NAS PEGADAS DO MISTERIOSO “MISTER P”; O HOMEM DAS MIL CARAS; O DIABÓLICO PROTEUS. {3}

“O DIABÓLICO PROTEUS”

Por Zenaldo Nunes – Caruaru – Pernambuco – Brasil
Janeiro de 2022

Proteus (Perry Drayton): Nome original: Proteu – Criação: Licenciador: Sergio Bonelli Editore.

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Proteus é um adversário clássico do ranger. Mestre dos disfarces, tem esse nome em homenagem ao antigo deus marinho que pode se transformar no que quiser. Sua primeira aparição foi em 1966, em história assinada por Gianluigi Bonelli {22 de Dezembro de 1908, Milão – 12 de Janeiro de 2001, Alexandria / 92 anos} e com desenhos do mestre Guglielmo Letteri {11 de Janeiro de 1926, Roma – 2 de Fevereiro de 2006, Roma / 80 anos}.

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3ª aparição: (TXI 186; TX 224, 225; TXO 12; TXC 369 – G.L.Bonelli / G. Letteri)

O DIABÓLICO PROTEUS

Tex n° 224 – O Diabólico Proteus – Número de páginas: 116 – Formato: (13,5 cm x 17,5 cm) – Preto e branco / Lombada quadrada.

Introdução do 3º arco histórico

Proteus – O Mutante da Marvel

Nome: Kevin Mactaggert – Nome original: Proteus – Licenciador: Marvel Comics – País de origem: Estados Unidos da América – Criação: Chris Claremont, John Byrne (1979).

Kevin Mctaggert (Proteus) era filho de Moira e Joseph McTaggert e foi, sem dúvida, o mutante mais poderoso da Terra, tendo a habilidade de alterar completamente a realidade a seu redor. Acreditando que os poderes de Kevin pudessem consumir o corpo de seu filho, Moira o manteve aprisionado em uma cela capaz de nulificar esses poderes até que pudesse encontrar uma cura para ele. (…) Devido a sua habilidade de “mudar de forma” Kevin adotou o nome de um deus grego conhecido pela mesma habilidade: Proteus. (…) Proteus tinha um ponto fraco: vulnerabilidade a metais. (…) a história de Proteus foi contata pela inesquecível dupla Chris Claremont e John Byrne, em 1979. O personagem voltou a aparecer durante Dinastia M, na série dos Exilados e na Ultiverso. Fonte:

PROTEUS – O FILME

Sinopse: Traficantes perdidos em alto mar encontram uma plataforma habitada por um monstro criado geneticamente (1995). Fonte:

TEX 223

– O “crime” de Kit Carson (título da história) – pg. 85.
Nota: A história inicia na edição com o título O Bisonte Branco.
– Gallup (cenário inicial) – pg. 85.

GALLUP, EUA, “Atualmente”

Gallup – É a sede e maior cidade no Condado de McKinley, estado do Novo México, EUA. Foi fundada em 1881 para ser um dos pontos de parada da BNSF Railway, que liga Albuquerque, no Novo México, a Needles, na Califórnia. É por vezes chamada de “Capital Indígena do Mundo“, já que está localizada no coração de terras de nativos americanos, onde 1/3 da população residente descende de tribos Navajo, Zuni, e Hopi, entre outras. A famosa U.S. Route 66, que liga o leste americano ao oeste, passa pela cidade e também é mencionada na letra da música “Route 66”. Seu nome foi um tributo a David Gallup, um tesoureiro da Atlantic and Pacific Railroad. Fonte:

ROTA 66, EUA

Route 66 – É uma estrada com quase 100 anos de idade, que atravessa 8 estados americanos. Ficou conhecida por aparecer em diversos filmes, o que a tornou o ponto preferido de motociclistas do mundo todo. (…) Foi inaugurada em 1926, e fazia parte de um plano do governo para ter mais rodovias no país. Ela foi uma, das 96 que o plano original previa: as rotas de norte a sul seriam numeradas ímpares, enquanto as de leste a oeste seriam pares. Dessa forma, a população teria mais opções para trafegar de um lado a outro do país, sempre seguindo as leis dos Estados Unidos. (…) Saindo de Chicago, no estado de Illinois, a Rota 66 chegava até Santa Monica, na Califórnia. Nesse caminho, passava por mais de 200 cidades, 8 estados e 3 fuso horários diferentes. No total, a rodovia alcançava quase 4 mil quilômetros, ligando dois pontos importantes dos Estados Unidos. Foi desativada em 1985, tendo boa parte de seu trecho absorvido por outras vias expressas. (…) Do começo ao fim, a Rota 66 passa por Illinois, Missouri, Kansas, Oklahoma, Texas, New Mexico, Arizona e Califórnia. (…) Muitas pessoas acham que, assim como Vegas, o Grand Canyon esteja na beira da Rota 66, mas ele não está tão próximo assim, precisando dar uma escapada para conhecê-lo; entretanto o desvio é curto e vale muito a pena.

