L’orda del tramonto (A Horda do Entardecer), o Tex Gigante desenhado por Corrado Roi e escrito por Pasquale Ruju

Por José Carlos Francisco

O Tex de Corrado Roi

É já em Junho próximo, mais precisamente no dia 20, que teremos nos quiosques italianos o vigésimo nono Texone, nome carinhosamente dado ao Albo Speciale, mais conhecido por Tex Gigante, a série anual que publica, em tamanho gigante, aventuras geralmente ilustradas por desenhadores convidados e fora do staff regular de Tex.

L’orda del tramonto (A Horda do Entardecer), o Tex Gigante desenhado por Corrado Roi e escrito por Pasquale Ruju

E depois de alguns anos em que essa regra foi desvirtuada (Ernesto Garcia Seijas, em 2011, se bem que na realidade, o Tex Gigante Le iene di Lamont tenha marcado a estreia do argentino em Tex, Fabio Civitelli, em 2012 e Andrea Venturi, em 2013) a velha fórmula foi retomada e este ano teremos como artista convidado, CORRADO ROI, consagrado desenhador italiano (“um grande desenhador em qualquer parte do mundo” como o jornalista João Miguel Lameiras o definiu um dia) que só no que à Editora Bonelli diz respeito já trabalhou para Mister No, Martin Mystère, Dylan Dog, Brendon, Julia, Magico Vento e Dampyr.

Arte de Corrado Roi em Tex

Mas este vigésimo nono Texone também tem a particularidade de estrear (nesta afamada série) Pasquale Ruju na escrita, um dos actuais e mais apreciados argumentistas do Ranger, mas também escritor de Dylan Dog, Nathan Never, Dampyr, Martin Mystère, Demian e Cassidy.

Arte de Corrado Roi em Tex

L’orda del tramonto (A Horda do Entardecer) é o título deste Tex Gigante que a Mythos Editora publicará, também este ano, no Brasil e tem a particularidade de ser uma aventura insólita cujos ingredientes principais da história são constituídos por um aristocrata proveniente de um país dos Balcãs, um assassino que vê no escuro, uma cigana encantadora e malvada, um castelo sombrio cheio de segredos e armadilhas e uma velha lenda…

Arte de Corrado Roi em Tex

Não são, obviamente, os ingredientes habituais das histórias mais tradicionais do Ranger, mas a escolha de uma história particular tem a ver com a presença de dois autores verdadeiramente especiais, que queriam lidar desta forma o seu desafio pessoal com as 224 páginas do Texone. O argumentista Pasquale Ruju preparou uma trama que se adequa perfeitamente ao traço de Corrado Roi, um verdadeiro mestre das atmosferas inquietantes e góticas.

Carson e Tex desenhados por Corrado Roi

O enredo original de Ruju e as sombras do pincel de Roi destacam-se em Tex n’A Horda do Entardecer: cabe a você, caro leitor, descobrir o quanto será intrigante e imperdível o resultado desta fantástica combinação!

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

7 Comentários

  1. Belas pranchas! Tomara que seja uma história que aproveite o potencial “soturno” do traço do Roi.

  2. Que épico. Esse merecia um esforço da Mythos pra sair antecipado aqui, quem sabe em julho.

    E depois ainda tem Civitelli desenhando Dylan Dog (esse a Mythos tem que dar um jeito de publicar).

  3. Vejo uma tendência dos Texones se tornarem as edições mais esperadas de Tex, se é que já não as são.
    Creio que os melhores esforços da Bonelli estão concentrados neles.

  4. Nada menos que ÉPICO. O primeiro Tex com traços puramente góticos.

    Essas pranchas são verdadeiras obras de arte.

  5. Pr’eu poder morrer em paz agora só falta lançarem um Texone do Sicomoro (Mágico Vento 17 e 41).

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