Do esboço inicial à capa final de Tex Willer #2 (“La banda di Red Bill”), passando pelas cores originais de Maurizio Dotti

Por José Carlos Francisco

Maurizio Dotti

No passado dia 15 de Dezembro a Sergio Bonelli Editore publicou a edição número 2 de Tex Willer (a nova série dedicada ao jovem Tex e que traz as aventuras de Tex quando ele ainda era um fora-da-lei!), intitulada “La banda di Red Bill” (“O bando de Red Bill”) que contém a segunda parte de uma história escrita por Mauro Boselli e desenhada por Roberto De Angelis!

Entre as selvagens montanhas do Arizona, um fora-da-lei solitário deve preocupar-se em fugir aos xerifes que lhe dão caça, mas, porque o seu nome é Tex, não pode ignorar um pedido de ajuda. E entre aquelas montanhas está o bando de assassinos liderado pelo feroz Red Bill. Um velho mineiro e a sua única filha estão em perigo. O que fará Tex Willer, sozinho contra todos?

A capa deste segundo número, tal como a anterior e todas as que se seguirão nesta nova colecção, é da autoria do conceituado desenhador Maurizio Dotti, capa essa que divulgamos hoje aqui no blogue do Tex acompanhada do esboço inicial, mas também de um primeiro esboço alternativo, assim como da arte finalizada a tinta da china e ainda da capa original pintada pelo próprio Maurizio Dotti, devido à gentil cortesia do próprio Dotti:

Esboço inicial da capa de Tex Willer #2, da autoria de Maurizio Dotti

Arte final a preto e branco da capa de Tex Willer #2, da autoria de Maurizio Dotti

Capa de Tex Willer #2, com as cores originais de Maurizio Dotti

Capa de Tex Willer #2

(Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas)

4 Comentários

  1. Acredito que muitos não vão gostar desse comentário, mas tudo bem, é minha opinião, Maurizio é sem duvida um grande desenhista, como já falei aqui várias vezes, mas não me agrada como capista de Tex… como desenhista de historias é ótimo e talentoso.
    Outra coisa, caramba… porque a Bonelli não melhora o design gráfico das capas dessa série TEX WILLER, que LOGOTIPO ruim… as fontes escritas são ruins… e desvalorizam ainda mais a arte do Mauricio.
    Vida longa ao Ranger!

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