COMUNICADO DA MYTHOS EDITORA: O FUTURO DE TEX E DEMAIS PERSONAGENS BONELLI NO BRASIL

março 30, 2016

COMUNICADO DA MYTHOS EDITORA:

O FUTURO DE TEX E DAS DEMAIS

PERSONAGENS BONELLI NO BRASIL

Prezados amigos leitores,

Acho que está na hora de esclarecer – com mais detalhes do que temos feito até agora – as dificuldades que estamos enfrentando para publicar quadrinhos no Brasil, Tex inclusive. Todos sabem e sentem na pele, e no bolso, o difícil momento político e económico que nosso País está passando, com uma crise de confiança no presente e no futuro. A disparada do dólar e do euro afeta direta e fortemente nossa atividade. Boa parte do papel usado nas revistas é importado e pago em dólar, assim como tinta e outros insumos. Até mesmo o papel nacional tem seu preço atrelado ao dólar. Assim sendo, a grande alta no preço dessas duas moedas, ocorrida no ano passado, fez disparar o custo gráfico das revistas. E também os royalties pagos à Bonelli, como são em euros, tiveram um crescimento grande.

Com o aumento no custo das revistas, e sem repassar para o preço delas, como deveria ser feito, nossa margem de lucro encolheu demais e algumas revistas – que já estavam bem perto do empate – começaram a dar prejuízo. Isso aconteceu com Zagor, Júlia e Tex Coleção. Outras, como Tex mensal, Tex Ouro, Tex Histórico perderam rentabilidade, mas não entraram no vermelho ainda.

Quando começamos a fazer Tex em Cores e Tex Gigante Colorido, imprimíamos na China por ser mais barato, mas na hora de honrar as faturas, com o aumento do câmbio, passamos a pagar cerca de 30% a mais. Claro que isso destrói qualquer planilha de custo, por isso, paramos de imprimir fora. Hoje, Tex em Cores vende um terço do que vendia quando a lançamos e Tex Gigante Colorido vende a metade do que vendia no início. Aumento de custo e queda nas vendas é fatal para qualquer publicação ou produto, seja uma revista, um calçado, um carro, uma televisão. Nossos estudos para imprimir em papel de qualidade inferior também mostraram que nem assim elas ficariam viáveis.

Quando pensamos em lançar a reedição da série Tex Anual (com o nome de Tex Platinum), claro que queríamos fazer em formato italiano, e até colorido! Só que os orçamentos gráficos e as recentes vendas de revistas mais caras mostraram que seria uma insanidade – venderia pouco e teríamos prejuízo, como está acontecendo com Tex em Cores, Tex Gigante Colorido, Zagor, Júlia e Tex Coleção. Pensamos até em desistir de lançar o Tex Platinum, mas resolvemos fazer ao menos a primeira edição – em formatinho e p/b mesmo – e ver o que acontece.

Muitos leitores têm saudade do tempo da Vecchi, Rio Gráfica, Record e Globo, sem se dar conta de que aquela foi uma outra época, uma outra vida, quando as revistas em quadrinhos eram praticamente a única distração dos jovens de então e vendiam vinte ou trinta vezes mais do que hoje.

Enfim, amigos, a decisão sobre o futuro de nossas revistas está em suas mãos. Podemos fazer só revistas de luxo, em tiragens pequenas, para aqueles poucos que têm condições de adquiri-las. Podemos ficar só com Tex mensal e mais dois ou três títulos Tex que não dão prejuízo. Podemos partir para as publicações on demand. A palavra final será de vocês. Em última instância, são vocês que irão decidir se querem continuar ou não lendo as maravilhosas aventuras desses heróis de papel. 

DVL (Dorival Vitor Lopes)
Mythos Editora

130 Responses to “COMUNICADO DA MYTHOS EDITORA: O FUTURO DE TEX E DEMAIS PERSONAGENS BONELLI NO BRASIL”

  1. Hoje ao comprar o Tex 557, me deparei com esta carta do Dorival, e confesso que fiquei muito preocupado com o futuro do nosso herói aqui no Brasil. Realmente com a crise que afeta o nosso pais (Brasil) eu mesmo de um ano para cá passei a comprar apenas o Tex mensal e algumas poucas outras edições, como por exemplo Tex Ouro, Tex Gigante.
    Mas espero que em breve esta crise passe e assim não só eu mas outros fãs e leitores de Tex possamos comprar mais edições e assim fazer a venda aumentarem. Vida longa ao Tex e seus pards no Brasil.

  2. Oha minha humilde opinião seria essa: se vocês querem vender pra novos compradores lancem somente reedições, tipo essa Platinum aí. Já se vocês querem vender pra novos leitores e para pessoas que assim como eu compra Tex e Zagor há mais de 30 anos, lancem títulos inéditos. Eu comprei todos os a cores gigantes e também os outros a cores até o 30. Falo como colecionador, os preços um pouco menores chamaria muito mais a atenção de novos leitores e também a nossa. Falo do gigante a cores. Já o Zagor que comecei a comprar antes do Tex, esse sim eu não deixo de comprar nunca independente da edição que saia. Abraços e vida longa a Tex e principalmente ao Zagor.

  3. Só peço ao Dorival no caso do Tex Gigante em Cores que não mexa no material utilizado, capa dura, papel couché… se for pra mexer, é melhor cancelarem a revista e retornar quando o momento estiver propício com o mesmo aspecto e qualidade gráfica.

    Att.

  4. É a crise batendo tão forte quanto o Ranger

  5. Houve retração do dólar. E acredito no fortalecimento das redes sociais para formarmos novos leitores. Uma sugestão: Grupos dos personagens Bonelli devem ser criados nas redes no Brasil e em Portugal para aumentarmos o número de leitores. Vamos torcer para que a Mythos não cancele títulos.

  6. Sou fiel ao mensal e coleção! Não seria hora de pensar em assinaturas? Fidelizar ,saber o que realmente vai vender? Não pestanejaria em fazer parte disso!!

  7. Eu só peço que não deixem de publicar o Tex mensal pois depois de 20 anos que perdi o contato com o Ranger mais valente de todo o Oste eu consegui refazer minha coleção, então por favor continuem com o Tex mensal. Pelo menos esse.

  8. Desde os 12 anos de idade compro Tex. Atualmente emprego cerca de 130 reais por mês. Compro regularmente o gigante colorido, a Tex em Cores, a almanaque, o anual, o mensal, dentre outros. Com o desânimo do mercado estou me contagiando um pouco. Seja sempre como Deus quiser.

  9. Acho que deveria existir assinaturas das revistas do Tex, mas também deveria continuar saindo em banca normalmente, assim as pessoas que não compram todas as edições de uma revista continuariam comprando e isso também facilitaria para atrair os novos leitores que teriam acesso com maior facilidade.

  10. Como não é possível prever o que acontecerá no futuro, acredito que uma atitude a se tomar, seria manter Tex mensal, voltar Tex Coleção como mensal e diminuir o número de lançamentos das outras revistas de Tex por ano, se for o caso… transformarem elas em semestrais, por exemplo. Já, o caso dos outros títulos, de repente poderia se estudar uma venda de uma tiragem bem reduzida, para internet e em algumas comic shops, para ver se conseguem se sustentar. Acho que o teste é válido. E, com o tempo, se a situação melhorar, voltar aos títulos quinzenais e com tiragens menores. Acredito que dessa forma, com venda pelo site e por comic shops, de repente, até títulos como Tex gigante em cores e Tex em cores, poderiam se sustentar.

  11. Em uma outra edição, foi dada a opção de “venda on demand”. Isso seria uma solução para alguns títulos.
    Acho que chega a hora de se pensar também em assinatura. Não sei qual o risco que pode correr a editora, mas acredito ser pouco. Certamente a assinatura criaria uma fidelidade necessária para o respiro da editora. Isso poderia inclusive diminuir os encalhes.
    Enfim, estou afetado com a crise e irei reduzir minhas compras (infelizmente pularei alguns números do Ed. Histórica e do Especial Colorido) mas que em breve vou voltar com eles.

  12. On demand seria venda por assinatura?

  13. Olha Dorival, sei que o momento é difícil, mas por favor, aja com bom senso, não cancele Tex mensal e nem Tex Coleção, por favor, Tex Platinun, sem querer ser pessimista, eu acho que não vai vingar, a edição é linda, mas já tem muita reedição nas bancas, quem gosta de Tex jamais vai deixar de comprar, às vezes eu compro de dois exemplares, pois sei que o futuro de Tex, está em nossas mãos, depende das vendas, tenho certeza que Tex vai vencer mais essa crise financeira, e vai seguir em frente.

  14. Ler um comunicado destes me deixa entristecido, já que sou fã dos quadrinhos Bonelli em geral e, principalmente, de TEX, que leio desde os 9 anos de idade – tenho 35 anos agora.

    Achei interessantes as sugestões de assinaturas e de retornar TEX Coleção como mensal.

    De meu ponto-de-vista, o melhor seria manter apenas os TEX mensal, Coleção (mensal), Edição Histórica (semestral ou anual), Anual e Gigante (preto-e-branco, anual). Assim, vocês contentariam um número maior de leitores: veteranos, que teriam histórias inéditas, e os novatos, com acesso às inéditas e a duas reedições. A prioridade é manter Tex no Brasil.

    Que tal, também, uma enquete entre os leitores, por e-mail ou redes sociais, de quais revistas são as preferidas?

  15. Meu Deus, uma vida sem Zagor não será uma vida completa. Que a Mythos apresente logo a situação completa e diga o que possamos fazer.

  16. E as assinaturas? Não é viável?
    Tem que dar certo, pelo menos tentar…

  17. O problema dos quadrinhos da Bonelli é que seu público não se renova. A competição com os quadrinhos americanos e os mangás japoneses é desleal. Acho que é hora da Mythos investir PESADO nesse público, fazer parte com força de eventos como a Comic Con e fazer Tex e os outros títulos atraentes aos garotos de hoje em dia que não sabem nem o que é western. Por alguma razão eu, hoje com 27 anos, na minha época de criança e adolescente encasquetei com westerns simplesmente por que meu avô assobiava o tema de Três em conflito. Consumi tudo que era filme. Belo dia vi Tex na banca, A pedra de Akbar, e resolvi comprar. Golpe de sorte da Mythos. 1 entre 1000 jovens. Isso é péssimo! NUNCA VI GENTE DA MINHA IDADE COMPRAR TEX. O que já vi foi um senhor se espantar com o fato de que eu, na época com 18 anos, estava na banca comprando Tex e Mágico Vento. Absurdo isso! Como pode a Salvat, Eaglemoss e Panini imprimirem quadrinhos em formato americano, colorido, com papel de qualidade top e o preço ser 36,90 no máximo? Daí o garoto vê Tex Ouro, preto e branco, formatinho, pelo preço que tá? Dá um pouco mais e pega o colorido dessas editoras com papel que não fica puro a mofo. E são volumes com muitas páginas, ehin. Enfim, gente, temos que mudar a estratégia. É o que eu acho. A Bonelli também deveria fazer o mesmo. Há muito tempo o Ranger transita no mesmo cenário, mesmo plot, mesmas linhas de história. Resultado: o público não se renova.

  18. Amo a Bonelli, adoro o trabalho que a mythos faz. Mas do que jeito que está hoje a tendência é piorar mesmo. Investir no público jovem, fazer parte de evento de quadrinhos e até pegar um espaço nesses eventos como Anime Friends, Sana, vale a pena. Ah, mas isso é pra mangá, anime… É, mas a Marvel e a DC estão lá e chamam a atenção. Não subestimem o apelo do Ranger com o público jovem. Dêem uma oportunidade para esse público entrar em contato com as coisas da Bonelli e aposto que alguns serão conquistados. Além disso, sites melhores, presença constante nas redes sociais, enfim… A Mythos tem que renovar o público e rejuvenescer seu marketing.

  19. Outra coisa, gente. Dias atrás fui comprar uma Tex edição gigante pelo site da Mythos e o sistema de compra não é bom e o atendimento virtual também foi deficitário. Daí vocês também querem vender como? Só em bancas??? Hoje o povo compra tudo pela Internet. Se inspirem em sites como o da Livraria Cultura, tudo rápido e desenrolado. Feito pra vender os livros, revistas e etc. Tudo tem jeito, gente! Por favor, moderação, me dêem uma resposta sobre tudo isso no meu email! Adoraria conversar com vocês sobre isso.

