeiro a achar os 30 erros que o Mestre Bira Dantas marcou, mas o Miguel Zinelli pouco depois achou 31, pois quando o caricaturista Bira Dantas inverteu o chapéu do Tex (que seria um único erro), apagou a sombra (o que  fez o Miguel Zinelli marcar esse erro também). Outros concorrentes marcaram isso como erro também, mas o Miguel Zinelli foi o primeiro.
Como a falha foi nossa, achamos que não seria correcto premiar um em detrimento do outro, assim, decidimos fazer a caricatura dos dois concorrentes ao lado do Tex.


Assim sendo pedimos aos pards Ary Otávio e Miguel Zinelli para enviarem fotografias suas para o Mestre Bira Dantas para poderem ser caricaturados ao lado do Ranger na charge. Para finalizar, assim que os premiados forem contemplado com o seu prémio, o blogue português do Tex os mostrará a todos os nossos leitores para que possam ver mais duas maravilhosas artes caricaturais de Bira Dantas, com Ary Otávio e Miguel Zinelli ao lado de Tex em duas, seguramente, belíssimas caricaturas!

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A Opinião do Rui: Tex Edição de Ouro nº 85 – “Retorno a Culver City”

dezembro 9, 2017

A Opinião do Rui:

Tex Edição de Ouro nº 85

Retorno a Culver City

Por Rui Cunha (texto) e Margarida Cunha (fotografias)

Quantas vezes é que já se ouviu, em inúmeros eventos de arte, a frase “Uma imagem vale mais que mil palavras”? Muitas, certamente!  E também, principalmente na Banda Desenhada, conhecida como a Nona Arte, esta frase adquire, muitas vezes, tal como na Fotografia, um destaque, assaz importante.

Vem esta frase a propósito dum momento que acontece na história “Retorno a Culver City” onde Tex Willer, o Ranger do Texas mais famoso do oeste, na companhia de seu filho Kit, num regresso ao seu passado, contempla as campas de seus pais (pág .30 e 31). Trata-se duma sucessão de quadros onde não há um único balão de diálogo (a não ser uma breve frase que Tex pronuncia no primeiro quadro da página 31), apenas um silêncio que se repente nos quadros subsequentes da referida página, como que para não interromper aquele momento de respeito e saudade que nos é transmitido pelo desenho, também ele respeitoso, de Fabio Civitelli.

Em “Retorno a Culver City”, Tex é chamado pelo Juiz Harvey T. Henderson, de San Antonio, no Texas, para ajudar numa situação em que, nas próprias palavras do magistrado, “está enrascado e que só Tex pode resolver”. O Ranger acede e vai ao encontro do Juiz que lhe pede para encontrar o seu filho adoptivo que se encontra preso em Culver City por tentativa de assassinato. Para o Juiz, que quer provar a inocência do filho mas não o pode fazer porque se encontra doente às portas da morte, será uma espécie de última vontade vê-lo e abraçá-lo. Para Tex será um regresso ao passado já que foi lá que viveu parte da sua infância e juventude e foi em Culver City que Sam, o seu irmão, foi assassinado. O Ranger aceita a missão e parte com o seu filho, Kit.

História originalmente publicada em Itália nos números 511 e 512 (Maio/Junho de 2003) com o título de “Ritorno a Culver City” e no Brasil, pela Mythos Editora, no “Almanaque Tex nº25” (Fevereiro de 2005). Escrita por Claudio Nizzi e desenhada por Fabio Civitelli, onde, uma vez mais, o passado do Ranger é referido e esmiuçado porque não se trata do passado de um qualquer cowboy, mas sim de um Ranger do Texas e esse mesmo passado serve, em alguns momentos, como mote para a acção surgir como solução para resolver determinado problema. Sendo os dois autores nomes de peso no mundo de Tex  e dentro da Editora Bonelli, cedo se percebe que estamos prestes a iniciar mais uma viagem dentro dum universo aventureiro único, criado em 1948 por G. L. Bonelli e Aurelio Galleppini.

Aventura feita de memórias, para as quais somos transportados aos primórdios de Tex ainda antes deste se tornar no Ranger famoso, no início quando enfrentou e desmantelou sozinho o poder na cidade de um bando de pistoleiros chefiados por Tom Rebo que lhe tinham assassinado o irmão. O princípio da lenda em que Tex se havia de tornar.