– Novamente; “Proteus” (saloon de Gallup) – pg. 85.

O 1º DISFARCE

– O 1º disfarce de “Proteus” (cliente do saloon) – pg. 85. {ver matéria 5}
Nota: Acontece dentro da história supracitada; pois torna-se o 10º disfarce em relação às histórias anteriores (O Misterioso “Mister P” e O Homem das Mil Caras); por ordem de publicação no Brasil.

O 2º DISFARCE

– O 2º disfarce de “Proteus” (Agente da Pinkerton) – pg. 88. {ver matéria 5}
Nota: Acontece dentro da história supracitada; pois torna-se o 11º disfarce em relação às histórias anteriores (O Misterioso “Mister P” e O Homem das Mil Caras); por ordem de publicação no Brasil.

– Uma armadilha para Kit Carson (hotel) – pg. 90.
– O fim do primeiro ato (Proteus) – pg. 93

O 3º DISFARCE

– O 3º disfarce de “Proteus” (Kit Carson) – pg. 94. {ver matéria 5}
Nota: Acontece dentro da história supracitada; pois torna-se o 12º disfarce em relação às histórias anteriores (O Misterioso “Mister P” e O Homem das Mil Caras); por ordem de publicação no Brasil.

– O “assalto” de Kit Carson (Banco de Gallup) – pgs. 96 a 98.
– Morte no Banco (Gerente Austin esfaqueado) – pg. 98.
– Bandidos em fuga (Proteus e quadrilha) – pgs. 100 a 102.
– O Xerife de Gallup (subtítulo) – pg. 111.

TEX 224

Frontispício – Edição nº 47 (Setembro de 1964)

– O falso telegrama (Proteus) – pg. 7.
– Punhos pesados (Tex) – pgs. 10 a 16.
– A mensagem falsa (isca) – pg. 18.
– O suposto irmão gêmeo (Proteus) – pg. 21.
– Suposta morte de “Proteus” (lembranças) – pg. 21.
– A 1ª mensagem de “Proteus” (Tex) – pg. 23.

A 1ª MENSAGEM

Nota: Acontece dentro da história supracitada; pois torna-se a 6ª mensagem em relação às histórias anteriores (O Misterioso “Mister P” e O Homem das Mil Caras); por ordem de publicação no Brasil. Fotografia e edição fotográfica: Bento Gomes. Caruaru – Pernambuco – Brasil.

– A farsa descoberta (disfarces) – pg. 24.
– Surge o Xerife (cela da prisão) – pg. 25.
– O significado do símbolo (π) – pg. 28.
– O Juiz Winnaker (Julgamento de Carson) – pg. 31.
– Fort Defiance (Tex) – pg. 31.

FORT DEFIANCE, ARIZONA, EUA, 1941

Fort Defiance (Forte Desafio) – É uma região localizada no estado americano de Arizona, no Condado de Apache. Foi construído pelo General “Louco” Anthony Wayne na segunda semana de agosto de 1794 na confluência dos rios Auglaize e Maumee. Era uma linha de defesa construída pelas forças americanas na campanha que levou à Batalha de Madeiras Caídas da Guerra dos Índios do Noroeste em 20 de agosto de 1794. O trabalho começou em 9 de agosto de 1794 e foi concluído em 17 de agosto. O nome foi derivado de uma declaração de Charles Scott, que liderava um bando de milicianos do Kentucky em apoio a Wayne, de que: “Desafio os ingleses, indianos e todos os demônios do inferno para tomá-lo“. O posto foi considerado uma das fortificações mais fortes construídas naquele período. Após a Batalha de madeiras caídas, Wayne ordenou a destruição de todas as aldeias nativas americanas e suas plantações em um raio de 80 km do forte. Nos termos do Tratado de Greenville, assinado em 3 de agosto de 1795, as nações nativas cederam seis milhas quadradas ao redor do forte e permitiram que os americanos mantivessem um posto comercial ali, mesmo estando dentro da área de terra definida pelo “Greenville Linha do Tratado”, além da qual os americanos concordaram em não se acomodar. O forte foi abandonado em 1796. Fort Winchester foi construído em um local próximo em 1812 pelo general William Henry Harrison. A cidade de Defiance, Ohio, foi fundada no local do forte em 1822. Fonte:

CARTAZ PROMOCIONAL DE CINEMA

Fort Defiance (Forte da Vingança / Ataque ao Forte Defiance) – É um filme de faroeste Estadunidense de 1951 – United Artists. Fonte:

– Frente a frente com o Juiz Winnaker (Proteus) – pgs. 40 a 42.
– A condenação de Kit Carson (enforcamento) – pg. 43.