  20. Nossa imagina a situação de quem vive no interior, sempre lutei pelas assinaturas de Tex e a editora não faz.
    Às vezes nas bancas a revista chega e lá fica.
    Falta para a distribuidora e depois de algum tempo retorna com um preço bem abaixo do mercado.
    Mas na luta vamos brigar e ver o que acontece.
    A direção deveria fazer um planejamento pois aqui no Brasil as revistas têm um certo numero e na Itália outro. se faz um calendário, oferta um bom preço…. a turma vai aceitar…
    Tem Tex em pdf…cbr mas o bom é a revista na mão.
    Não só depende dos leitores… e sim dos produtores…
    Revejam seus conceitos e ofertem o produto…
    Os pards agradecem.
    At. Waldinei

  21. Olá Mythos,.
    Eu sou novo em colecionar Tex, e estou amando colecionar a edição gigante em cores capa dura. Não cancelem por favor. e como um amigo lá em cima disse se forem fazer cortes de papel mais simples melhor que façam uma pausa por um momento, mas não diminuam a qualidade. como ele é bimestral coloquem como trimestral.

  22. Não deixando de publicar o Tex mensal, para mim, já seria um alívio!

  23. Que pena caro amigo Dori…
    Eu entendo muito bem e sou muito triste. Entidades industriais devem pensar em ganhar, ou pelo menos não ter prejuízo… mas de qualquer forma é uma pena cortar uma produção que dá alegria aos leitores.
    Tente ir para a frente o mais possível, por favor e… um abraço ao amigo.
    Gianni

  24. Olá, meu nome e Valério, tenho 48 anos, tenho consciência que estamos atravessando um período difícil, e digo que deveriam continuar com TEX e TEX COLEÇÂO, renlaçar uma 3° edição de TEX e uma 2° edição de TEX COLEÇÃO, como antigamente, sei que era uma outra época, mas era uma época que você não tinha muita escolha, aquela época da Vecchi, Rio Gráfica e etc, era uma época muito boa, junto com as edições normais tínhamos as edição de natal, de férias, edições especiais e etc, não vejo o porquê de tantos títulos nas nossa bancas ou melhor nas nossa estantes. Ou então que continuem com a melhor que é TEX A CORES, isso é o que eu penso.

  25. Bom dia Rangers.
    Li o texto do Dorival e fiquei muito triste. Porém essa é a realidade atual do país e temos que achar soluções práticas e rápidas para o problema.
    Reforço as ideias aqui colocadas sobre o fortalecimento das redes sociais e dos eventos de quadrinhos. Nós dos Clubes Tex e Zagor Brasil hoje com quase cem associados nos sentimos desprestigiados pela Editora e pouco solicitado nas ações de divulgações dos personagens Bonelli e principalmente o Tex e Zagor.
    Tudo que o clube faz é por conta própria sem quaisquer ajuda das editoras. Até as divulgações de nossas ações não são publicadas. Lembrar que já fizemos três encontros nacionais e três regionais com pleno êxito e sempre com casa cheia, com a participação de Rangers de todo o país.
    Mas tudo bem, nos colocamos à disposição da editora e digo use e abuse do nosso clube para ajudar a alavancar as vendas e atrair novos leitores.

  26. Uma coisa que sempre estranhei é que nem nas demais revistas que a editora publica são divulgadas as revistas Bonelli. Há algum impedimento contratual?

    Sou a favor de assinaturas, da volta de Tex em Cores e da continuação de Tex Gigante em Cores, mesmo que seja on demand, para um publico menor.

  27. Como sugestão eu digo que os repetecos com cara de encalhe com capa nova não irão atrair novos leitores. Por isso acho que deveria enxugar o número de edições no mercado. Creio que o Tex Coleção e o Tex Edição Histórica são a mesma coisa por isso daria fim ao Tex Coleção e na edição gigante colorida. Mas por favor não mexam no Tex Ouro e na edição definitiva colorida.

  28. Eu acredito que o negócio é investir nas mídias sociais. A Mythos podia conversar com os canais de quadrinhos e geek do YouTube pra divulgar o personagem. A Mythos mandava um ou dois números pra cada canal (sei que é complicado) em troca de uma resenha e publicidade. Outra coisa são as assinaturas, elas têm que sair do papel, e a Mythos reconhecer páginas oficiais dos personagens no Facebook, mandando curtir e tal. Vocês tem que se mexer, eu já gasto 40 reais por mês em gibis de vocês, não me decepcionem.

  29. Também trabalho em comércio totalmente sujeito a variação cambial, e já estou farto! Consumidor sempre acha que você aumentou, e que isso é um absurdo! Queria ver esse consumidor comprando algo com dólar a 4,14 o que faria! Esse dólar camuflado da TV e jornais nunca é usado em importações! Sem falar que o governo taxa duas vezes! Pagamos da importação e novamente na venda! Este país corrupto e desesperado por imposto é o que acaba com tudo e todos! Em média, paguei 500.000 reais de imposto em 2015! Equivalente a 3 meses de meu faturamento! E ver as vendas caindo desde dezembro, desanima mesmo! Sou a favor do sistema demand! Junta 1000 leitores, recebe e imprime! Não juntou, não vende! Trabalhar no vermelho para agradar não vale a pena!

  30. Vai a minha dica, Tex em cores e gigante em cores no mesmo formato e papel de boa qualidade, mas o Tex Coleção em cores a cada 4 meses e o gigante a cada 6 meses ou um por ano… como fazem 2 anos e meio que voltei a comprar Tex novamente já completei a mensal, os almanaques, os anuais, os gigantes p/b e muitos outros. Tenho em torno de 700 Tex… portanto espero também que parem e pensem um pouco antes de cancelar e façam com calma as publicações mais distantes e continuem com elas… bang, bang!

  31. Amigo Dorival, realmente a crise é brava. A minha dica é fazer um programa de assinaturas, principalmente para desafogar o custo para a empresa, assim imprimiria menos e garantiria os lucros, pelo menos até a crise passar. Também sugiro atacar as redes sociais, onde já existem fortes Grupos de leitores Bonelli, inclusive criando eventos, encontros, etc…
    É a hora de como você disse, lutarmos para manter a publicação.
    Lembro claramente do início dos anos 2000 que comprar quadrinhos era quase impossível, mas a crise passou e estamos aqui. Como em nosso país, não adianta só ficar julgando e esperando a empresa definir soluções, mas todos podem também ajudar.

  32. Realmente uma péssima notícia… para um péssimo ano… politico e administrativo.
    Chega a faltar o ar quando pensamos na possibilidade de cancelamento das edições de Tex, logo o Tex que nos relaxa e nos faz sentir momentos felizes em meio a tantos problemas que nosso país vive.
    Enfim… não parem com Tex normal… e invés de parar com o Tex Histórica e Ouro… que tal completar até 100 pelo menos?
    Façam vendas por assinatura… com certeza tem clientes para essa demanda.

  33. A Panini já tentou o “on demand” com um mangá e se deu muito mal. Vários leitores que se comprometeram com a tiragem não compraram as edições.

  34. Compro TEX desde meus 10 anos e isso já se vão 34 que compro. Compro todos as edições.
    Não podemos perder algo tão maravilhoso quanto estas histórias.
    Quem tem paixão por isso não deixará de comprar.
    Quem sabe pensar em assinaturas para fidelizar.

  35. Os políticos fazem os seus desmandos e as pessoas é que pagam. Nem à cultura têm direito

  36. Bom dia!!!

    Realmente o momento é crítico e muito preocupante em todos os sentidos. Coleciono os Tex Gigantes Coloridos e P&B, Tex em Cores, Tex Ouro, Tex Especiais, Almanaque, Edição Histórica e outros. Coleciono o Zagor Especial e compro outros personagens e não me imagino ficar sem nenhuma destas edições. Faço esforços e até me privo de algumas coisas para manter minhas coleções. Vamos fazer a nossa parte que a Editora fará a dela e que Manitu nos proteja e ilumine nossos líderes políticos e que saibamos escolher melhores governantes para não cairmos mais uma vez nesta cilada. Abraços!!!

  37. Sistema on demand só funciona com pagamento antecipado! Sou a favor!
    Editora estipula uma quantidade, por exemplo, 500 exemplares. Vendeu todos, publica e envia. não atingiu? Devolve o dinheiro. Simples. um sistema parecido com o kickstarter poderia ser usado, com benefícios para quer ajudar com mais dinheiro.
    veja um exemplo
    https://www.kickstarter.com/projects/1520437724/naz-a-historical-horror-comic?ref=discovery

  38. Sou a favor de fazer assinatura mensal, há anos que espero por isso. Nunca entendi o porque de não ter assinatura.

  39. Cancele as que publicam histórias antigas. Deixe as mensais.

  40. Eu mesmo já dei minha opinião acima, mas queria fazer mais algumas considerações:

    - Ao fazer assinaturas, façam um período de 3 meses para que o máximo de pessoas entrem, e assim começar a mandar as revistas. É trabalhoso, mas dá pra medir o número de fãs.

    - Muitos canais no Youtube demonstraram interesse por Tex, que até mostraram as edições mas sem tanto destaque e tal. Acho que esses canais “Nerds” são bons nichos a serem explorados.

    - Deixem as edições somente de Tex Mensal, Tex Coleção, e o Colorido mensal, Zagor bimestral. O resto das republicações podem ser cortados para segurar custos, por mais que me doa no coração.

  41. Acho que a MYTHOS poderia ficar publicando ao menos a TEX Mensal mas, penso que o melhor seria zerar a numeração e recomeçar uma mensal com nova numeração. Acredito que atrairia uma nova geração de colecionadores e manteria os colecionadores mais antigos.

  42. Sinceramente… eu não vejo a coisa tão feia assim (falando sobre gibis, porque politica e economicamente o Brasil está no fundo do poço… e cavando).
    Antes de mais nada quero dizer que eu compro tudo o que a Mythos publica do gênero Bonelli.

    Tenho a seguinte opinião: se a editora quiser fazer caridade, sem pensar como empresa que visa o lucro antes e acima de tudo, pode continuar publicando repetecos de má qualidade, publicando Tex Coleção quinzenal… porém não pode reclamar.

    Se a editora pensar logicamente, pensando em lucrar e se sustentar no mercado sem trabalhar no vermelho, precisa rever algumas coisas. Precisa se organizar.
    Antes de mais nada deve reduzir a quantidade de “coleções” de Tex que está indo pra banca. Depois deve definir uma periodicidade regular para cada publicação (Exemplo: Dois TEX GIGANTE COLORIDO por ano, Quatro TEM EM CORES… e assim por diante).

    Para edições luxuosas pode fazer uma pré-venda (o CLUQ faz algo parecido com Ken Parker. Não sei se eles obtém lucro, mas acredito que prejuízo eles não têm, até porque fazem isso tem tempo e com um personagem que vende menos que Tex).

    Outra coisa… a Mythos é um DESASTRE no que se refere ao uso de mídias sociais. Não divulga lançamentos, não divulga promoções… eu não passo um dia sequer sem vasculhar a internet atrás de gibis e até hoje eu não vi UMA divulgação sequer sobre o TEX PLATINUM. Desafio a acharem qualquer referência sobre essa publicação no site da editora. No facebook o leitor morre se depender de um retorno.

    Enfim, primeiro a editora tem que definir o que quer. Fazer caridade (e continuar pensando como editor/colecionador) ou pensar como empresa que visa o lucro.
    Se escolher a primeira opção o fim está próximo (a não ser que resolva arcar com os prejuízos sem reclamar).
    Se escolher a segunda opção acredito que consiga sobreviver (não na fartura, mas sobrevive).

    Pra finalizar: não alterem a qualidade, o formato, ou qualquer outra característica das coleções que estão sendo publicadas. Se é pra transformar o TEX GIGANTE COLORIDO em uma edição comum, prefiro que parem de publicar, pois já temos uma edição comum do Tex gigante.

  43. Eu tenho comprado regularmente tudo que a Mythos publica de nosso Tex – sou fã e colecionador há mais de 30 anos. Mas confesso que tenho enfrentado muita dificuldade para continuar. Fico triste com o comunicado de Dorival. Peço que não parem a Mensal e a Colorida que traz histórias inéditas. Essas que são reedições, no caso de manter algumas, a saída seria aumentar a periodicidade – Tex Coleção, por exemplo, poderia ser mensal ou bimestral.

