Entrevista com o fã e coleccionador: Elias Bubolz Sell

Entrevista conduzida por José Carlos Francisco.

Para começar, fale um pouco de si. Onde e quando nasceu? O que faz profissionalmente?
Elias Bubolz Sell: O meu nome é Elias. Sou uma pessoa simples e trabalhadora. Nascei m 1988 em São Lourenço do Sul, Brasil. Actualmente trabalho no ramo de terraplanagem. Sou apontador de produção.

Quando nasceu o seu interesse pela banda desenhada?
Elias Bubolz Sell: Eu gostava muito de ler. Era um devorador de livros na época que eu estudava.

Quando descobriu Tex?
Elias Bubolz Sell: Lá pelos anos 2005. Mais ou menos eu pegava as revistas na livraria municipal. Aí quando eu li todos comecei a comprar para saciar a fome.

Porquê esta paixão por Tex?
Elias Bubolz Sell: Gosto de faroeste e bang-bang, e o Tex era a única coisa que eu podia levar na mochila para poder ler em qualquer lugar que eu fosse .

O que tem Tex de diferente de tantos outros heróis dos quadradinhos?
Elias Bubolz Sell: Eu gosto da originalidade. Uma pessoa forte, quase imbatível.

Qual o total de revistas de Tex que você tem na sua colecção? E qual a mais importante para si?
Elias Bubolz Sell: Mais ou menos umas 90 revistas. Mas eu tinha quase 300. Mas em 2011 ocorreu uma enchente aqui na cidade e perdi mais de metade da colecção.

Colecciona apenas livros ou tudo o que diga respeita à personagem italiana?
Elias Bubolz Sell: Apenas as revistas do Tex.

Qual o objecto Tex que mais gostaria de possuir?
Elias Bubolz Sell: Uma miniatura dele montado no cavalo. Seria bem espectacular.

Qual a sua história favorita? E qual o desenhador de Tex que mais aprecia?
Elias Bubolz Sell: Eu gosto mais da luta dele com o Mefisto. Eu não ligo para o desenhador ou fulano. Eu gosto mesmo é de ler e pronto.

O que lhe agrada mais em Tex? E o que lhe agrada menos?
Elias Bubolz Sell: Para mim está tudo perfeito.

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Em sua opinião o que faz de Tex o ícone que é?

Elias Bubolz Sell: Ele luta pelo certo e o correcto.

Costuma encontrar-se com outros coleccionadores?
Elias Bubolz Sell: Nunca fui ou me encontrei com alguém.

Para concluir, como vê o futuro do Ranger?
Elias Bubolz Sell: Difícil. Com a tecnologia que está cada vez mais presente na vida das pessoas elas estão abandonando os livros… espero que Tex não acabe, seria uma pena.

Prezado pard Elias Bubolz Sell, agradecemos muitíssimo pela entrevista que gentilmente nos concedeu.


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