O 4º DISFARCE

– O 4º disfarce de “Proteus” (Juiz Winnaker) – pg. 47. {ver matéria 5}
Nota: Acontece dentro da história supracitada; pois torna-se o 13º disfarce em relação às histórias anteriores (O Misterioso “Mister P” e O Homem das Mil Caras); por ordem de publicação no Brasil.

– “Proteus” das cem caras (o próprio) – pg. 47.
– “Proteus”, o inatacável (o próprio) – pg. 47.
– Fuga do cárcere (subtítulo) – pg. 48.
– Incêndio no barracão (Tex / Kit Willer) – pg. 49.
– Fuga do cárcere (Kit Carson) – pg. 56.
– Alarme de fuga (ajudante do Xerife) – pg. 57.
– Peseguição (voluntários do Xerife) – pgs. 59 a 66.
– “Proteus” à espreita (quarto de hotel) – pg. 59.
– O plano de Tex (disfarce de Mexicano) – pg. 63.
– Citação à “comedor de tortillas” (Kit Carson) – pg. 63.

TORTILLA MEXICANA

Tortilha – é um pão achatado, não levedado (sem fermento biológico), típico do norte do México. A tortilla ou “tortilha mexicana” é um gênero de pão folha, feita de farinha de milho ou de trigo. Pode ser servida como entrada, normalmente com salsa ou como base para outros pratos, como burritos, tacos, fajitas e tostadas. (…) No México, as tortillas fritas tradicionais são chamadas de totopos. Consideradas por muitos “o pão mexicano”, sendo preparadas mais ou menos grossas, sempre na forma de panquecas e com diâmetro entre 15 e 20 centímetros. Podem ser assadas sobre o comal (disco de ferro ou barro) e também podem ser fritas. Fonte:

– “Cantar a pedra” (Tex) – pg. 65.
Nota: A expressão idiomática tem um sentido cultural que pode ser considerada figurativa, gíria ou de contexto popular. Advinhar algo que ocorrerá futuramente. Divagações sobre acontecimentos futuros. Fonte:

– Citação à “gravata de cânhamo” (Kit Carson) – pg. 70.
Nota: Cânhamo, cânave (Cannabis ruderalis) ou cânhamo industrial são variedades da planta Cannabis ruderalis e a fibra que se obtém destas, que tem, entre outros, usos têxteis. Além de tecidos, o cânhamo é utilizado na fabricação de papel, cordas, alimentos (forragem animal) e para a fabricação de óleos, resinas, cerveja e combustíveis. Fonte:

HOMENAGEM AO “BOLSILIVRO” DE FAROESTE
(COLEÇÃO BISONTE nº 163)

Sinopse: Um homem condenado à morte envolve-se na ânsia da vingança enquanto espera a execução da sentença de morte. O seu principal alvo seria o patrão que nada tinha feito para o defender. Aproveitando a distração do guarda, consegue evadir-se, semeando a morte entre guardas e outros bandidos. O seu desejo de vingança parecia não ter satisfação possível e para o concretizar utilizou os encantos de uma bailarina mexicana perante a qual os homens caiam excitados. E a verdade é que também o ex-patrão se deixou enfeitiçar pela jovem. Nesta novela, o herói é o bandido por quem, às vezes há um pouco de simpatia. No final, todos morrem. Apesar de tudo, Lou Twerlin não morreu na ponta de uma gravata de cânhamo. Ele morreu da forma mais apreciada por um pistoleiro: de armas na mão. Fonte:

Nota: Coleção Bisonte: a irmã mais velha da Búfalo, Arizona e Pólvora surgiu em 1952 e quase atingiu os 400 títulos. Talvez por ter sido a primeiro, aguentou mais tempo sem manifestar os sintomas de degradação detectáveis nas outras. Os autores começaram por ser os da Bruguera, depois os da Torey e ainda se lhe juntaram alguns portugueses. Fonte:

– O disfarce de Tex (Mexicano) – pg. 72.
– Citação ao Zuni River (rio Zuni) – pg. 72.