    Abraços!

  44. Bom é uma notícia triste e preocupante mas é bom ver a sinceridade do editor sobre a situação. Como já disseram creio que talvez deveriam voltar o Tex Coleção como mensal, continuar com o Tex mensal, Ouro, Anual, Edição Histórica (semestral) e Zagor. E pensar na assinatura desses títulos.

    Continuando com Tex mensal, mais um ou dois títulos do Tex e Zagor já seria uma boa notícia, isso é claro se cancelarem algumas publicações e assim mais pra frente quando essa crise passar voltar com elas.

  45. Infelizmente nada que está no comunicado me surpreende, apenas aconteceu o que temia quando no inicio de Fevereiro escrevi um texto que apelidei “O limite da tolerância” http://thebonelliemporium.blogspot.pt/
    Apenas aconteceu mais cedo do que tinha pensado.
    Já li aqui nos comentários boas sugestões, penso que o Everton Pelisson resume quase todas elas. Em minha opinião existem demasiadas colecções de reedições em publicação, muitas delas sem qualidade, reduzindo as vendas de todas porque dividem os poucos coleccionadores na hora de comprar, porque são raros os que compram tudo. Desta forma, em alturas de crise, a melhor opção é reduzir lançamentos para concentrar as vendas, mas quais cancelar? Não será injusto para alguns que optaram por determinada colecção que agora vêem cancelada? Então porque não aumentar a periodicidade, reduzindo desta forma as edições em banca e tomar a opção de cancelamento mais tarde se se justificar? TXC para mensal, TEH, TXO para semestral, TGEC semestral ou anual ….
    À Mythos peço que analisem as sugestões tão rápido quanto possível e que possam ultrapassar rapidamente este grave problema tomando uma decisão que possibilite o maior numero de publicações nas bancas, se possível dando prioridade aos inéditos.

  46. Na pior das hipóteses publiquem Tex mensal, almanaque, gigante, especial Colorido. Ou seja, os que trazem histórias inéditas. Se possível continuem com Júlia e Zagor, este com uma só revista e histórias atuais. Reduzir o numero de títulos e publicar só historias inéditas é uma forma de aumentar as vendas de cada um. Perante o cenário manifestado, talvez seja a única forma da manutenção, de, pelo menos, alguns títulos.

  47. Acrescento o Tex anual, do qual me tinha esquecido.

  48. A respeito da situação dos quadrinhos Bonelli no Brasil, na minha opinião a editora deve focar mesmo no Tex mensal, voltar o Tex Coleção a ser mensal, continuar com Zagor bimestral e diminuir a quantidade de repetecos, estamos vivendo uma época de crise, isto é um fato e os leitores não tem condições de adquirir todas as edições que saem nas bancas, inevitavelmente temos de ter foco em uma hora destas.

    Mythos, divulgue mais seus produtos, facebook, site, youtube, cadê o marketing da editora? Assim fica difícil angariar novos leitores. Uma única coisa não pode acontecer: parar a publicação do Tex mensal, ou tentar “zerar” a revista em busca de novos leitores, por favor não acabe com a lenda do Tex em bancas e sua publicação ininterrupta há tantos anos, isso seria o maior pesadelo que os colecionadores poderiam ter e algo que jamais imaginei ver. Adquiri a coleção do Tex do meu pai, coleciono até hoje e seria uma tristeza sem fim ter o Tex cancelado no Brasil.

  49. Assino embaixo das sugestões de Sérgio Sousa e Jorge Carvalho – estão certíssimos!

  50. Amigos, ao fazer aquele texto, passei sem querer a ideia de que era um ULTIMATO aos leitores – tipo, ‘ou compram mais ou acaba’ -, mas não é NADA DISSO. Eu só pretendia passar de forma clara a situação atual das revistas. Mas para este ano, pelo menos, nada deverá mudar na nossa grade de publicações – a não ser que haja uma catástrofe no Brasil, o que não acontecerá. Nos comentários acima, nota-se que quase todos defendem as coleções que fazem: “Nas minhas vocês não devem mexer, nas outras que eu não compro, pode.”
    Como editor eu tenho que pensar em TODOS os leitores. Tem gente, por exemplo, que só compra Júlia. Então, se eu parar essa série a pessoa ficará “órfã”. E isso vale para todos os títulos. Como vou voltar o Tex Coleção para mensal se sua quinzenalidade foi um desejo e uma súplica de anos e anos dos leitores. Assinatura é muito bom e cômodo para quem pode pagar doze edições de uma vez, mas só compensa para a editora se houver milhares de assinaturas. Quando tivemos assinaturas, anos atrás, chegamos no máximo a 100 assinantes. Isso não compensa, pois o custo de correio é muito alto, sem falar nas pessoas que teríamos que contratar para cuidar disso. Assinatura é interessante quando se tem milhares e milhares de clientes. A revista Veja tem, ou chegou a ter, 400.000 assinantes, aí vale a pena. Hoje em dia quase nenhuma editora faz assinaturas, por causa dos custos. Muitos leitores pedem mais títulos inéditos de Tex. Claro que eu adoraria só ter títulos inéditos, mas lembro a vocês que a Bonelli só produz uma história por mês – para o Tex mensal -, e mais alguns especiais por ano (Anual, Gigante, Almanaque, dois Tex colorido…). As republicações – que muitos criticam – são importantes para os leitores novos. Enfim, o tema é apaixonante e daria para ficar escrevendo aqui a noite toda, mas eu só quis acalmar os ânimos e pedir aos queridos leitores que fiquem tranquilos e continuem comprando as séries que apreciam. Um abraço.

  51. Grande Dorival…
    Eu fui apresentado a Tex no tempo da Vecchi, em 1980, comecei minha primeira coleção no tempo da Globo, em 1991, que se perdeu, mas minha paixão voltou de forma definitiva com a Mythos em 2009 e desde então tenho sido agraciado com edições maravilhosas. Obrigado Amigo Dorival, mesmo sem conhecê-lo pessoalmente, o que devemos mudar em algum encontro do Clube Tex Brasil em breve.
    Como disse meu Amigo Valdivino… viva a Mythos, e viva Tex e Zagor…
    Um forte abraço…

  52. Bom por mim manteria o mensal, e a nova série Platinum.

  53. Discordo de você Dorival quando você diz que “TEM QUE PENSAR EM TODOS OS LEITORES“. A Mythos tem que pensar na PRÓPRIA sobrevivência. Publicar o que é viável/rentável, o que gera lucro (ou ao menos não causa prejuízo). Assim se sobrevive no capitalismo.
    No meu primeiro comentário eu disse: “Antes de mais nada quero dizer que eu compro tudo o que a Mythos publica do gênero Bonelli.“. Portanto não estou defendendo o meu lado. Qualquer coisa que a Mythos cancele (dos Bonellis) vai me atingir, assim como fui atingido com o cancelamento de Dampyr, Demian e Cassidy (essa eu tava gostando bastante e fiquei a ver navios… paciência), Dylan Dog, Martin Mystere, Mister No, Nick Raider…

    Eu penso assim: não tá vendendo? Tá dando prejuízo? Cancela. Tem que mudar a estratégia. Reformular.

    Duvido muito que precise cancelar o Tex mensal, o Tex gigante, o Tex anual, o Tex colorido (que está no número 6). No mínimo esses se mantém.

    Os demais, se não está vendendo e está dando prejuízo, tem que reinventar. Encontrar outra forma para vender (seja pré-venda, seja por assinatura…).

    E volto a dizer… usar melhor a internet. Nesse ponto a Mythos é deficiente ao extremo.

    Eu, pessoalmente, torço pra que nenhuma publicação seja cancelada… mas se esse é o remédio… que seja.

  54. Vejo que todo mundo desgosta do marketing virtual da Mythos, hein? No mais, além de tudo o que eu já disse, concordo com o Everton Junior Pelisson: Não tá dando lucro? Corta! Tem que pensar é na Mythos. Ao fazer isso, estará pensando em TODOS os leitores.

  55. Espero que a coleção Tex normal e Tex Coleção continuem, e quando a situação econòmica melhorar reativar as que forem suspensas.

  56. Eu acho que existe muito repetecos em Tex, na minha modesta opinião acho que devia manter Tex Mensal, Tex Coleção, Tex Anual, Tex Gigante Comum, o Gigante colorido eu não compro porque o preço é alto, compra quem pode.
    Como disse o Everton a editora tem que pensar na sua própria sobrevivência, vai ter repensar.
    Me desculpe ai, mas não entendi o porquê deste Tex Platinum, para mim totalmente desnecessário este lançamento, os leitores já têm o Tex Anual, eu já tenho 17 edições anuais, porque vou gastar dinheiro num produto que já tenho? Só porque tem um acabamento melhor? Isso não, dinheiro não dá em árvore.
    Eu acho que a assinatura é um caminho que devia pensar com carinho.

  57. On Demand com certeza. Seja via assinatura ou financiamento coletivo ou qualquer outra proposta. Só não descontinuem a coleção a cores e a gigante em cores, pois será um tiro no pé.

  58. A Mythos precisa de um melhor serviço de marketing de seus produtos nas redes sociais. Fazer parceria com alguns canais do YouTube também ajudaria a conseguir um novo público. Fazer mais promoções no site, coleções com desconto. O que atrai o público hoje em dia, é promoção e desconto nos sites. Pré venda com 20% de desconto pra compensar o frete, no caso do Tex gigante em cores. Material de banca principalmente precisa ser mais divulgado, para conquistar novos públicos. Não tem como discutir os valores de capa da Mythos…

  59. A PRIMEIRA PROVIDÊNCIA É CANCELAR AS VENDAS PARA OS MARRETEIROS, para que não apareçam revistas novas a preço de banana. Tudo o mais depende dessa primeira atitude.

    Estoque excedente tem de ser destruído, por mais que me doa escrever isso.

  60. Olá amigos.
    Que triste notícia.
    Por favor mantenham a Tex mensal e a Tex Coleção e invistam mais na divulgação em redes sociais e eventos.
    Tenho 35 anos e a dona da banca daqui de minha cidade, sempre me diz que apenas pessoas mais velhas compram Tex e fica surpresa. Creio que dá pra cativar o público jovem com mais marketing. Não acho que seria o caso de mudar a temática das histórias. Isto daria uma outra cara para os personagens. Poderiam perder o público fiel que existe hoje.

    Um abraço.

  61. Bom dia,

    A minha sugestão é deixar em bancas físicas somente Tex Mensal e Coleção. Divulgar na contracapa dessas revistas, as revistas Zagor, Júlia, Tex em Cores, Tex Gigante em Cores, Histórica, e demais Tex, sendo que a aquisição dessas deverá ser feita em sites da internet ou comic shops.
    Seria interessante uma parceria com a Amazon, por exemplo, com pré-venda como foi o Tex Gigante em Cores 10.
    Também pode-se estudar a aquisição no site da Myhtos com descontos progressivos, ou seja, para 1 edição do mesmo título 5% de desconto, para 2 edições 10%, acima de 3 edições do mesmo título desconto de 20% mais frete grátis.
    Assim, os pards da mesma cidade ou região podem adquirir conjuntamente as revistas para diminuir os custos. Nesse caso, o custo da editora também diminuiria, pois no mesmo pacote iriam várias revistas.
    Com isso teríamos a divulgação das revistas nas bancas, com o Tex normal, e a possibilidade de adquirir os títulos “mais caros” nas lojas especializadas, site da Mythos ou algum parceiro como a Amazon.
    Outra possibilidade é parceria com Jequiti, Natura ou outro tipo de consultoria de cosméticos.
    Eu acho que o segredo é ter um parceiro forte para a divulgação e distribuição.

  62. O grande problema da Mythos é que eles só lembram dos leitores nestes momentos. Aí o Dorival termina sua nota pedindo a opinião e jogando uma hipotética decisão na mão dos leitores, como se isso realmente tivesse importância alguma para a editora.

    A Mythos já fez dezenas de lançamentos sem fazer uma única pesquisa sequer com seus leitores ou com os leitores de quadrinhos de modo geral. Eles acham que algo vai dar certo e se jogam na empreitada sem consultar o maior interessado, quem vai sustentar ou não o delírio deles: o leitor e colecionador.

