Collezione storica a colori nº 196 – La voce dei tamburi

junho 21, 2014

Tex nº 196LA VOCE DEI TAMBURI


0

As críticas do Marinho: Tex – Edição Especial Colorida – nº 3 – “O Xamã Demoníaco”

junho 20, 2014

As críticas do Marinho: Tex – Edição Especial
.
Colorida nº 3
– “O Xamã Demoníaco

Por Mário João Marques

A tribo dos Snakes, descendentes dos Shoshones, exterminados alguns anos atrás por mórmons, tem um novo feiticeiro. O mestiço Shenandoah, filho de uma índia e de um mórmon, abraçou a cultura materna e foi recebido de braços abertos pelo seu novo povo. Tex sabe que por detrás de Shenandoah encontra-se, no entanto, um assassino sem escrúpulos, com quem se cruzou num passado repleto de ilusões e muitos crimes. Por isso, juntamente com Jack Tigre, parte para terras selvagens e remotas, com o objectivo de vingar uma tragédia familiar.

Tex e Jack Tigre, aqui no lugar habitualmente de Carson, partem numa missão suicida em território inimigo. Boselli domina como poucos toda a esquemática e a planificação de um argumento, idealizando cenas capazes de agarrar o leitor, mostrando-se perfeitamente insuperável em compor uma trama convincente, sempre com ritmo equilibrado. O início é verdadeiramente triunfal, e se muitas vezes os argumentos são idealizados em função das características do desenhador, Boselli interpretou na perfeição as qualidades cinematográficas do desenho de Ticci.  Os primeiros planos convidam o leitor a localizar-se no cimo de um bosque, e de repente surgem flechas, perseguições, correrias, escarpas, tiros e eis que tudo se acalma. Chegou a hora de contar ao leitor porque é que Tex e Jack Tigre rumaram até aquelas paragens, surgindo o recurso ao flash-back, instrumento que Boselli privilegia em muitos dos seus argumentos e que aqui contribui não só para deixar pistas e explicações ao leitor, como para tornar toda a atmosfera ainda mais dramática.

No passado Tex cruzou-se com Shenandoah, na altura apenas Jack Harper, alguém que tentava conquistar a confiança daqueles que o rodeavam, no intuito e com objectivos sempre menos lícitos, criminosos a maior parte das vezes. Harper ou Shenandoah, é uma personagem tão carismática quanto bastarda, violenta, Boselli consegue transmitir ao leitor um profundo ódio pela personagem, acentuando-se essa faceta fundamentalmente nas cenas finais, quando o leitor se depara perante um Tex impotente perante o seu inimigo, entregue, mas nunca vergado. O autor arrisca aqui algo na gestão da personagem texiana, uma vez que ao deixar o Ranger de modo tão fragilizado perante os leitores, poderá constituir como uma “ofensa” às bases e à essência bonelliana, pelo menos junto dos mais “puristas”. Creio que Boselli, no entanto, constrói toda esta cena para sublinhar e exaltar de uma forma maniqueísta a firmeza de Tex, numa aventura onde a dicotomia Tex-vilão assume verdadeira importância como há muito não víamos em aventuras texianas.

Uma aventura que graficamente serve para, mais uma vez, Ticci denotar toda a força do seu desenho. Com uma carreira que já leva quase 50 anos, certamente que o passar dos anos trazem um traço mais sintético, mas mantendo todas as suas outras inúmeras grandes qualidades: a composição das personagens, um dinamismo ímpar e uma construção verdadeiramente cinematográfica. São vários os cenários (as montanhas, o bosque, a gruta, a atmosfera romântica que perpassa por todo o flash-back), são muitas as personagens, mas em tudo Ticci denota uma incrível capacidade de dar vida, uma ímpar potência descritiva, que a cor parece não desvirtuar.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

1

Tex Gold nº 16 – La pista dei cowboys

junho 19, 2014

Tex Gold nº 16 – La pista dei cowboys

Tex Gold nº 16 – La pista dei cowboys

(Para aproveitar a extensão completa da imagem acima, clique na mesma)

0

Póster Tex Nuova Ristampa 233

junho 18, 2014

Póster Tex Nuova Ristampa 233

Intensa e dramática ilustração da autoria de Claudio Villa, onde em plena Estação de Yampa Fork, sob maciço ataque dos índios apaches, Tex Willer se vê atacado em pleno interior da Estação por um índio de Lobo Pequeno, que invadira a habitação, mas que acabou por morrer perante a repentina e mortífera reacção do Ranger.

Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Piccolo Lupo”, de C. Nizzi e A. Galleppini (Tex italiano #338 a #340).
(Para aproveitar a extensão completa do póster, clique no mesmo)

Texto de José Carlos Francisco

0

Os quatro pards por Maurizio Dotti

junho 17, 2014

Os quatro pards por Maurizio Dotti

(Para aproveitar a extensão completa do desenho, clique no mesmo)

0

15 de Junho de 2014: o blogue português do Tex no Aniversário do editor (texiano) Dorival Vitor Lopes

junho 16, 2014

15 de Junho de 2014: o blogue português do
.
Tex no Aniversário do editor (texiano)
.
Dorival Vitor Lopes

Por José Carlos Francisco (texto) e Bira Dantas (caricatura)

O editor de Tex e seus pards numa arte de Bira Dantas no bolo de aniversário do editor Dorival Vitor Lopes

Neste domingo, 15 de Junho, Dorival Vitor Lopes, incomparável editor brasileiro de Tex (e demais personagens Bonelli publicadas pela Mythos Editora) completou 63 anos de vida, sendo muitos deles dedicados à paixão pela banda desenhada em geral e a Tex Willer (e seus parceiros) em particular e é por isso com a mais elementar justiça que o blogue português do Tex, na pessoa de José Carlos Francisco, um dos responsáveis do Tex Willer Blog, aproveitando o facto do adorado (pelos seus leitores portugueses, mas seguramente também pelos seus leitores brasileiros) editor se encontrar no nosso país, lhe prestou uma singela homenagem de aniversário neste dia tão especial.

Dorival Vitor Lopes e o bolo de aniversário que o surpreendeu

Neste seu primeiro aniversário passado em Portugal, eu, a minha esposa, Fátima, as minhas filhas Andreia Sofia e Ana Beatriz e a simpatiquíssima Silvia resolvemos oferecer-lhe um presente bem Texiano e que fizesse jus à sua paixão (e profissão) pelo Ranger criado em 1948 por G. L. Bonelli e realizado graficamente por Aurelio Galleppini… ou seja para comemorar os seus 63 anos (feitos hoje, domingo, dia 15 de Junho) de existência  elegemos um bolo TEXiano como o presente que lhe queríamos oferecer para comprovar uma vez mais que Tex faz parte integrante da sua vida, inclusive está sempre presente nos momentos mais especiais e deste modo também aproveitamos este dia tão especial (para o nosso famoso editor),  para homenagear o Ranger que tem como lema a lei, justiça, humanidade e amizade e que assume, simultaneamente, o papel de justiceiro, investigador e até de chefe índio, sob o nome de Águia da Noite e os seus pards numa maravilhosa e propositada caricatura realizada por Bira Dantas.

Um bolo bem texiano para o editor de Tex

O editor Dorival Vitor Lopes nasceu no dia 15 de Junho de 1951, em Santos, município portuário localizado no litoral do Estado de São Paulo, no Brasil, tendo passado os primeiros anos de vida em Olímpia, cidade onde iniciou inclusive a sua vida escolar, que finalizou já em São Paulo, tendo-se formado em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero, após 3 anos no curso de História na Universidade de São Paulo.

Dorival Vitor Lopes cortando o seu bolo de aniversário

Dorival Vitor Lopes começou a trabalhar desde tenra idade (13 anos), como office-boy, até que em 1970 passou a trabalhar na prestigiada Editora Abril, tendo passado por vários cargos, sempre no segmento da banda desenhada, desde produtor gráfico, assistente de editor até chegar a editor das revistas do Maurício de Sousa, Flintstones, Pantera Cor-de-Rosa, Pica-Pau, Luluzinha, Bolinha e muitos outros, tendo também levado para a Editora Abril as consagradas personagens Marvel e DC.

São servidos, pards leitores?

Foi na Editora Globo, em 1988, que teve o seu primeiro contacto com os fumetti de Tex Willer, personagem com a qual passou a estar, desde então, associado, a ponto de muitos o considerarem, muito justamente, o mais importante editor de Tex no Brasil, sobretudo depois de em 1999 o Ranger ter passado a ser publicado com o selo da sua Mythos Editora. Pessoalmente, o editor Dorival Vitor Lopes conquistou-me de imediato, naquele longínquo dia 31 de Março de 2001 em que nos conhecemos pessoalmente no Aeroporto da Portela, em Lisboa e desde então dividimos inúmeras conversas relacionadas com Tex, rimos incontáveis vezes, conhecemos os nossos parentes mútuos, viajamos juntos variadíssimas vezes, inclusive à Casa de Tex na Itália… fizemos tudo isso e muito mais, mas ainda temos uma vida inteira, com Tex sempre a nosso lado, para compartilhar, porque você caríssimo AMIGO Dorival Vitor Lopes, é desses Amigos que quero ter por perto para sempre e FOI UMA HONRA ENORME TÊ-LO NA MINHA MODESTA CASA NO DIA DO SEU ANIVERSÁRIO!!!

Obrigado pela sua amizade, Dori, e votos renovados de Feliz aniversário!

José Carlos Francisco e o brinde ao editor Dorival Vitor Lopes

.

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

30