A capa de Almanacco del West 2014, “I rapitori”

dezembro 26, 2013

A capa de Almanacco del West 2014,
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I rapitori

Por José Carlos Francisco

O Almanacco del West 2014, com lançamento previsto na Itália para dia 24 de Janeiro do próximo ano e que trará a história de Tex intitulada “I rapitori” (“Os sequestradores“), aventura escrita por Tito Faraci e desenhada por Orestes Suarez (na sua segunda incursão na saga de Tex, depois de já ter publicado em 2010 uma história do Ranger passada em Cuba, para a série Tex Gigante) e onde Claudio Villa uma vez mais é o autor da capa é a edição cuja capa damos a conhecer hoje na sua versão original (cores do próprio Claudio Villa) e na versão final da editora Bonelli:

Desenho original da capa do Almanacco del West 2014 colorida por Claudio Villa

Capa de Almanacco del West 2014

A propósito da diferença verificada entre a colorização manual de Claudio Villa e a colorização digital realizada na SBE e que na esmagadora maioria dos casos é considerada pelos fãs e coleccionadores do Ranger como sendo nitidamente inferior a colorização final, Claudio Villa confidencia que «As capas de Tex devem respeitar uma tradição bem consolidada no tempo (embora a cada nova tento maliciosamente agir ousando fazer incidir as luzes e sombras sobre a camisa de Tex). Recordo os originais de Galep, cujas indicações para as cores eram sugeridas com gizes de cera e a cor era espalhada uniformemente variando somente a escolha da cor: o amarelo era amarelo, o azul era azul, o verde era verde. Porque a impressão de então não permitia o uso de matizes e dos tons. As cores eram tintas lisas.

Hoje a tecnologia permite-nos novas possibilidades, mas uma colorização “imersiva” tipo Marvel quebraria demais o “discurso” da história de Tex. Por isso é necessário ir por etapas. Eu, por mim, continuo a pensar colorir, dar indicações de cor segundo a minha visão. Mas não posso pretender que a “história da imagem de Tex” mude assim tão profundamente.

Algo aconteceu no passado recente: algumas vezes o céu foi digitalizado e reproduzido na capa da revista tal como eu o tinha colorido, mas recordo que na camisa de Tex, por exemplo, eu sempre tive em mente que deve ser uniformemente amarela sem sombras e luzes. É uma espécie de “marca registada”. Com efeito, vendo as capas de Galep a composição de “amarelo-azul” está quase sempre presente com Tex muitas vezes enquadrado de corpo inteiro.

Por outro lado no entanto o tempo, também a respeito do uso da imagem na sua valência expressiva, mudou. Hoje a linguagem expressiva tem à sua disposição muitos mais nuances. A política da editora portanto é de evoluir progressivamente, lenta, mas inexorável, na direcção de novas linguagens, mais actuais. Contando que Tex é assim tão amado por leitores de vários extractos culturais e idades, é uma operação muito delicada, que dá muitas preocupações de cada vez.

Provavelmente também eu faço mal, tornando públicas as minhas cores. Talvez me conviesse não fazê-lo para não gerar estas “discussões”.»

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Um feliz Tex Natal, por Bira Dantas

dezembro 25, 2013

Em pleno período Natalício recebemos do nosso imprescindível colaborador, Ubiratan Libanio Dantas de Araújo, natural de São Paulo, onde nasceu em 3 de Março de 1963 e que actualmente vive em Campinas/SP onde casou com uma médica (Cláudia), tendo uma enteada (Alice) de 30 anos e uma filha (Thaís) de 14 anos, uma bela ilustração de Natal feita em EXCLUSIVO para o blogue do Tex e que mostramos de seguida com o respectivo passo a passo desde o esboço inicial até às versões finais em português e em italiano:

Tex esboço Natal 2013

Tex lápis Natal 2013

Tex arte final Natal 2013

Tex versão final em português Natal 2013

Em italiano

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A morte de José Ortiz, o Mestre da energia e vigor narrativo, aos 81 anos

dezembro 24, 2013
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A morte de José Ortiz,
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o Mestre da energia e vigor narrativo,
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aos 81 anos

José Ortiz

JOSÉ ORTIZ MOYA (1932-2013)

José Ortiz Moya, histórico desenhador espanhol (que dizia ser catalão e não espanhol), nascido em Cartagena a 1 de Setembro de 1932, faleceu com 81 anos nesta última segunda-feira, 23 de Dezembro de 2013.