    Hoje a Internet facilita demais isso. Podem ser usado os formulários do Google e fazer pesquisas bem detalhadas junto ao publico alvo. Até nas próprias revistas dela não custaria tanto assim incluir uma página extra com uma pesquisa, como era feito na era pré-internet. Podem usar a página no Facebook, podem fazer no site da editora, nos sites especializados em quadrinhos, etc. O que não falta é maneira de se pesquisar sobre um lançamento de algum produto. Todas as empresas fazem isso. Eu trabalhava numa multinacional que fazia várias pesquisas de opinião com as mães quando resolvia fazer alguma inovação nas fraldas infantis que fabricava.

    O que falta na Mythos é um Sidney Gusman para pensar para a frente e em coisas novas.

    Lançar uma revista no formato italiano é dificílimo pra Mythos, sempre alegaram que ficaria cara, mas lançar uma edição colorida gigante que está está na casa dos R$ 80,00 foi fácil. Alguém lembra de ter visto alguma pesquisa sobre isso?

    Até as pedras do calçadão de Copacabana sabem que o público alvo de Tex é composto em sua maioria de leitores de baixa renda, ou que só se interessam em ler a revista, só uma minoria coleciona e mantém coleções realmente. Então grande parte desses leitores prefere esperar um ou dois meses e comprar as edições num sebo qualquer por menos de R$ 2,00. E eles estão se lixando se isso vai afetar a rentabilidade da editora ou vai inviabilizar o próprio personagem num futuro nem tão distante.

    Eu vendo revistas antigas no Mercado Livre e as do Tex, por mais antigas que sejam não dá pra vender por um preço razoável, pois não vende. Eu evito vender revistas da Mythos no Mercado Livre, pois elas ficam encalhadas, afinal os leitores preferem comprar nos sebos por menos de R$ 2,00.

    Dizem que a editora vende os encalhes para os marreteiros a preço de banana, por quilo, como refugo. Talvez se eles procurassem negociar com as distribuidoras uma distribuição melhor, não sobraria tanto encalhe. Em milhares de bancas no Brasil não chegam revistas da Mythos, e quando chegam são esparsas. E as vezes em bancas há muitos exemplares e em outras nenhuma, mal distribuídas. Se as distribuidoras são duras nas negociações há de se ter outras alternativas, serviço de assinaturas, usar a rede da Comix, os sites de vendas de quadrinhos on line, etc.

    Alternativas há, mas tem que haver pessoas interessadas em buscar estas alternativas.

    Não adianta só lembrar de se comunicar com os leitores na hora que a coisa aperta. A editora tem que que se comunicar com seus leitores diariamente, são eles a razão da sua existência e quem bancam sua existência.

    A Mythos tem que deixar de ser uma editora “familiar” e sonhar e tentar ser grande, pensar para a frente. Todas as outras editoras que fracassaram no Brasil, o maior exemplo foi a EBAL, fracassaram em certa altura de suas vidas pela estagnação de sua direção, onde se pensava sempre com conservadorismo, sempre seguindo a linha que sempre dera certo, até aquele momento, mas que foram incapazes de ver que o mundo estava mudando a sua volta.

    Está na hora da Mythos repensar o que vem fazendo até aqui e olhar para o futuro e para as oportunidades que se apresentam para o futuro.

    A Panini, Salvat, Planeta DeAgostini, MSP e Eaglemoss estão investindo em edições encadernadas, mais caras que as edições de banca, com maior público em livrarias e comics shops, e estão tendo muito sucesso. As edições chegam nas bancas e acabam logo e vemos leitores reclamando no Facebook por não terem conseguido comprar algumas edições. Então porque a Mythos não consegue direcionar a Tex em Cores e a Tex Gigante em Cores para esse segmento? Eu canso de comprar encadernados na Amazon, mas porque eu não encontro Tex Gigante em Cores lá? Se milhares de leitores visitam diariamente o site da Amazon atrás de quadrinhos e de encadernados, porque Tex não está lá no meio, sendo visto por milhares de leitores e colecionadores? Se estivesse lá, devido a qualidade das edições, certamente venderia muito mais do que espalhada em algumas bancas do Brasil.

    Acho que a Mythos tem que ter dois focos:
    1 – O leitor pobre, ou que só quer ler a revista, mas não coleciona. Para esse leitor tem as edições no formatinho: Tex mensal, Coleção e Histórica.
    2 – O leitor Colecionador, ou que gosta de ler, mas que dá valor a coleção e a ter itens diferenciados, mesmo que signifique pagar um pouco mais.

    Para o primeiro tipo se destinaria as edições de banca de jornais. Para o segundo, as livrarias, comics shops, Amazon, lojas especializadas em vender quadrinhos pela Internet. Eu tenho assinatura da DC/Eaglemoss e de Star Wars/Planeta DeAgostini, a os encadernados da Salvat/Panini eu compro na Livraria Cultura ou Amazon, sem sair de casa.

    Cansei de escrever. E também estou pregando no deserto.

    Abraços
    Alvarez

  63. O Alvarez disse tudo, foi o mesmo caso do Dredd. A Mythos não pensa fora da caixa e é inflexível, acho que precisa de um editor com experiência e liberdade lá. Você não acha mesmo quadrinhos Bonelli na maioria das lojas virtuais. Acho que devem ver com mais cuidado a distribuição e repensar a periodicidade, inclusive das republicações como Ouro, Histórica e Platinum, com a crise e tantas opções Marvel/DC, deixar o bolso do leitor respirar pode ser bom para ambos.

  64. Acho que acabar com Ouro e Edição Histórica um erro, pois hoje muita gente não compra mensais e prefere comprar almanaques com histórias completas.

  65. Concordo plenamente com o José Alvarez. Tem que ir atrás, tentar inovar, se comunicar todo dia com nós pelo Facebook ou YouTube. O Dorival tem que pelo menos vir aqui e dizer o que achou das nossas sugestões. Pelo que vi muitos de nós somos empreendedores e nossas sugestões são válidas. Mas o Dorival ou a editora tem que se manifestar.

  66. Supondo que um vídeo no YouTube tenha 100 mil visualizações, se de 5% a 10% se interessarem em comprar a revista já seria de muita ajuda à Mythos. Em troca de algumas revistas ou um encadernado “famoso” como brinde por falar de Tex. Seriam 100 a 200 reais bem investidos pela quantidade de público atingida.

  67. Que fique pelo menos o Tex mensal.

  68. Voltam para assinatura…
    Compro Tex e Zagor há mais de 30 anos e não sei porque cancelaram.

  69. Concordo, mas queda de vendas dos Bonelli é geral!
    Já disse e repito, falta desenvolvimento estratégico da Sergio Bonelli Editore, que ao meu ver parou no tempo. Nenhuma editora atual, com personagens bem desenvolvidos, fica limitada a ganhar apenas com revistas. Veja os mangas e seus animes e até filmes da Marvel e a DC. A Bonelli criou em 2014 um segmento para isso, mas não coloca em prática, e quando faz algo, deixa nas mãos dos incompetentes. Vários personagens mereciam um investimento em desenhos, filmes, games e acessórios. Com certeza mudaria o rumo das vendas.
    Mas o que vi nos últimos anos foi só coisa horrível. Desenho do Martin tosco, games ultrapassados em 20 anos e filmes com péssimo roteiro e mudanças na originalidade dos fumetti. Aí meu amigo, fica difícil.

  70. Sad but true… Poderiam é adaptar o personagem aos novos tempo, lançando games e filmes, animações, etc. Lançar todas as edições para leitura on line estilo Netflix, pagando preços módico pra quem não tem condições econômicas ou de armazenamento ter acesso não só ao Tex, mas também a Nathan Never, Júlia e tantos outros fumetti!

  71. Como funcionaria o sistema on demand? Pensei em possibilidade, fiquei interessado, mas queria ver qual é a proposta.

  72. [...] semana, o Tex Willer Blog republicou uma carta de Dorival Vitor Lopes, da Mythos Editora. O texto está inserido em publicações da linha Tex do mês de março, tais [...]

  73. Boa tarde, Sr. Dorival.

    Imagino que sendo a crise incontornável, pelo menos a edição TEX mensal, que está se aproximando do número 600 deve continuar a ser publicada.

    Para manter assim o seu record de longevidade e continuar presente nas bancas brasileiras.

    As demais publicações, que cobrem suas republicações (sejam simples ou luxuosas) podem sobreviver a um período de suspensão, regressando bravamente no futuro.

    Quanto ao Zagor, a trilha a ser seguida pelo batedor indígena pode ser um aumento maior da periodicidade de seu título.

    Já a doce e intrépida Julia, deve se juntar a companhia de outros dois detetives – Dylan Dog e Nick Raider, infelizmente.

    Sr. Dorival e equipe, desejo boa sorte a todos e agradeço mais uma vez, pelo nobre gesto de informar seus consumidores com franqueza e honestidade.

    Abs,
    VAM!

  74. Concordo com a opinião de muitos aí em cima, mas gostaria de falar sobre o Tex gigante colorido, acho 80,00 reais um preço exorbitante, essa revista poderia ser vendida à 45,00 reais no máximo se fosse publicada como é na Itália. Tenho 15 exemplares da coleção italiana, são muito mais interessantes que as publicadas no Brasil, não vejo lógica publicar uma coleção com estas capas duras cartonadas, com isso o preço se eleva, para piorar o desenho de capa reduzido dentro daquele quadradinho, a ilustração de capa tem que ter destaque total, este tipo de publicação capa dura é para uma única edição especial, com 400 páginas por exemplo, como aquela feita com o Conan, pela própria Mythos.
    Outra revista que está muito cara é o Tex em cores, 40,00 reais, quem consegue pagar 120,00 reais de apenas 2 revistas, poucos são os que conseguem, acho injusto com aqueles que não tem condições.
    Resumindo, na minha opinião nestas revistas mais caras poderia se tentar o sistema “on demand”.
    Manter em banca Tex normal, Tex anual, Tex gigante, Tex almanaque, Tex color, todas Histórias inéditas, Tex Coleção volta à ser mensal, Tex ouro, Tex histórica passariam à ser trimestrais.
    Concordo também, quando não vende cancela.

    Nei Campos

  75. Leio e coleciono Tex desde pequeno, portanto fã há mais de 40 anos. Dentre minhas indispensáveis aquisições mensais estão Tex mensal (alguns números faltantes) e Tex Coleção (esta completa).
    Se estritamente necessário sou da opinião dos defensores pela manutenção de Tex Mensal, da mensalidade de Tex Coleção e manutenção espaçada (caso a caso) dos demais títulos até o reestabelecimento da economia nacional (que entendo ser de origem política e assim de solução próxima).
    Talvez um tipo de assinatura disponibilizando revistas nas bancas próxima do colecionador (junto com as tradicionais) tendo neste público fiel um termômetro de pré-vendas.
    Também partilho do controle de novos lançamentos e um pouco mais de agressividade em marketing. Quanto à visão extrema de mercado em detrimento à paixão pelo produto, acho que o equilíbrio é justo: perdeu o atrativo é um passo para a queda.
    Um abração!

  76. E se removessem algumas publicação em bancas (aliviaria os custos) e mantivessem um esquema de assinatura ou venda por livrarias virtuais?

  77. Amigo Eríco, o sistema “on demand” funciona assim :
    Você faz o pedido da sua revista, só depois disso ela é impressa, com isso a venda é garantida, mas acredito ser preciso uma quantidade razoável de pedidos para a Impressão.

    Nei Campos

  78. Muitas sugestões válidas, gostei particularmente do comentário do José Manuel Alvarez, mas pelo que percebi do segundo comentário do Dorival Vitor Lopes, por muito válidas que sejam, a Mythos não vai tomar medidas durante o próximo ano. Não vai alterar periodicidade, não vai “congelar” ou cancelar publicações, ou quaisquer outras medidas, simplesmente vai esperar que a crise passe e que os coleccionadores continuem comprando. Posso estar enganado, mas é esta a minha leitura.

  79. Manter a mensal, a ouro, o platinum e a especial colorida já ficaria de bom tamanho. Duas edições com histórias inéditas e duas com republicações. Atenderia os leitores novos e os antigos. Zagor e Julia poderiam ter uma periodicidade maior, trimestral talvez.

