Tex, Carson e… Mefisto, por Rossano Rossi

dezembro 6, 2013

Tex, Carson e... Mefisto. Arte de Rossano Rossi para Camillo Ferraro

(Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)

2

Il ragazzo selvaggio (O rapaz selvagem) no mais recente luxuoso Tex da Mondadori

dezembro 5, 2013

Il ragazzo selvaggio (O rapaz selvagem)
.
no mais recente luxuoso Tex da Mondadori


Renova-se uma tradição verdadeiramente inevitável, para os fãs do Ranger Bonelliano: como sempre acontece a cada novo Outono, a Mondadori publicou no passado mês de Novembro um novo volume de grande formato, com capa dura e inteiramente a cores, dedicado a Tex, naquela que muitos consideram a mais bela e luxuosa colecção de Tex, “Grandi libri” (“Grandes livros”) e que nasceu em 1975 pela Editoriale Cepim (a actual Sergio Bonelli Editore) com a publicação do primeiro volume, intitulado “Il mio nome è Tex” e que passou a ter uma periodicidade anual a partir de 1996, tornando logo desde o seu início como sendo uma verdadeira série para coleccionadores, enriquecida pelo formato grande (315 x 225), capa dura, artigos vários e sobretudo a inclusão das cores nas histórias originalmente publicadas a preto e branco pela editora Bonelli.


A publicação deste ano (cuja capa, desenhada por Giovanni Ticci podemos ver mais abaixo a ilustrar este texto), intitula-se “Il ragazzo selvaggio” (“O rapaz selvagem“) e contém a aventura originalmente publicada nas edições 317, 318 e 319 da colecção principal de Tex, datadas de 1987, aventura escrita por Claudio Nizzi e desenhada por Giovanni Ticci.


Há 15 anos atrás, um menino desaparece quando a caravana onde seguiam os seus pais é atacada por índios Arapahos. Anos mais tarde, o seu pai, agora um rico rancheiro, não desiste de o encontrar e o seu desejo torna-se mais forte quando dois caçadores afirmam ter visto um jovem branco nas montanhas. Tex e Carson vão ajudar nesta busca, embrenhando-se numa aventura com algumas surpresas desagradáveis.


(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

4

Vídeo: Super Tex Willer 2013

dezembro 4, 2013

Hoje no blogue do Tex damos a conhecer mais uma excelente montagem vídeo-musical com o nosso amado Ranger de camisa amarela, onde ao ritmo de uma melodia bem agradável, se assiste a um desfilar de maravilhosas ilustrações maioritariamente coloridas e na sua maioria da autoria de Claudio Villa e Aurelio Galleppini, mas tendo igualmente maravilhosas ilustrações de outros desenhadores do staff do Ranger:


0

João Miguel Lameiras: O “Texone perdido” de Nizzi e Seijas chega a Portugal

dezembro 3, 2013

João Miguel Lameiras:
.
O “Texone perdido” de Nizzi e Seijas
.
chega a Portugal

Por João Miguel Lameiras*

Já está nas bancas portuguesas “As Hienas de Lamont”, o Tex Gigante nº 26,  ilustrado pelo argentino Ernesto Garcia Seijas. Depois de Carlos Gomez, no (magnífico) volume anterior, este é o 2º Tex Gigante (ou Texone, como lhe chamam os italianos) seguido, a contar com ilustrações de um mestre argentino que os leitores italianos conhecem das revistas da Eura Editoriale, a grande rival da Bonelli nos quiosques de Itália.

Mas isso é apenas uma mera coincidência, pois este livro, em que o desenhador começou a trabalhar em 2000, estava na gaveta do editor há quase uma década, havendo até quem duvidasse que alguma vez viesse a sair… Ao que parece, o motivo seria a quantidade (e a sensualidade) das mulheres que Seijas desenhou nesta aventura de Tex. A prová-lo está o facto de Garcia Seijas ter tido que redesenhar 11 páginas, mas mesmo com estas alterações, o livro, que chegou a estar anunciado para 2003, ficou guardado numa gaveta desde 2005 e só acabaria por ver a luz do dia em Novembro de 2011, já após a morte de Bonelli, falecido em Setembro desse ano.

