Massimo Rotundo galardoado com o prestigiante Romics d’Oro na sua XXIII edição

fevereiro 14, 2018

Massimo Rotundo galardoado com o

prestigiante

Romics d’Oro, na sua XXIII edição

* Banda desenhada, cinema, pintura, animação: Os mil rostos de um artista ecléctico. De Brendon a Tex passando pela banda desenhada erótica.

Massimo Rotundo

Desenhador, ilustrador, criador gráfico de personagens, figurinista, artista, pintor, professor. A carreira de Massimo Rotundo atingiu todos os ofícios da arte de desenhar. A XXIII edição do evento de Romics (5 a 8 de Abril de 2018) premeia o percurso do artista romano atribuindo-lhe o prestigiado prémio Romics d’Oro, atribuído em cada ano ao considerado melhor desenhador de Itália.

Massimo Rotundo na cerimónia de inauguração da 3ª Mostra do Clube Tex Portugal, em Anadia, 2016

Nascido em Roma em 1955, Massimo Rotundo é um dos fundadores e docentes da Scuola Romana dei Fumetti e trabalha também para o cinema e teatro, onde já colaborou com nomes como Martin Scorcese ou Paul Verhoeven. Na banda desenhada conta com uma vasta e larga experiência, fruto de uma carreira eclética iniciada no já longínquo ano de 1978. Para além de muitos outros trabalhos, destaque para a sua participação em revistas como L’Eternauta, Comic Art, Orient Express, Heavy Metal e L’Ècho des Savanes, assim como trabalhos para as editoras francesas Delcourt, Glénat e Albin Michel.

Na Sergio Bonelli Editore vai desenhar para as séries Brendon, incluindo as respectivas capas a partir do nº 45, Volto Nascosto e Shanghai Devil, sendo também o autor de todas as capas destas duas mini-séries escritas por Manfredi. Já foi distinguido por várias vezes, com destaque para o prémio Yellow Kid de 1990 como melhor desenhador italiano e o Gran Guinigi em Lucca.

Massimo Rotundo estrela texiana em Anadia, em 2016

E ainda hoje cultiva uma paixão pela criação pictórica, assinando sob o nome de Max Grecoriaz. Artista de grande exuberância criativa, Rotundo vai alternando a sua actividade pelos vários campos da arte, uma exigência pessoal que não lhe permite especializar-se em determinado sector.

Necessitado de estímulos constantes, a possibilidade de desenhar para Tex vai permitir-lhe enfrentar um género ainda pouco frequentado pelo autor, o western.

Massimo Rotundo e a sua arte Texiana

(Para aproveitar a extensão completa das imagens acima, clique nas mesmas)

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