ZUNI RIVER, EUA, “Atualmente”

Rio Zuni (Zuñi) é um afluente do rio Little Colorado, no sudoeste dos Estados Unidos. Tem sua origem no condado de Cibola, Novo México, nas montanhas Zuñi na divisão continental. O rio flui das encostas ocidentais das Montanhas Zuñi em uma direção geralmente sudoeste através da Reserva Indígena Zuni para se juntar ao Rio Little Colorado no leste do Arizona. O rio Zuni tem aproximadamente 90 milhas (140 km) de comprimento e uma bacia de drenagem no Novo México de aproximadamente 1.300 milhas quadradas (3.400 km 2). O Rio Zuñi começa a cerca de 4,5 milhas a leste-nordeste de Black Rock na confluência do Rio Pescado e do Rio Nutria. Foi represado em Black Rock em 1908, formando o reservatório de Black Rock. O rio tem uma pequena barragem no Zuni Pueblo. O rio é intermitente, secando durante os períodos de seca e, freqüentemente, durante a maior parte do inverno, exceto onde há nascentes perenes que fornecem fluxo superficial por uma curta distância. O rio Zuni é sagrado para o povo Zuni. A cada quatro anos, uma peregrinação religiosa é feita na “Trilha dos Pés Descalços” para Kołuwala: wa, também chamada de “Paraíso Zuni”, na confluência do Rio Zuni e do Pequeno Colorado. Fonte:

– O balseiro do Zuni River (velho Clemmy) – pg. 72.
– Quemado – pg. 74.

QUEMADO, TEXAS, EUA, “Atualmente”

Quemado – É uma Região censo-designada localizada no estado norte-americano de Texas, no Condado de Maverick. (…) De acordo com o United States Census Bureau tem uma área de 0,3 km². Fonte:

– A descricão dos cúmplices (velho Clemmy) – pg. 75.
– O disfarce de Tex (Mexicano Manuel Santiago) – pgs. 72 a 93.
– Os cúmplices de “Proteus” (hotel) – pg. 79.
– Escuta valiosa (hotel) – pgs. 80, 81.

O 5º DISFARCE

– O 5º disfarce de “Proteus” (porteiro do hotel) – pg. 88. {ver matéria 5}
Nota: Acontece dentro da história supracitada; pois torna-se o 14º disfarce em relação às histórias anteriores (O Misterioso “Mister P” e O Homem das Mil Caras); por ordem de publicação no Brasil.

– O nome de “Proteus” (Perry Drayton) – pg. 90.
– A 2ª mensagem de “Proteus” (em mãos) – pg. 91.

A 2ª MENSAGEM

Nota: Acontece dentro da história supracitada; pois torna-se a 7ª mensagem em relação às histórias anteriores (O Misterioso “Mister P” e O Homem das Mil Caras); por ordem de publicação no Brasil. Fotografia e edição fotográfica: Bento Gomes. Caruaru – Pernambuco – Brasil.

– Citação à Las Cruces (Proteus) – pg. 93.

LAS CRUCES, NOVO MÉXICO, EUA, 1907

LAS CRUCES, NOVO MÉXICO, EUA, “Atualmente”

É uma cidade no Condado de Doña Ana, no estado do Novo México, EUA. A cidade divide em duas partes o fértil Vale do Mesilla, a planície inundável do Rio Grande, que se estende de Hatch, no Novo México, até o lado oeste de El Paso, no Texas. As montanhas Organ se encontram no leste da cidade. (…) foi anteriormente habitada pelos povos de Manso, com o Mescalero Apache que vivem nas proximidades. Pat Garrett é mais conhecido por seu envolvimento no Lincoln County War, mas ele também trabalhou em Las Cruces em um caso famoso, o desaparecimento de Albert Jennings Fountain em 1896. A origem exata do nome da cidade é desconhecido. Conta-se que foi nomeado após três cruzes em uma marcação os túmulos dos bandidos, repetindo um velho conto do vale do “Los Hermanos”. Em espanhol “Las Cruces” significa “as cruzes.” (Alguns alegaram um significado alternativo de “encruzilhada”, mas este é gramaticalmente implausível, como “cruce”, a forma singular de encruzilhada, é masculino e a frase seria “Los Cruces”.) Fonte:

– Tex abandona o disfarce (Mexicano) – pg. 93.

O 6º DISFARCE

– O 6º disfarce de “Proteus” (homem de chapéu coco) – pg. 94. {ver matéria 5}
Nota: Acontece dentro da história supracitada; pois torna-se o 15º disfarce em relação às histórias anteriores (O Misterioso “Mister P” e O Homem das Mil Caras); por ordem de publicação no Brasil.