Agora que o livro está ai, fica a dúvida quando à decisão de Bonelli. Sendo claramente uma história atípica em relação ao habitual na série, seja pelo facto de não acontecer grande coisa ao longo das quase duzentas páginas, seja pela sensualidade das figuras femininas de Seijas, seja ainda pelo facto de a maioria da história se passar num ambiente urbano, não me parece que “As Hienas de Lamont” seja um mau livro do Tex. É apenas um livro do Tex diferente, o que poderá ser encarado como negativo pelos fãs mais puristas, mas que, para mim, que continuo a seguir a série pela qualidade dos desenhadores, este “Texone” não desilude.

O mérito é todo de Seijas, um veterano da BD argentina, que já trabalhou com os maiores argumentistas do seu país, de Oesterheld a Trillo, passando por Robin Wood, e que aqui demonstra toda a elegância e sensualidade do seu traço, marcado pela clareza e legibilidade, na linha de outros mestres argentinos, como Horacio Altuna.

Se o argumento de Nizzi, um dos últimos que assinou para a editora Bonelli, mostra um escritor longe do seu melhor nível, numa história em que a presença dos companheiros de Tex não é devidamente aproveitada, a história tem o mérito de fazer brilhar os pontos fortes da arte de Seijas, um desenhador de grande elegância e com grande capacidade no tratamento fisionómico das personagens, evidente tanto nas personagens secundárias, como nas duas belas protagonistas femininas.


Embora longe do nível do volume anterior, este “Texone” é ainda assim bastante recomendável, sobretudo para quem quiser descobrir a belíssima arte de Ernesto Garcia Seijas, mais um mestre argentino que chega a Portugal graças à série Tex Gigante.

(“Tex Gigante nº 26: As Hienas de Lamont”, de Cláudio Nizzi e Ernesto Garcia Seijas, Mythos Editora, 242 pags, 10,00 €)

Versão integral do texto que devia ter sido publicado no Diário As Beiras de 30/10/2013

Texto publicado no Diário As Beiras

Copyright: © 2013 Diário “As Beiras“; João Miguel Lameiras; crítico e especialista de BD, autor do blogue Por um punhado de imagens

(Para aproveitar a extensão completa das imagens, clique nas mesmas)

1

Entrevista com o fã e coleccionador: José Leonardus Saraiva Hoed

dezembro 2, 2013

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
José Leonardus Saraiva Hoed: Nasci  no ano de 1965 em Januária, uma pequena cidade do norte do Estado de Minas Gerais, um dos três Estados mais desenvolvidos do Brasil. Januária, entretanto, faz parte do “polígono da seca”, que aflige a região nordeste do País e por isso é pouco desenvolvida ainda e com população carente. É banhada pelo grande Rio São Francisco, um dos maiores do Brasil e provavelmente do mundo também. Quem nasce às margens de rio, no Brasil, é comummente chamado de “barranqueiro”, adjectivo proveniente das barrancas (margens) do rio. Com muito orgulho então, sou norte mineiro, quase nordestino, e barranqueiro do Rio São Francisco.
Profissionalmente sou capitão da Polícia Militar de Minas Gerais, actuando na capital do Estado, em Belo Horizonte.

Quando nasceu o seu interesse pela Banda Desenhada?
José Leonardus Saraiva Hoed: Por volta de 1975, quando tinha uns 10 anos, o meu pai tomava por empréstimo algumas revistas de Tex e eu as pegava para ler. Daí nasceu um encanto pelas aventuras e cenários existentes nas histórias e decidi iniciar a minha colecção, lá pelo ano de 1977, há uns 36 anos.

Quando descobriu Tex?
José Leonardus Saraiva Hoed: Desde a infância, na pré-adolescência comecei a ler as revistas, passando pouco depois a coleccionar, fui descobrindo aos poucos, a cada revista que lia. Recordo-me do saudoso “Seu Honor”, ancião de minha cidade natal (Januária-MG) que era proprietário da única banca de revistas da cidade, na verdade era uma pequena loja de revistas e não uma banca, como as que existem actualmente. Mensalmente ia lá comprar o exemplar disponível, à época pela Editora Vecchi se não me falha a memória. Lá mantinha uma longa e culta conversa com o “Seu Honor” que além de comerciante era também uma pessoa muito equilibrada e tinha uma conversa muito agradável.