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O desenhador espanhol José Ortiz, um dos grandes nomes da banda desenhada espanhola e vencedor recentemente
do “Premio Haxtur al autor que amamos“, prémio integrado no XXXVII Salon Internacional del Comic del Principado de Asturias e que mostra bem a consideração e estima que o decano desenhador espanhol tinha por parte dos seus admiradores espanhóis, faleceu ontem em Valência  aos 81 anos de idade devido a um problema cardíaco. Ortiz, criador de personagens icónicos como Hombre, Burton, Cyb e desenhador do nosso Tex Willer, cujas edições continuam a ser publicadas em diversos idiomas através da Sergio Bonelli Editore, sentiu-se indisposto a semana passada e foi internado no Hospital Universitário e Politécnico La Fe de Valência, onde veio a falecer nesta última segunda-feira.

Gianfranco Manfredi e o Mágico Vento de José Ortiz

A propósito do falecimento de José Ortiz, Gianfranco Manfredi já confidenciou: “Acabei de tomar conhecimento somente agora desta triste notícia. Não sou espanhol, sou catalão”, estas foram as palavras que me disse José Ortiz, quando o conheci, ao apresentar-se. Mágico Vento começou com ele. O seu traço forte parecia-me perfeito para o número 1 . Desenhava com uma velocidade vertiginosa. Terminava um álbum em três meses. Sem ele não seríamos capazes de ser pontuais nos quiosques. Devo-lhe muito. Um grande.

Por José Carlos Francisco

Resumir a carreira de um autor como José Ortiz em poucas linhas é uma tarefa praticamente impossível; de facto para se poder estudar como merece uma trajectória como a sua, requeria-se um livro, mas vamos tentar.

José Ortiz Moya nasceu em Cartagena em 1932. Irmão do também desenhador Leopoldo Ortiz, começou muito cedo a descobrir a sua vocação e ganhou um concurso de desenho realizado para a revista de banda desenhada Chicos em 1951. Nesse mesmo ano começou a trabalhar com a editora Maga, casa para a qual realizaria o grosso da sua produção durante a década de 50: série como El Espia, Dan Barry el Terremoto ou Pantera Negra. Em 1958 realizou para Toray Sigur, El Vikingo, série que se converteu no maior êxito do início da sua carreira. O início dos anos sessenta marcou também o final da época dourada do tebeo (revista de banda desenhada) popular, o que motivaria que toda uma série de autores voltasse a sua produção para o exterior através de agências. Assim, Ortiz começaria a produzir material através de Bardon Art, principalmente para o mercado britânico.

1973 marcou um dos grandes pontos de inflexão da carreira de José Ortiz, ao começar a sua colaboração com a editora norte-americana Warren. O desembarque de toda uma frota de desenhadores espanhóis serviu para dar uma difusão internacional ao trabalho de artistas como Luis Bermejo, Esteban Maroto, Leopoldo Sánchez ou José Ortiz. Estima-se que Ortiz realizou 119 histórias para a Warren, o que o converteu no desenhador mais profícuo da editora. Revistas como Eerie, Creepy, 1984, Rook o Vampirella viram aparecer os seus trabalhos, entre eles destaca-se com um brilho próprio Los cuatro jinetes del Apocalipsis; obra que nos serve como exemplo do labor de José Ortiz para a Warren, mediante todo o seu esbanjar de técnica, vigor narrativo e o seu pessoal e espectacular estilo de “entintar” – aqui pode-se destacar a célebre técnica de “lâmina de barbear”, marca da casa também de outros grandes desenhadores como Dino Battaglia.