– O circo – pg. 96

Circo – tem origem etimológica do latim circus, que significa “círculo” ou “anel”. O termo remete às arenas romanas, lugares onde se praticavam esportes e lutas. (…) O primeiro grande circo que se tem conhecimento foi o Circus Maximus, construído por volta do século IV a.C. durante a Roma Antiga. (…) Há indícios de que as artes circenses já eram praticadas há 4 mil anos em inúmeras civilizações da antiguidade, desde a China, Grécia, Egito e Índia. É uma manifestação artística e popular que consiste em um grupo de artistas, com habilidades distintas, que geralmente apresentam-se em shows itinerantes, ou seja, percorrendo várias cidades. Essas companhias circenses integravam malabaristas, contorcionistas, mágicos, palhaços e outros engenhosos personagens com a finalidade de divertir o público. (…) A história do circo no Brasil se iniciou no século XIX; pois foi nesse período que muitas famílias europeias aportaram no país e reuniram-se em guetos, nos quais compartilhavam a vida coletiva e manifestavam suas habilidades circenses. (…) Em 27 de março é comemorado o Dia do Circo no Brasil. A data foi escolhida pois é o dia do aniversário do palhaço Piolin, nascido no ano de 1897. O dia 10 de dezembro também é uma data festiva, pois é o Dia do Palhaço e em 31 de janeiro é a vez de homenagear o ilusionismo, com o Dia do Mágico. Fonte:

CIRCO ITINERANTE DE BUFFALO BILL

O CIRCO DE HORRORES – FREAK SHOW

A NOITE DAS FERAS

– A armadilha para Tex (enjaulado) – pg. 98.

POSTER – TEX NUOVA RISTAMPA 219

Dramática ilustração de Claudio Villa que retrata o preciso instante em que Tex Willer aprisionado numa jaula de circo, depois de ter sido impelido para o seu interior pelo diabólico Proteus, luta desesperadamente contra dois leões e uma tigresa prontos para estraçalhá-lo. Desenho INÉDITO no Brasil e inspirado na história “Il Delitto di Kit Carson”, de Claudio Nizzi e G. Letteri (Tex italiano 316 e 317). Referente: (pg. 109 / O Diabólico Proteus). Texto de José Carlos Francisco. Fonte:

– A risada de “Proteus” (circo) – pg. 99.

UMA RISADA DIABÓLICA

Fotografia e edição fotográfica: Bento Gomes. Caruaru – Pernambuco – Brasil.

– Cara a cara com “Proteus” (picadeiro do circo) – pg. 100.
– A “jaula dos leões” (arapuca para Tex) – pg. 104.

O DOMADOR DE FERAS

Nota: É citado como sendo, dois leões e uma tigresa; mas são: “um leão, uma leoa e uma tigresa” (erro de interpretação de gênero); entretanto, não vem a comprometer a história (cunho próprio).

Leão (Panthera Leo) – é um mamífero da ordem dos carnívoros e da família Felidae, sendo o segundo maior felino do mundo. Têm como característica a juba dos machos, que pode servir de proteção em brigas ou para intimidar o adversário, parecendo maior. (…) vivem em grupos constituídos por um macho alfa, várias fêmeas e jovens. São animais com atividades crepusculares e noturnas, vivendo em grupos de até 40 indivíduos, no qual os machos cuidam da proteção e as fêmeas da caça e com os filhotes. (…) os machos alfas copulam com as fêmeas do bando, numa média de 2 vezes por hora no período de estro. As fêmeas podem entrar no cio em qualquer época do ano, com picos na estação chuvosa. Normalmente se reproduzem a cada 2 anos. Elas atingem a maturidade sexual aos 4 anos de idade e os machos aos 5. Têm de 1 a 5 filhotes e uma gestação que dura 3,5 meses. (…) vivem de 10 a 14 anos na natureza, mas podem chegar aos 20 anos em cativeiro. A caça indiscriminada é um grande problema para a conservação da espécie. Fonte:

Leoa (Panthera, Fêmea do leão) – cuida dos seus filhotes até a idade de 2 ou 3 anos, então entra no cio novamente e o grupo expulsa os jovens machos. Atualmente, a sobrevivência é um enorme desafio por causa da destruição de habitats, da caça e das alterações climáticas. (…) é comum que ela se reproduza de 20 a 40 vezes em média, por incrível que pareça. Isso é importante porque o infanticídio é comum no bando, caso o macho dominante seja substituído. (…) na hora do parto, procuram uma toca longe do bando para esconder seus filhotes. (…) a gestação média dura de 105 a 110 dias. As condições adversas fazem com que de 40 a 80% dos filhotes morram antes de completar 1 ano de vida. Quando encontram um bando, devem primeiramente lutar contra os machos existentes. Se tiverem sucesso, a coalizão de invasores matará os filhotes. As leoas, no entanto, lutarão até a morte para proteger os seus filhotes. Fonte:

Tigre (Panthera Tigris) – “vide Tigresa” – é o maior felino encontrado no planeta. Estão classificados como mamíferos e carnívoros assim como os outros representantes do gênero Panthera (leão, onça-pintada, leopardo, jaguar-europeu). Das 8 subespécies descritas pelos cientistas, apenas 5 ainda sobrevivem: Tigre Siberiano, Tigre de Bengala, Tigre de Sumatra, Tigre do sul da Índia e o Tigre Indochinês. Estão localizados pela Ásia, da Sibéria às ilhas de Bornéu e Sumatra, na Indonésia. (…) a maioria caça a noite, tem enorme mandíbula, dentes grandes e afiados, fortes garras, excelente olfato, audição aguda e ótima capacidade de enxergar na escuridão. (…) a emboscada é crucial para conseguir alimento, pois não são animais que conseguem correr grandes distâncias. Com suas grandes patas acolchoadas, pode rastejar em completo silêncio, até ficar a poucos metros da presa. (…) existem ainda no mundo em torno de 7.000 espécimes em reservas naturais e em liberdade nas selvas. Em cativeiro sobrevive por volta de 20 anos e no meio ambiente dificilmente passa dos 15 anos, pela dificuldade de conseguir alimento e afugentar caçadores. (…) a duração dos períodos de gestação varia segundo as espécies, mas geralmente dura de 100 a 108 dias, geralmente de 2 a 5 filhotes por ano. (…) antes de completar a maturidade sexual e autonomia, a fêmea alimenta o filhote com leite, traz alimento e ensina a caçar para sobreviver. Fonte:

O DIABÓLICO PROTEUS – PARTE FINAL

Tex nº 225 (tem como título de capa: Emboscada no Black Canyon, iniciando a história na página 24).

– Tiroteio no circo (Tex) – pgs. 5 a 13.
– O Trapezista “Proteus” (circo) – pg. 9

O TRAPÉZIO (GEOMETRIA)

Trapézio – É uma figura da geometria plana bastante presente no nosso dia a dia. Trata-se de um polígono que possui 4 lados, sendo 2 lados paralelos (base maior e base menor) e 2 não paralelos (lados oblíquos). Como todo quadrilátero, ele possui duas diagonais e a soma dos seus ângulos internos é sempre igual a 360º. Pode ser classificado como trapézio retângulo, quando possui 2 ângulos retos; trapézio isósceles, quando os lados não paralelos são congruentes, ou seja, possuem a mesma medida; e trapézio escaleno, quando todos os lados possuem medidas diferentes. O perímetro de um trapézio é calculado pela soma de seus lados e há fórmulas específicas para calcular a área. Fonte:

– A queda de “Proteus” (trapézio) – pg. 10.
– A morte da tigresa (tiros) – pg. 13.
– Tex salva “Proteus” (tigresa) – pg. 13.
– Identidade revelada (Tex) – pg. 14.
– O encontro com os cúmplices (Tex) – pg. 16.
– A confissão dos cúmplices (Proteus) – pg. 18.
– Citação à prisão de Yuma (Xerife) – pg. 20.

PRISÃO TERRITORIAL DE YUMA, ARIZONA, EUA, 1885

Prisão Territorial de Yuma – Era um presídio no território do Arizona, nos Estados Unidos da América. O primeiro presidiário deu entrada em 1 de Julho de 1876. Pelos 33 anos seguintes, 3.069 prisioneiros, incluindo 29 mulheres, cumpriram suas penas por crimes vários, desde assassinatos até poligamia. A prisão teve contínuas ampliações e reformas, valendo-se da mão-de-obra dos próprios prisioneiros. Em 1909, o último presidiário deixou a prisão territorial para o Complexo Penitenciário Estadual do Arizona localizado em Florence. Se tornou um museu histórico operado pela Arizona State Parks e sua denominação passou a ser Yuma Territorial Prison State Historic Park. Fonte:

“O BURACO DO INFERNO”

Os presidiários, no entanto, chamam-no de “buraco do inferno”. Viver em celas de adobe e tijolos com temperaturas de até 120 graus no deserto tornava-o um lugar temido para os condenados a morar ali. A fuga foi muito difícil e extremamente rara, devido ao deserto em três lados e o rio Colorado do outro. Quem quebrava as regras era punido com uma bola e uma corrente ou, pior ainda, 10 dias na cela escura. Fonte:

“A TOCA DA COBRA”

A cela escura era um quarto de 10 por 10 metros, sem cama, cobertores ou qualquer tipo de saneamento. Os presos eram algemados ao chão. Era muitas vezes chamada de “Toca da Cobra”, porque às vezes podia receber uma visita inesperada de escorpiões ou cascavéis. Dez dias era quase o limite que qualquer um parecia ser capaz de permanecer ali e manter a sanidade. Fonte:

“A TEMIDA PRISÃO”

Entre os habitantes famosos da Prisão Territorial estavam o atirador “Buckskin” Frank Leslie, que trabalhava para Wyatt Earp no Oriental Bar em Tombstone, e Pearl Hart, uma ladra de diligências apelidada de “Rainha Bandida”. Ela foi uma das 29 presidiárias na história da instituição. No total, mais de 3.000 prisioneiros foram alojados lá. Fonte:

EDIÇÕES COM REFERÊNCIAS À YUMA

Tex Italiano nº 87 – Itália – Sergio Bonelli Editore

Tex nº 29 – Publicadas em Julho de 1973 (1ª edição) e 1979 (2ª edição) – Brasil – Editora Vecchi.

– Citação à Mefisto e Yama (Tex) – pg. 22.

“STEVE DICKART”

MefistoÉ o maior antagonista de Tex e seus pards, sendo confrontado em longas tramas ao curso das aventuras de Tex, e seu legado é carregado pelos pards até os dias de hoje. Era um artista estilizado como o diabo, com bom conhecimento de truques “mágicos”, embora na realidade também agisse como um espião mexicano. Após ser derrotado por Tex pela primeira vez, ele jurou vingança, e implicitamente realizou pactos não-específicos com entidades sobrenaturais para adquirir poderes mágicos, os quais usou para enfrentar Tex e seus pards várias vezes. Ele teve sua última derrota nas mãos de Padma, que o deixou insano, e mais tarde, por uma sequência de infelizes acasos, o local onde estava ruiu; onde foi soterrado nas ruínas e devorado por ratos. Fonte:

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ESTATUETA MEFISTO

Origem: Itália – Produção: Hachette Fascicoli “Il Mondo di Tex” – Material: Resina fundida a frio – Tamanho: 6 “17 cm – Ano: 2005. Fonte:

EDIÇÃO OFICIAL DE 70 ANOS DE TEX

Para comemorar os 70 anos da criação de Tex, a Mythos Editora lançou uma obra excepcional do ranger mais famoso do mundo contra o seu maior e mais mortal inimigo. Reimprimindo em 2021, permitindo a todos que perderam o lançamento original, preencherem essa lacuna em suas coleções. Álbum de Luxo – capa dura – colorido – Formato: 21 cm x 15 cm / 372 páginas – Roteiro: Claudio Nizzi – Desenho: Claudio Villa – Tradução: Paulo Guanaes – (Compilação das edições nº 1 e 2 da Minissérie Especial/2004/Brasil). Fonte:

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“BLACKY DICKART”

Os seus servos e sobretudo, seus inimigos; o chamam de Yama. Ele jurou matar Tex e seus parceiros para vingar a morte do pai, o grande bruxo Mefisto. Mas depois da última derrota, ninguém mais ouviu falar dele. Yama perdeu seus poderes e voltou a ser um simples atirador de facas Mambembe. (…) sempre à espera de um sinal.; e quando um dia, o sinal chega, ele ouve ecoar a voz do pai, voltando a ser Yama, o senhor da morte. Fonte:

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ESTATUETA YAMA

Origem: Itália – Produção: Hachette Fascicoli “Il Mondo di Tex” – Material: Resina fundida a frio – Tamanho: 6 “17 cm – Ano: 2006. Fonte:

EDIÇÃO DE LUXO

Reapresentação da obra-prima de Mauro Boselli e Fabio Civitelli, na qual você verá o confronto final entre Tex e Yama, o filho de Mefisto. Uma história completa, em papel especial (…). Álbum de Luxo – capa dura – P&B – Formato: 19,8 cm x 26,7 cm / 340 páginas – Roteiro: Mauro Boselli – Arte: Fabio Civitelli – (Compilação das edições nº 573 a 575/2017/Brasil). Fonte:

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DISFARCES DE “PROTEUS”
{ver matéria 5}