  80. Apoio totamente o Dorival quando diz que tem que pensar em todos, quando dizemos cancele essa ou aquela, com certeza não estamos falando das edições que mais gostamos, estamos sendo egoístas quando falamos, quando damos alguma sugestões de cancelamento, esquecendo que vários outros leitores compram as mesmas que estão dando sugestões para o cancelamento. Para mim, Tex e Tex Coleção jamais deverão ser cancelados, Tex Coleção quinzenal era um anseio de vários leitores, meu principalmente, Tex em cores acho que tem que voltar logo. Acho que no final vamos vencer essa crise, e tudo voltará ao normal, para nossa sorte, o Dorival é um apaixonado pelo que faz, e por isso acho que para ele parar de publicar os nossos amados gibis, só se acontecer uma tragédia muito grande. Força Dorival, firme e forte, com certeza nós leitores não permitiremos o fim de Tex e Zagor tão facilmente. Continuaremos comprando, e a maioria tenho certeza, que assim como eu, sempre que posso compro duas edições da mesma, quando não fico com as duas que eu compro, procuro achar alguém que as queira e faço a doação, procurando assim fazer que novas pessoas peguem o gosto por Tex, e consequentemente mais um fã ardoroso apareça, multiplicando os leitores do ranger. Força e vamos em frente.

  81. Comecei a comprar Tex na época da Editora Vecchi. Parei no número 200 já na Editora Globo. Os anos passaram, e um dia tive uma recaída e voltei a colecionar, mas existiam muitos Tex no mercado, e não conseguia os números perdidos. Então vieram a colorida com papel especial, quase 40,00 mais pagava com prazer. Seria interessante manter esta coleção e quem sabe. Começar tudo de novo numa nova edição repetindo a sequência da antiga Vecchi. Nº 01 O Signo da Serpente, etc.
    Duas edições fica mais fácil colecionar.

  82. Concordo também, quando não vende cancela– Nei Campos”

    Desculpe, mas eu não concordo, Nei. Se eu fosse um empresário frio, que só visa lucro, faria isso, mas felizmente não sou. Em 1999 a Editora Globo achou que não valia a pena continuar com esses personagens, e se eu não tivesse pego as revistas para continuar, muito provavelmente a vida de Tex e de outras criações Bonelli no Brasil teria terminado naquela época.
    Se eu pensasse só no lucro teria fechado Júlia anos atrás, e também Mágico Vento e Zagor. É verdade que fechamos alguns títulos, mas mantivemos aqueles que achamos que tinham potencial para melhorar. Não melhoraram, mas saber que todo mês eu levo alegria a milhares de pessoas que se distraem, se emocionam e viajam para outros mundos com as asas da imaginação nas aventuras de nossos heróis é para mim um pagamento melhor do que qualquer dinheiro. Se para dar essa alegria a milhares de pessoas eu tenho que colocar algum dinheiro para manter as revistas, é um preço que pago com satisfação, e farei isso enquanto eu puder. E penso também nas pessoas que me ajudam a fazer as revistas, o emprego delas é o sustendo de suas famílias. Cortar revistas significa cortar empregos. É gratificante para mim saber que estou fazendo algo para o bem maior e agradeço muito a Deus por ter essa chance e essa condição financeira. Podem me chamar de piegas ou populista, mas saibam que eu me sinto muito bem assim, vou continuar assim… e todos deveriam me agradecer.
    Muitas das ideias postadas acima são inviáveis e lançadas por quem nada conhece do ramo editorial, mas com certeza há também muitos comentários úteis e ideias interessantes que farão eu e o Helcio pensar e analisar com real interesse e humildade para ver onde estamos errando. Por isso agradeço a todos que se expressaram. E vamos em frente com fé e entusiasmo que as coisas hão de melhorar, porque eu sou texiano, zagoriano, juliano, bonelliano e NUNCA DESISTO.

  83. Tenho muito orgulho de estar olhando nesse momento minha coleção completa de Mágico Vento, um personagem inigualável, e sei que devo isso ao esforço da Mythos. E esse é apenas um de tantos outros motivos que tenho para saber o quanto essa editora respeita e ama os fumetti.

    Peço, por gentileza, duas coisas:
    1. Não diminuam a qualidade do papel ou retirem a capa dura da Tex Gigante em Cores. É, de fato como diz a propaganda, a mais bela coleção de Tex já feita.
    2. No intuito de manter tal qualidade e a permanência da maioria possível de títulos, trabalhem, se necessário, com a publicação por demanda ou assinatura. Estarei lá.

    Com os melhores votos ao futuro de todos nós.

  84. Dorival estou orgulhoso de você, essas suas palavras nos enchem de entusiasmo, você é um guerreiro, que apesar dessa crise monstruosa, que assola o país, você tira um pouco do seu tempo para expressar o seu amor pelo que faz, o amor pelos lançamentos que você com tanta determinação mantém nas bancas, tenho realmente certeza que você não almeja somente o lucro, e sim pensa nos milhares de fãs de Tex, Zagor, Julia e tenho certeza que você realmente fará isso se precisar para manter nossas tão amadas HQs nas bancas, tirar do próprio bolso para manter as publicações nas bancas. Parabéns mais uma vez, você realmente representa a esperança de todos nós leitores.

  85. Na minha modesta opinião tenho muito a agradecer a Mythos editora pelo material Bonelli publicado ao longo dos anos. Coleciono desde os tempos da Vecchi, e apesar de Tex e Zagor vender bem mais do que vende hoje, nunca tivemos edições a nível do que temos hoje pela Mythos HQs. Teve a fase Globo que pra mim foi a pior. O Zagor, apesar das ótimas aventuras publicadas, seguiu-se a zona da cronologia já iniciada na Vecchi, e as revistas ficaram muito a desejar no quesito gráfico, interrompendo a publicação no número 38. Já a fase Record foi soberba, a começar pelo formato original Italiano, e a inclusão de heróis como Mister No, Martin Mystère, Judas, Diabolik, História do oeste, e os recém lançados na época Dylan Dog e Nick Raider. Para mim foi (como diz o pard Jim Halley) o momento Bonelli no Brasil. Pena que o sonho durou pouco, a situação económica, aliado a falta de novos leitores mais uma vez sucumbiu nossos heróis. Hoje pela editora da foguerinha temos um Tex fortalecido com várias edições distintas(embora não aprove tantos repetecos) e um Zagor que aos poucos foi tomando fôlego com já 342 revistas somadas do normal+extra+especial+gigante, além das solos do Chico. Temos uma coleção completa do Magico vento, e tentativas com outros personagens que infelizmente não vingou. Hoje contamos com movimentos nas redes sociais com pards engajados na divulgação, como: Wilson, Jim, Pedro Bianchi, Neimar Nunes, Edemar Schnornberger, Jesse Bicodepena, José Leonardus, e tantos outros que agora não lembro. Vejo que gibis de tradição como da turma da Mõnica tiveram seus preços alterados recentemente, e olhe que essa linha vende muito mais do que os Fumetti. Não adianta colocar a culpa só na editora, que pra mim falha nas divulgações dos seu produtos, mas no geral tiro o chapéu pro editor Dorival, junto a equipe a frente da editora que tanto nos apraz com suas publicações. E se ficarmos na esquiva e esperar comprar mais barato nos sebos da vida, estaremos sim contribuindo para futuros cancelamentos, tendo em vista a carência de leitores, lembrem,-se, somos em números menores, vamos mentalizar isso, dias melhores podem vim ainda.

  86. Tex mensal é histórico, e o Coleção fecha esse conjunto de uma verdadeira obra prima, que é o nosso longevo Tex e seus pards.
    Essas não devem ser descontinuadas. Acrescento à essa opinião, as edições especiais (almanaque, anual e os em cores). Acho que nunca tivemos em um momento bom para capas duras e preços acima de 35 R$ periódicos. Lembram do ‘Especial Sergio Bonelli’? Foi lançada acima desse valor, mas creio que vendeu bem, pois foi única. Viva Tex!

  87. Apoio o Dorival nesse momento, sei que é difícil manter todo esse material de Tex nas bancas, quando o retorno financeiro não é compatível com o investimento feito. Parabéns Dorival, pela sua garra e determinação. E pelo esclarecimento e desabafo.
    Obs: acho que você deveria se comunicar mais com os leitores, não só em momentos de crise como este, ou quando vai anunciar o cancelamento de determinado lançamento. Comunique-se conosco de vez em quando, por aqui mesmo por esse excelente blog do Tex, do amigo “Zeca” que é um grande amigo seu, e um super texiano.

  88. Sei que não é um Empresário frio Dorival, publica as revistas Bonelli há muitos anos, das quais tenho todas que a Mythos publicou até hoje, inclusive edições repetidas, tentando ajudar a manter em banca.
    Você deve lembrar das muitas cartas que enviei ao correio do Tex, e que muitas delas foram publicadas, lá sempre fiz muitos elogios e agradecimentos.
    Também críticas através dos e- mails que lhe enviei, falando da péssima gráfica dos Tex Coleção e alguns Tex ouro, que você disse que ia melhorar.
    Eu, graças a Deus posso ter acesso às edições, independente do preço, como alguns aí em cima, mas a grande maioria não, acho injusto com esses leitores, eles vão até à banca, olham e ficam na vontade, e ai!
    Como citei acima 120,00 reais de 2 revistas é muito dinheiro, mesmo pra quem pode comprar, valor elevado, exatamente porque vende pouco, estamos pagando o preço de quem não pode comprar, por isso que disse o que está acima.
    Reforço a idéia do sistema “on demand”, quem pode compra, quem não pode, nem vai ver as revistas em banca, infelizmente é a realidade.

    Nei Campos

  89. Com todo o respeito ao Editor Dorival Vítor Lopes, mas a atitude, embora transparente, de dividir com o público fiel da personagem mais carismática dos quadrinhos Bonellianos, a responsabilidade de decidir sobre o destino de Tex Willer no Brasil não está digerindo muito bem e me parece bastante omissiva. Os tempos são outros, o surgimento de novas mídias é um fato, uma personagem de quadrinhos em preto e branco não tem como “encantar” um novo público como faz com aquele público leal de outros tempos. Como leitor assíduo de Tex Willer, adquiro todas as suas publicações, mesmo aquelas que se tratam de republicações e mais republicações e às vezes até em triplicidade! Não faz muito tempo, a DC Comics e a própria Marvel Comics quase encerraram todas as suas publicações porque justamente não se adequavam (no passado) às novas mídias e ao imprescindível “marketing” de suas personagens. Deixa eu ser mais claro, quem gosta de Batman curte os quadrinhos, adquire as animações, coleciona sua memorabília, assiste aos filmes, curte os videogames, compra as figuras de ação e as estátuas de polystone, resina, vinil, qualquer que seja o material. Voltemos a Tex Willer… há poucos anos, determinada empresa, a Infinite Statue, lançou no mercado mundial estátuas de Tex Willer, licenciadas e um sucesso absoluto de vendas, inclusive com tiragem limitada e que hoje são itens raros de coleção. A própria Editora Hachette, há pouco tempo, publicou estatuetas de chumbo, estilo Eaglemoss, com todas as personagens Bonellianas, um sucesso mundial, mas restrito ao mercado europeu. E o que fez o Brasil? O Editor Dorival Vítor Lopes chegou a cogitar trazer para o Brasil tais coleções? Quem em sã consciência, fã de Tex Willer, não adoraria ver uma animação dos “pards” mais famosos do Velho Oeste? O Grupo Bonelli já cogitou ou mesmo chegou a comprar a ideia de produzir uma série animada de Tex Willer ou de qualquer outra personagem Bonelliana? E as produções cinematográficas? Dylan Dog foi um sucesso. Diabolik também. Será que nenhum diretor ou produtor executivo jamais se interessou em produzir longas baseados na personagem Tex Willer e demais “pards”, ou mesmo as demais personagens Bonellianas? Nem mesmo para produzir uma série de televisão? Júlia não faria sucesso tanto quanto as séries CSI americanas? Falo de produções bem feitas, seja para a televisão ou para o cinema, com diretores de respeito e um elenco de primeira linha, não um filme absurdamente ruim como “Tex e o Senhor do Abismo“, que embora seja fã incondicional de Giuliano Gemma, a produção, direção e roteiro do filme são terríveis, sem querer ofender a quem quer que seja. Ora, se eu tenho os direitos exclusivos de Tex Willer no Brasil, um público enorme, embora não suficiente, não deveria eu apresentar ideias como essas aos detentores da licença ou mesmo procurar produzir e obter o crivo e anuência dos licenciadores? Uma das publicações de maior sucesso de Tex Willer foi o álbum de figurinhas da personagem. Hoje encontramos “clones” de tal álbum, mas porque não publicar um novo álbum? Por que não existem figuras de ação das personagens Bonellianas? Acaso as figuras de ação sejam impraticáveis, o que duvido, por que não criar uma linha de brinquedos de Tex Willer, como uma espécie de Forte Apache, Fazenda Chaparral, por que não criar um acampamento Navajo? Mais uma vez não desejo ofender a quem quer que seja, mas debitar na conta da crise as dificuldades editoriais de uma publicação tão longeva e ainda muito promissora é pura incompetência editorial. O que dizer da ausência de pôsteres? Quantas vezes soubemos que algum ilustrador ou desenhista (desenhador) de Tex Willer veio ao Brasil e participou de uma convenção? É verdadeiramente lamentável que as pessoas que estão à frente de Tex Willer sejam tão absurdamente teimosas e antiquadas!