A etapa Warren do trabalho de Ortiz durou praticamente até 1981. Simultaneamente a ela realizou também uma série de histórias com argumentos de Josep Toutain, que reproduziam a História de diversas lendas do “Faroeste” norte-americano, que se recompilaram em dois “tomos” sob a epígrafe Grandes mitos del Oeste, e que ademais servem-nos para realçar o grande carinho que Ortiz sempre teve pelo género western. A essa etapa pertencem também El pequeño Salvaje, história que contava com argumento próprio, os seus episódios da série El Cuervo e o seu trabalho com Tarzan – em que se recorda o vigor e a vitalidade que José insuflou à personagem.

José Ortiz e o prémio Haxtur ao autor mais amado, 2013

1981 marcou o que foi seguramente o ponto chave da carreira de Ortiz: O regresso ao mercado autóctone para realizar uma obra mais pessoal, coincidente com o início da sua colaboração com Antonio Segura. A primeira criação da dupla Segura-Ortiz foi Hombre, uma série de ficção científica próxima e pós apocalíptica que rompeu barreiras na sua época, pelo seu tom lúgubre e desencantado e pelo incrível grafismo de Ortiz, tanto na primeira etapa a preto e branco, como na posterior, colorida.

A assinatura Segura-Ortiz converteu-se a partir de então em habitual nas revistas de banda desenhada de vários países durante os anos oitenta e na primeira metade dos anos noventa. Em 1983, embarcaram no projecto de auto-gestão que se chamou Metropol; Ives foi a série que criaram para a revista, uma história do género “noir” e ambiente carcerário. No ano seguinte criaram essa obra-mestra denominada Las mil caras de Jack el Destripador, praticamente ao mesmo tempo rebaptizavam Ives como Morgan, uma “nova” série de 23 episódios, todos eles realizados a preto e branco.

Através de Selecciones Ilustradas, a agência de Josep Toutain, criaram em 1987 Burton & Cyb, série cómica e cósmica sobre as andanças de dois enganadores inter-galácticos que beneficiavam de uma cor luminosa e de toda a arte de desenhar de Ortiz na hora de criar e recriar mundos e seres alienígenas com inegável graça. Entretanto a revista Gran Aventurero ofereceu-lhes em 1990 a oportunidade de produzir Juan el Largo, obra composta por dois álbuns e que recuperou o espírito da aventura clássica mediante as andanças de um peculiar grupo de piratas nos mares das Caraíbas. Alem do seu trabalho com Segura, Ortiz continuou a trabalhar, através da agência Norma, uma série de trabalhos para o estrangeiro: como episódios de Rogue Trooper ou Judge Dredd para a editora 2000ad britânica ou episódios de sabre para a editora norte-americana Eclipse.

Antonio Segura e José Ortiz na 32ª Mostra Internacional de Valencia em 2011

O êxito internacional dos trabalhos da dupla Segura-Ortiz, unido à crise do mercado espanhol, fez com que a partir de 1990 produzissem o seu trabalho directamente para a indústria italiana. Desse modo criaram Ozono para a revista L’Eternauta, uma série do género “noir” com um alto conteúdo de denúncia ecológica, e But O’Brien, livro de cabeceira sobre um ex-boxeador metido a guarda-costas, publicado na revista italiana Torpedo. Chegamos então a 1993, ano em que se iniciou a relação de Ortiz com a Sergio Bonelli Editore. Como o próprio Sergio reconheceu, a ideia de convidar José Ortiz para realizar um dos seus Tex Gigantes já estava congeminando desde há vários anos, até que finalmente o conseguiu convencer. A partir desse momento José começou a trabalhar quase em exclusivo para a Sergio Bonelli Editore, realizando uma história em quatro partes, de Ken Parker e vários episódios de Mágico Vento, além de todo o seu trabalho em Tex, não esquecendo a história do detective do pesadelo realizada em 2012 para o Dylan Dog Color Fest nº 8.