Porquê esta paixão por Tex?
José Leonardus Saraiva Hoed: A paixão por Tex é algo difícil de explicar e ao mesmo tempo muito simples também. A cada página, a cada trama, a cada aventura, há uma infinidade de motivos para qualquer pessoa se apaixonar por todo o contexto. É uma leitura de faroeste, onde se presume violência, mortes, tiros, enfim. No entanto, os autores conseguem fazer tudo de forma tão natural que os exemplos que são transmitidos por Tex, seu filho e seus companheiros, ficam para sempre incrustados na gente. Não se vê os nossos heróis envolvidos como nada mundano, com prostitutas, por exemplo. Nem com jogatina. Eles passam aos leitores valores morais e éticos que são necessários e imprescindíveis na vida de qualquer cidadão de bem. Tais valores influenciaram-me e influenciam até hoje na concepção de carácter e personalidade.

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
José Leonardus Saraiva Hoed: Como criança curiosa e apaixonado por revistas e bolsilivros, tive o prazer de conhecer diversos heróis de banda desenhada, desde os do velho Oeste aos modernos e poderosos seres de outros planetas. A maior diferença de Tex é exactamente a simplicidade com que encara tudo e os grandes exemplos de carácter e moral que transmite a todos que o lêem. O ambiente do velho Oeste é bastante atractivo e o leitor acaba por fazer uma viagem no tempo e conhecer algumas passagens reais da História. Se Tex não possuísse um grande diferencial não conseguiria sobreviver por mais de 60 anos, sendo editado mês a mês, em diversos países. Tex é ao mesmo tempo normal e diferente, convive tanto no meio indígena quanto no meio dos brancos, sem deixar de focar nos valores de justiça e igualdade, sem preconceitos e sem discriminação por qualquer raça, cor ou credo.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
José Leonardus Saraiva Hoed: Bem, antes de responder simplesmente o quantitativo de revistas que possuo em minha colecção, é preciso contar uma breve história sobre ela. Comecei a coleccionar na pré-adolescência, lá pelos idos de 1977, quando tinha uns 12 anos de idade, nessa ocasião iniciei a colecção em número já adiantado, não me recordo qual, e lancei-me à caça dos números iniciais, a fim de possuir todas as revistas editadas. Com muita dificuldade consegui adquirir todas elas e completar a minha colecção, guardando cada uma delas em sacos plásticos, para que mantivessem o seu estado original conservadas. Passei então a adolescência e iniciei a fase adulta, coleccionando revistas Tex. Lá pelo ano de 1992, com 27 anos, já casado, com dois filhos pequenos para criar, ingressei na carreira militar (na Polícia Militar de Minas Gerais) e para isso tive que sair de minha pequena cidade para um centro maior, a cidade de Montes Claros, que é até hoje um pólo de referência daquela região do Estado. O salário era insuficiente para o sustento e houve um momento em que fui obrigado a não apenas interromper o hobby de coleccionar Tex como de tentar a venda da colecção, adquirida e mantida com tanto sacrifício e zelo. Após muito procurar por compradores, precisando muito de dinheiro para sustentar a família, encontrei uma proposta que chamo de indecente por parte de um proprietário de uma banca de revistas, que se localizava na Praça Coronel Ribeiro, em frente ao Hotel São José, na cidade de Montes Claros-MG. Este então disse que poderia comprar apenas para revender uma a uma e não como colecção, pelo preço de R$1,00 (um real – não me recordo qual a moeda era utilizada na época, mas trazendo aos valores actuais, equivalia à sétima parte do valor de banca do número publicado naquela ocasião), ou seja, vendendo a esse preço teria que juntar 7 revistas para se chegar ao preço de uma actual. Não tive escolha e vi-me obrigado a aceitar aquela proposta indecorosa, que era a única que me ajudaria naquele momento de dificuldade financeira. Naquela ocasião eu possuía a colecção completa, da número 1 à número 277 (esse número não me sai da mente – …risos…).