O argumento de Nizzi, além de estar muito bem escrito e bem estruturado, com princípio, meio e fim,assume uma qualidade quase operática, onde não faltam homenagens mais ou menos discretas, outras descaradas, aos westerns clássicos da Sétima Arte como é referido na página nº226 por Júlio Schneider, habitual colaborador das edições da Bonelli, que terão certamente feito as delícias de Nizzi e Civitelli, como fizeram (e ainda fazem) as nossas e que nunca é demais referir como “Aconteceu no Oeste” (1968), “Duelo de Fogo”  (1958), “A Quadrilha Selvagem” (1969), “Tombstone” (1993). O mais interessante disto tudo é tentar encontrar essas (e outras) referências no meio da história, a que a arte de Civitelli se encarrega de dar forma em magnificas sequências como a já supracitada sequência; ou aquela que começa no último quadro da página 150 (o grande plano da diligência a ser perseguida pelos bandidos, melhor demonstração da verdadeira paixão pelo oeste não se consegue mostrar!) e que só termina na página 181; ou todas as sequências de tiroteio nocturno (Civitelli é um verdadeiro mestre na criação destas cenas), a que começa na página 86 e se prolonga até à página 109, ou ainda aquela  que começa na página 196 e continua quase até ao final da história e que culmina naquele que será talvez o melhor momento de toda a aventura: o primeiro quadro da página 213, é tão perfeito, tão pormenorizado que mais parece que estamos perante uma fotografia a preto-e-branco, o impacto do desenho das silhuetas no chão é tão grande que a nossa atenção é logo desviada para aí ainda antes de nos apercebermos da grandeza daquele momento em termos de arte, é caso para se dizer que quem desenha, desenha! (parabéns a Fabio Civitelli por nos presentear com tão belos desenhos).


As páginas atrás referidas são momentos de acção contínua e movimentada como se de um filme se tratasse. Algumas páginas antes tínhamos assistido, mais uma vez, a mais um momento da grandeza de Tex, enquanto Ranger: uma das razões que o tornaram numa lenda do oeste  (último quando da página 192) e o seu senso de justiça, quando coloca ao peito o distintivo de Ranger do Texas (primeiro quadro da página 193), são dois momentos que importa igualmente reter ou não estivéssemos a falar sobre uma aventura de Tex.

O único senão nesta magnifica (mais uma!) aventura do Ranger mais famoso do oeste, na minha (modesta) opinião prende-se com a capa da edição, não me parece (e digo-o do ponto de vista de quem nada percebe de desenho) das melhores escolhas para uma aventura de Tex.


Li algures que a concepção das capas é feita a partir duma qualquer cena (quadro) da aventura e que depois é trabalhada com grande mestria e saber por Claudio Villa, desde o número 400 da edição italiana. Aqui, pareceu-me que a escolha não foi a melhor e uma aventura deste calibre merecia uma capa melhor (e dentro da aventura existem cenas tão boas que dariam uma excelente capa!). Esta escolha (e não estou sequer a pôr em dúvida a qualidade do desenho, nem me atreveria a tal!), parece-me desarticulada da narrativa, simplesmente banal, uma capa como já vimos em tantas outras histórias texianas, mas que nesta aventura, pouco terá a ver com ela. Foi pena.


A edição de “Retorno a Culver City” , são 226 páginas (223 de história e mais três de curiosidades sobre Tex e sobre a concepção e criação da história que fazem uma leitura interessante antes de entrarmos na aventura propriamente dita), onde o argumento inteligentemente escrito por Claudio Nizzi, aliado ao belíssimo traço de Fabio Civitelli, onde nunca nos cansamos de ver (e rever) Tex e os seus pards cavalgaram planícies imensas, enfrentar inimigos (sejam eles quem forem!), ajudar quem precisa e aplicar a justiça quando necessário, porque Tex há-de sempre ser  um justiceiro e é disso que se gosta.

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Sílvio Raimundo e a sua interpretação da capa de Tex Anual 1 desenhada por Giovanni Ticci

dezembro 8, 2017

Sílvio Raimundo e a sua interpretação

da capa de  Tex Anual 1

desenhada por Giovanni Ticci

A capa de Tex Anual nº 1, a colecção que nasceu em 1999 no Brasil pela Mythos Editora para publicar as aventuras do Ranger que originalmente na Itália eram publicadas na série Maxi Tex, teve uma belíssima capa, em tons prateados, que continha uma magnífica ilustração de Giovanni Ticci como certamente a maioria dos leitores e coleccionadores de Tex se recorda. Pois bem, o nosso talentoso colaborador Sílvio Raimundo resolveu brindar-nos com uma sua maravilhosa interpretação dessa bela capa com o seu inconfundível estilo caricatural como podemos conferir de seguida:

Silvio Raimundo e a sua interpretação da capa de Tex Anual 1 desenhada por Giovanni Ticci

Capa de Tex Anual 1 na arte de Giovanni Ticci

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Vídeo: Stefano Andreucci e uma magnífica pintura de Tex

dezembro 7, 2017

Vídeo: Stefano Andreucci

e uma magnífica pintura de Tex

Prezados leitores do Blogue do Tex, Stefano Andreucci, desenhador italiano que este ano realizou o álbum de Tex “Il Vendicatore” e o Texone 2017 “Il magnifico fuorilegge“, brindou-nos com um magnifico retrato a aguarelas do nosso Ranger preferido! Bom vídeo, deliciem-se com a deslumbrante pintura!!

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