La grande rapina, o Tex Gigante de 1993, trouxe o seu primeiro trabalho com Tex. Trata-se de uma história de 224 páginas em que Tex e Carson devem desarticular um bando de ladrões de trens estendendo-lhes uma armadilha quando se dispõem a roubar o pagamento do exército. A história escrita por Nizzi serviu para que Ortiz fosse se adaptando às personagens – com o género nunca teve nenhum problema já que, como podemos ver na história, é um autêntico especialista – e em especial com Kit Carson, cuja sua interpretação é uma das mais atractivas de toda a saga de Tex.

O trabalho seguinte de Ortiz incluiu ademais a chegada de Antonio Segura à escrita da série. Il cacciattore di fossili e L’oro del sud, editados em Novembro de 1997 e Outubro de 1999 respectivamente, são duas histórias de 350 páginas a primeira e de 270 páginas a segunda que inauguravam a sua participação na colecção Maxi-Tex (edições nºs 2 e 3, que já tinha tido um primeiro número com uma história da dupla Giancarlo Berardi/Guglielmo Letteri) e nas quais para além do habitual despejar de talento do desenhador, há que ressaltar a especial convicção de que ambos os autores faziam gala: algo que terá tido a ver com a boa aceitação que os leitores dispensaram a ambos os volumes.

José Ortiz desenhando para um seu fã perante a atenção de Ivo Milazzo

No intervalo de ambos os Maxi-Tex, José Ortiz incorporou-se no grupo de desenhadores da série mensal. Os episódios 449 e 450 abarcam a história Gli uomini che uccisero Lincoln, a primeira das suas sagas que contou com argumento de Nizzi. Consiste em uma intriga de carácter quase político em que Tex e Carson, de uma maneira quase casual, vêm-se implicados numa investigação que os levará a descobrir quem estava por detrás do assassinato do presidente Lincoln. O que primeiro salta à vista ao analisar ambas as revistas é que não se tratava de uma história de características muito adequadas para poder aproveitar as melhores qualidades do seu desenhador; uma história desenrolada num ambiente urbano e em espaços fechados que não permitia a Ortiz explorar o seu vigor narrativo da mesma maneira que quando desenhava guiões desenrolados em espaços abertos. Tudo isso fica ainda mais claro ao analisar os seus trabalhos seguintes na série mensal e em especial nas duas histórias seguintes escritas por Boselli.

Sulla pista di Fort Apache é uma história em três partes editada nos números 458 a 460 na qual Tex e Jack Tigre se vêm no meio de um grupo de índios rebeldes e do exército, tentando evitar uma nova guerra índia. La miniera del fantasma, história em duas partes publicada nos números 478 e 479 da série mensal, traz-nos Carson e Tex investigando a lenda de uma mina sobre a qual aparentemente pesa uma maldição. Ambas as histórias fazem parte das mais valorizadas pelos leitores nos últimos anos.

Os números 494 a 496, editados em 2002 a última história antes do mítico Tex 500 ilustrada por José Ortiz na série mensal. Tratou-se de um argumento escrito por Nizzi que começa quando o chefe de uma tribo Dakota pede ajuda a Tex e Carson ante o estranho comportamento de alguns jovens guerreiros, que se uniram numa espécie de conspiração inter-racial encabeçada por um misterioso individuo que oculta o seu rosto por trás de uma máscara de madeira.