  90. Não chamando ninguém de incompetente, gente. Mas eu concordo com tudo que o Augusto César Ponte disse. Tirando a crítica destrutiva que é endereçada aos editores, o restante poderia muito bem ser um post meu. É isso aí, Augusto, eu acho que a Mythos e a Bonelli poderiam ser mais agressivas aqui no Brasil. Esses itens e produções citadas por você fariam a festa de muita gente.

  91. Olá, TEXONES (Grandes texianos)?!! Olá, amigo Dorival Vitor Lopes?!! Estou um pouco ausente das redes sociais e tabém da sessão de cartas do Tex… (Resolvi me aventurar em “duas rodas”)… mas de vez em quando fico por dentro do mundo maravilhoso e ESPETACULAR do nosso querido Ranger!!
    Continuo, como sempre, comprando tudo que sai do Tex, principalmente, o LUXUOSO E IMPECÁVEL TEX A CORES GIGANTE!!! (Pena que o Tex em Cores, acabou)!!
    Quero dizer que adorei este último lançamento (que na verdade é um relançamento): TEX PLATINUM, pois nada melhor que reler uma grande aventura, assim, com esse “cheirinho de novo”, he, he, he…
    Enfim, vamos que vamos, Dorival!! Estou com você e com Tex e não abro nem p/ trem carregado de pólvora com um doido fumando em cima (risos)…
    Quero dizer também que te agradeço demais por todo essa luta e esse empenho pra manter nosso herói de papel nas bancas… E esse agradecimento, não vai ficar só nas palavras… Eu já compro várias edições sempre de uma mesma revista, mas, esse mês vou comprar METADE das revistas Tex que aparecer por aqui… E pediria aos TEXMANÍACOS de todo o Brasil que, para dar uma força e renovar as esperanças do Dorival e da Mythos, que comprassem, pelo menos, duas revistas… Acredito, que será de grande ajuda. Afinal,
    TEX, É O MAIOR FAROESTE DO MUNDO!!!!!
    TEX É TEX!! E O RESTO… É RESTO!!!!

    Abraço, Dorival… Abraço a todos.

  92. Qualquer coisa menos cancelar a Julia.

  93. É louvável estas preocupações “social” do Dorival para com seus leitores, mas deve se procurar sim em buscar alternativas novas que viabilizem a continuidade das suas revistas, segmentando-as e distribuindo-a em pontos de vendas mais numerosos, diversificados e alternativos.

    Bancar prejuízos só vai agravar ainda mais as coisas com o tempo. E lá na frente alguém vai perder o emprego fatalmente.

    Há que se estudar o mercado e os diversos segmentos que a atualidade oferece.

    Hoje mesmo comprei alguns encadernados das duas coleções que a Salvat/Panini publicam, deixei acumular e hoje fiz um pedido só na Livraria Cultura, vou receber dentro de alguns dias, com frete e parcelado em 4x no cartão de crédito. É mais prático e mais barato do que ir na banca de jornais, onde o “bichinho do consumo” nos morde e acabamos comprando mais do que tencionamos ao entrar na banca.

    Se lá tivesse o último Tex Gigante em Cores eu o teria comprado lá, neste pacote. Muitos outros também poderiam ter comprado, ao vê-lo anunciado no meio de outros encadernados. Uma coisa leva a outra.

    Porque existem ruas onde há uma grande concentração de lojas automóveis, ou outras onde há lojas de lustres/iluminação, ou de material de informática? Porque todos sabem que o produto que procuram pode estar numa daquelas lojas. Tem muitas dessas lojas que nem anunciam, mas vendem muito. São beneficiados pelas outras lojas que anunciam e atraem potenciais clientes para lá. E o cliente atraído, vendo que há muitas ofertas em tantas lojas, acabam percorrendo várias, até achar o que procuram. E muitas vezes compram em várias lojas.

    Meu livro está cadastrado na Amazon-BR, mas ainda aparece indisponível por falta de estoque. Estará saindo uma nova edição em abrir.

    https://www.amazon.com.br/s/ref=nb_sb_noss_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&url=search-alias%3Daps&field-keywords=amor+infinito

    Mas quando estiver com estoque a minha capa estará aparecendo para todos que procuraram por romances, que pesquisarem por livros semelhantes. E isso vai me beneficiar, pois sou um autor desconhecido.

    Imagina em Tex Gigante Colorido ou o Tex em Cores aparecendo para quem procura encadernados nestes sites; Amazon, Cultura, Saraiva…

    Abraços
    Alvarez

  94. Embora não fosse intenção do Sr. Dorival, esse artigo me gerou um certo medo, posso dizer que quando li o título comecei a suar frio. Mas a verdade é que já poderíamos imaginar, diante da situação econômica de nosso país que todas as editoras tem sofrido com isso, sobretudo a Mythos que publica um personagem que sofre pela falta de divulgação em outras mídias, como filmes, séries ou animações, e que já vem ao longo dos anos perdendo leitores. Em minha opinião seria mais sensato por parte da editora suspender ainda que temporariamente séries de luxo como o Tex Gigante em Cores, ou a próprio Tex em Cores, focando apenas nas edições inéditas e com preço mais acessível. Seria uma pena ver personagens como Júlia ou Zagor cancelados e nesse caso o serviço via assinatura seria interessante, pois eu mesmo tenho interesse em ambas as séries mas as mesmas não chegam na minha cidade e essa seria a única solução. Embora eu não esteja 100% satisfeito com o serviço da editora, acho louvável a iniciativa do editor de publicar os personagens ainda que os mesmo não gerem o retorno financeiro esperado, isso mostra o quanto a editora, apesar dos deslizes que comete é tão apaixonada pelo personagem quanto nós leitores. Da minha parte cabe dizer que enquanto eu puder estarei dando uma força para a Mythos comprando tudo que me for possível, e na esperança que essa fase ruim de nosso Brasil acabe o quanto antes e que possamos em breve ter um artigo da editora no blog comemorando o sucesso de vendas. Abraços!!

  95. Dorival sei que a coisa está difícil, mas acredite e siga em frente, nem me passa pela mente o cancelamento do Tex, Zagor, Julia etc.
    Grande abraço a todos.

  96. A Sergio Bonelli poderia bater um papo com os executivos da netflix para levar séries de seus personagens para as telas. Mas sem cobrar direitos autorais abusivos. A empresa está arrebentando com os personagens da Marvel da segunda linha. Imagine o que farias com os da Bonelli.

  97. Sou colecionador há mais de 25 anos. Tenho 14.000 revistas em minha coleção (de tudo que é estilo). Acho que a Mythos sobrecarregou o mercado com títulos Tex. Isso pode ser bom pra pessoas que podem comprar tudo, mas não é nada salutar para um mercado em crise como o brasileiro.
    Reduzam para o essencial. Se eu fosse vocês cancelaria Tex Coleção. Deixaria a Edição Histórica cumprindo aquela função. Tex Platinum merece uma chance, principalmente porque começou com numeração do início. Ela bem que poderia substituir Tex Ouro, Tex Anual e Almanaque Tex, contendo material desses títulos mais caros. Assim, teríamos apenas TEX MENSAL, TEX ED.HISTÓRICA, TEX PLATINUM e a GIGANTE EM CORES (com periodicidade mais esparsa para não estrangular os colecionadores). Boa sorte. Abraços.

  98. Não conhecer o mercado editorial não é desculpa pra não querer ouvir os feedback dos leitores, Dorival. Talvez tenha que estudar outras formas de publicidade e marketing de Tex e Zagor. Idéias são idéias, ruins ou ótimas…

  99. Cancelar nenhum, tá, quem coleciona Tex Coleção como eu e milhares, como ficam? Perde sua coleção? Quem pede para que cancele determinada coleção é por quer não coleciona a mesma, vou dizer uma coisa, os melhores lançamentos da editora são Tex normal, Tex Coleção, e Tex em cores. Tex Edição Histórica surgiu depois de Tex Coleção. Sobre Zagor acho que a editora deveria lançar uma única coleção desde o começo, obedecendo a cronologia italiana, como foi feita com Tex Coleção. O “platinum” acho que não faz sentido.
    Tex platinun não começou no n° 1, pulou o número 1 italiano, o número um de Maxi Tex é “Oklahoma” então já começou errado. Outra coisa, os Maxi Tex, no Brasil Tex Anual, estão muitos recentes para serem relançados, se fossem em formato italiano, valeria a pena, exclusivamente por causa do formato, só isso.

  100. Disse, quando não vende cancela, muitos inclusive o Editor foram contra, o que fazer então se uma revista não está vendendo, a Editora vai bancar os prejuízos pra agradar os leitores?
    Os que não querem as suas revistas canceladas vão pagar um preço 10 vezes a mais pra manter as revistas em banca?
    Sou contra pagar esses preços exorbitantes nessas revistas,
    mesmo tendo condições.
    Gostaria que o Dorival deixasse claro, quais são as revistas que vão continuar a serem publicadas e quais vão ser canceladas, depois do que ele disse na nota acima.

    NEI CAMPOS!

  101. Espero que nosso ranger tenha vida longa nas bancas brasileiras. Sei que os gibis não dão mais o lucro de antigamente e quem publica como a Mythos deve ser valorizado e reconhecido porém devido a realidade brasileira alguns são caros pra nós leitores. Não comprei por exemplo a serie platinum, pois tenho todos os anuais, outro caso é o do gigante em cores que ninguém duvida ser uma publicação primorosa porém com o preço totalmente fora da nossa realidade, mais caro que muito livro.
    De minha parte procuro conquistar novos leitores e peço que no mínimo o Tex mensal nunca acabe pois este é uma instituição. Tenho a opinião que o on demand e a absoluta elitização dos quadrinhos não solucionara o problema, afinal gibi sempre foi sinonimo de entretenimento popular.

  102. Dorival,
    compro Tex mensal desde o numero 01 nas bancas, aliás desde a revista Junior lá nos anos 50/60.
    Depois os Tex gigantes.
    Esses dois ai em cima tem a minha fidelidade, pois só leio edições inéditas.
    Quaisquer outras edições eu compro, ou não, dependendo do tamanho e do artista.
    Não compro republicações em “formatinho” e Gigantes Coloridos porque só gosto de preto e branco.
    Por ai você já pode imaginar que tipo de leitor eu sou.

  103. Só quero lembrar que sem leitores não tem editora que resista por mais bom que seja o seu editor, não adianta arrogância, achar que pode resolver tudo, porque quem faz Tex o ícone que é são seus leitores, e são leitores de longa data.
    Eu acho que precisa encontrar uma saída, várias sugestões
    foram colocadas aqui, acho que muitas podem ser aproveitadas, acho que assinatura é um caminho, porque pagar quase oitenta reais não dá, por mais que o Tex Gigante Cores seja bom, acabar com repetecos também é necessário.