Naquele momento prometi a mim mesmo que um dia a reaveria, custasse o que custasse. Como se fosse um “pacto de sangue” entre a minha pessoa e os meus heróis fictícios.
A vida seguiu, fiz carreira na Polícia Militar, criei os filhos, e lá pelo ano de 2008, após um vácuo de 16 anos sem coleccionar Tex, já com os meus 43 anos de idade, com uma situação financeira um pouco melhor, lancei-me ao objectivo de cumprir o pacto que fiz com Tex e seus companheiros (…risos…) e fui à caça de uma colecção completa à disposição para compra. Não foi uma missão fácil mas agora tinha a Internet para auxiliar nas buscas, coisa que antes ainda era sonho de ficção científica (…risos…). Procurei e encontrei um coleccionador que estava interessado em vender a sua colecção, o funcionário público Hércules Marques, de Poços de Caldas-MG. Tempos depois descobri que ele é deficiente auditivo. Ainda não o conheço pessoalmente mas sou-lhe eternamente grato por ter cedido a sua colecção a mim. Paguei um valor que entendo ter sido justo, e não aquelas migalhas que me pagaram à época. Ficamos ambos satisfeitos com a negociação. Em casa encontrei resistência por parte da esposa, alegando que o valor a ser investido era alto e que as revistas ocupariam espaço na casa (diga-se de passagem, uma casa bastante confortável e ampla – …risos…). Fui obrigado a relembrar-lhe a minha história de vida e a minha luta para sustentar a família, tendo de abrir mão de um grande sonho em prol da família, e o direito que entendia possuir em reaver aquele sonho, que pensava ser da família mas infelizmente constatei que era apenas meu (…risos…).
Daí para a frente adquiro mensalmente na banca de revistas perto de minha residência, todos os números novos que são editados. Actualmente a minha colecção está no número 528, a última editada no mês de Outubro de 2013. Aqui vale a pena abrir um pequeno parêntese para lembrar do ancião e amigo “Seu Honor Caciquinho Correia”, lá de minha adorada cidade natal, Januária-MG (hoje já falecido). A lembrança é porque ao contrário daquele pacato cidadão, amável e amigo, o dono da banca que compro actualmente é um daqueles cidadãos de mal com a vida, com semblante carregado, nada simpático, que sequer dá um bom dia para o seu cliente (fiel) que ali comparece para adquirir parte de seu sonho de criança, coisas de cidade grande.
Além da colecção Tex normal, de 01 a 528, possuo ainda a colecção de Tex a Cores, de 01 a 06, da Editora Globo, a colecção Tex a Cores, de 01 a 15, da Editora Mythos, a Coleção Tex Almaque, de 01 a 45 (adquirida recentemente de Hércules, nosso herói citado anteriormente, que gentilmente me vendeu a sua colecção de sonhos). Possuo ainda alguns livros editados sobre Tex,  (faço uma pausa para homenagear nosso pard Gegê Carsan, que ainda não conheço pessoalmente mas já o admiro, pelo excelente trabalho que fez editando livros sobre Tex no Brasil) o filme Tex e o Senhor do Abismo, com Giuliano Gemma, alguns exemplares de Tex gigante, todas as Tex Anual, uma colecção Tex digitalizada, do número 1 ao 400, dentre outras edições, onde destaco a Tex de número 600 Italiana, a única estrangeira que possuo no momento.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
José Leonardus Saraiva Hoed: No Brasil não conheço fornecedores e/ou fabricantes de outros itens da personagem Tex (bonecos, por exemplo). Sou aficionado, apesar de não estar tendo tempo para ler, tenho comprado, guardado, e esperado a minha aposentadoria (para breve) onde então me degustarei lendo todas. Possuo apenas revistas, livros, e DVD. Mas apenas por não encontrar artigos disponíveis para adquirir, se soubesse de algum disponível os compraria, com certeza, com ou sem a aprovação da esposa, companheira de 30 anos de estrada (…risos…).