José Ortiz e algumas das suas edições especiais de Tex

Após o Tex 500, José Ortiz continuou firme no seu trabalho de desenhar Tex e já participou em diversas outras histórias: Tex 515 a 517 (Il lungo viaggio), Tex 540 e 541 (Puerta del diablo), Tex 550 e 551 (Un treno per Redville) sempre com argumentos de Claudio Nizzi, Tex 558 e 559 (Evasione) com argumento de Tito Faraci, Tex 596 e 597 (Oltre il fiume) novamente de Nizzi, Tex 625 e 626 (Le catene della colpa) com argumento de Pasquale Ruju, e ainda os Maxi Tex 2004 (Il treno blindato), Maxi Tex 2009 (Lungo i sentieri del West) e o Maxi Tex 2011 (L’oro del massacro), todos com argumento de Antonio Segura, para além do Almanacco del West 2006 (Mescalero Station), novamente com argumento de Claudio Nizzi.

Ante a hipotética pergunta do que é que José Ortiz trouxe ao Tex, diríamos que energia e vigor narrativo. Porque Ortiz não só dominava a cenografia do western na perfeição, como era um dos escassos autores capazes de desenhar qualquer coisa de qualquer ângulo – e sem aparente dificuldade – e o verdadeiramente impressionante é que se colhermos ao acaso qualquer sequência de acção desenhada por ele, teremos todo um tratado de como dinamizar a acção, como captar o movimento, como eleger o plano adequado para qualquer momento…

Cremos que algum dia os cientistas que se dedicam à Física deveriam voltar-se para a carreira de um autor como José Ortiz para estudar como se pode criar pura energia utilizando somente lápis e pincel.

Tex a cavalo

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Tex (por Alessandro Piccinelli) envia votos natalícios

dezembro 24, 2013

Tex (por Alessandro Piccinelli) envia votos
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natalícios

Caríssimos pards,
O blogue português do Tex, deseja a todos os Texianos que nos honram com a sua visita, um FELIZ NATAL, cheio de paz, saúde, amor, alegria, realizações, prosperidade e porque não, cheio de Tex’s!

Desejamos também a todos, um Próspero Ano Novo de 2014, onde esperamos continuar a ser a sua companhia, e a companhia de tantos TEXianos do mundo inteiro que encontram no blogue do Tex um sítio seguro, para navegar em águas calmas e enriquecedoras na Internet!

Cumprimentos para a grande família Texiana, da parte de toda a equipa do blogue do Tex, representados neste desenho invernal de Tex  realizado pelo bravo desenhador italiano
Alessandro Piccinelli
(Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)

Carissimi amici,
Il blog portoghese di Tex augura a tutti i Texiani, che ci onorano della loro visita, un FELICE NATALE, pieno di pace, salute, amore, allegria, realizzazioni, prosperità e…perchè no? pieno di fumetti, soprattutto di Tex!

Auguriamo anche a tutti un Prospero Anno Nuovo 2014, in cui speriamo di continuare ad essere in vostra compagnia, ed alla compagnia di tanti Texiani che, visitando il blog di Tex da tutto il mondo, incontrano un sito sicuro per navigare in acque calme ed arricchenti del WEB.

Un caro saluto a tutta la grande famiglia Texiana da parte di tutta l’équipe del blog di Tex, rappresentata in questo disegno di Tex, realizzato dal bravo disegnatore italiano
Alessandro Piccinelli.

(Cliccare sulla immagine per vederla a grandezza naturale)


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OS ESTATUTOS DO CLUBE TEX PORTUGAL

dezembro 23, 2013
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ESTATUTOS DO CLUBE TEX PORTUGAL

Capítulo I

(Âmbito e Objectivos)

Artigo 1º

O Clube Tex, adiante designado por “Clube”, é uma associação sem qualquer orientação política ou religiosa e que se constitui por tempo indeterminado.

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Artigo 2º

O Clube tem por objectivo a divulgação e o estudo da série de banda desenhada Tex Willer, pelo que, para o seu cumprimento, o Clube organiza e realiza várias actividades como encontros, reuniões, exposições, conferências e publicações.

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Artigo 3º

O Clube poderá estabelecer relações com quaisquer outras organizações, entidades ou particulares, nacionais e internacionais, com elas acordando formas de cooperação que não colidam com os Estatutos do Clube.