  104. A Mythos errou muito nas suas publicações, muitos equivocos, erros crassos de estratégia, quando se erra demasiadamente, culmina com fracasso.
    Tex em cores deveria ter papel similar ao italiano, edições mais leves, e com aventuras fechadas, é um absurdo um leitor novo pagar 40 reais numa revista em continuação.
    Tex gigante em cores deveria ser semestral, Tex Coleção 400 especial deveria ter aventura fechada com o dobro de páginas, Zagor com mais de duzentas paginas não pode ser em histórias com continuação, deveria ser histórias completas, a melhor ideia seria uma terceira edição do Tex igual ao italiano para corrigir as lambanças do Tex Coleção com capas repetidas e genéricas, mas, parece que a editora nunca vai fazer isso, o Tex platinum com capas originais é pra corrigir os erros da capas genéricas, o Tex almanaque também foi mutilado deveria ser lançado somente com as edições anuais, enfim um erro atrás do outro, que cansou os fãs do Tex e da Bonelli, contudo,vamos acreditar que a fase ruim vai passar…

  105. Uma sugestão para o amigo Dorival, publique o Tex do Serpieri.
    Quanto ao gigante em cores, se necessário, publique-o semestralmente ou de 4 em 4 meses.
    Abraço e até Anadia.

  106. Acho que devem continuar nas bancas:
    - Tex
    - Tex Coleção
    - Tex Edição Histórica (trimestral)
    - Tex Anual
    - Zagor (bimestral)
    - Zagor Especial (quadrimestral ou semestral)
    - Julia (bimestral)

    Acabar com
    - Tex Ouro (que devia ter acabado lá pelo número 50)
    - Almanaque Tex
    - Tex Platinum (veio só pra encher linguiça e publicar republicações… portanto não presta pra nada)

  107. Não concordo com o editor de Tex se a revista pós editora Globo, não tivesse sido editada pela Mythos, com certeza outras editoras iriam publicá-las. A Mythos não é nenhum salvador da pátria, nenhum exemplo de sacrifício, quando saiu da Globo vendia cerca de 20 mil exemplares… interessante para qualquer editora, outrora, quando eu escrevia cartas no correio de Tex quase todas eram publicadas, se for somente enaltecendo a editora e os editores, quando você critica o trabalho já não tem cartas publicadas. A Mythos não aceita criticas, nem boas sugestões… sou o principal colecionador de Tex do Brasil de outrora, e atualmente, contudo, não aprecio o trabalho da editora, que poderia ser bem melhor, com boas estratégias… são excelentes pessoas, porém não aprecio o trabalho com Tex e outros personagens Bonelli.

  108. Na minha opinião deveriam descontinuar a edição Gigante em Cores pois é muito cara, creio que a maioria dos leitores não pagaria 80 reais pra ver apenas 1 história em cores e depois deixar guardado num canto…
    Enfim, sou fã do Tex e acho que o resto das publicações deveriam seguir normalmente.
    Vida longa ao Tex!

  109. Hoje, dia 20 de Abril de 2016, comprei em uma banca de jornal, lacrado, um exemplar do Tex Edição Gigante em Cores de número 10, “O Homem de Atlanta”.
    Paguei quase 80 reais.
    A minha reclamação não é quanto ao preço, mas o odor da tinta do livro.
    Para mim foi um grande sacrifício abrir esse livro e ler até o final, simplesmente porque o cheiro da Tinta é muito incômodo.
    Nas 238 páginas do livro, em nenhuma está escrito “impresso na China” ou os derivados da Tinta.
    Se os srs. não sabem ou desconhecem, a absorção de produto químico pode causar leucemia.

  110. O que não gosto nada são os REPETECOS da Mythos Editora nas histórias de TEX. A alegação dos repetecos por parte da Mythos Editora é para que os novos leitores tenham acesso às antigas histórias de TEX. E os leitores antigos, como é que fica a situação, comprar de novo uma coisa que já tem? De ficar gastando dinheiro comprando uma revista nova, mas com a mesma história já publicada anteriormente em uma outra revista que já tem na coleção, além de ocupar espaço desnecessário na estante com revistas diferentes de capa e título mas com histórias iguais e duplicatas? A revista TEX OURO surgiu com o propósito de republicar as melhores histórias de TEX. Isso começou a ser feito a partir das revistas TEX Normal 196, 197 e parte da edição 198, em que foi publicada a revista TEX OURO 1 com a História Cheyenne Club. Na edição TEX OURO 2, foi publicada a História “Uma suja trapaça“, que saiu anteriormente na TEX Normal 198 e uma parte da edição 199, e assim por diante. Já na edição TEX OURO 84, que está nas bancas atualmente, a História “A Guerra das Peles“, foi a republicação das revistas TEX Normal 417, 418 e 419. Acredito que a revista TEX OURO 85 a ser publicada em julho de 2016, será a republicação das revistas TEX Normal 421, 422 e 423.
    Quanto a TEX Edição Histórica, a edição 96 que saiu nas bancas em abril de 2016 (mês passado) tem o repeteco da história do El Muerto e preço de aproximadamente R$ 20,00, que já foi publicada anteriormente nas revistas TEX normal 112, TEX Coleção 242 e 243, e Almanaque TEX 7. Já na TEX Edição Histórica 97, a ser editada em agosto de 2016, a História a ser publicada será O Tesouro de Vitório, que já foi publicada anteriormente na revista Almanaque TEX 9. Não sei se vou comprar a revista TEX Edição Histórica 96, já que é um repeteco da história do El Muerto, e pagar quase R$ 20,00 (preço um pouco caro) por uma história que já tenho, não é nada bom, pois já possuo 2 revistas TEX com essa mesma história do El Muerto, a revista Almanaque TEX 7 e tenho também a revista TEX especial colorido Sergio Bonelli que foi publicada em agosto de 2013 (quase 3 anos atrás) com essa mesma história do El Muerto. A mesma coisa afirmo quanto a TEX Edição Histórica 97, com o repeteco da História o Tesouro de Vitório, já que tenho a revista Almanaque TEX 9, com essa mesma história.
    Não acho nada bom gastar dinheiro comprando uma revista nova com uma história repetida, que além do gasto financeiro, não é nada satisfatório ficar com revista duplicata com o repeteco da mesma história mesmo com capa e título diferentes. Eu Tenho toda a coleção TEX EDIÇÃO HISTÓRICA do número 1 ao 95. E tenho todas as revistas TEX OURO do número 1 até o número 83. E tenho também todas as revistas do ALMANAQUE TEX no número 1 ao número 47.
    A revista TEX EDIÇÃO HISTÓRICA surgiu em 1993 com o propósito de repetir todas as histórias de TEX Coleção com História Completa em uma única edição.
    Há algum tempo atrás a revista TEX Coleção começou a repetir as histórias publicadas na revista TEX OURO, e para citar exemplos disso veja logo abaixo:

    1) A revista TEX OURO 1, com a História “Cheyenne Club“, mas que essa história foi republicada em parte da revista TEX Coleção 342 (outubro de 2013), toda a revista TEX Coleção 343 e 344;
    2) A revista TEX OURO 2, com a História “Uma Suja Trapaça“, mas que essa história foi republicada em TEX Coleção 345;
    3) A revista TEX OURO 4, com a História “Chamas de Guerra“, mas que essa história foi republicada em parte da TEX Coleção 350 e com o mesmo título, toda a TEX Coleção 351
    4) A revista TEX OURO 12, com a História “O Crime de Kit Carson“, mas que essa mesma história foi republicada em TEX Coleção 370 com o título “O diabólico Proteus“ e apesar dos títulos diferentes o leitor atento pode perceber que se trata de uma mesma história (repeteco);
    5) A revista TEX OURO 14, que foi publicada a História A Arma do Massacre, e que essa mesma história saiu em TEX Coleção 374 e 375;
    6) A revista TEX OURO 25 que foi publicada a história O Terror das Profundezas, mas que saiu o repeteco dela nas revistas TEX Coleção 389, 390 e parte da 391;
    7) Um exemplo recente é a revista TEX OURO 20, que foi publicada com a história A Volta de Zhenda, e que essa mesma história foi republicada na revista TEX Coleção 399, 400, 401 e 402.

    A tendência é que em um futuro não muito distante a revista TEX EDIÇÃO HISTÓRICA irá começar o repeteco das histórias que saíram em TEX COLEÇÃO com Histórias que foram publicadas na revista TEX OURO, a exemplo das 7 histórias que mencionei acima, em que situação eu irei ficar, já que tenho TODAS as revistas TEX EDIÇÃO HISTÓRICA e TEX OURO?
    Se essa tendência vier a se confirmar, ao que tudo indica vai ser assim mesmo, já que a revista TEX EDIÇÃO HISTÓRICA repete todas as histórias que saíram em TEX COLEÇÃO, eu terei que futuramente deixar de comprar a revista TEX EDIÇÃO HISTÓRICA para não ficar gastando dinheiro com histórias repetidas (repetecos) ou seja, quando a revista TEX EDIÇÃO HISTÓRICA começar a repetir as histórias que foram publicadas na revista TEX OURO, e que por sua vez foram publicadas também em TEX COLEÇÃO, não irei mais colecionar TEX EDIÇÃO HISTÓRICA, concretizando assim a minha desistência.
    Eu pretendo comprar ao menos até a edição número 100 de TEX Edição Histórica com a História O Ídolo de Cristal (publicada em TEX Coleção 252) mesmo não me agradando comprar as revistas TEX EDIÇÃO HISTÓRICA 96 (Repeteco da História de El Muerto com 195 páginas e com preço um pouco caro de quase R$ 20,00) e TEX EDIÇÃO HISTÓRICA 97 (história O Tesouro de Vitório) por causa dos repetecos. Depois da compra da revista TEX EDIÇÃO HISTÓRICA número 100 em diante, irei considerar seriamente a possibilidade de desistir ou não de continuar a coleção TEX EDIÇÃO HISTÓRICA, mas ao que tudo indica, irei desistir sim, por causa dos repetecos já previstos, pois a TEX EDIÇÃO HISTÓRICA republica todas as histórias que saíram em TEX COLEÇÃO, e esta por sua vez começou a repetir as histórias que saíram em TEX OURO, e eu tenho todas as revistas TEX OURO.
    A revista TEX COLORIDA tenho as edições 1 ao 6, da Mythos Editora. E a revista TEX ESPECIAL DE FÉRIAS, que foi cancelada da edição 11, não tenho nenhuma, e em algumas dessas edições, a exemplo da edição 1 (história A Noite dos Assassinos), e da edição 11 (história O Xerife TEX), a Mythos Editora repetiu essas mesmas histórias nas revistas TEX Edição Histórica 84 e 91, respectivamente. E como as outras histórias publicadas em TEX ESPECIAL DE FÉRIAS poderão ter o mesmo destino do repeteco em um futuro não muito distante em TEX Edição Histórica ou talvez em TEX OURO, não tive interesse em colecionar a revista TEX ESPECIAL DE FÉRIAS. Já no que se refere a revista OS GRANDES CLÁSSICOS DE TEX, que foi cancelada na edição número 30, não tenho nenhuma, por se tratar de histórias que já tenho em outras revistas de TEX.
    Quanto a revista TEX ANUAL, tenho todas, do número 1 ao número 17. Eu imaginava que a Mythos Editora não iria publicar repetecos de TEX ANUAL, e que a TEX ANUAL iria escapar dos repetecos da Mythos Editora. Com o passar do tempo eu pude ver que eu estava enganado em imaginar isso, pois sei que a Mythos Editora lançou o repeteco da TEX ANUAL, que a nova revista de TEX Platinum, mas não comprei e não vou comprar por que é um repeteco de TEX ANUAL, que já tenho todas as 17 edições de TEX ANUAL. No que se refere a TEX Coleção, não tenho interesse em colecionar, já que é um repeteco das histórias de TEX, e nada mais do que isso. E já quanto a revista TEX Normal, tenho as revistas apenas da edição 500 em diante, e não tenho interesse em ter numeração inferior a 500, pois as histórias de TEX Normal da edição número 1 até ao número 420 já foram repetidas em TEX Edição Histórica e em TEX OURO. Só a história o “O Signo da Serpente“ que saiu na edição número 1 teve o repeteco dela em Almanaque TEX 6 e na revista TEX EM CORES 29, e na revista TEX EDIÇÃO HISTÓRICA 28. A revista TEX EM CORES, tenho todas as 30 edições, da edição número 1 ao número 30. A revista TEX Gigante em Cores tenho da edição número 1 até a edição 10, e não sei se poderei ter a edição 11 em diante, já que deixou de ir para a venda nas bancas, e comprar pela Internet através do site da Mythos para mim e para outros que não moram em São Paulo – SP ficará mais caro do que comprar na banca (R$ 80,00), tudo por causa do frete.