Qual o objecto Tex que mais gostava de possuir?
José Leonardus Saraiva Hoed: Sem dúvida alguma O SIGNO DA SERPENTE, a Tex número UM. Simplesmente porque foi por onde tudo começou e a revista onde encontrei maior dificuldade de encontrar para comprar, lá na adolescência, no início da colecção.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia? E o argumentista?
José Leonardus Saraiva Hoed: Seria injusto, acredito, eleger uma história que seja favorita, dentre tantas. O Pacto de Sangue sem dúvida é uma que muito marcou, pela grande e linda história de amor ali relatada. Infelizmente não tive curiosidade de passear pelos desenhadores de Tex, apesar de ter formação em curso superior na área de artes, também não tive oportunidade e curiosidade ainda de conhecer os argumentistas. Aprecio todos, sem distinção, só consigo enxergar qualidades, tamanha é minha paixão pelo tema.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
José Leonardus Saraiva Hoed: Agrada mais o facto de ser um homem íntegro, um exemplo para os leitores. Agrada menos absolutamente nada, acho perfeito a personagem e suas atitudes.

Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?
José Leonardus Saraiva Hoed: Sem dúvida alguma o seu carácter, a sua personalidade, os seus exemplos.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
José Leonardus Saraiva Hoed: Gostaria muito de encontrar coleccionadores mas infelizmente ainda não o faço. Pela Internet, pelas redes sociais comunico com alguns. Sinto falta de um fã clube organizado de Tex. Quando me aposentar talvez promova um, com fãs de todo o Brasil.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
José Leonardus Saraiva Hoed: Quero crer que Tex será IMORTAL, porque constato nas redes sociais um grande número de fãs jovens de Tex. Infelizmente não consegui encantar os meus filhos (ainda) para que sejam fãs de Tex como eu sou. No meu caso foi espontâneo, natural, ninguém me influenciou, apenas vi as revistas com o meu pai, pedi emprestado, e pronto, virei fã (…risos…). Ainda espero em algum neto (no momento tenho apenas um, de 2 anos) ver a história perpetuar e algum descendente passar a ser fã de Tex. No âmbito geral vejo Tex no Brasil como algo que só tende a progredir, não é a toa que aqui já está há mais de 40 anos e conquistando fãs diversificados, jovens, adultos, homens, mulheres, enfim.

Prezado pard José Leonardus Saraiva Hoed, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.
José Leonardus Saraiva Hoed: Concluo agradecendo a oportunidade de eternizar a minha história através desta entrevista. Muito obrigado companheiro José Carlos pela oportunidade. E parabéns pela iniciativa de manter viva a chama de Tex, divulgando-o a todos. Deus o abençoe.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

23

“Tex e os Heróis do Oeste”, exposição em Piacenza, Itália

dezembro 1, 2013

Tex e os Heróis do Oeste“,
.
exposição em Piacenza, Itália

Águia da Noite, Zagor e Mágico Vento são os protagonistas do Festival de Banda Desenhada que se realizará em Piacenza de 7  a 15 de Dezembro. O programa inclui uma exposição de desenhos originais dos heróis bonellianos, um encontro com alguns autores texianos e outras iniciativas versando o… western!

“Tex e os Heróis do Oeste”, exposição em Piacenza, Itália

O evento de Piacenza, organizado pela Associação Cultural Ora Pro Comics, terá no sábado, 7 de Dezembro a inauguração da exposição “Tex e gli Eroi del West“, na qual serão expostas páginas originais de Paolo Bisi, Maurizio Dotti, Giovanni Freghieri, Pasquale Frisenda, Nicola Genzianella, Giuseppe Barbati, Andrea Venturi, Stefano Biglia, Corrado Mastantuono, Mario Milano, Ivo Milazzo, José Ortiz, Darko Perovic, Luigi Piccato, Bruno Ramella, Corrado Roi, Eugenio Sicomoro e Goran Parlov, bem como uma homenagem a Galep com a exposição de obras do maestro criador do Ranger.

Nesse mesmo dia, pelas 15 horas, Bisi, Dotti, Frisenda, Freghieri e Genzianella participarão num encontro moderado por Fabio Canesi, jornalista e autor dos dois volumes deCon la testa fra le nuvole” (Com a cabeça nas nuvens“).