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Artigo 4º

O Clube estabelece como sua sede a seguinte morada:
RUA DA MALAPOSTA Nº 106

EDIFÍCIO UBP – BLOCO 1 – 4º ESQ.
MALAPOSTA 3780-294 ANADIA
PORTUGAL


Capítulo II

(Órgãos Sociais)

Artigo 5º

O Clube será gerido e representado por uma Direcção composta por três membros, sendo um o Presidente e os demais dois vogais, um o Secretário e segundo o Tesoureiro, sendo todos estes cargos não remunerados. A Direcção é designada e revogada pela Assembleia Geral e o seu mandato terá a duração de 2 anos.

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Artigo 6º

Ao Presidente compete representar o Clube, convocar e presidir as sessões de trabalho ou qualquer reunião, assim como possui voto de qualidade. Ao Secretário compete dirigir os trabalhos puramente administrativos do Clube. Ao Tesoureiro compete gerir os fundos do Clube.

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Artigo 7º

Os membros da Direcção podem renunciar voluntariamente por escrito, por incumprimento das suas obrigações ou por expiração do seu mandato, permanecendo no pleno gozo dos seus direitos até ao momento em que se produza a sua substituição.

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Artigo 8º

A Direcção é o órgão de gestão permanente do Clube e da orientação da sua actividade, reunindo sempre que a pedido de um qualquer membro. São funções da Direcção:

……· Executar as deliberações da Assembleia Geral;
·
Organizar e superintender a actividade do Clube;
·
Exercer as demais funções previstas nos Estatutos;
·
Elaborar planos de actividade, relatórios e contas e submeter a aprovação da Assembleia Geral.

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Artigo 9º

A Assembleia Geral é a reunião de todos os sócios no pleno gozo dos seus direitos e faculdades, expressamente convocada nos termos da lei e dos Estatutos do Clube.

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Artigo 10º

A Assembleia Geral reúne-se em sessões ordinárias, uma vez por ano e no prazo de 3 meses após o fecho de contas, e sessões extraordinárias, sempre que as circunstâncias o aconselhem, a pedido do Presidente ou quando proposta por uma vigésima parte dos associados.

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Artigo 11º

As convocatórias das Assembleias Gerais realizam-se por escrito, expressando o lugar, dia e hora da sessão, assim como a indicação dos assuntos a tratar, devendo ser enviadas preferencialmente com uma antecedência de quinze dias.

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Artigo 12º

As Assembleias Gerais consideram-se validamente constituídas quando na primeira convocatória esteja presente pelo menos um terço dos associados com direito a voto ou na segunda convocatória esteja um qualquer número de associados com direito a voto. Os acordos obtêm-se por maioria simples dos associados presentes ou representados, sendo no entanto necessária obtenção de maioria qualificada para:

……· Dissolução do Clube
·
Modificação dos Estatutos
·
Expulsão de sócios
·
Alienação de um qualquer bem do Clube

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Artigo 13º

São funções da Assembleia Geral

……· Aprovar a gestão da Direcção
·
Examinar e aprovar as contas
·
Eleger os membros da Direcção
·
Definir as quotas ordinárias e extraordinárias
·
Dissolver o Clube
·
Modificar os Estatutos
·
Qualquer outra que não esteja atribuída a outro órgão social

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Artigo 14º

O Clube vincula-se com as assinaturas conjuntas de dois membros da Direcção, sendo obrigatoriamente uma a do Presidente. No caso de mero expediente, bastará a assinatura de um qualquer membro da Direcção.

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Capítulo III

(Associados)

Artigo 15º

Podem ser sócios do Clube todos os interessados em participar nos fins propostos nos artigos 1º, 2º e 3º e que a lei permita, não colidindo ainda com estes Estatutos, nomeadamente nas disposições do artigo 17º.