  111. Já cansei de falar, porque vocês não fazem uma assinatura mensal de Tex.

  112. Sou colecionador não radical de TEX. Quando digo não radical, quero afirmar que coleciono vários títulos, porém não repetidos. Apesar disso é impossível não ter repetidos pois coleciono TEX NORMAL E TEX COLEÇÃO. Também coleciono TEX ANUAL, ALMANAQUE TEX, TEX GIGANTE E TEX EM CORES NORMAL além dos especiais inéditos tudo em preto e branco. Eu entendo que a Mithos tem que vender revistas para se manter. O que não entendo é porque tem que ser com repetecos e o pior, alguns repetecos caríssimos, por isso concordo com o colega leitor Medeiros que falou sobre isso em um comentário anterior.
    É sabido por todos, que estamos no século 21 e se você olhar o site da Mythos você não vê tanta sofisticação. Penso eu que a Mythos não se preocupa muito com atividades on line. Em minha opinião de leitor, acredito que já estaria na hora da Mythos dar uma guinada e fazer como a Marvel publicando as edições on line.
    Em minha sugestão, a Mythos poderia criar um site onde disponibilizaria para os leitores todas as coleções publicadas até hoje e claro que cobraria um preço por isso, talvez mensal, ou trimestral para acesso total ou por coleção.
    Feito isso a Mythos poderia cancelar as edições com repetecos (com exceção de Tex Coleção) em papel e passar a economizar, afinal o gasto com material online será grande somente até ter todas as edições online e diminuirá depois de estarem todas disponíveis.
    Coloquei em parêntesis “Tex Coleção” porque a Mythos manteria a Tex Normal e a Tex Coleção até as duas se encontrarem em todas as histórias publicadas e assim poderia cancelar Tex Normal e seguir apenas com Tex Coleção em papel. Não digo isso puxando para a minha sardinha pois coleciono as duas. Assim como a Tex Normal já estaria online, ninguém sairia perdendo e a Mythos já economizaria novamente.
    Assim se formaria um acervo online de todas as publicações para assinantes digitais somados aos com publicações em papel com aventuras inéditas.
    Sei que nem todos os leitores seriam agraciados por ter pessoas que não gostam do formato digital, mas infelizmente algo teria que ser sacrificado e com certeza a Mythos teria mais margem de economia.
    Para finalizar gostaria de dar uma sugestão, porém sei que é possível que haja muitos problemas burocráticos que inviabilize, mas a Mythos poderia tentar.
    Seria muito interessante a editora entrar em contato com a Bonnelli Comics e tentar a possibilidade de criar uma série de Tex exclusivamente brasileira, desenhada por artistas brasileiros com aventuras inéditas. Não sei se a Bonelli é exclusivista quanto a seus desenhistas e roteiristas, mas isso é apenas uma sugestão. Já pensou em um Tex desenhado e com aventuras criadas no Brasil? Seria massa e aplacaria a sede dos leitores que pedem títulos inéditos. Mas como eu disse antes, a Mythos precisa verificar essa sugestão.
    Fiquem com Deus.

  113. Olha a minha opinião é que a Mythos faça como a Vecchi (editora) fazia. Tex mensal, edição de férias (junho) e de fim de ano. E que todas sejam em preto e branco. Para leitores novos façam uma terceira edição do nº 1 (O signo da serpente) até o numero 112 (El Muerto) e do número 113 (A volta de Yama) para a frente façam uma segunda edição.
    Obrigado.

  114. Pela primeira vez na vida tenho uma coleção da qual sinto orgulho. Tex gigante em cores. Vendam só pelo site . Mas não acabem com ela por favor!

  115. Dorival nem penses em acabar com Tex a cores e gigante a cores… nem mudar tamanho, papel e capa… são edições top para os colecionadores antigos e fieis, se for preciso faz pré-venda e só compra quem pode, assim valorizas o produto… dos outros lançamentos só os que tem histórias novas é que toda a gente compra… e dos repetidos baixa o nº de impressão… os lançamentos a p/b vão acabar mais cedo do que se pensa… e devias vender nas lojas principais de quadradinhos, acabar de vez com bancas ou jornaleiros como dizem ai no Brasil, nas lojas especializadas vende-se menos mas mais caro e até podias lançar os normais p/b em tamanha italiano mais caro e com vendas menores mas com público mais culto e fiel, que são os que vão a essas lojas, dava mais rendimento.
    O futuro passa por isto.
    Abraço texiniano a todos!

  116. Prezados, que tal fazer uma experiência com assinaturas da revista Tex, seja qual série for!? Assinatura no Tex mensal, Coleção, ouro, Edição histórica entre outros! Acho que já passou da hora de ter essa disponibilidade! Desse já obrigado! Atenciosamente, Rafael Kleber.

  117. Olá Dorival e Amigos/as leitores/as

    É chegada a minha vez de opinar, até porque coleciono Tex há mais de 30 anos, mas sou colecionador seletivo e que não compra a totalidade das publicações, com a agravante de estar em Portugal…

    Há já alguns anos que esta questão se levanta e eu recordo-me de ter escrito que se estava a “explorar demasiado” o filão Tex e isso pode ser a morte do mesmo! Infelizmente o tempo veio a dar-me razão e não se trata apenas de questões de contexto, como a desvalorização do Real!

    Os tempos mudaram, os interesses das pessoas idem e a oferta de alternativas disparou, nomeadamente com a Internet!

    Diz-se que por vezes, é preciso cortar uma mão para salvar um braço e talvez seja isso que há a fazer: reduzir o número de publicações!

    Porém, muito mais pode e deve ser feito: tentar rever as margens, inclusive com Itália, mais divulgação, usando a comunicação social e a Internet, feiras, escolas, não deixar cair a qualidade das publicações, maior atenção à qualidade da impressão, ponderar a hipótese de assinaturas, “ressuscitar” o fórum texbr (eu sei que está vivo, mas muito desatualizado)… são apenas alguns exemplos!

    Da minha parte desejo longa vida ao universo texiano e afins, nomeadamente a Zagor, mas sei perfeitamente que se algo não for feito Tex pode ter mesmo os dias contados, o que seria uma pena!

  118. Não é de hoje que esses quadrinhos do Tex e Zagor estão com os preços lá nas alturas. Lembro que uma vez pensei em comprar eles, acho que em 2007~2009, não me recordo bem, mas depois de avaliar o custo-benefício do tanto de páginas que tinham nessas revistas, e ainda ser formatinho, me fez continuar comprando Marvel e mangás (embora formatinhos, tinha mais páginas). Sempre foram caros esses quadrinhos europeus aqui no Brasil, a crise só deixou mais caro o que já era caro.

  119. O grande problema da Bonelli é que ela é presa apenas ao gibi, ainda por cima em P&B e formatinho. Ela não explora outras mídias como fazem os americanos com o cinema, TV, que são fontes de popularidades e de renovação de público. Nos anos 80, meus colegas me viam lendo Tex ou Zagor e quando iam ver o gibi para conhecer os personagens, desistiam só por serem P&B. Atualmente, aconteceu a mesma coisa, ou seja, um colega foi ver um Zagor que eu estava lendo e não gostou só por ser em P&B. Isso comprova que as cores atraem pessoas, como os insetos são atraídos pela luz. Mas acho fundamental o investimento em outras mídias, como cinema e TV, é uma lástima os heróis Bonelli não serem lançados nesses meios de massas. Assim, só pode ter vendas baixas e ficar preso eternamente ao formatinho com papel ruim, prejudicando a arte do artista e a visão de quem lê.

  120. Eu coleciono a revista Tex desde 1983, infelizmente o brasileiro como um todo não gosta de ler e agora com o advento da internet ficou mais difícil ainda. Que tal lançarem a terceira edição de Tex? Sinceramente sou saudosista em relação à Editora Vechhi. Peço que mantenham pelo menos o Tex mensal. Abraços.

  121. Em um momento de crise na qual o país atravessa sem falar da concorrência que os quadrinhos enfrentam com outros tipos de mídia a editora poderia rever sua politica de publicar tantas histórias que já foram publicadas em outras edições pois isso é muito inconveniente para quem tem varias coleções de Tex. Tentem estudar a possibilidade de vender as revistas diretamente no site da editora nos formatos pdf ou cbr, acredito que o preço seria mais acessível e os custos para editora seriam menores, sem falar que não haveria mais o problema de números atrasados esgotados.

  122. Aquela foto no quadro da parede. Vocês têm pra vender?

  123. É preocupante a noticia, mas gostaria que continuassem com a publicação mensal. Fiquei muito feliz com a volta do TEX EDIÇÃO EM CORES. Havia comprado as 30 edições anteriores, continuarei comprando todas as revistas (edições) assim como faço desde a metade dos anos 70 até os dias de hoje.
    Muita força e coragem Sr. DORIVAL.

  124. Nos últimos anos a Mythos tem feito um trabalho sensacional, de heroísmo, publicando as revistas de HQs da Bonelli. Pagar royalties em euros e bancar impressões fora do país, por ter preços melhores, é uma boa estratégia. Mas, quando o câmbio internacional sobe o prejuízo é imenso – já passei por isso com minha editora Phenix, na década de 90. Ciente dos problemas que nosso o país e nossos editores enfrentam, sei que o mercado não está fácil. Mas, espero que a referida editora mantenha o velho Ranger nas bancas e outros bons títulos da Bonelli. Com certeza, este período crítico da economia brasileira vai passar e tenho certeza que, nós, os admiradores de boas HQs vamos continuar prestigiando essas revistas. Dorival, parabéns, por sua coragem de vir a público falar a realidade.

  125. Não sei quanto à linha Bonelli, mas no que refere a livros de HQs, a Mythos atua de forma canalha e imoral, cobrando preços absurdos (3 VEZES mais caro que um livro similar) e entregando revistas com qualidade sofrível.

    Recentemente tive que devolver uma edição de Vampirella (90 REAIS!!!!) que veio mal colada, com arquivos digitais impressos em baixa resolução (parece cópia pirata do original) e uma chamada mentirosa sobre uma “suntuosa” galeria de capas, que estão todas em PRETO E BRANCO (na capa elas estão coloridas, o que induz o consumidor ao erro).

    Canalhice e falta de vergonha na cara.

  126. Gostaria de saber se é possível fazerem só edições digitalizadas e colocarem à disposição para venda por preços razoáveis aos leitores fiéis como eu e os demais que já se manifestaram aqui.

  127. Sr. Dorival Lopes.

    Tudo é simples.

    Basta querer. Ou estou entendendo tudo errado. Talvez seja isso. Estou entendendo errado mesmo.
    Porque não colocar pelo menos edições pagas em sites por assinatura. É irreversível isso tudo. Se o papel é caro como falou, então porque não usar esse meio de acesso fácil e ao alcance de muitos?

    Edições importantes como Veja, Times, jornais como o Estadão. Folha, ZH, jornais de Minas Gerais, SC, PR dentre muitos não usam esse caminho?? Tá bem, então que critiquem como quiserem… vivo em um mundo errado. É isso?????????????

  128. Myrthos fala sério:
    Das 2 promoções de venda de revistas com desconto de 50%, gastei em cada uma mais de 170 reais, incluso mais de 20 reais em taxas de correio.
    Como pode isso!!! Se eu compro também na Saraiva e outros sites de compra e compras acima de 100 reais, não são cobradas taxas de entrega?
    E outra falta de respeito é darem 24 horas para o cara comprar com 50% de desconto e depois o desconto é de 10%.
    Seria moralmente correto se os senhores mantivessem esses 50% até o fim do estoque, já que o cliente está pagando a taxa de entrega.

  129. O Leitor de TEX deveria saber o seguinte: O Tex Italiano tem 116 páginas como o Brasileiro, só que na Itália a Revista tem 20cm de altura por 15 e no Brasil 17×13.

  130. Tenho 55 anos e desde os 13/15 leio TEX. Com todo respeito! Essa situação eu previ tão logo a Mythos entrou em operação. Pouco depois de 1996 eu sugeri que cobrassem alguns reais a mais pelas edições de TEX para custear uma propaganda em algum programa de audiência na tv aberta nacional (sugeri até patrocinar no “Programa do Ratinho” que na época estava bombando). Entendia que TEX deveria ser apresentado à nova geração para renovar seus leitores porque sabia que a concorrência estava ferrenha. Não sei se agora é a época, já que os custos estão absurdamente caros. Não sei se perdemos o bonde… primeiro passo para perdermos TEX. Infelizmente.

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