Mais de 200 páginas originais à apreciação dos visitantes

Ambos os eventos decorrerão nas instalações da antiga Igreja de SS. Vergine del Carmelo, em Via Nova. Por ocasião do Festival será publicado um catálogo que conterá a reprodução das páginas seleccionadas pelos autores com apresentações relacionadas, e uma pasta, em edição limitada e numerada, com reproduções de algumas páginas da colecção.

Para concluir, o final de tarde de domingo, 8 de Dezembro será dedicado a jogos e eventos lúdicos relacionados com o tema western.

“Tex e os Heróis do Oeste”, exposição em Piacenza, Itália

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

3

Tex feito em pontilhismo por Luan Zuchi

novembro 30, 2013

Tex feito em pontilhismo por Luan Zuchi

Por José Carlos Francisco

De Luan Carlos Zanatta Zuchi, fã confesso de Tex e de Fabio Civitelli, morador no Rio Grande do Sul, Brasil, um local de forte colonização italiana, recebemos um Tex feito em pontilhismo com caneta nankin 0.05 e cujo tom de “envelhecido” do papel foi feito no computador o resto foi “na ponta da caneta”, como nos confidenciou o próprio Luan Zuchi.

Foi um trabalho que demorou algumas horas e cujo processo de criação damos a conhecer numa sucessão de fotos que ilustram este post.

Este desenho foi dedicado por Luan Carlos Zanatta Zuchi a todos os leitores de Tex: “Cada um é um pontinho que compõe este grande nome que é TEX WILLER!“.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

5

Livro ´Enciclopédia dos quadrinhos´ e revista Mundo dos super-heróis nº. 35 citam Tex

novembro 29, 2013

Por Ezequiel Guimarães

Livro ´Enciclopédia dos quadrinhos´ e revista Mundo dos super-heróis nº.  35 citam Tex

.

Vinte anos depois, a ´Enciclopédia dos Quadrinhos´ voltou. Em 1990, Hiron Cardoso Goidanich, ou simplesmente Goida, como é mais conhecido, publicou a primeira versão, que já, àquela época causou sensação no meio quadrinhístico.

Em 2011, chegou às livrarias essa segunda edição, que é tratada como uma segunda edição, e também como um livro inteiramente novo, segundo palavras do próprio Goida. Obra de fôlego ( e que fôlego) através da L&PM Editores.

Há muitos verbetes de argumentistas, ilustradores, escritores e editores, que desfilam em mais de 500 páginas. Profissionais de vários países são abordados na obra.

Para essa segunda edição, Goida assina a obra em companhia de André Kleinert. Todos os verbetes anteriores foram revisados e cerca de 350 novos nomes foram adicionados (além de novas ilustrações).

Além dos verbetes que são a razão de existir da obra, há uma interessante ´Pequena história das Histórias em Quadrinhos´, que traçam um panorama de 1895 a 2010.

E como não poderia deixar de ser, o inoxidável ranger Tex Willer está presente em uma série de verbetes que tratam dos seus autores. Por exemplo, ele está nos verbetes dos mestres Alfonso Font, Galep, G.L. Bonelli, Guido Buzzelli, Victor De La Fuente, Joe Kubert, Jesus Blasco, Bruno Brindisi, Fabio Civitelli, Roberto Diso, Guido Nolitta, Giancarlo Berardi, Ivo Milazzo, José Ortiz e outros.

Até no verbete do consagrado jornalista Gonçalo Jr, lá está o ranger.

Outra publicação que citou Tex, foi a revista Mundo dos Super-Heróis nº. 35.

Publicação da Editora Europa voltada ao mundo das  BDs, essa trigésima-quinta edição trouxe uma interessante matéria sobre a primeira casa brasileira de Tex: a editora RGE (Rio Gráfica Editora).

RGE do lendário jornalista Roberto Marinho, que depois mudaria o nome para Editora Globo. A reportagem aborda a trajectória de 60 anos da editora no universo das BDs. E já tendo sido a casa de Tex, o ranger mais temível do velho-Oeste não poderia ficar de fora: lá está ele, inclusive com capas de publicações bonellianas.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

4