Artigo 16º

Os sócios entram em pleno gozo dos seus direitos após aprovação da sua admissão em reunião de Direcção, mediante o pagamento de uma jóia e da primeira quota.

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Artigo 17º

Os sócios podem ter a seguinte categoria: fundadores, efectivos e honorários, estando a admissão dependente da aprovação por parte da Direcção.

……· Sócios fundadores são os aderentes à data de aprovação dos presentes estatutos;
·
Sócios efectivos são os que aderirem ao Clube em data posterior à fundação, devendo ser obrigatoriamente residentes em território português ou residindo no estrangeiro tenham já participado num evento texiano realizado anteriormente em Portugal; Sócios efectivos com menos de 18 anos não têm direito a voto nas sessões da Assembleia Geral e estão isentos do pagamento de quotas até atingirem essa idade.
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Sócios honorários são as personalidades e entidades de renome nacional ou internacional, cuja acção notável está de acordo com os objectivos do Clube. A designação dos sócios honorários é da competência da Direcção, devendo ser ratificada pela Assembleia Geral. Os sócios honorários não têm direito a voto nas sessões da Assembleia Geral e estão isentos do pagamento de quotas, desde que anteriormente a esta designação não tenham sido sócios efectivos do Clube.

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Artigo 18º

……1) Os sócios podem sair do Clube por renúncia voluntária, a comunicar por escrito à Direcção, ou pelo incumprimento das suas obrigações, nomeadamente o não pagamento das quotas definidas.
2)
As condições de admissão e exclusão dos associados, sua categoria, direitos e obrigações, constarão de regulamento a aprovar pela Direcção.

Capítulo IV
(Receitas e Despesas)

Artigo 19º
Constituem receitas do Clube as jóias e as quotas, cujo valor é aprovado em subsídios ou contribuições que lhe forem atribuídos ou ainda quaisquer outros donativos, heranças ou legados.

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Artigo 20º

São despesas do Clube as que resultam do exercício das suas actividades em cumprimento dos Estatutos e das disposições que sejam impostas por lei.

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Capítulo V

(Disposições Transitórias)

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Ficam nomeados desde já:

Presidente: José Carlos Pereira Francisco

……Tesoureiro: Mário João Marques

……Secretário: Carlos Manuel Sousa Moreira

……Início do mandato: 1 de Novembro de 2013
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Capítulo V

(Disposições Finais)

Artigo 21º

O exercício associativo e económico será anual, terminando em 31 de Dezembro de cada ano.

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Artigo 22º

O Clube poderá dissolver-se por deliberação da Assembleia Geral convocada para o efeito nos termos da lei e dos Estatutos, mediante voto favorável de maioria qualificada de sócios com direito a voto.

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Artigo 23º

Em caso de dissolução, deverá ser nomeada uma comissão liquidatária para extinção de eventuais dívidas. Havendo excedente, este deverá ser destinado a fins que não desvirtuem a natureza não lucrativa do Clube.

Artigo 24º

No que estes Estatutos forem omissos, vigoram as disposições da lei geral.

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Lisboa, 26 de Outubro de 2013

José Carlos Francisco, Carlos Moreira, Mário Marques, Hernâni Portovedo e Orlando Santos Silva, os cinco idealizadores do Clube Tex Portugal, no Cacém a 26 de Outubro de 2013, aquando da realização dos Estatutos do Clube Tex Portugal

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EXCLUSIVO MUNDIAL: Os primeiros estudos de Laura Zuccheri para o seu Tex Gigante

dezembro 22, 2013

EXCLUSIVO MUNDIAL:
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Os primeiros estudos de Laura Zuccheri
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para o seu Tex Gigante

Depois de ter sido a primeira mulher a desenhar uma capa de Tex, Laura Zuccheri começará em Janeiro de 2014 a desenhar uma aventura do Ranger para a série Tex Gigante.
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Por José Carlos Francisco

Laura Zuccheri

LAURA ZUCCHERI tornou-se oficialmente a primeira mulher a desenhar o mítico Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli quando em Novembro a Sergio Bonelli Editore publicou o nº 4 da série Color Tex, que conteve quatro histórias curtas (32 páginas cada) de Tex, cuja capa foi de sua autoria.