– O 1º disfarce de Proteus (cliente do saloon) – (o 10º nos “arcos históricos”)
– O 2º disfarce de Proteus (Agente da Pinkerton) – (o 11º nos “arcos históricos”)
– O 3º disfarce de Proteus (Kit Carson) – (o 12º nos “arcos históricos”)
– O 4º disfarce de Proteus (Juiz Winnaker) – (o 13º nos “arcos históricos”)
– O 5º disfarce de Proteus (porteiro do hotel) – (o 14º nos “arcos históricos”)
– O 6º disfarce de Proteus (homem do circo) – (o 15º nos “arcos históricos”)

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MENSAGENS DE “PROTEUS”

– A 1ª mensagem de “Proteus” (Tex) – (A 6ª nos “arcos históricos”).
– A 2ª mensagem de “Proteus” (Tex) – (A 7ª nos “arcos históricos”).

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CURIOSIDADE

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Proteus – A Aventura da Ciência em Quadrinhos – O UNIVERSO.

Roteiro: Jean-Gérard Imbar – Desenho: Jean-Louis Hubert – Publicada originalmente em Encyclopédie En Bandes Dessinées n° 1/1980 – Editions Philippe Auzou. Fonte:

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Tex n° 224 – O Diabólico Proteus

Licenciador: Sergio Bonelli Editore – Número de páginas: 116 – Formato: (13,5 cm x 17,5 cm) – Preto e branco / Lombada quadrada. Fonte:

3ª AVENTURA

(Junho de 1988 – Editora VECCHI)

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Tex n° 225 – Emboscada no Black Canyon

Licenciador: Sergio Bonelli Editore – Número de páginas: 116 – Formato: (13,5 cm x 17,5 cm) – Preto e branco / Lombada quadrada. Fonte:

3ª AVENTURA (continuação)

(Julho de 1988 – Editora Mythos)

Nota: O título da edição {Emboscada no Black Canyon}, corresponde à história seguinte. O título interno desta edição {O Diabólico Proteus}, corresponde à edição anterior.

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Tex Edição de Ouro n° 12 – O Crime de Kit Carson

Personagens: Tex, Kit Carson, Proteus (Mister P) – Roteiro: Claudio Nizzi – Desenho: Guglielmo Letteri – Licenciador: Sergio Bonelli Editore – Número de páginas: 116 – Formato: (13,5 cm x 17,5 cm) – Preto e branco / Lombada quadrada. Publicada originalmente em Tex (1958) n° 317/1987 – Sergio Bonelli Editore. Fonte:

Carson é acusado de assaltar um banco, mas a verdade pode ser outra bem diferente. O diabólico Proteus está de volta!

3ª AVENTURA (reprise)

(Maio de 2004 – Editora Mythos)

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Tex Coleção nº 369 – Kit Carson, o Fora-da-Lei

Personagens: Tex, Kit Carson, Kit, Proteus (Mister P), Xerife de Gallup – História: Giovanni Luigi Bonelli – ‘Gianluigi Bonelli’ – Desenho: Guglielmo Letteri. Licenciador: Sergio Bonelli Editore – Número de páginas: 116 – Formato: (13,5 x 17,5 cm) – Preto e branco / Lombada quadrada. Fonte:

Após receber um telegrama de seu amigo Tex, dizendo que o fosse apanhar numa estação de trem, Kit Carson acaba envolvido em uma conspiração criminosa que visa manchar a reputação do velho camelo. Fonte:

3ª AVENTURA – “KIT CARSON, O FORA-da-LEI” – 2ª história (reprise)

(Novembro de 2014 – Editora Mythos)

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Para ler a primeira parte da matéria de Zenaldo Nunes dedicada ao Tex intitulada “NAS PEGADAS DO MISTERIOSO “MISTER P”; O HOMEM DAS MIL CARAS; O DIABÓLICO PROTEUS”, clique AQUI!

Para ler a segunda parte da matéria de Zenaldo Nunes dedicada ao Tex intitulada “NAS PEGADAS DO MISTERIOSO “MISTER P”; O HOMEM DAS MIL CARAS; O DIABÓLICO PROTEUS”, clique AQUI!

Para ler a quarta parte da matéria de Zenaldo Nunes dedicada ao Tex intitulada “NAS PEGADAS DO MISTERIOSO “MISTER P”; O HOMEM DAS MIL CARAS; O DIABÓLICO PROTEUS”, clique AQUI!

Para ler a quinta parte da matéria de Zenaldo Nunes dedicada ao Tex intitulada “NAS PEGADAS DO MISTERIOSO “MISTER P”; O HOMEM DAS MIL CARAS; O DIABÓLICO PROTEUS”, clique AQUI!

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