Depois desta façanha histórica LAURA ZUCCHERI continua a fazer história na longa saga (com mais de 65 anos) de Tex Willer já que foi convidada para desenhar um Tex Gigante, convite que a autora italiana (nascida em 1971 em Budrio, cidade italiana da região da Emília-Romanha, província de Bolonha, vivendo actualmente na Alemanha) aceitou de pronto a ponto de começar já em Janeiro de 2014 a desenhar as primeiras páginas da história escrita por Mauro Boselli e que deverá demorar dois a três anos a ser concluída mas o blogue português do Tex já hoje EM RIGOROSO EXCLUSIVO MUNDIAL publica os seus primeiros estudos de Tex de modo a que os nossos leitores fiquem já a conhecer o Tex de Laura Zuccheri que deste modo realiza um velho sonho já que o seu pai foi quem a fez enamorar-se pelo Ranger uma vez que é um verdadeiro coleccionador de Tex (compra tudo que diga respeito a Tex), se bem que o seu pai desejava que a filha fosse uma jogadora de basquetebol, desporto que Laura Zuccheri praticou (e segundo soubemos, com muita mestria) dos 13 aos 18 anos… ele cujo sonho quando criança era precisamente ser desenhador de banda desenhada e que deste modo ficou eufórico quando a filha lhe confidenciou que ia desenhar Tex.

Estudos do Tex de Laura Zuccheri para o seu Tex Gigante

Neste seu regresso ao Western (Laura sempre foi uma apaixonada pelo género tendo inclusive desenhado Ken Parker antes de se cimentar com a criminóloga Júlia Kendall) considera “Tex um compromisso muito difícil mas onde se esforçará para alcançar um bom equilíbrio entre a própria personalidade e aquela do Ranger” e afirmando que o seu Tex “Será aventureiro, duro e puro, sem fraquezas sentimentais mas ao mesmo tempo divertido. Uma espécie de Clint Eastwood com um sarcasmo todo próprio“.

Estudos do Tex de Laura Zuccheri para o seu Tex Gigante

Laura Zuccheri adora desenhar a natureza e consequentemente está favorecida em desenhar o género western, mas para desenhar este Tex Gigante necessita de estudar o vestuário, as armas, os chapéus e as paisagens e para isso recorrerá a filmes de faroeste assim como a livros, fotografias da época e ao estudo das personagens como os que damos então hoje a conhecer em mais um exclusivo do blogue do Tex!

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Os decalques de Tex Willer que nunca chegaram a ser comercializados

dezembro 21, 2013
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Os decalques de Tex Willer
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que nunca chegaram a ser comercializados

Por José Carlos Francisco

A decalcomania é o processo que permite transferir por pressão imagens para outra superfície e os decalques de Tex Willer produzidos pela Interpress Italia, em 1978, constituídos por duas belas figuras do Ranger (caminhando e em plena acção) da autoria de Aurelio Galleppini e o respectivo logótipo de Tex (a vermelho) recortados e destacáveis em papel adesivo removível com 12,4×18 cm são dos itens mais raros e valiosos para os fãs e coleccionadores de Tex porque podem atingir a astronómica cifra de 900 Euros em virtude da falência da empresa italiana o que originou que o produto texiano nunca chegasse a ser comercializado. Mas apesar disso, o blogue português do Tex dá a conhecer aos seus leitores o protótipo dos decalques do Ranger, devidamente perfeito e embalado originalmente em 1978:

Decalques de Tex que nunca chegaram a ser comercializados

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Tex Willer de Dante Spada para José Carlos Francisco

dezembro 20, 2013

Tex Willer de Dante Spada para José Carlos Francisco

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